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Parabéns ao nosso Bassalo
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Prêmio
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Casa cheia na palestra do Coimbra
O professor Oswaldo Coimbra fala sobre os primeiros construtores no Pará.

Finalizou por volta das 11:30h a palestra que o escritor e professor Oswaldo Coimbra proferiu no auditório Daniel Campbell do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Coimbra, a convite do professor Euler Arruda, discorreu ─ com apresentação de raro acervo iconográfico ─ sobre os primórdios da presença portuguesa no Pará e as fortificações militares, concluindo sua fala com a expulsão dos jesuítas por Pombal.
Oswaldo Coimbra está de mudança definitiva para São Paulo, onde reside desde sua aposentadoria pela UFPA.
O tempo exíguo à apresentação do resultado de vinte anos de pesquisas sugere à direção da Faculdade e/ou do ITEC que uma série de conversas sejam programadas para um futuro próximo.
Coimbra é colaborador do BF.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, Primeiros Construtores do Pará
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Performance
Publicado em Arquitetura e Urbanismo
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, Vaginal Performance
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Divulgação/convite à FAU
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO DO WORKSHOP
Para se inscrever basta preencher a ficha e enviar para lacoreufpa@gmail.com.
O evento é gratuito e contará com a participação de convidados internacionais, nacionais e locais.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Conservação, Restauração
Com a tag 'FAU-UFPA', 'LACORE', FAU
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Benedito Nunes no Jornal Nacional de 2006
O vídeo foi editado e postado no Youtube com o título “Benedito Nunes JN 2006” para facilitar a busca na Internet.
O material original, enviado pela escritora Stella Pessôa, pode ser visto em http://www.youtube.com/watch?v=Iz24X5OsKAA.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Filosofia
Com a tag 'Benedito Nunes', 'FAU-UFPA', FAU
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A importância de desenhar; por Álvaro Siza
Fonte: peganarquitetura.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Desenho
Com a tag 'FAU-UFPA', Ávaro Siza, FAU
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PANAIR DO BRASIL, Uma história de glamour e conspiração; por Marco Altberg
2007 – Brasil – 70 min
“O filme resgata a história da empresa Panair do Brasil S/A, simbolo de modernidade e eficiência, foi uma das companhias aéreas pioneiras do Brasil nascida em 1930, viveu o seu auge nas eras JK e Jango (1956/1963). Ao tomar o poder, o regime militar perseguiu a Panair e seus dirigentes, o que resultou na cassação de suas linhas aéreas em 1965. Tudo levava a crer, nos bastidores do poder, que a Varig naturalmente se envolveria na aquisição de parte da Panair, porém, ela acabou nas mãos dos grandes empresários Celso da Rocha Miranda e Mário Wallace Simonsen. Tal desfecho incomodou a Varig, que dava como certa mais uma aquisição de outra empresa aérea nacional. Entretanto, em seu apogeu acabou por ter suas operações aéreas abruptamente encerradas em 10 de fevereiro de 1965, devido a um decreto do governo militar, que suspendeu suas linhas. A opção pela suspensão, ao invés da cassação, foi um mero artifício técnico encontrado pelo governo militar. Assim as operações poderiam ser, na prática, paralisadas de imediato, sem o decurso dos prazos legais de uma cassação. Até hoje suas linhas encontram-se tecnicamente suspensas. Imediatamente após à suspensão, estranhamente os aviões e tripulações da Varig já se encontravam prontos para operar os principais voos da Panair nos aeroportos do Brasil e do mundo, evidenciando que a Varig havia sido comunicada do processo de cassação antes mesmo que a própria Panair do Brasil. Nos dias seguintes, a empresa entrou na justiça com um pedido de concordata preventiva, já que possuia boa situação patrimonial e financeira, e uma inigualável imagem de confiança e bons serviços prestados ao londo de décadas. Assim a recuperação judicial seria possível caso o decreto do governo fosse revogado. Porém, o Brigadeiro Eduardo Gomes, então Ministro da Aeronáutica, teria interferido no caso, pressionando o juiz responsável pela avaliação do caso, e, fardado, pressionou-o a indeferir a concordata. Assim, em um caso inédito na justiça brasileira, deu-se o indeferimento da ação no prazo recorde de 24 horas. O magistrado, em sua decisão, alegou que a Panair do Brasil não conseguiria recuperar-se, pois sem a operação de suas linhas não haveria receita. Essa decisão não levou em consideração, pela evidente pressão, que a empresa teria receitas provenientes de suas grandes subsidiárias, que atuavam nas mais diversas áreas de aviação civil, manutenção de turbinas ou, ainda, das receitas do conglomerado que a controlava, que incluía desde seguradoras, imobiliárias, fábricas do setor alimentício, exportação de café e telecomunicações e aeroportos da própria Panair. O fechamento total da empresa pela ditadura militar, só se deu definitivamente em 1969, através de um ato até então inédito na história do direito empresarial brasileiro, um “decreto de falência” baixado pelo Poder Executivo, durante o governo do General Costa e Silva. O principal beneficiário deste processo foi Ruben Berta, proprietário da Varig, que apoiador do regime militar e amigo pessoal de diversos militares de alta patente, acabou recebendo as concessões das linhas aéreas internacionais da Panair do Brasil e incorporou parte dos qualificados funcionários da empresa sem custo algum.”
Fonte: GGN O JORNAL DE TODOS OS BRASIS.
Ver ficha técnica do documentário em cinemabra[sz]il.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Cinema, Documentários
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, PANAIR
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Tucuruí 1979; por Fragmentos de Belém
Fonte: Canal Fragmentos de Belém do Vimeo.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Construção Civil
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, Tucuruí
1 Comentário
Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*
FAU
O filme é mudo, mas apresenta letreiros explicativos, a exemplo: “Chega o iate São Cristovão de propriedade do Snr. Rodolfo Chermont, conduzindo convidados especiais.”.
Ver postagem original, com três anos, no Vimeo, sob o título Ilha do Mosqueiro (Belém Para); sem menção à época ou à autoria, possivelmente postado nos EUA.
Observações:
Logo no início da película há uma placa pendurada ao pórtico anunciando CHÁCARA e dois outros nomes sem leitura, possivelmente: SANTA XXXXXXX.
No ponto 9:57 se vê o edifício Lilian Lúcia ao fundo, dando referência à localização da residência Chermont ─ apesar do documento se referir à Vila do Chapéu Virado, hoje se entende aquela praia como do Farol.
*Ilha O título original era Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) na década de 1950; contudo, por plena concordância à observação do professor Fabiano Homobono de que o automóvel Willys, primeiro Aero a ser fabricado no Brasil, à semelhança do que aparece na Chácará ainda icógnita, só surgiria no ano de 1960, com a montadora Willys Overland do Brasil.
Postcriptvm (05/06/2015):
Professor, após visualizar o post “Ilha do Mosqueiro (Belém-Pará) no início da década de 1960*” (http://fauufpa.org/2013/11/27/23955/), por curiosidade, resolvi buscar o nome Ana Júlia Chermont no Facebook, e lá havia a foto de uma criança muito parecida com a do vídeo. Lendo os comentários, vi muitas pessoas perguntando se era ela a criança aniversariante de tal vídeo. A própria Ana Júlia, em resposta a um dos amigos, comentou: “Ei Pepipito era sim meu aniversário de 7 anos, no Mosqueiro, filmado pelo Fernando Melo.”.
Como vi que não havia informações sobre a autoria desse vídeo, nem no blog e nem no vimeo, achei relevante trazer essa informação.
Abraços, professor!
At.te
Rebeca Rodrigues
Graduanda em Arquitetura e Urbanismo | Universidade Federal do Pará
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Filmes
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, Mosqueiro antigo
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PALESTRA 03/12, terça-feira, às 9:30h
TRAJETÓRIA DE 400 ANOS DOS CONSTRUTORES EM BELÉM
FAU

A palestra será no auditório Daniel Campbell do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Palestras
Com a tag 'FAU-UFPA', 'Oswaldo Coimbra', FAU
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Penso da seguinte forma:
Por Juliano Pamplona Ximenes Ponte
FAU
Há algum tempo a administração da UFPA vem regulamentando instrumentos de controle, de planejamento, monitoramento e reavaliação de atividades acadêmicas. Este esforço, posto que demanda trabalho, reflexão ao mínimo administrativa e execução institucional, sugere a tentativa de profissionalizar as atividades-fins da Universidade. Em tempos de rápido giro na produção do conhecimento, de revisão das teorias e de uma realidade cuja concretude e velocidade surpreendem os analistas, pensar o conhecimento com volume equivalente e agilidade coerente com a realidade é, antes de tudo, um compromisso com a própria missão da UFPA.
Penso, contudo, que grande parte do conteúdo destas medidas de monitoramento e controle possui uma raiz, uma matriz conceitual e uma postura política equivocadas. Esta matriz é a ideia de que, de modo inadvertidamente conservador, se obtém qualidade a partir de um ambiente generalizado de competição e a partir da instalação de regras claras, inicialmente tidas como legítimas, que chancelam uma meritocracia acadêmica.
Sabemos que o atual regime de incentivo e desincentivo da pós-graduação e da pesquisa no país se baseia nas concepções de ciência & tecnologia que grassam nos Estados Unidos e em parte da Europa, sobretudo em locais como a Inglaterra, a França e a Alemanha. Somos, contudo, muito diferentes destes locais, a começar pelo nosso PIB per capita, pelo volume de recursos públicos e privados investidos regularmente em incentivo à pesquisa e pela estrutura física das instituições de ensino e pesquisa. Somos, nestes aspectos, mais pobres, mais frágeis e menos equipados. Somos, contudo, consumidores e receptores da difusão de um modelo de cabresto, onde a submissão às regras do jogo é a base, onde o cumprimento de metas de produtividade seria, em tese, o caminho para a excelência acadêmica.
A produção de conhecimento é, por vezes, errática. Até nas ciências ditas duras, exatas, naturais ou congêneres é assim, historicamente. É óbvio que o conhecimento também se faz com esforço sistemático e acúmulo intergeracional, com crítica e com reflexão duras. Mas submeter a produção científica a certos ditames, tornados absolutos, do relógio, do cartão de ponto e do controle produtivo soa como usar a capatazia industrial do século XIX para produzir a ciência do XXI. É claro, cristalino, que a simultaneidade e o começo-meio-fim dos atos devem ocorrer em algum momento; entrega-se o relatório de pesquisa, encerra-se o período de concessão de bolsas, publica-se o artigo que tenha o que dizer, entregue em prazo razoável para o editor. Tais atividades corriqueiras têm dia e hora. E devem ter.
Por outro lado, não podemos pensar em atingir a excelência dos ricos, com seus séculos de investimento, mimetizando seus mecanismos de controle. Existe, podemos pensar, um equívoco de fundamento; espremer a comunidade acadêmica em um vidro fechado, esperando que na disputa acirrada (oficialmente) por recursos saia qualidade, é torcer para que em um ambiente de eliminação saiam os bons. Como nas metáforas da selva. Competição implica em eliminação e em antagonismo, em construir o oponente vendo nele, através das regras do jogo, um impedimento para se atingir o objetivo.
A disputa corporativa pelo critério da progressão funcional ilustra esta contaminação da lógica competitiva no interior da Universidade. Colocamos o rabo balançando o cachorro; vamos obter excelência acadêmica colocando pontos a atribuir por artigo publicado (artigo em periódico, já que capítulos de livros e livros contam menos, provavelmente porque a área científica de quem elaborou o conceito assim o entende, ignorando solenemente todo o resto do conhecimento humano à sua volta), por orientação de pós-graduação stricto-sensu (onde estão os recursos hoje em dia, embora se fale de modo paternalista, voluntarista e condescendente em fortalecer a graduação, segundo o MEC) concluída, por tantos quantos forem os nossos penduricalhos no mural. O cumprimento de carga horária de trabalho e o desempenho de atividades-padrão (ensinar, orientar) não seriam mais básicos e suficientes; torna-se necessário construir e pontuar o mérito. Merecer, contudo, implica no merecimento aos olhos de outrém que, como vemos, não vê o mundo como nós, os avaliados. Como na selva da sociedade do livre-mercado, a frustração potencial é toda nossa; se não lograrmos êxito, provavelmente, é porque não somos “competitivos” o suficiente.
A lógica competitiva, arraigada como ideologia ou como fanatismo quase-religioso-porém-laico-instrumental-pragmático, já criou seus filhotes. Conhecemos aqueles colegas que se aquartelaram, ou se aquadrilharam nos departamentos, institutos e faculdades, assediando ou presidindo comissões de seleção de alunos de pós-graduação, fazendo de seus asseclas aprovados, sem maiores critérios ou fundamentos. Do mesmo modo ocorre com comissões de seleção de docentes para a carreira. Monta-se uma claque, e dali para a criação de uma unidade acadêmica da claque, é apenas uma questão de tempo. É a lógica da máfia, em síntese. Mas é tudo institucionalmente legítimo e “meritocrático”. Basta formalmente dançar conforme a música. Em alguns periódicos científicos qualificados a lógica se reproduz, e os dissidentes científicos, críticos, são “malditos” por sua dissidência ou porque não se associam, tribalizados. A qualidade deve ser valorizada, sempre; a disputa predatória, eliminatória, entre pares, talvez deva ser repensada. Por que não pode haver fluxo contínuo em certos tipos de apoio e calendário em outros? Por que todo tipo de subsídio e viabilização de pesquisa se submete tão estritamente à lógica de edital?
Atribuir pontuação como critério praticamente principal para a progressão funcional docente equivale a declarar insuficiente o cumprimento do trabalho básico no interstício; equivale também a criar, internamente e entre colegas, dificuldades adicionais para o aumento de salário, a pretexto de fazer subir, pelo sofrimento, a qualidade e a “produtividade” do corpo docente. A quem isso interessa? Ao orçamento do Ministério da Educação, que concederá menos aumentos? Devemos nos contentar com a mediocridade do feijão-com-arroz de dois em dois anos e, ao final, obter a progressão? Não se trata disso; trata-se da necessidade de se criar uma política cooperativa, gregária, e não competitiva-fragmentadora, alimentando animosidades e atomizando o professor, destituindo-lhe a ideia de categoria, deixando-lhe a figura do réu, sendo avaliado por uma famigerada banca que o julga, se “produtivo” ou “improdutivo”. Não seria mais adequado pensar em formas positivas de aumentar a produção acadêmica, e de valorização das diferentes competências dos docentes? É mesmo através do sofrimento e da opressão, entre pares, que se obtém qualidade? Ou se obtém elitismo, segregação, e um subsequente discurso encastelado no qual a excelência acadêmica é um espectro, quase sempre externo à grande maioria da comunidade acadêmica, que o observa e/ou deseja de longe, como uma meta quase impossível de se atingir na prática?
Atribuir pontos e pensar a profissionalização das atividades acadêmicas é alçar o utilitarismo à qualidade de critério político de condução institucional. A administração superior da UFPA tem se mostrado, há anos, politizada, articulada, capaz de dialogar irrestritamente com segmentos internos e externos, relacionados ou interessados na comunidade universitária e seu fazer. Acredito que seja possível um debate crítico e produtivo sobre como refazer, radicalmente, estes critérios, de modo a atingir sim, de modo solidário, os patamares de excelência que desejamos, todos, de formas diferentes. Mas sem fomentar a selva do livre-mercado como mecanismo para dourar essa pílula. Sejamos inventivos e democráticos, a favor da ascensão dos colegas e dos grupos de pesquisa, e não a favor da competição geral como se dela a qualidade surgisse, como dádiva.
FAU
Juliano Pamplona Ximenes Ponte é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará.
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Material enviado pelo professor Jorge Eiró.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Design
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A castanheira da Curva da Castanheira
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Fotografia antiga
Com a tag 'FAU-UFPA', Curva da Castanheira, FAU
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The Art of Denim Live Art La Reggia Designer Outlet 2013
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Arte Pública, Artes Plásticas
Com a tag 'FAU-UFPA', Agnes Cécile, FAU, Silvia Pelissero
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Os relatórios de Antonio Lemos
De acordo com o recorte acima, retirado da página 339 da publicação 1897-1902 O Município de Belém; pelo Intendente Senador Antonio José de Lemos, a complementação ilustrativa do primeiro Relatório (impresso como livro) de Lemos, que não possui fotografia alguma, se dá pelo seguinte Album de Belém (ou seja: um é nada sem o outro):
_____________________________
Os relatórios subsequentes:
Fonte: UFPA 2.0.
Postscriptvm (21/02/2016):
Documentos em pdf do Blog da FAU:
Relatório Lemos 1897-1902 (55,0 MB) + Álbum Lemos 1902 (29,1MB)
Relatório Lemos 1903 (59,6MB)
Relatório Lemos 1904 (51,6MB)
Relatório Lemos 1905 (65,9MB)
Relatório Lemos 1906 (44,7MB)
Relatório Lemos 1907 (36,5MB)
Relatório Lemos 1908 (66,4MB)
O carregamento dos arquivos dependerá da velocidade de conexão à Internet; depois que o arquivo estiver completo é só pedir para salvar em sua máquina.
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História
Com a tag Antonio Lemos, FAU, FAUY UFPA
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O Pará 1908 (Augusto Montenegro)
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, E-books, História, Livro digital
Com a tag 'FAU-UFPA', Augusto Montenegro, FAU, O Pará 1908
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Divulgação/convite à FAU
Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Congresso
Com a tag 'FAU-UFPA', FAU, XX Congresso Brasileiro de Arquitetos
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![fernandolemos[11]](https://i0.wp.com/fauufpa.org/wp-content/uploads/2013/12/fernandolemos11.jpg?resize=640%2C290)










