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Camisetas antiplágio para o Círio 2012

(Slogan: Nossa Senhora de Nazaré, não deixe ninguém pegar na minha bunda!)

(Slogan: Eu sou só mais um pato!)

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Postscriptvm: os slogans já acompanham as imagens para serem postos nos blindexes, evitando assim que a frase “nada tenha a ver com o peixe (ou pato)”, como geralmente acontece nos furtos de ideias: “Vós sois o lírio mimoso”, abaixo da “pegação”, não cola com cola (BUNDA) — esta é a nossa deselegância: não patinar na lama do lugar comum.

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Divulgação/convite à FAU


Elf Galeria apresenta no mês de outubro exposição de João Pinto, das esculturas em madeira ao abstracionismo em metal. O talento do artista é reconhecido nos traços indígenas das formas femininas esculpidas em madeira, no trabalho desenvolvido em mármore, bronze, alumínio e, por vezes, na combinação inusitada de isopor e concreto.
João Pinto faleceu em 1991, aos 80 anos, deixando sua assinatura em diversos pontos da nossa cidade: na escultura A Liberdade, na Assembléia Legislativa do Estado, nas figuras do lago do Bosque Rodrigues Alves, no busto do Governador Magalhães Barata e na berlinda que recebe Nossa Senhora de Nazaré desde o Círio de 1964, esculpida em cedro vermelho, com revestimento em folhas de ouro.
A exposição fica em cartaz na Elf Galeria do dia 3 a 31 de outubro, aberta a visitações de segunda a sábado, exceto feriados. Veja nosso horário de funcionamento:
De segunda a sexta-feira, das 10 às 13h e das 15 às 19h.
Aos sábados abrimos das 10 às 14h.

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Postscriptvm (04/10/2012):

João Pinto é a figura cental da foto, ao lado de Roberta Maiorana e deste editor.

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Arquitetura e Urbanismo

Diante de comentário da Locus Jeans, editor do BF se retrata

O e-mail que este editor publicou no Blog da FAU sobre o caso do uso da imagem produzida em sala de aula pela aluna Caroline Farias Freitas extrapolou a esfera dos poderes que não possui: o acusatório e o de sentença; portanto, faz-se necessário aqui um ato de retratação pública para todos os fins, em especial diante dos termos “Vocês estão praticando o uso indevido de propriedade intelectual não autorizada pela autora para fins comerciais sem ao menos dar-lhe qualquer crédito.” e  “Procurem resolver o problema com a autora, de modo justo, caso contrário, apoiaremos a aluna em qualquer ação judicial ajuizada contra vocês.”
De todo modo o restante do texto implica em relato factual veiculado em redes sociais de conteúdo aberto ao público, bem como de comunicação visual comercial exposta em vitrines de shopping centers de Belém às vésperas do Círio.
Assim, por solicitação, o substantivo plágio, equivocadamente atribuído à Locus Jeans, será retirado do cabeçalho da postagem anterior que tratou do assunto, ficando o e-mail da seguinte forma:

Contudo, não será desconsiderado o termo ameaçatório (ou intimidatório) do comentário da Locus Jeans; pois o “pode lhes custar caro” soa como prerrogativa do juízo, ato futuro — o “mínimo de elegância” não está com o jurídico, mas, com o departamento de moda.
Menos ainda entender que não haja responsabilidade solidária com a empresa terceirizada que provocou a celeuma pública entre este editor e a Locus.
Há de se observar que não somente a estudante foi atingida em sua criação, mas o Blog da FAU e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará por extensão, pois aqui veiculou-se produção acadêmica institucional de quase dois anos passados, copiada, inescrupulosamente, por alguém do mal.

Haroldo Baleixe
Editor do BF.

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O ASSUNTO A SEGUIR DÁ UMA BELA MATÉRIA…; por Jaime Bibas

Para quem se vira um pouquinho com o inglês, que não é o meu caso.
Trata-se da descoberta e restauração do primeiro filme colorido. Ou seja, o primeiro processo que efetivamente produziu no mundo, um filme a cores. Foi na Inglaterra, em 1902.
Está em exposição no National Media Museum: www.nationalmediamuseum.org.uk
Peguei daqui: Watch the World’s First Color Films—Shot in 1902
Pelo que pude entender mau e porcamente, Edward Raymond Turner inventou e desenvolveu um processo em tricomia para obter filmes de teste, em temas coloridos, como uma arara, um peixinho dourado em uma tigela ou seus filhos brincando, antes de sua morte em 1903 com apenas 29 anos. Pouco depois o cineasta George Albert Smith aperfeiçoou o processo resultando no sistema Kinemacolor bem sucedido comercialmente, patenteado em 1906 e exibido pela primeira vez ao público em 1909. A viúva Turner nunca recebeu um só centavo pela invenção de seu marido.
Michael Harvey, Curador de Fotografia no National Media Museum, descobriu o filme perdido em um arquivo, trabalhou para reconstruir as imagens em movimento seguindo o método preciso, definido em 1899. Especialistas do National Archive BFI realizaram o delicado trabalho de transformar o material do filme em arquivos digitais, e assim a equipe foi capaz de mostrar as imagens em suas cores originais (e o movimento) pela primeira vez, mais de cem anos, desde sua realização.

[jb]
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Sobre o caso LOCUS JEANS

Conteúdo retirado por conter presunção de acusação e sentença, de acordo com a postagem  Diante de comentário da Locus Jeans, editor do BF se retrata.