Dia 15 de maio, quinta-feira passada, gravamos alguns depoimentos dados pelo professor aposentado Fernando Luiz de Souza Pessoa, hoje com 81 anos, às vésperas dos 82 – viverá até os 96 segundo ele próprio; não quer passar dos 100 como seu avô.
Fernando, dono de bom humor e irreverência poética, falou de diversos temas que estamos editando pela sequência, como sua participação no Iº Salão de Artes Plástica da UP – em 1963.
Neste experimento audiovisual, que ainda pode ser reparado/ajustado, o mestre fala do início de sua carreira no magistério superior da Universidade Federal do Pará, onde se formou pela Escola de Engenharia Civil da Campos Sales e posteriormente, já professor do curso de Arquitetura, seu aluno.
Ao final juntaremos os blocos separados por assuntos para uma edição total; aguardem.
Registros do complexo da José Bonifácio feitos em 20MAR2010 por ocasião das pesquisas para o livro eletrônico UMA FORMAÇÃO EM CURSO — Esboços da Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Esse espaço também abrigou o SAM – Serviço de Atividades Musicais – da UFPA na década de 1990.
Sobre este imóvel, alugado pela UFPA por anos, ainda possuímos poucas informações; entretanto, há um Trabalho Final de Graduação (TFG) do Curso de Arquitetura e Urbanismo escrito em 2000 por Maria Claudia da Silva Faro e Ruth Helena Almeida da Silva, sob orientação de Ana Léa Nassar Matos (professora aposentada da FAU).
Tal pesquisa está publicada no blog Mosqueiro Pará Brasil sob o título O “Canto do Sabiá” e se refere à casa de veraneio de Carl Ferdinand Johannes Fechte – proprietário do Chalé Alemão da José Bonifácio.
Em conversa com Ana Léa soubemos de sua desconfiança sobre autoria ou participação de José Sidrim no Canto do Sabiá, perceptível a ela pelas características da edificação (torreões e jardins franceses); todavia: ainda sem comprovações que façam dessa hipótese uma tese.





























































Muito interessante saber que os engenheiros tinham uma matéria/disciplina chamada DESENHO À MÃO LIVRE que se equiparava à (matéria/disciplina) DESENHO E PLÁSTICA.
Época em que os engenheiro eram sensíveis, delicados, usavam cor de rosa e tocavam piano.