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30 de julho de 2012: Centenário Eidorfe Moreira


Fotografia em reunião na Academia Paraense de Letras. Eidorfe aparece com Augusto Meira Filho (a quem Eidorfe dedicou um artigo no jornal A Província do Pará), Annunciada Chaves, Georgenor Franco, José da Silveira Neto (foi quem convidou Eidorfe para a UFPA) e Aláudio Melo.


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Colaboração da escritora Stella Pessôa, coordenadora da edição comemorativa do Centenário de Eidorfe Moreira pela SEMEC — Secretaria Municipal de Educação de Belém — com a reedição do livro IDEIAS PARA UMA CONCEPÇÃO GEOGRÁFICA DA VIDA que será lançado no próximo mês de agosto, em dia, por ora, indefinido.
A imagem ao lado é uma prévia do layout da capa do livro que se encontra em processo de impressão gráfica na cidade de São Paulo.
A publicação não será vendida e sim distribuída, prioritariamente, entre as escolas municipais de Belém.
Pela tiragem sofisticada de apenas 1.000 exemplares nascerá como obra rara.

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A biblioteca do professor Clóvis Moraes Rêgo


A vasta coleção de livros acumulados ao longo da vida intelectual que manteve o professor, escritor e ex-Governador do Estado, Clóvis Silva de Moraes Rêgo (este Moraes Rêgo é um nome composto como ele frisava), brevemente pertencerá à Universidade Federal do Pará, por negociações, ora em andamento, do professor Flávio Sidrim Nassar.
A biblioteca permanecia fechada desde o falecimento, no ano de 2006, do professor Clóvis — que para muitas bibliotecárias era o Tio Cocó — e foi aberta justamente à entrada do professor Flávio.
Os herdeiros do erudito, Carlos Ronaldo Cardoso de Moraes Rêgo e Clóvis Silva de Moraes Rêgo Júnior, estão providenciando um inventário minucioso do acervo deixado pelo pai; mas, esbarram em um problema: separar os livros de consulta dos projetos literários que estavam em andamento com bibliografia separada e minuciosamente demarcada.
Existe também a questão complexa da pessoalidade das coisas e para isso se faz necessário  localizar o conjunto de impressos e manuscritos concernentes à vida privada que interessam exclusivamente à memória familiar.
A intenção é que se construa uma reprodução do ambiente da sala — onde as publicações se encontram organizadas — em outro lugar, público, pertencente à UFPA, que terá o nome do homem que foi  titulado “Professor Honoris Causa” pela instituição no ano de 1979.
Enquanto esse assunto se desenrola entre as partes, nós vamos dando por aqui algumas palinhas virtuais das joias guardadas naquele “baú”; e, nelas sempre faremos constar — como já acontece —:  “Colaboração: Clóvis (Jr) e Ronaldo Moraes Rêgo.”.

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Diretamente de Shangai…


…Zé Júlio Lima.

“Aqui vai uma foto tirada em Shanghai. A cidade é uma vitrine do desenvolvimento atual na China. Mandarei outras de Pequim. Grande abraço, JJ.”

“Haroldo,
Estou na China desde o dia 6 de julho. Vim por conta do programa do Santander Universidades TOP CHINA. Fui selecionado pela UFPa para acompanhar 4 alunos da UFPa. Infelizmente não foi selecionado aluno da arquitetura. Terei que ministrar uma tarde de aula para alunos brasileiros e chineses. Ao todo são 103 pessoas, incluindo professores de 11 universidades.
Passei 3 dias em Shanghai e ontem cheguei aqui em Pequim. Pretendo mandar notícias e fotos para publicação no blog. Infelizmente o site do blog não abre, acredito como parte da censura chinesa às redes sociais. Não tenho acesso ao facebook, youtube e google, e agora vi que não abre o blog. O skype está funcionando, se tiveres, podemos nos comunicar.
Tenho visto lugares muito interessantes. Eu estive aqui há vinte anos. Agora está tudo muito mudado.
Abraço,
JJ.”

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Diretamente de Paris…


…Ronaldo Carvalho.

Foto: Cybelle Salvador Miranda.

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Do Blog do Flávio Nassar

Conselhos para um Homem Jovem à busca de uma Amante (Benjamin Franklin)
25 de junho, 1745
(EM UMA REVISTA, RESPONDENDO A UMA CARTA)

Meu querido amigo,
Não conheço remédio para diminuir as violentas inclinações naturais que você menciona; se conhecesse, não creio que devesse comunicá-lo. Casamento é a cura adequada. É o Estado mais natural do Homem e, portanto, o Estado no qual você mais provavelmente encontrará Felicidade. Seus Motivos para não enfrentar um casamento no presente não me parecem bem fundamentados. As Vantagens circunstanciais que Vê em adiar são não apenas incertas como também pequenas em comparação com a Coisa em si, o estar casado e arranjado. São o Homem e a Mulher unidos que formam o Ser humano completo. Separados, ela deseja a Força do Corpo e o Poder da Razão dele; ele deseja a Suavidade, a Sensibilidade e o Discernimento aguçado dela. Juntos têm mais chances de vencer no Mundo. Um Homem solteiro não tem nem perto do valor que teria no Estado de União. É um Animal incompleto. Lembra uma única lâmina de Tesoura. Se encontrar uma Mulher prudente e saudável, sua Criatividade em sua Profissão, com a boa Economia dela, trarão Fortuna suficiente.
Mas se você preferir ignorar este Conselho e persistir com a idéia de que o Comércio com o Sexo é inevitável, então repito minha Sugestão anterior, a de que em todos seus Amours prefira sempre Mulheres velhas a novas. Você chama isto de Paradoxo e cobra minhas Razões. Cá estão:
1. Porque como elas têm mais Conhecimento do Mundo e por suas Mentes terem mais Observações abrigadas, suas Conversas nos melhoram mais e permanecem por mais tempo agradáveis.
2. Porque quando as Mulheres deixam de ser belas, elas estudam para serem boas. Para manter sua Influência sobre Homens, fazem com que a Diminuição da Beleza seja compensada pelo Aumento da Utilidade. Aprendem 1000 Serviços pequenos e grandes e são as mais companheiras de todas as Amigas quando você está doente. Assim, permanecem agradáveis. Portanto não há tal coisa como uma Mulher velha que não seja uma Mulher boa.
3. Porque não há o perigo de Filhos, que produzidos irregularmente podem transformar-se em Inconveniências.
4. Por mais Experientes são prudentes e discretas na condução da Intriga para prevenir Suspeita. O Comércio com elas é mais seguro para sua Reputação. Quanto à delas, se o Caso acontecer de terminar conhecido, Pessoas razoáveis tendem a perdoar a Mulher velha que com cortesia cuidou de um Homem jovem, que transformou seus Modos com seus bons Conselhos e impediu que arruinasse sua Saúde e Fortuna com Prostitutas mercenárias.
5. Porque em todo Animal que anda em pé, a Deficiência dos Fluidos que preenchem os Músculos vêm primeiro na Parte mais alta: a Face é a primeira que fica frouxa e enrugada; então o Pescoço; daí Seios e Braços; as Partes debaixo continuam esticadas como sempre foram. Portanto, cubra com uma cesta o que há acima e considerando apenas o que vai abaixo do espartilho, é impossível dentre duas Mulheres perceber qual a velha e qual a jovem. E como à noite todos os Gatos são pardos, o Prazer do Toque corporal com uma Mulher velha é pelo menos igual, senão freqüentemente superior: cada Detalhe pela Prática sendo capaz se ser Melhorado.
6. Porque o Pecado é menor. O rompimento de uma Virgem pode ser sua Ruína e fazer de sua Vida infeliz.
7. Porque o Remorso é menor. Fazer de uma jovem Mulher miserável pode acarretar em Reflexões amargas no futuro; nada disto acontecerá ao fazer de uma Mulher velha feliz.
8tavo e Final Elas ficam tão gratas!!
E assim encerra-se meu Paradoxo. Ainda assim, aconselho que case logo; Sinceramente assino Seu cordial Amigo.
Benjamin Franklin é quem assina

Fonte: Blog do Flávio Nassar.

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Lúcio Flávio Pinto: “A perda do intelectual público”

Entrevista concedida ao documentário BELÉM AOS 80, da Sol Informática, no ano de 2009.
Lúcio atribui a perda da crítica nos debates públicos ao encastelamento dos intelectuais que se preocupam apenas com os valores impostos pela academia para a academia, deixando em plano afastado a sociedade que lhes dá de comer.
(Ponto do vídeo: 3:32.)

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Paulinho Moura e Andréa Pinheiro; dois ex-alunos da FAU


Arte: Andréa Pinheiro.

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O 09 de MAIO; por Jaime Bibas

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2008: Gaby Amarantos em material didático da FAU

Algumas pessoas acharam a postagem “Ex my Love; de Veloso Dias, interpretado por Gaby Amarantos” inusitada; talvez porque não saibam que a kitsch-pop-cult jurunense já fez parte da trilha sonora de um dos quatro audiovisuais utilizados na palestra “Belém e suas margens fluviais: ocupação histórica e ‘retomada’ da orla.” proferida pelos professores Juliano Ximenes e Irving Franco, no dia 1º de julho de 2008, em especialização sediada no Fórum Landi.
Gabi (ainda sem o “y”) Amarantos interpretou a música LÁ VEM MADALENA, de Gabriela Amaral dos Santos e Jhon Kléber Moraes Martins, no I Festival AP da Canção Norte, que gerou um CD no final de 2007; foi dele que retiramos as três pérolas que compõem a trilha sonora de “Belém do Pará: Avenida (Marginal) Tucunduba.“.
Detalhe: GABRIELA AMARAL DOS SANTOS, autora, é a própria interprete: GABI AMARANTOS (Amaral + Santos).

Ei-la, de novo, aqui no BF; infelizmente, só em voz, sem a fina estampa:


FAU
A capa do CD e a letra de LÁ VEM MADALENA em destaque no encarte: