1957: a História recente do Pará em O Globo

A pesquisa que fizemos sobre o Escudo Original da UFPA, revelada paulatinamente neste Blog, trouxe à tona uma reportagem de interesse coletivo publicada no jornal carioca O GLOBO, quando a Cidade do Rio de Janeiro era o Distrito Federal.
O mesmo conteúdo se reproduzia no jornal paraense Folha do Norte com poucos dias de atraso.
Um Repórter na Rota do Contrabando é o título da matéria escrita pelo jornalista José Leal (Prêmio Principal ESSO de Reportagem ano 1957) e ilustrada por fotografias de Indayassu Leite, composta por 22 partes — neste mesmo 1957, em 2 de julho, fora criada a Universidade do Pará, portanto, o conteúdo desses jornais, dá conhecimento de parte do cenário econômico, social e político de nosso berço.
A busca foi feita nos arquivos da Biblioteca Nacional em maio passado, mas somente hoje concluímos a organização do Sumário que propicia um acesso lógico aos links das publicações: entre os dias 25/02 e 23/03/1957.
Apesar dos jornais microfilmados (transformados em jpg e pdf “nas nuvens”) estarem em condições precárias, há muito o que se ler neles para compreender a História recente do Estado do Pará; são fontes primárias digitalizadas que ajudarão em pesquisas acadêmicas da UFPA e de outras instituições.
Que fique claro que reproduzimos documentos públicos certificados pela Biblioteca Nacional sem nenhuma interpretação ou juízo de valor; neste caso são algumas edições de O Globo de época, com acesso mais difícil que ao Jornal do Brasil, mas possível a qualquer cidadão que possua as informações básicas para encontrá-las no setor de periódicos microfilmados da B. N..
É o mundo virtual nos dando novas possibilidades para revirar a História.
Recortes do material ora disponível na Internet por meio do B. F.:


“Um Repórter na Rota do Contrabando”: SUMÁRIO para acesso aos links.

[HB].

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Uma resposta para 1957: a História recente do Pará em O Globo

  1. Ronaldo Marques de Carvalho disse:

    Nesta época era eu bem criança mas como minha família tinha um bom relacionamento político, social e econômico, graças aos Marques de Carvalho e aos Abdons que me puseram no mundo, que na época era noticiado pela Folha do Norte, A Provincia do Pará além das revistas O Cruzeiro e depois Fatos e Fotos, bem como os jornais vistos antes dos filmes no Olimpia e posteriormente os telejornais da TV Marajoara que nesta época não compartilhava em rede nacional, até porque não era possível, não existia a Embratel.
    Meu “pai” era Fiscal Aduaneiro e posteriormente Agente dos Tributos Federais e no que pese o grande esforço destes funcionários, não havia estrutura suficiente respaldada de segurança para conter as “Importações” de carrões da cidade de Paramaribo que na época era capital de uma Guiana.
    O “Paraiso era aqui mesmo” e grandes figurões do presente, singravam seus batelões pela baia do Marajó conectando-se com as Guianas num ir e vir sorridentes e felizes transportando suas “Mercadorias Preciosas”
    VELHOS TEMPOS, VELHOS DIAS…

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