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Arquitetura e Urbanismo Entrevista de professor Vídeos

Flávio Nassar no Argumento

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Círio 2007 – o último visto do Palacete Faciola

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Tecnologia


corel229

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Registro do vendaval de ontem à tarde na UFPA

O vídeo, feito por um celular, é de autoria do aluno (2010) Luiz Fernando Guimarães, que o obsequiou à publicação no BF.

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Ladrão não rouba ladrão — criativos e interativos

Há poucas referências na Internet sobre esse curta (precário, mas não menos interessante por isso): “…até onde eu sei… um grupo de meninos do Pará, mas especificamente em Águas Lindas/Ananindeua. Postou um vídeo retratando a realidade de onde eles vivem, ou no mínimo fazendo uma crítica social, podem aparentar ser bem jovens, mas possuem uma força legal pra fazer um trabalho desse.“.
O vídeo chegou ao BF por intermédio do Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, Blog Parceiro, que fez um contraponto à postagem Conteúdos para o UFPA 2.0, por e-mail.
É a criatividade da periferia em interatividade com a cultura dominante, do “centro”.

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Arquitetura e Urbanismo Vídeos

UFPA 2.0; por Flávio Nassar

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O início do fim

FAU

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Incêndio em Copacabana dá fim ao Samba


FAU

Um exemplo da absoluta inutilidade da arte:

“Quero saber de quadro… meu gato morreu, coitado.
Ficava ao lado de minha cama; isso é o que me dói!” (Jean Boghici, marchand)

Que formatamos em banner para o Facebook:

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Arquitetura e Urbanismo Urbanismo Vídeos

Prestes Maia; por Primo Carbonari


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Arquitetura e Urbanismo Urbanismo Vídeos

ENTRERIOS (A urbanização de São Paulo)

Visite o site As margens do progresso.

Enviado por Dinah Tutyia.

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EREA PARÁ 2013: Por Quê? Para Quê? Para Quem?

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Animação Arquitetura e Urbanismo Audiovisual Vídeos

Paths of Hate; dirigido por Damian Nenow

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A derradeira pá de cal sobre o BEM-BOM


Ontem foi o último capítulo de uma novela que durou 13 anos, desde o desabamento e sequente desapropriação, pela Prefeitura Municipal de Belém, da área onde estava localizado o solar da Chácara Bem-Bom.
Por mais de uma década a nova construção — que manteve apenas a fachada e dois chafarizes como lembrança — ostentou placas com a inscrição REFORMA do PALACETE FACIÓLA, um equívoco inimaginável à nomenclatura de um lugar que fez parte da história política da Cidade, uma vez que seu proprietário foi senador estadual e último intendente municipal [após a Revolução de 1930, que depôs Eurico Valle (governador) e Antonio Facióla, passou-se a utilizar o termo prefeito].
Lá o atual mandatário da PMB, Duciomar Gomes da Costa, inaugurou ontem o CENTRO DE ESPECIALIDADES MÉDICO-ODONTOLÓGICA DR. JOB VELOSO (SIC) que tem a grife do programa federal BRASIL SORRIDENTE.
De primeiro, ainda na gestão de Edmilson Rodrigues, seria um hospital destinado à saúde mental; depois, com Duciomar na Prefeitura, propagou-se uma clínica de apoio pós-operatório ao Pronto Socorro Municipal com 40 leitos e… nada.
O fato é que a coisa saiu com recursos oportunos da União para subterrar em definitivo até a memória vocabular de um tipo de vivenda peculiar entre o final do século XIX e início do século XX.
A família Facióla mantém lide com a PMB questionando os valores da despropriação: pouco mais de 100 mil Reais à época; mas, para complementar a perda irreversível a Belém, o entorno da casa, que propiciava características de rocinha e título de “paraíso” ao rincão, foi vendido a duas construtoras que ceifaram a farta vegetação para erigir espigões de concreto — daqueles que fazem sombra no mundo e furtam o céu como Zeus.
A Chácara Bem-Bom, conhecida no bairro do Marco da Légua como Casa do Facióla ou simplesmente Facióla, sempre teve a fama de mal-assombrada; o que perdura, pois, no ano passado, após uma ventania que derrubou parte do forro de gesso do segundo pavimento fake — somente a fachada e os dois chafarizes são relativamente originais —, as visagens botaram um vigilante para correr a chorar.
Será que o pessoal da Urgência Odontológica 24h suportará a presença desses fantasmas?
Bem… não custa nada apresentar os espectros aos espectadores:

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Artes Plásticas Vídeos

Max Martins fala do trabalho de P. P. Condurú


O poeta paraense Max Martins faleceu em 2009.

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Cultura Filmes Vídeos

Documentário “Belém aos 80”; por Sol Informática


Ficha Técnica – Direção e Roteiro: Alan Kardek Guimaraes; Argumento: Januário Guedes e Celso Eluan; Fotografia e Câmera: Diógenes de Carvalho Leal.

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O conjunto de CLIPPERS do Ver-o-peso em vista aérea de 1970 (ou 69)

Um conjunto de fotografias que apareceu na Internet em 2008 propiciou a edição de um audiovisual para postagem no Blog HB.
Uma das imagens — todas são creditadas a Rogério Freitas Neves Júnior, quem as divulgou à época no Orkut — mostra a disposição de quatro CLIPPERS nas cercanias da doca do Ver-o-peso.

Veja também o clipe produzido em 2008:


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Doca de Souza Franco na década de 1970


Imagem comparativa pós postagem (em 06 de maio de 2012):

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Outras fotografias da Doca de Souza Franco (ou antigo Igarapé-das-Almas):


(Para consultar a referêcia sobre esta fotografia, siga o hiperlik Jornal Pessoal, de Lúcio Flávio Pinto.)



(Para consultar referêcias sobre estas duas fotografias, siga o hiperlik Blog HB.)

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Como uma coisa puxa outra: assistam à Demolição dos silos do moinho Rosa Branca ocorrida na segunda dezena de abril passado; os reservatórios aparecem no círculo vermelho da imagem acima e ficavam na Municipalidade com a Wandenkolk:
FAU

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Avenida Almirante Barroso entre as décadas de 1960 e 70

No vídeo abaixo, entre 6:52 e 10:26, é possível assistir à inauguração de nova iluminação na avenida Almirante Barroso, ainda no governo de Aurélio do Carmo, com outra configuração – sem o canteiro central, postes e árvores recém-plantadas -, distinta  das fotos acima:
FAU

Fotografia feita a partir do vídeo.

Outra imagem da avenida Almirante Barroso, com o canteiro central e árvores recém-plantadas; nela se vê um pedestal pastilhado com o busto do presidente da república, Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961), e uma placa de inauguração da “iluminação pública” com pouca definição à leitura.
A questão diante da iconografia é: quando o monumento foi construído e quando foi demolido? Pois isto suscita as relações políticas pré e pós Golpe Militar de 1964.
Em 1965, com o fim da Estrada de Ferro de Bragança, os automóveis não mais convivem com o trem, como acontecia no período de Aurélio do Carmo no governo e Moura Carvalho na prefeitura.
As fotografias coloridas desta postagem mostram a vizinhança da antiga Escola de Arquitetura da UFPA, instalada em 1964, onde hoje funciona o clube Monte Líbano.

Segundo o nosso editor chefe, Jaime Bibas, o busto de Juscelino foi encontrado em uma garagem/depósito nos fundos da Casa do Governador por ocasião das obras de remontagem da Estação Gasômetro no final dos anos 1990.
Na memória de Bibas tal peça foi entregue à SEURB, Secretaria Municipal de Urbanismo, da Prefeitura Municipal de Belém; apear desse marco ter sido erigido pelo “Governo do Pará”.
Há desconfiança que o busto seja de autoria do escultor João Pinto.
Essas informações estão em fase de checagem para um novo post do BF.

(Para consultar referências sobre esta fotografia, siga o hiperlik ao Blog HB.)


Postscriptvm (em 21/10/2014):

JK1963

Fonte da foto: Pelas ruas de Belém.

Uma nova imagem, que possibilita a leitura da placa sob o busto de Juscelino Kubitschek de Oliveira (Presidente do Brasil entre 1956-1961), mostra-nos o inusitado: a homenagem é “PROVA DO DESVELO DO GOV. AURÉLIO DO CARMO AO POVO DO PARÁ” (sic).
O ano é 1963 e não 1959 como supomos na difícil leitura da fotografia anterior; entretanto, acreditamos que o ano de 1957 fora marcado pela mudança da nomenclatura da via: de avenida Tito Franco para Almirante Barroso.
Diante de documentos que possam dirimir dúvidas faremos nova postagem que demarque a datação e as circunstâncias dessa permuta ainda confusa de nomenclaturas.

Com colaboração da bibliotecária Regina Vitória da Fonseca.