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PRIMEIRA CHAMADA V CBENS

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Atenção usuários de e-mail ufpa.br

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Página fake para onde o link do e-mail direciona:

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Incêndio na Perimetral (entre 12:30 e 13:00h)

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Aquarelas doces para os calouros

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Suporte: folhas de caderno tipo moleskine com papel de baixa gramatura sem algodão.
Técnica: aquarela Van Gogh da Talles (sem uso de lápis).
Exercícios de demonstração feitos na terça passada com a turma da tarde; prevê superposições.

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“Isso foi uma lição que eu nunca esqueci; nunca esqueci essa lição:…”

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Retirado do ponto 0:45:36 de Janela da Alma, filme de Walter Carvalho e João Jardim.

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SELEÇÃO ESTAGIÁRIOS

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 ATENÇÃO: Ponto de Inscrição ao EREA PARÁ 2013.

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Janela da Alma; por Walter Carvalho e João Jardim

JANELA DA ALMA

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Depoimento de Fayga Ostrower (não incluído em Janela da Alma)

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Belém: prédios de até 40 andares convivem com áreas sem esgoto

Segundo o IBGE, 48% das ruas de Belém não são identificadas por placas e 35% não têm calçadas

Cleide Carvalho (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 20/04/13 – 19h30 Atualizado: 20/04/13 – 20h07

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Prédios de 40 andares no bairro Umarizal O Globo / Michel Filho

BELÉM – A imagem das torres gêmeas Village Sun e Moon, cada uma com mais de cem metros de altura e 40 pavimentos, serve como ícone do boom de construção de espigões em Belém. Banhada por grandes rios e recortada por igarapés, a cidade é repleta de áreas sujeitas a alagamentos devido às cheias da Amazônia.
Por esse motivo, qualquer lugar que a água não alcança é mais valorizado. Mas a beleza das varandas envidraçadas dos novos edifícios contrasta com o esgoto a céu aberto em boa parte das ruas, além do lixo em calçadas, palafitas que se avizinham na esquina e até mesmo falta de identificação dos logradouros. Segundo o IBGE, 48% das ruas de Belém não são identificadas por placas, 35% não têm calçadas, e um terço não tem bueiro ou boca de lobo.
—Só 7% do esgoto de Belém recebem tratamento. O restante vai para as galerias pluviais. Vai tudo parar nos rios — diz Antônio Valério Couceiro, presidente da Ademi-PA, lembrando que os novos empreendimentos têm de incluir algum tipo de tratamento de esgoto, o que aumenta o preço para o futuro morador.
—Além do conforto do apartamento, é preciso discutir a função social da cidade num plano diretor que evite desequilíbrios. A cidade tem de servir para todo mundo. O impacto da verticalização é brutal. É preciso discutir quantos indivíduos podem morar numa determinada rua, se a infraestrutura suporta ou não toda essa gente — afirma o professor José Júlio Ferreira Lima, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará, integrante do Observatório das Metrópoles.
Segundo Lima, as novas construções criam pressões sobre o poder público para dotar a área de infraestrutura, fazendo com que outros bairros sejam relegados a segundo plano. Lima lembra que Belém já atravessou várias fases de verticalização. Numa delas, os prédios não tinham recuo, eram feitos em fila, um ao lado do outro, dificultando a ventilação, e, ainda por cima, as construtoras faziam as varandas além do limite dos terrenos, debruçadas sobre as calçadas. Agora as chamadas Operações Urbanas permitem às prefeituras autorizar o aumento no número de pavimentos, gerando outro tipo de discussão, que é onde o dinheiro será aplicado.
Alice da Silva Rodrigues Rosas, da Companhia de Desenvolvimento Metropolitano de Belém, diz que a valorização das áreas mais centrais repercutiu em todos os bairros e transformou, ao longo dos anos, toda a Região Metropolitana numa enorme periferia da capital, acentuando problemas de mobilidade. Nos arredores, o modelo adotado pelas construtoras é o de diversos edifícios aglomerados em grandes lotes, num empreendimento único.
O novo modelo exige administração rígida. O contador Gustavo Lama, de 41 anos, enfrentou problemas quando comprou seu primeiro apartamento em Ananindeua, na Grande Belém, há dois anos.
—Lá são cinco prédios, 64 famílias em cada. Muita gente não estava acostumada a morar em apartamento e não queria cumprir as regras do condomínio. Jogavam coisas pela janela, andavam sem camisa no elevador. Agora está mais calmo, mas no início foi complicado — diz ele.
Lama espera um padrão melhor de vida e vizinhança em Icoaraci, distrito de Belém, onde comprou na planta um apartamento de 77 metros quadrados, com três quartos. São oito prédios, dois deles comerciais, numa área de 35 mil metros quadrados, com estrutura de lazer. É justamente o novo perfil de moradia proposto na região: áreas verdes e de lazer compartilhadas pelas diversas torres.
—Apesar de tantos rios e da beleza natural, Belém carece de áreas de lazer. A orla não é turística, e sim portuária — afirma Alice Rosas.
Ela ressalta ainda que Belém aumenta cada vez mais a impermeabilização do solo devido ao uso excessivo de asfalto e cimento, o que gera desconforto.
—Já temos um clima quente, com temperaturas de 29°C a 30°C. Com a impermeabilização do solo (que reduz o processo de evaporação), a sensação de calor fica ainda maior — diz Alice, que pretende trabalhar na regulamentação do plano diretor, para que os investimentos das Operações Urbanas alcancem também as áreas menos nobres.

Fonte: Globo.com.

Publicação sugerida por Igor Pacheco, editor do Fragmentos de Belém.

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Guia do Estado do Pará; por Theodoro Braga (1916)

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Guia do Estado do Pará; por Theodoro Braga

Fonte: UFPA 2.0.

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Reimaginação tupiniquim de Inocêncio X

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The Bijou Box da Winsor & Newton

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Representação e Expressão com novíssima tecnologia

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O passaporte do nosso futuro.

Neste “segundo” período letivo de 2013 o LAFORA (Laboratório da Forma na Razão e na Alucinação), também conhecido pela lápide da maquetaria com a inscrição Laboratório de Modelos (Mortos), resolveu adotar uma novíssima tecnologia em suas disciplinas: cara e maquiagem para os alunos.
Explica-se: foi solicitado às turmas (manhã e tarde) de Representação e Expressão I e III  que elas adotassem blocos individuais de notas em dimensões portáveis junto com um pequeno estojo de aquarela com as cores primárias saturadas mais o preto.
A ideia é implementar a cultura do registro espontâneo, contemplativo em alfa; o notebook real, origem do virtual, será alimentado por insights e sínteses e terá a aparência de uma joia pessoal – qualquer semelhança com o bichinho eletrônico Tamagotchi, frenesi infanto-juvenil do início da década de 1990, é mera coincidência.
O barato dessa história, nem um pouco criativa para Van Gogh e milhares de outros registradores deste mundo, seria provocar um diálogo, depois destes professores idos:
–Flerktley (nome fictício do futuro), cadê o teu moleskine; ou ele te salva, ou ele te condena?
–Tá aqui fessor, escrevo de trás pra frente, que nem o Leonardo Da Vinci!
–Sim, mas e os esboços, as aquarelas… a materialização das ideias que te assombraram ao longo deste curso de arquitetura e urbanismo?
–Viraram cartas para o Theo*!
É isso aí: um simples PASSAPORTE que identifica as viagens.

*Não é o Theo de Salve Jorge, mas o não menos famoso irmão do autor de O Quarto do Artista em Arles – dentre outras espetaculares “alucinações”:

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Documentário Acácio Sobral (2006)

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Banner 11ª Semana Nacional dos Museus-final
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Convite cortejo dos olhos

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Brasília: projeto capital; por Frederico Schmidt


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“Brasília: projeto capital” faz um passeio no tempo para contar a história do nascimento de uma cidade. Da festa da inauguração, em noite iluminada por canhões de luz, até a primeira sessão da Câmara em Brasília no dia 21 de abril de 1960. Dois momentos marcantes, próximos no tempo e que completam 50 anos.
Não é por acaso. Brasília é resultado de muita discussão na Câmara dos Deputados. Desde a primeira constituinte, ainda no Brasil Império, até a constituição de 46, a proposta de interiorizar a capital do Brasil esteve presente. José Bonifácio, o patriarca da independência, pensou até em nomes para a nova capital! Isso em 1823.
Muitos são os personagens que ajudaram na “construção” de Brasília. Os primeiros idealizadores, os responsáveis pelas primeiras expedições, como Varnhagen. Diversos presidentes, deputados e muita discussão ao longo da história. Até chegar o dia em que Juscelino Kubitschek resolve fazer da transferência da capital para o planalto central – a meta-síntese de seu governo. Mas por que JK resolve tirar a ideia do papel? Quem conta é o imortal Murilo Melo Filho, na época jornalista da Revista Manchete.
Deputados, jornalistas, servidores e artistas que viveram no Rio de Janeiro na época da transferência da capital para Brasília são os personagens dessa história. Os pioneiros também relatam a impressão da chegada em Brasília no início da construção. Poeira, lama, muito trabalho! Enquanto a cidade era construída, duras críticas eram publicadas nos grandes jornais da época. Muitos acreditavam que a obra ficaria inacabada.
A Câmara dos Deputados criou duas comissões para garantir o sucesso da mudança. Uma, para acompanhar as obras de construção da Câmara; a outra, para planejar e executar a transferência dos deputados e servidores. Havia muita resistência à mudança. Deputados e servidores eram convidados a visitar Brasília para ver onde iriam morar e trabalhar.
No plenário do Palácio Tiradentes, onde funcionava a Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro, as discussões ficavam mais acaloradas à medida que se aproximava a data da inauguração de Brasília. Todo esse contexto político é retratado pelo documentário Brasília: projeto capital. As críticas do deputado udenista, Carlos Lacerda, as ameaças de CPI para investigar a Novacap e as leis aprovadas na Câmara para garantir a mudança da capital. Entre elas, a que marcava a data da inauguração da nova capital: 21 de abril de 1960.
A história da mudança contada pelas pessoas que participaram dela: o deputado Carlos Murilo, sobrinho de JK; o deputado Nestor Jost, segundo vice- presidente à época; os jornalistas Villas Boas Corrêa, Carlos Chagas; os servidores Sylvio Vianna, Luciano Brandão, Léa Fonseca, Ada Coaracy, Joel Teixeira; Roberto Menescal, Nelson Pereira dos Santos; e os pioneiros Genésio de Oliveira e Kleber Farias.

Ficha técnica
Direção e Roteiro: Frederico Schmidt
Pesquisa: André Bergamo
Edição e Finalização: Rubens Duarte
Direção de Arte: Márcia Roth
Videografismo: Tiago Keise
Narração: Cláudia Brasil
Produção: Pedro Henrique Sassi e Pedro Caetano Braga Santos
Imagens: André Benigno, Cláudio Adriano da Silva e Múcio Montandon
Fotógrafos: Elton Bomfim e Luiz Alves
Trilha Sonora Original: Estúdio Audiotech – DF
Direção do Núcleo de Documentários: Dulcídio Siqueira Neto
Duração: 41 minutos

Fonte: Câmara dos Deputados.

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