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Analisando fotos antigas do Facebook



Não é raro o BF catar fotografias antigas na rede social Facebook; a comunidade Nostalgia Belém já está famosa por tornar públicas raridades da Cidade, o que é profícuo a todos.
Talvez tenha sido difícil, para muitos, localizar o ponto de vista da foto do posto de combustível que ficava onde hoje está o “Chapéu do Barata”, portanto, tentamos aqui demarcá-lo com a ajuda do professor Jorge Eiró, também morador da redondeza, à época: “Essa perspectiva é do Terminal Rodoviário; observa que já havia o estacionamento em frente, junto à Praça do Operário.”
O Terminal Rodoviário foi construído e inaugurado no governo de Alacid Nunes (1966/1971); a panorâmica do acervo do professor José Maria de Castro Abreu Júnior mostra o Terminal inacabado, antes de receber o piso nos vãos do fundo (o que não quer dizer absolutamente nada, porque inaugura-se coisas, antes de pontas, até hoje, no Município); já a fotografia da Nostalgia é posterior ao lançamento do Volkswagen Brasília (1973).
A curiosidade da última imagem é a permanência da edificação antiga, portanto, segue o depoimento do Eiró: “Ao fundo é aquele casarão onde funcionava a escolinha das ‘Irmãs Collares’, onde estudei o primário, até a 4ª série em 1970; depois as ‘irmãs’ venderam o prédio e a escolinha passou a funcionar numa dessas casas ao lado; o supermercado Almirante se instalou ali no início dos anos 70, talvez 72 ou 73; a reforma que destruiu o casarão só veio mais tarde…”.
Colado ao posto de gasolina, como aparece na foto do José Maria, havia um lava a jato de pé-direito alto, próprio para ônibus, que emporcalhava o lugar; esse deveria ser visto pelo ângulo da Nostalgia, mas, possivelmente, já tinha ido ao chão.
Jorge complementa, puxando pela memória: “À esquerda, ao alto, aparece aquele hotel (acho que era Hotel Terminal…), que tinha um bar no térreo onde a gente tomava umas geladas…bem na pontinha, no alto, à esquerda, já aparece o Sagres…”
Resta-nos coletar o depoimento do professor Stélio Santa Rosa, autor do Monumento ao Barata.

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U R G E N T E !

A PROPESP solicita aos alunos aprovados no Programa Jovens Talentos para a Ciência que enviem, com urgência, para o endereço dpq_propesp@ufpa.br, o formulário disponível no link abaixo, com os seus dados pessoais e bancários.

Link: http://www.ascom.ufpa.br/links/jtc.doc

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Ladrão não rouba ladrão — criativos e interativos

Há poucas referências na Internet sobre esse curta (precário, mas não menos interessante por isso): “…até onde eu sei… um grupo de meninos do Pará, mas especificamente em Águas Lindas/Ananindeua. Postou um vídeo retratando a realidade de onde eles vivem, ou no mínimo fazendo uma crítica social, podem aparentar ser bem jovens, mas possuem uma força legal pra fazer um trabalho desse.“.
O vídeo chegou ao BF por intermédio do Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, Blog Parceiro, que fez um contraponto à postagem Conteúdos para o UFPA 2.0, por e-mail.
É a criatividade da periferia em interatividade com a cultura dominante, do “centro”.

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Da Folha de São Paulo

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Divulgação/convite à FAU


Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Conteúdos para o UFPA 2.0

Na postagem anterior, o professor da FAU, Flávio Nassar — que ora ocupa as funções de coordenador do Fórum Landi e pró-reitor de Assuntos Internacionais da UFPA —, deixa claro que o Projeto UFPA 2.0 depende tanto do uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs), quanto dos conteúdos que veiculará para universalizar os conhecimentos produzidos pela instituição paraense.
O Blog da FAU, no ar há mais de dois anos, comunga dessa filosofia de trabalho, que visa popularizar a produção acadêmica, arejando-a; retirando-lhe o mofo e o ranço da época em que “a alma do negócio era o segredo” — adágio, com verbo corrigido, que bem simbolizou o quarto escuro onde se estocavam as informações privilegiadas que municiavam o poder de poucos.
Os tempos mudaram e interatividade não é uma moda, mas, pura razão a serviço da democracia e da justiça social.
Possivelmente esse alinhamento do BF com a visão de uma universidade orgânica, em que cada estrutura tem função vital, nos tenha beneficiado com uma tarefa prazerosa: brincar.

Explique-se: o professor Flávio Nassar, por meio de uma ação do Fórum Landi intitulada Memórias de Belém, mandou digitalizar todo o acervo de filmes experimentais produzidos por um grupo de jovens na década de 1970; tal preciosidade estava guardada no sótão da casa do artista plástico Ronaldo Moraes Rêgo, um dos integrantes da trupe que criou a produtora  DISPNEYA — ver antiga postagem do BF no link.
Tal material, um copião em DVD, foi entregue ontem pelo Flávio ao BF, para que, com o auxílio do Ronaldo, sejam feitas edições com explicações didáticas sobre essas incursões no mundo cinematográfico: datas, equipamentos, roteiros, locações, atores, efeitos especiais, etc.
O trabalho começará hoje, com uma avaliação pormenorizada das imagens digitais, depois se traçará a rota dessa “diversão acadêmica”; esses registros integrarão os conteúdos a serem veiculados pelo Portal UFPA 2.0 (Dois Ponto Zero) com previsão para ser inaugurado, de modo experimentalmente, em outubro próximo.

Abaixo daremos uma palinha do material, um recorte seco dos primeiros momentos do copião que veio com fundo musical, a dita “música incidental”; na realidade os filmes são mudos nos originais.

Na película Super 8mm — uma bem humorada “ação policial” — o “bandido” Luiz Braga não consegue matar o “agente” Ronaldo Moraes Rêgo que pede auxílio à “Rádio Patrulha Nº1”. Luiz é morto após perseguição do Fusca RP-1 ao seu Corcel I coupéê. Janjo Proença (desde os 1980’s Roxy Bar) sai do mato, executa os “tiras” e fica com a “grana”.

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Postscriptvm (13/09/2012)

O filme foi substituído por nova edição; saiu o “jazz de salão”, como nos disse o professor Marcellino Moreno, para entrar Bonzo’s Montreux do Led Zeppelin, música que Ronaldo Moraes Rêgo acredita ser a que tocava em apresentações com o uso de fita cassete.

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UFPA 2.0; por Flávio Nassar