Do UFPA 2.0

Fonte: UFPA 2.0.

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Marginais sim, inconsistentes jamais; por Haroldo Baleixe

corel322Ainda é possível encontrar no site da PROPLAN ─ Pró-reitoria de Planejamento ─ o Resultado Ideias e Práticas Inovadoras em Gestão Universitária (2012), concurso no qual o Blog da FAU foi agraciado com o prêmio de 6 mil Reais ─ o mais alto do certame ─ em hospedagens, diárias e passagens para congressos de natureza afim.
Muitos foram os pedidos para que tal premiação se revertesse em equipamentos que garantissem a melhoria na performance do objeto da láurea, bem como o pagamento da anuidade básica, de 99 dólares estadunidenses, à plataforma WordPress, o que daria sobrevida, com tal verba pública, ao projeto destinado ao multifacetado público da WEB; todos malogrados pelo engessado edital desprezador do significado da palavra INOVAÇÃO que, para as ciências jurídicas é, segundo o Aulete: “Qualquer mudança em situação de fato ou de direito que possa despertar interesse na apreciação técnica de um processo judicial”.
A mesma PROPLAN, em seu Sistema de Planejamento das Atividades Docentes, o SISPLAD, desconsidera o Blog da FAU como uma labuta de seus professores-editores porque não há um número de portaria que diga isso em burocratês.
Se existe alguém ─ além dos internautas que hoje propiciam as quase 300 mil visitas ao Blog da FAU ─ que pode dar fé pública à proposição da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo em estabelecer um piloto de comunicação com o mundo, esse indivíduo está na própria PROPLAN que, junto com a PROGEP e a PROAD, criou o Prêmio Ideias e Práticas Inovadoras em Gestão Universitária da Universidade Federal do Pará.
O Blog da FAU, se merecedor do prêmio, o foi pela INOVAÇÃO; algo que combate a inércia provocada pelo isolamento das atividades fins da UFPA.
Senão vejamos o que a comissão julgadora leu no Relatório* que melhor considerou:
“O Blog da FAU obedece ao princípio constitucional estabelecido às universidades: ‘indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão’ e tem demonstrado, por estatísticas, sua viabilidade como um portal de cultura que propicia pluralidade de conhecimentos em linguagem acessível.”.
Pelo fato da Universidade se desconhecer, os PIT’s ─ Planos Individuais de Trabalho ─ dos editores-professores (ou professores-editores) apresentam INCONSISTÊNCIA, pois o Blog da FAU, apesar de possuir 2.308 postagens e figurar como página oficial da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo no site do ITEC ─ Instituto de Tecnologia ─, de nada vale à própria UFPA.

*”Por sabedoria entendo a arte de tornar a vida mais agradável e feliz possível”, de Arthur Schopenhauer, foi o mote do Relatório; uma grande piada, não?

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Do PLANO A para o PLANO B ─ impressão pessoal; por Jaime Bibas

DSC_0003Há um momento, tenebroso, enigmático,  desconhecido, ainda. Quando a vida acaba, seiscentos e tantos músculos do corpo  quedam inertes, o coração não mais bombeia sangue para as artérias. Assim, dizem  que se estabelece o fim da vida. Há de existir os que, sem apego à matéria,  tratam esse momento como uma passagem de um para outro plano e muito embora a  maioria tente não pensar que esse instante chegará, ele está determinado para  todos. É improrrogável.

Pensava nisso enquanto visitava o que os  olhos inquietos, mas, exatamente precisos de Alberto Bitar, através de imagens  impactantes nos apresenta, no âmbito da exposição Corte Seco, em feitio de narrativas ou depoimento fotográfico severo, onde alguns visitantes  desviavam a direção dos olhos, conforme anotei. Imagens que soube, pelo  competente quanto belo texto de Orlando Carneiro, de algum modo seria  consequência de pretérito episódio, ocasião em que os já, inquietos olhos de uma  criança, inadvertidamente, descobriam um corpo desovado. Alguma similitude com outra  cena da minha história, da qual também fui testemunha, com os olhos inocentes de  menino.

Serie-Corte-Seco-023-foto-Alberto-Bitar[4]

Vejo, na cena artística do presente, a  vida ser reencenada e transformada constantemente em arte, no feitio de mapas  geográficos emocionais. Então porque não, também a morte, através da memória e  sentimentos que ela desperta?

Alberto Bitar parece não enxergar nos  cenários expostos, uma possibilidade de contar a história da sua história. Nem  se preocupa com a habitual e simples denúncia, por exemplo, sobre o que se  conhece como banalidade da violência, embora suas fotos sejam consequências  dela. Muito menos compactua como uma espécie de voyeurismo de corpos martirizados, com  os quais trabalham diversos artistas, mas, apresenta a própria ferida social  como sua perspectiva artística e poética. É bem possível que o maior desafio  enfrentado para realizar esse choque ─ corte ─ seco, tenha sido a inversão da lógica de autoindulgência, na procura minuciosa  de um universo próprio, particular, onde pudesse contar histórias que se põem  abertas às leituras dos espectadores.

Existe hoje, e assim me parece, uma  discussão sobre terror e violência, onde se inserem questões acerca do papel das  novas mídias em relação à morte. Beirando às raias do absurdo, é possível até  navegar em páginas virtuais onde o “usuário” pode criar um site e “antecipar”  sua própria morte. A exposição Corte Seco de Alberto Bitar, é claro,  não se conecta com essas novidades. Aqueles que têm consciência da sua própria  finitude, limitações e debilidades, conseguirão ser mais compreensivos e  tolerantes penso eu. Os mais duros de coração sem lágrimas para derramar, terão  certamente maior dificuldade para se solidarizar com o drama de corpos  (anônimos?) cobertos por papéis velhos ou andrajos, em cenas de ruas pouco  iluminadas, cores de chão batido, que vão da violência à tristeza. Em qualquer  dos casos, o corte seco de Alberto Bitar nos fará refletir sobre como é difícil  manter a vida intacta. Muito mais do que a gente possa  imaginar.

Santa Maria de Belém do Grão Pará,  setembro/2013.
(jbibas)

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Arquitetura e Urbanismo mantém as 4 estrelas no GE 2013

guia

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3º Seminário Ibero-Americano Arquitetura e Documentação

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Divulgação/convite à FAU

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Divulgação/convite à FAU

Sem título 2

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1921 — onde colocar as putas de Belém

1921
Fonte: Recorte de jornal não identificado datado de 15/julho/1921 pertencente à Hemeroteca Theodoro Braga — Arquivo Público de São Paulo.

Material enviado pelo professor Josá Maria de Castro Abreu Júnior.

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Revista científica admitirá recursos inteligentes

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Byebye Brasil; por Carlos Diegues


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Fonte: Cineclick.
Material sugerido pelo professor Juliano Ximenes.

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Arte Moderna

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Da Globo News

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Último dia para lançamento de conceitos na UFPA

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Maria Carlota (LOTA) Costallat de Macedo Soares


Lotta*
Nasce em Paris, no dia 16 de março de 1910, Maria Carlota Costallat de Macedo Soares, seu pai José Eduardo, então Primeiro-Tenente da Marinha baseado na Europa, sua mãe Adélia de Carvalho Costallat, irmã do famoso jornalista e cronista carioca Benjamin Costallat, teve mais uma filha em Paris, Maria Elvira, conhecida por Marieta.
José Eduardo deixa a armada em 1912, voltando ao Brasil com sua família, chegando ao Rio de Janeiro funda o jornal O Imparcial, precursor do Diário Carioca.
No fim de 1915, José Eduardo, compra a Fazenda Samambaia, incluindo a Casa Grande, vinda de meados do século XVIII e demais benfeitorias.
Lotta, aos 5 anos, chega onde o destino teria reservado o melhor para sua vida: Samambaia.
Com O Imparcial, José Eduardo, insuflava o pensamento crítico, desde a campanha civilista com os discursos inflamados de Rui Barbosa ao surto modernista do início dos anos 20 e a dura oposição ao governo de Epitácio Pessoa e suas fraudes.
A vitória contumaz de Arthur Bernardes, fruto da “eleição a bico de pena”, do “voto de cabresto” e dos “currais eleitorais” envolvia o pleito em aura de suspeição, abalando a credibilidade e deflagrando a Revolta Tenentista em 05 de julho 1922, tendo como marco o episódio dos “Dezoito do Forte”.
Assumindo o governo em 15 de novembro de 1922, Arthur Bernardes, decreta estado de sítio no país, O Imparcial é fechado definitivamente, José Eduardo é preso em sua propriedade em Maricá e transferido com outros presos políticos para instalações na Ilha Rasa.
Com o auxílio de sua brilhante imaginação e de seu irmão José Roberto, José Eduardo consegue fugir do seu cárcere e do país, exilando-se com sua família na Europa.
Lotta, então com 13 anos, passa a frequentar um dos melhores colégios internos da Suíça até os seus 18 anos, em 1928, quando volta com a família ao Brasil.
Adélia Costallat e José Eduardo se separam em 1929, na partilha dos bens a Fazenda da Samambaia fica para Dona Adélia.
Dois anos de governo de Getúlio Vargas bastaram para transformar o ídolo de José Eduardo em um ditador imperdoável. Na oposição mais uma vez o Diário Carioca é empastelado por forças getulistas.
Temendo por sua vida e pelo confisco de seus bens pelo governo, José Eduardo transfere todas as suas propriedades, incluindo as terras de Maricá, Saquarema e o próprio Diário Carioca, para Horácio de Carvalho Junior, por quem tinha grande afeto, admiração e confiança.
Horácio passa a ser o administrador dos negócios, enquanto José Eduardo se dedica ao jornalismo e a política, tornando-se Senador da República em 1934.
Lotta e Marieta com isso ficaram sem a herança oriunda da família Macedo Soares. Lotta não concorda com a transferência do controle dos bens para Horácio, fica magoada com o pai, mas respeita sua decisão. Marieta ao contrário, inconformada, luta na justiça pela anulação da doação e briga com Lotta por não acompanhá-la na empreitada.
Em 1940, Dona Adélia vende a Casa Grande de Samambaia e as terras circunjacentes para a Família Leite Garcia, reservando no entanto cerca de um milhão de metros quadrados da propriedade que foram transmitidos em partes iguais as suas filhas Lotta e Marieta.
A Casa Grande da Fazenda Samambaia, parada obrigatória de tropeiros no caminho do ouro no século XVIII, foi restaurada em 1942 pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza e atualmente é sede do Instituto Samambaia de Ciência Ambiental – ISCA.

*Pela lógica, a grafia correta seria LOTA, contudo, o Instituto LOTTA de Cultura e Arte-educação utiliza dois tês.

Fonte: Instituto Lotta.

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Fonte: Globo Filmes.

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OBB

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LACORE fatura o Rodrigo Melo Franco de Andrade 2013

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Leia mais no site do IPHAN.

O Blog da FAU parabeniza nossas professoras: Thais Sanjad e Roseane Norat, coordenadoras do LACORE.

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O privilégio do encontro

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Após uma visita coletiva ao Fórum Landi para apreciar a feitura do cenário dos italianos Pietro Lenzini e Giorgio Drioli para a Ópera Il Trovatore, um grupo de artistas, já considerados da velha guarda como professores, reuniu-se na parte externa do Restô Privilège para, além de homenagear o deão da mesa (o JB), botar o papo em dia.
As fotografias, feitas na tarde do dia 26 de julho passado, são de Wisfredo Gama; nelas se vê, na sequência horária, Paulo Andrade (o Popó), Jaime Bibas, Haroldo Baleixe, Jorge Eiró e Ronaldo Moraes Rêgo.
O professor Flávio Nassar, que recepcionou o grupo no Fórum, pegou falta na farra que adentrou a noite; mas, graças a Deus, sem retratista.

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Selo desenhado pelo professor Mario Barata

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Fonte: Blog dos Correios.

Veja mais no site da Sociedade Philatelica Paulista.

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Divulgação

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