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Lúcio Flávio Pinto: “A perda do intelectual público”

Entrevista concedida ao documentário BELÉM AOS 80, da Sol Informática, no ano de 2009.
Lúcio atribui a perda da crítica nos debates públicos ao encastelamento dos intelectuais que se preocupam apenas com os valores impostos pela academia para a academia, deixando em plano afastado a sociedade que lhes dá de comer.
(Ponto do vídeo: 3:32.)

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Arquitetura e Urbanismo Artes Plásticas Monumentos de Belém

O Barata de João Pinto fundido em 1972



O busto fica na Castilhos França, defronte à Estação das Docas, em praça que não se identifica o nome pelo Google.
João Pinto foi um escultor paraense bastante ativo no movimento das artes plásticas da década de 1980, não perdia uma exposição e estava sempre misturado às gerações mais jovens; gabava-se de possuir só um ovo, na bolsa escrotal — uma curiosidade sem o mínimo nexo.
O João ainda será motivo de postagem no BF, até porque, ao que se saiba, ele confeccionou uma berlinda que foi usada por Nossa Senhora de Nazaré em alguns Círios.
Mas quem pode falar de cátedra sobre o mestre escultor-fundidor-designer é o nosso editor chefe, o JB.

Foto publicada em O Liberal (02/07/1987):

Paulo Martins, Emmanuel Nassar, Rui Meira, falta identificação(?), Ronaldo Moraes Rêgo, Roberta Maiorana, Jorge Eiró, João Pinto, Haroldo Baleixe, Luciano Oliveira, Geraldo Teixeira, Paulo Campinho, Marinaldo Santos e José Augusto Simões.

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Divulgação

Divulgação/convite à FAU

Divulgação/convite à FAU

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Curiosidades Equipamentos urbanos

O voo e o barulho do Sikorsky S-38 em HD


FAU
É um dos modelos de hidroavião CLIPPER da PAN AM que fazia a rota internacional da América do Sul.
Assista ao vídeo na opção HD 720 para perceber as texturas das superfícies e a matéria em si; a relação entre todo e partes e a forma da baleia (repara-se também um sapato mocassim, criação dos índios americanos, ícone de conforto); na realidade, um exemplo de desenho aeronáltico-industrial provocativo às atitudes inovadoras de comportamento que se refletiram em muitas áreas, inclusive na arquitetura para o mundo moderno, no qual o voo coletivo se popularizava.
Por que ver o vídeo? Porque nele se enxerga bem muitas angulações da aeronave e, principalmente, a configuração formal que assume o Sikorsky S-38 ao estar dentro d’água, com a baleia ou o mocassim quase submersos.
Todos temos curiosidade pelo que voa, contudo, observar atentamente algo acima de nossas cabeça não é tarefa fácil e, em qualquer circunstância do céu: negativando ou positivando a imagem.
O filme nos dá a dimensão do olhar do belenense quando o hidroavião, já popularizado CLIPPER* por estas bandas, flutuava na Baía do Guajará.
Não seria difícil, à distância do objeto, elucubrar sobre semelhanças palpáveis e/ou emoções abstratas e/ou não dissociar o conjunto de significações imbutido em algo revolucionário e elegante; ou, simplesmente intrigante: “uma casa, ou um ônibus, que navega e avua (ou vice-versa)”.
Poderiam eles imaginar, em dias ensolarados ou chuvosos, um abrigo afastado, superdimensionado (pela aerodinâmica necessária às asas) e seguro: “…um lugar legal pra ir!”.
Então, por que não transferir essa boa sensação ao que fazia parte da sua realidade, do seu dia a dia: à PARADA DE ÔNIBUS recém-criada, estranha aos velhos telheiros dos bondes que iam, inevitavelmente, em direção à História.

Mas há uma outra possibilidade; remota, entretanto razoável: será que o autor da PARADA não a batizou CLIPPER, pelo simples fato de ter tomado as asas (ou o conjunto que remete a um coletivo estacionado) do hidroavião como referência e síntese de sua criação?

*CLIPPER foi um termo criado por associação a um veleiro rápido capaz de cruzar grandes mares, isto porque esses hidroaviões, pela quantidade de combustível que carregam, têm bastante autonomia de voo; de todo modo, ambos fazem parte de um universo peculiar que lida cotidianamente com água e vento; aventuroso, por assim dizer.

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Curiosidades

CLIPPERS (hidroaviões) no Pier da PanAir em Belém


FAU
Na marcação 20:30 do filme é possível ver o local hoje chamado de Ver-o-rio em Belém do Pará; era o Pier da PanAir com rampa e hangar, estrutura necessária à manutenção de aeronaves chamas CLIPPERS, ou hidroaviões com autonomia de voo.
Há um curto sobrevoo que dá uma panorâmica da Cidade.

Colaboração: José Maria de Castro Abreu Júnior.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos urbanos

07 de fevereiro de 1965: (CLIPPER) VAI DESAPARECER


Segundo informações do site O Pará nas ondas do rádio, Rodolfo Chermont foi o 17º prefeito pós Revolução de 1930, seu mandato compreendeu o período entre janeiro e novembro de 1951.

Colaboração: José Maria de Castro Abreu Júnior.


Postscriptvm (31 de julho de 2014):
A postagem O CLIPPER de Nazaré, de 30 de julho de 2014, revela informações que colocam em dúvida a construção do CLIPPER de Nazaré na gestão de Rodolfo Chermont; o jornal analisado, O Liberal, datado de julho de 1951, diz que o prefeito, nesse período, era Lopo Alvares de Castro.
A interpretação da matéria “PREÇOS QUE SUPERAM a capacidade aquisitiva do povo”, publicada na mesma página do jornal, faz-nos ver o CLIPPER de Nazaré como uma construção anterior às eleições de 1950, sendo bandeira de campanha sua demolição pelo candidato Zacarias de Assumpção, vencedor do pleito disputado contra Magalhães Barata.
Considerando a mesma referência: O Pará nas ondas do rádio, teríamos Waldir Bouhid, o 16º prefeito de Belém, como o responsável pela obra e não Rodolfo Chermont.

corel023


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.