CNPq 60 anos: 15 mil Reais

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“El Número de Oro; Phi; la Divina Proporción”

Sequência de Fibonacci

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A logo da FAU

Ritratto di Fra Luca Pacioli con un allievo (1495) – atribuido a Jacopo De Barbari. Museo e Gallerie di Capodimonte, Napoles

Em 26 de abril de 2010, após uma semana de discussões por e-mail, o Conselho da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará reordenou a logomarca do antigo DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO — D A U —, criada pelo professor José Daniel Portugal Campbell Penna em 1999, quando o mesmo exercia a função de chefe de departamento.
Campbell faleceu no ano de 2002, aos 51 anos, vítima de uma parada cardíaca em consequêcia de cirurgia repadora no tórax.
O único arquivo deixado por Daniel mostra a marca colorida em efeito relevo provavelmente trabalhada no seu iMac com o objetivo de adornar  homepage por ele construída à época ao DAU, hoje indisponível — houve diversas tentativas, malogradas, na busca dessa memória, definitivamente inacessível pela quebra do hard disk da máquina, confirmada por Laura Calhoun: “—Nem Steve Jobs dá jeito!”.
A referência de Daniel Campbell:  LUCA BARTOLOMEO DE PACIOLI, monge franciscano autor de DE DIVINA PROPORTIONE, nascido em Sansepulcro em 1445 e morto em 1517.
A nova diagramação que substitui o “D” pelo “F” em “FACULDADE” DE ARQUITETURA E URBANISMO — F A U — homenageia Campbell pelo uso da mesma estruturada fonte por ele escolhida, digitalizada e composta a partir de imagens das versais romanas  estudadas por meio de “grelhas” geométricas pelo matemático Luca Pacioli, um tratadista da Renascença italiana.
O maior problema dessa pesquisa foi identificar, exclusivamente pela imagem, o autor do método construtivo dos caracteres empregados no logotipo de Daniel.
A fonte PACIOLI-REGULAR foi desenvolvida pelo designer gráfico estadunidense Matthew Aaron Desmond somente em 2007; 8 anos após a criação de CAMPBELL e cinco de sua morte — percebe-se a diferença entre as letras “U” por eles inventadas, já que o “V” tinha dupla função no latim: vogal e cosoante.
Por 18,95 dólares adquiriu-se as letras vetorizadas por Matt Desmond à sua empresa MADType com o propósito de atualizar a nomenclatura da subunidade acadêmica da UFPA; o resultado prático está no cabeçalho deste blog e é utilizado nos documentos oriundos da FAU.
A tipologia é clássica e fora geometricamente analisada pelo  humanista Luca Pacioli em: “…alphabeto dignissimo antico’. Tal alfabeto é uma tentativa de fornecer regras e princípios para a construção das letras que italianos e estrangeiros encontravam ao estudar os monumentos antigos. Pacioli não copiou o único alfabeto conhecido de Damianus Moyllus, publicado em 1480 e nem pôde copiar o manuscrito de Felice Feliciano de Verona, concluído em 1482. O frade é um dos primeiros que buscam proporções e comparações com o corpo humano e que utiliza unicamente a régua e o compasso para ensinar aos seus alunos a reconstrução das inscrições…” (BERTATO, F. M. A “De Divine Proportione” de Luca Pacioli, 2008, p. xvii e xviii).
A simbologia FAU guarda em si o misticismo  — ou a secretissima scientia — que Campbell detectou em Pacioli para arquitetar o DAU.  

Acesse e traduza do holandês no Google TradutorOver de staart van de Q (Na cauda do “Q”), ou apenas passeie pelas imagens dos “Q” ao longo da história, sempre baseados nas cinzeladas das obras públicas romanas; isto o fará compreender melhor a explanação acima.
Ah! você achava que as letrinhas “moderninhas” que você usa vieram do futuro!?!

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Humor Acadêmico

Escrito e dirigido por Cássio Tavernard e Rodrigo Aben-athar; Cássio graduou-se pela FAU em 2001.

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Acessibilidade…

…só para atletas!

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Roberto de La Rocque Soares, o nome do Laboratório de Modelos da FAU

ROBERTO DE LA ROCQUE SOARES (Belém, 28/10/1924 -19/05/2001)
O Mestre La Rocque, ou simplesmente O “Mestre”, foi exemplo de uma formação ampla que se iniciou pelo gosto do Desenho, ainda na infância, amadurecida na formação universitária em Engenharia Civil (1949) e Arquitetura (1966), e cristalizada na produção artística e também como pesquisador da Arquitetura paraense.
Exímio desenhista e produtor de caricaturas, que chegou a publicar sob a alcunha de “Comprido”, destacou-se pela humildade e dedicação aos estudos cristãos. Cultivava a curiosidade pelos detalhes, tanto da vida quanto da Arquitetura e da ciência da construção, e tinha admiração pela sabedoria japonesa, chegando a estudar a língua e a cultura deste povo, da qual aproveitou a técnica do sumiê em suas últimas obras.
Integrou a primeira turma de alunos do Curso de Arquitetura da UFPA, quando conheceu o professor Donato Mello Jr., de quem se tornou amigo. Este veio a Belém em 1966 ministrar a disciplina Arquitetura no Brasil, e solicitou aos discentes um trabalho com o tema “Clima e Arquitetura Residencial no Pará”, iniciando assim a pesquisa de La Rocque sobre as Rocinhas e, consequentemente, o seu interesse pela preservação do Patrimônio Cultural Paraense.
Isso ficou ainda mais claro quando Mestre La Rocque foi o responsável, entre 1972 e 1975, pela primeira restauração do Palácio Lauro Sodré, atual Museu Histórico do Estado do Pará. Concomitantemente, La Rocque participou em 1974 do primeiro curso de especialização em “Restauração e Conservação de Monumentos e Conjuntos Históricos” no Brasil, realizado na FAU-USP em parceria com o IPHAN, inspirando-o a organizar, em 1976, uma “Relação de Unidades Arquitetônicas e paisagísticas existentes no Estado do Pará a serem objeto de estudos para definir sobre a conveniência de seu tombamento”, encaminhada ao Diretor do IPHAN Renato Soeiro. Como reconhecimento, recebeu do SPHAN em 1987 a Medalha “Rodrigo Mello Franco de Andrade”, dedicada as personalidades que se destacam na defesa do patrimônio histórico brasileiro.
Ingressou no Magistério superior na Universidade Federal do Pará como professor Auxiliar, onde ministrou as disciplinas “Desenho a mão livre” na Escola de Engenharia, Desenho e Plástica I a IV e Introdução à Arquitetura e Teoria da Arquitetura (de 1967 a 1985) no Curso de Arquitetura. Como artista plástico, La Rocque foi pioneiro no Abstracionismo paraense [1] e destacado aquarelista, embora circulasse pelas técnicas do óleo, colagem, gravura, escultura em madeira, gesso e pedra, entre outras. O depoimento de sua esposa, Elza, reforça a originalidade do Mestre: este submeteu trabalhos da série com couro a um Salão de Arte paraense, os quais não foram aceitos, à época, por terem sido considerados “artesanais”.
Contudo, nunca deixou de lado a interpretação da alma humana, especialmente nas aquarelas delicadas que denunciam a decadência do patrimônio arquitetônico do Mercado de São Braz, do Casario do Boulevard Castilhos França ou do Porto do Sal. E tampouco o ensino da arte, participando no quadro docente da Universidade da Terceira Idade da UFPA.
Posteriormente, já como Docente da UFPA, deu continuidade ao estudo da arquitetura rural paraense com o levantamento de Rocinhas, como também de chácaras e sítios em Belém e localidades próximas, com o projeto “Contribuição das antigas rocinhas à Arquitetura histórica regional do Pará”, realizado quando professor do Departamento de Artes e Comunicação [2], no período de 1986 a 1991.
Depois de inegável montante de informações coletadas sobre estas tipologias rurais, em 1996 seu trabalho foi imortalizado no livro “Vivendas Rurais do Pará – Rocinhas e outras (do século XIX ao XX)” que certamente não deixará esquecer esta morfologia arquitetônica parte do Patrimônio Cultural Paraense.
Ocupou cargos como o de Engenheiro da Estrada de Ferro de Bragança e Engenheiro da Base Naval de Val-de-Cans na década de 50, engenheiro da SPEVEA (1954-1966), engenheiro do Ministério da Agricultura (1967-1968), além de diretor do Departamento de Obras da SEVOP (Pará) em 1972. Foi Conselheiro da Fundação Cultural do Estado do Pará e da SUDAM. Sem descuidar de sua formação de arquiteto projetista, concebeu obras beneficentes para entidades católicas, como a Igreja de São José de Queluz (1950) e a Capela no Centro Comunitário Santa Izabel de Hungria (Belém-1976) e residências como a Residência Reinaldo Silva e a sua própria casa, recanto síntese de uma versão modernista adaptada com carinho ao clima equatorial.
__________________________________
[1] Conforme Pesquisa  Sobral, Acácio de Jesus Souza. Momentos iniciais do abstracionismo no Pará. Belém: IAP, 2002. e Sobral, Acácio. Paisagem após 2001 – Homenagem a Roberto de La Rocque Soares. Folder. IV Encontro da Associação dos Artistas Plásticos do Pará. Jul. 2002.
[2] Passou a ser lotado no Centro de Letras e Artes a partir de outubro de 1972.

Texto: Professora Cybelle Miranda
Pesquisa: Professora Cybelle Miranda e Nayara Barros (bolsista).


Assista, no Blog da FAU, ao vídeo UM HOMEM E SEU TEMPO de 1996, dividido em 06 partes.

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Exposição de Dina Oliveira no MABEU

Dina Maria César de Oliveira, professora desta FAU, exporá suas mais recentes telas no Museu de Arte Brasil Estados Unidos.
O vernissage será no dia 15 de setembro próximo, quarta-feira.
Em postagem futura publicaremos o convite da mostra.

As imagens abaixo foram retiradas de catálogos antigos da artista (1985 e 1987) que integram o acervo memorialista da Faculdade:

Coletiva itinerante Extremos 1987: Aprigio, Dina, Leonel Mattos e Britto Velho. (Foto: Sérgio Gonzaga.)

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Antônio Paul de Albuquerque, o nome do Atelier de Arquitetura da UFPA

Antônio Paul de Albuquerque (25/09/1921-17/04/2008) nasceu no estado do Pará, filho do engenheiro Manoel Leônidas Albuquerque e de Mildred Tierney de Albuquerque, formando-se em Arquitetura nos Estados Unidos, Instituto Politécnico Rensselaer, no ano de 1948. Exerceu, entre 1948 e 1951, suas atividades didáticas no Departamento de Arquitetura da Universidade de Kansas, EUA, como professor de “Achitectural Design”.
Ainda na década de 50, Paul já estava em Belém desenvolvendo projetos e participando de órgãos responsáveis por questões urbanísticas da cidade, tais como  a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) entre 1967 e 1968, tendo ocupado o cargo de Diretor da Divisão de Obras Particulares da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo de Belém entre 1954 e 1977. Exerceu também atividades técnicas na Companhia de Desenvolvimento e Administração da Área Metropolitana de Belém (CODEM) nos anos de 1981 a 1989 e na Secretaria Geral de Planejamento Municipal a partir de 1994.
Paul foi diretor, fundador do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) Delegacia do Pará, entre 1953 e 1967, sendo também fundador da Associação Profissional dos Arquitetos no Estado do Pará (APA). Como Arquiteto projetista destaca-se os projetos  para o Pará Clube, Hotel de Soure (Marajó), o Seminário Redentorista (Marituba) e a Igreja de Santa Cruz.
Em 1962, voltou a trabalhar como professor, agora na Universidade Federal do Pará, lecionando Inglês no Curso Livre de Línguas. Entretanto, com a implantação, em 1964, do Curso de Arquitetura na UFPA, Paul passou a dar aulas na sua área de formação, permanecendo, então, como professor de Arquitetura na UFPA até 1991, quando se aposentou.
Durante estes 27 anos no Curso de Arquitetura da UFPA, Antônio Paul de Albuquerque lecionou “Expressão e Representação”, “Planejamento Arquitetônico I”, “Planejamento Regional” e “Introdução à Arquitetura”. Foi também um dos primeiros coordenadores do Curso (1968-1970), e exerceu ainda, entre 1976 e 1981 a atividade de Chefe do Departamento de Arquitetura.
Paul foi aluno do primeiro Curso de Especialização em Arquitetura nos Trópicos do Departamento de Arquitetura da UFPA, desenvolvendo a Monografia “Rocinhas e Puxadas”, publicada como artigo na Revista do Tecnológico do 1º semestre de 1989. Desenvolveu, também, as pesquisas científicas intituladas “Glossário de Termos utilizados no Planejamento Urbano” (1981-1983), “Chalés de Icoaraci e Mosqueiro” (1986) e “Arquitetura Paraense” (1986), tendo publicado diversos artigos sobre Arquitetura em jornais paraenses. Em 2003, o Professor Paul foi homenageado durante o Seminário “Landi e o século XVIII na Amazônia” por ter sido precursor nos estudos sobre Landi, ao publicar o artigo “Arquiteto Antonio José Landi” na Revista Habitat 12, de setembro de 1953.
Percebe-se, assim, que Antônio Paul de Albuquerque dedicou grande parte da sua vida para o Curso de Arquitetura da UFPA, contribuindo inclusive para a divulgação da Arquitetura paraense em publicações nacionais.

Texto: Professora Cybelle Miranda
Pesquisa: Professora Cybelle Miranda e Nayara Barros (bolsista).

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Acessos ao Blog da FAU

Hoje, dia 30 de agosto de 2010, às 9 horas da manhã, o blog da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA contabilizou 4.504 visitas desde sua criação em 30 de maio de 2010 — 3 meses completos.
Os blogs são meios de comunicação de fácil gerenciamento e podem desempenhar o papel de jornais eletrônicos dando aos seus leitores e espectadores a percepção de uma comunidade e o que a ela interessa.
O “tabloide” da FAU ainda não espelha a opinião plena do grupo docente, contudo, pela audiência crescente, tem-se um indicativo da força política que este instrumento virtual pode alcançar.
Esperamos que a adesão maciça amplie, enriqueça e fortaleça a notoriedade necessária a um curso de alto gabarito da Universidade Federal do Pará.

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Divulgação

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Registros do PCT-Guamá — obra do Pórtico

Mais um projeto da Meia Dois Nove Arquitetura e Consultoria sai do papel.
No sábado, dia 21 de agosto, praticamente toda a estrutura em aço que apoiará a cobertura termoacústica sobre a guarita de entrada do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá fora erigida.
José Maria Coelho Bassalo — um dos diretores da Meia Dois Nove, junto com seu sócio Flávio Campos do Nascimento, ambos arquitetos e urbanistas — nos levou a uma visita técnica à obra do principal acesso ao PCT-Guamá.
Bassalo é professor de Projeto desta Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
As fotografias acima, em preto e branco, foram feitas entre os dia 04 e 21 de agosto; todas ampliáveis à melhor visualização.
Autores das imagens: Jô Bassalo, Irving Franco e Haroldo Baleixe. 

Assim ficará o Portal do PCT-Guamá:

 Vista virtual eletrônica para dentro do condomínio, ao contrário das tomadas reais anteriores.

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Revista Eletrônica TUCUNDUBA

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Reciclagem

Uruguaio produz quadro de bicicleta reciclando 200 garrafas PET.
A cada dois minutos, há um quadro de bicicleta. O material é bastante resistente e flexível. A bicicleta nem precisa de amortecedor.
Na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Márcio Gomes apresenta uma experiência com a reutilização de garrafas de plástico, as garrafas PET. Esse é um grande problema ambiental – milhões de garrafas terminam na rua, em lixões, nos rios do Brasil.
O uruguaio Juan Muzzi mora no Brasil há 40 anos e inventou uma maneira de reciclar garrafas e transformá-las em uma bicicleta. Ele explica como criou a forma de reciclar 200 garrafas PET para produzir um quadro de bicicleta. ‘O quadro é resistente. Tem garantia de dez anos’, garante Muzzi.
A cada dois minutos, há um quadro de bicicleta. O material é bastante resistente e flexível. A bicicleta nem precisa de amortecedor.
Juan Muzzi diz que ainda não tem um plano definido para conseguir as garrafas PET. Ele quer firmar parcerias com empresas que precisam limpar garrafas PET: ‘São bicicletas de fácil acesso e muito baratas. Custam menos da metade de uma bicicleta comum’, destaca o inventor.
Para transformar as garrafas em bicicleta, é preciso, primeiro, moer as garrafas. Com o pó, uma máquina faz uma mistura grãos e manda para uma ‘injetora’. No molde, a peça já é feita.” (http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/08/uruguaio-produz-quadro-de-bicicleta-reciclando-200-garrafas-pet.html)

“Brincadeira” premiada de estudantes de design da Appalachian State University:

(http://pedaleiro.com.br/2008/12/24/bicicleta-feita-de-plastico-pet/)

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Design

RESOURCE FORNITURE

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Parcerias que dão certo

Miguel Lalor fala, em francês, sobre sua adaptação em quadrinhos do bestseller internacional O Último Templário de Raymond Khoury.

Anúncio do romance O Último Templário de Raymond Khoury e Miguel Lalor.  Site original: http://videos.france5.fr/video/iLyROoafJEmu.html

Por convite do coordenador do curso de Artes Visuais da UFPA, professor Ricardo Harada Ono, os alunos de Representação e Expressão II (manhã e tarde) do curso de Arquitetura e Urbanismo participaram de palestra e master class proferidos pelo artista gráfico e quadrinista Miguel Agostinho de Lalor Imbiriba Júnior residente em Paris há quase nove anos, ora de passagem por Belém.
A atividade, originalmente pensada à disciplina de Desenho ministrada por Harada e Mário Luiz Barata Júnior, teve caráter extensionista, lotando o auditório do Ateliê de Arte do Campus do Guamá.
Miguel Lalor, como apocopou seu nome, falou de sua saga pela Europa, descrevento os tantos “nãos” que recebeu até se consagrar em uma profissão que sonhara desde a infância — a conferência, como experiência profissional e de vida, bem se adaptaria a qualquer cenário ou circunstância; mérito do orador, graduado em Artes Plásticas pela UFPA.
Diversos originais de seu trabalho passaram de mão em mão para uma apreciação mais acurada; também houve apresentação em datashow.
O master class ocorreu após a palestra; seis alunos da FAU integraram o seleto grupo agraciado com a oportunidade de desenhar a partir de modelo vivo feminino.

Imagens do momento da palestra (feitas por celular, deverão ser substituídas pelas fotografias tiradas pelo Ricardo Harada ou Mário Barata).

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UFPA 1982: a medalha comemorativa dos 25 anos 02

Resultado da cunhagem: fotos enviadas por Patrick Pardini do Museu da UFPA.
Camplementação da postagem UFPA 1982: a medalha comemorativa dos 25 anos.

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Divulgação

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Divulgação

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Blog do CEAMAZON

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Conforto Ambiental no CEAMAZON

Imagem link ao Minuto da Universidade.

Há duas semanas o professor doutor Irving Montanar Franco disponibilizou ao Blog da FAU o link, posto no tópico “Sequência de imagens-link“, para monitoramento dos dados da Estação Meteorológica do CEAMAZON — Centro de Excelência em Eficiência Energética na Amazônia — no tempo real da aferição dos índices.
Segundo Irving, adjunto desta Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, o laboratório de Conforto Ambiental do CEAMAZON tem por escopo:
“O desenvolvimento de estratégias e ações de implementação do PBE — Programa Brasileiro de Etiquetagem —, voltado à certificação de edificações — ensejado pela política de eficiência energética da Eletrobrás;
Pesquisa e desenvolvimento de recursos humanos;
Diagnosticar e desenvolver parcerias com demandas oriundas da iniciativa privada;
Suprir a deficiência de espaço físico destinado às atividades experimentais e laboratoriais diante das restrições conjunturais da FAU/ITEC/UFPA;
Dentre outras dinâmicas.”.
O convênio com a ELETROBRÁS fora celebrado em 2005, assinado pela professora doutora Maria Emília de Lima Tostes, atual diretora do Instituto de Tecnologia da UFPA.
O acesso às planilhas e gráficos da Estação Meteorológica, ora em fase experimental de implementação, só será possível por meio de senha restrita aos pesquisadores e pessoal autorizado; portanto: aproveitemos a “deixa” temporária.

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