Sigamos à exposição do Ronald, na ELF

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Imagens ampliáveis à leitura.

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Bate-papos combinados pelo BF

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O Blog da FAU convidou dois artistas paraenses de renome: Alexandre Sequeira e Joe Bennett para conversarem informalmente sobre criação com a comunidade universitária no auditório Daniel Campbell do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo.
Os encontros serão em datas distintas a serem acertadas com a direção da Faculdade ─ a professora Elcione Moraes é a atual diretora em substituição à professora Vanessa Watrim que ontem entrou em Licença Maternidade, após a perversa nota jornalística que a magoou.
Como não há verbas para esse tipo de atividade, desde já agradecemos a entusiasmada aceitação de ambos, velhos camaradas dos editores do BF.

Calma!
Deixemos o REI SOL se estabilizar no céu!

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Composição orgânica com Achatina Fulica


FAU
Praga do caracol africano ameaça Belém ─ O Liberal de 27-mai-2004 (PDF).

Lamentavelmente o YouTube retirou o vídeo  de seu site por considerar que o conteúdo violou os Termos de Uso.
Poderíamos recorrer, mas compreendemos o conceito proibitivo, uma vez que o YouTube  é um repositório global de audiovisuais.
A contextualização dada pelo arquivo em PDF não seria argumento suficiente para justificar a “matança” do caracol Gigante Africano, já que em seu habitat natural ele não oferece os mesmos perigos.
Eis a notificação do YouTube:

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Diretora da FAU se decepciona com nota plantada em jornal

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464703_449700635070875_305072526_oFiquei decepcionada ao ler esta nota no jornal de hoje*.
Decepcionada ao constatar que algum aluno, sem nem sequer tentar resolver seus problemas de forma madura e sensata, tomou a atitude de achincalhar com todo o corpo docente desta faculdade.
A dúvida que em mim permanece é: a relação docente x discente está assim tão desgastada na nossa Faculdade ou se trata de um fato isolado de um aluno sem nenhuma noção de ética?
Infelizmente não temos como reverter o dano.
Peço que o assunto seja esclarecido com a direção da FAU para que, pelo menos, o verdadeiro problema, que tenho certeza não envolve todos os professores, seja resolvido.

*Leia-se ontem.

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Postscriptvm (dos editores):
Até o presente momento nenhum FATO REAL de entrevero que envolvesse alunos e professores  da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA foi detectado, muito menos protocolado.
Será que o TERRORISMO aterrissou em Belém?

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Mario Barata dissemina a cultura dos diários gráficos na FAU

Ontem, pela parte da tarde, o professor Mario Luiz Barata Junior exibiu o audiovisual Diário Gráfico e Criatividade, palestra de Renato Alarcão filmada para o MODA+SENAC RIO FRESH, à turma da disciplina optativa Arquitetura de Interiores, sob sua reponsabilidade.
Os calouros, alunos de Representação e Expressão I, também ocuparam o auditório Daniel Campbell.
Mario, que utiliza cadernos de bolso desde a época em que foi aluno do Henrique Penna e dele ganhou o primeiro, comunga da mesma filosofia dos professores do LAFORA: “É desenhando que se compreeende o espaço.”.
Para quem não viu, eis o material:




Visite o site de Renato Alarcão.

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A FAU, ao seu modo, está na vanguarda

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Imagem-link ao PORVIR.
Publicação sugerida pela professora Elizabeth Yamasaki – UNAMA.

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Mais cabeça de calouro no BF

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El Croquis 103; por Zaha Hadid

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El Croquis 103 – Zaha Hadid (PDF).

Publicação sugerida pelo professor Flávio Nassar.

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Individual de Ronaldo Moraes Rêgo na ELF

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Elf Galeria convida para a abertura da exposição de pinturas de Ronaldo Moraes Rêgo.
Paraense, nascido em Belém, no ano de 1956, Ronaldo Moraes Rêgo é arquiteto, formado pela UFPA, e faz parte do quadro docente da Faculdade de Artes Visuais, na mesma Instituição. Estudou gravura com Valdir Sarubbi e Evandro Carlos Jardim. Em seus trabalhos, utiliza da gravura, pintura e colagem, com o mesmo perfeccionismo. Participa de exposições desde 1977, tendo recebido vários prêmios nacionais em sua carreira.
Na Elf, a primeira exposição de Ronaldo Moraes Rêgo aconteceu em 1982. A mais recente, em 2012, foi a exposição pop-up coletiva denominada “Cozinha de Artista”, quando criou, em edição especial, objetos de arte a partir de elementos de descarte num atelier de arte: vidro, madeira, recipientes de tinta e pincel. Agora, Ronaldo volta a ocupar individualmente as paredes da Elf, com uma mostra de pinturas, resultantes das pesquisas que vem desenvolvendo, ancoradas, sobretudo, na experiência possibilitada pela docência na UFPA.
A elegância no traço e uma estética pessoal imprimem às obras a assinatura de um artista que tem sua percepção voltada para elementos da natureza, de onde abastece a sua inspiração e para onde dirige o olhar do apreciador.
A exposição inaugura neste sábado, dia 4 de maio, das 10 às 14h, e poderá ser visitada até 1 de junho – de segunda a sexta-feira, de 10 às 13h e de 15h às 19h, aos sábados de 10 às 14h, excetuando feriados.

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O muro de arrimo do “doutorzeco”; por Claudio de Moura Castro*

Claudio-de-Moura-Castro-(2)_300A notícia trágica desaba sobre uma universidade séria: levou bomba no MEC o curso de engenharia civil! O assunto justifica infindáveis elucubrações, mas me detenho apenas em um aspecto, por ser uma birra minha, por décadas.
Na justificada ânsia de consertar, foram trocados seis professores. Não tinham mestrado e foram substituídos por doutores em tempo integral, como gosta o MEC. Com isso, atende-se a uma das exigências para reabrir os vestibulares.
Esse remendo está no epicentro de um dos maiores equívocos do MEC. A legislação do ensino superior veio da cabeça de cientistas – alguns notáveis. Por isso, as atividades clássicas de pesquisa nas áreas científicas foram corretamente tratadas e valorizadas.
Lastimavelmente, esse marco legal ignorou a existência, dentro do ensino superior, de cursos profissionais e de serviço. Em engenharia, direito, administração, pedagogia e outros é necessário somar bons professores nas disciplinas de formação teórica aos das aplicadas. E, de quebra, cumpre oferecer a experiência prática de aplicar.
Em um livro clássico (The Reflective Practitioner), D. Schoen fala das ruminações não verbalizadas dos profissionais ao realizar o seu trabalho. São descritas como experiência tácita, “teoria do olho clínico”, ou o interstício não codificado entre o que descreve a teoria e o ato de fazer. Daí que: (1) adquirir essa metalinguagem é parte inseparável da profissionalização; (2) apenas verdadeiros profissionais podem transmitir essa dimensão do profissionalismo; (3) leva tempo para formar um profissional.
Um belo exemplo é dado pelo programa de um hospital australiano que, por seu sucesso, foi replicado pelo mundo afora. A direção do hospital notou que morriam três quartos dos pacientes por parada cardíaca. Identificando o problema como demora no atendimento, criou uma equipe sempre pronta para agir tão logo ouvisse pelos alto-falantes o termo “Code Blue”. Com isso, caiu a mortalidade, mas apenas alguns pontos porcentuais. Nova providência: qualquer médico ou enfermeira poderia acionar o Code Blue, mesmo que os sinais vitais do paciente estivessem nornais. Ou seja, se o jeitão estivesse suspeito, mesmo sem os sintomas clássicos, poderiam soar o alarme. Surpresa! A mortalidade caiu para menos da metade. Moral da história: o que salva os pacientes é o que não está nos livros de medicina, mas na “teoria da prática”. É o “olho clínico”. O próprio médico não sabe explicar por que chegou a tal diagnóstico, mas intui que algo está errado. Os novatos precisam adquirir tal experiência, mas apenas quem a tem pode oferecê-la.
Portanto, cada disciplina requer professores com o perfil talhado para ela. Do professor de cálculo, nada melhor do que exigir um doutorado. Mas o professor que ensina a construir prédios deveria ser alguém que acumulou anos no canteiro de obras. Se houvesse doutores com essa experiência, tanto melhor. Mas não há, pois doutorados preparam para a pesquisa e para a universidade.
Se o MEC melhora as notas de quem substitui verdadeiros profissionais por jovens doutores que nada sabem de construir prédios, o resultado desse equívoco é grotesco. Premia quem ensina uma profissão que não tem, apenas leu livros e escreveu papers.
Os professores dispensados, com mais de 35 anos de experiência, tinham escritório de engenharia respeitado e prestavam consultaria. E, obviamente, ensinavam em tempo parcial, pois não poderiam abandonar sua empresa. Para os alunos, isso é ótimo, assegura que o professor ensina a engenharia que se pratica de verdade. Para o MEC, tempo parcial perde ponto. Não deveria ser o contrário, perder ponto se fosse tempo integral?
Igualmente ausente das políticas públicas é a valorização da competência na sala de aula. É a didática do cotidiano, adquirida com a experiência. No caso, professores consagrados e estimados pelos alunos foram substituídos por jovens que ainda vão aprender a dar aula. Péssimo para os alunos, mas não comove o MEC.
Conversa de corredor na universidade: “Pois é, tiraram nossos engenheirões e os substituíram por ‘doutorzecos’ que jamais fizeram um muro de arrimo”. Quem tem razão, os alunos ou o MEC?

*Wikipédia PT.

Artigo originalmente publicado na revista Veja edição 2319 – ano 46 – nº18.

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Aquarelas doces para os calouros (2)

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Calouros 2013 ilustram o cabeçalho do BF

Doze estampas, resultado dos experimentos iniciais dos calouros 2013 na técnica de aquarela, passaram a ilustrar o cabeçalho do Blog da FAU:

Cabeça
Imagem ampliável; referência: entorno do Ateliê.

A exibição dos 501 cabeçalhos acumulados até o momento é aleatória; basta abrir o BF em qualquer página, ou recarregá-lo, para apreciar as criações.

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Divulgação

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Iluminação natural

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Material enviado pelo aluno Denilson Ramos.

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