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O termo CLIPPER e o Boeing Model 314 Clipper Flying Boat (Postagem desconsiderada!)


Consultado pelo Blog da FAU o jornalista e escritor Lúcio Flávio Pinto disse:
“Foi a Pan Am que deu ao seu avião de cruzeiro o nome de Clipper. Como a empresa passava muito por Belém, parada nas rotas internacionais, o povo incorporou o nome às paradas. É que era prova de status dizer que tinha viajado no Clipper.”.
O hidroavião que fazia a rota internacional da PAN AM era o Boeing Model 314 Clipper Flying Boat, uma espécie de jumbo do passado, com capacidade para 74 passageiros mais 10 tripulantes e autonomia de voo de 3.500 milhas.
O luxo de viajar em um hidroavião com quartos de vestir para homens e mulheres e restaurante com cozinheiros 5 estrelas saía por 675 dólaras da época, hoje US$7000 per capita (clique na imagem para ver mais do interior do 314 Clipper).
A empresa Boeing construiu 12 dessas aeronaves entre 1938 e 1941.
Se a tese de Lúcio Flávio está correta, o termo CLIPPER só foi adotado como apelido de PARADA DE ÔNIBUS em Belém do Pará a partir do ano de 1938, após as primeiras construções desse tipo de equipamento urbano.
Os projetos mais recentes, das décadas de 1940 e 50, já podem ter obedecido ao inconsciente flight control parauara.

Fonte do texto: Boeing.
Fonte das imagens:  SEAWINGS.
Leia mais sobre a PAN AM em Aviação Comercial.

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Desconsideremos esta postagem que deve ser substituída por esta: “O BF interpretou mal o que disse Lúcio Flávio Pinto“.
O aparelho em questão operava em rotas transoceânicas.
Não deletaremos o post para que o vacilo fique registrado.
De todo modo, vale a pena assistir ao documentário:


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Divulgação/convite à FAU

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Arquitetura e Urbanismo Equipamentos públicos Fotografia Fotografia antiga

Arquitetura paraense inspirada na hidroaviação


Com o intuito de entender o porquê do termo inglês CLIPPER identificar as antigas PARADAS de ônibus em Belém e Icoaraci,  o Blog da FAU lançou a hipótese de que há uma relação entre as formas dos modelos dos hidroaviões chamados CLIPPERS com o uso plástico do concreto na prática da arquitetura em Belém do Pará.
Para reforçar a ideia que surgiu a partir da postagem “CLIPPER — mera alusão aos hidroaviões de casco?” resolvemos publicar a imagem comparativa entre dois hidroaviões, a parada de ônibus de Icoaraci e parte da cobertura próxima à piscina da Assembléia Paraense de Camilo Porto de Oliveira, já demolida.
Quando a palavra CLIPPER começou a ser utilizada pela população é um outro fator de importância, já que se percebe a presença desse tipo de parada de ônibus em fotos da década de 1930, pelo menos no entorno do Ver-o-peso.
Os aviões CLIPPER surgiram exatamente na década de 1930 e foram utilizados pela PANAIR do BRASIL que sediava sua oficina de manutenção de aeronaves em Belém.
Se os hidroaviões CLIPPERS da PANAIR inspiraram paradas de ônibus de Belém, dentre outras construções, esse fato perdurou por três décadas: 1930, 1940 e 1950.

Fontes na Internet sobre a PANAIR do BRASIL:
http://zahlouthlevoyageur.blogspot.com.br/2012/05/panair-do-brasil-em-belem-primeiro-voo.html e http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0058a.htm.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.