A construção do CLIPPER defronte à Praça D. Pedro II

O professor Alexandre Lima nos enviou uma fotografia da construção da PARADA de ônibus (CLIPPER) que ficava localizada defronte à Praça D. Pedro II, no centro da Avenida Portugal.
Aqui juntamos a foto da construção com outra, eviada pelo José Maria de Castro Abreu Júnior, onde o mesmo CLIPPER aparece pronto, possivelmente recém-inaugurado.
É interessante transcrever o que disse o professor Alexandre no seu e-mail:
“Para mim, a foto, apesar da má qualidade, tem sua devida importância como registro, pois mostra que na época, os ônibus já ofereciam séria concorrência aos bondes, principalmente pelo fato de muitos itinerários serem superpostos aos itinerários das linhas de bonde.
Além disto, as paradas dos ônibus foram construídas exatamente em cima de onde anteriormente haviam quiosques e telheiros de paradas de bondes.”.
Ampliada a fotografia é possível verificar que as únicas construções ao redor da Praça do Relógio são os quiosques e, no prosseguimento da obra do CLIPPER, em direção à Baía do Guajará, parte de um “telheiro” que em outras imagens de tempos mais recentes aparece preservado.
Apesar de não possuirmos a datação (nem autoria) das duas imagens, é certo que elas são anteriores ao ano de 1947, quando os bondes efetivamente pararam de circular em Belém do Pará.
A questão que permanece no ar é: esse CLIPPER (que apesar de mais robusto, guarda bastante semelhança em estilo ao do Largo das Mercês) foi construído antes ou depois de O grande CLIPPER defronte à Praça do Relógio?
Caso o “apelido” tenha como referência essa edificação, o termo CLIPPER estaria mais para embarcação, como pressupôs o professor Fabiano Homobono em comentário, que para hidroavião.

Pós postagem:


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

Esse post foi publicado em Arquitetura e Urbanismo, Equipamentos públicos. Bookmark o link permanente.

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