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Fotografia antiga

O Cine-Teatro Palace do Grande Hotel


“Cine-Teatro Palace (Palace Teatro) magnífica casa de espetáculos, parte do complexo do GRANDE HOTEL, foi palco de algumas festas da AP, destacando-se o ‘Baile das Flores’, de 1953, celebrado pela beleza que marcou o evento. Aí também foi realizado o concurso de Miss Bangú […]” (Teixeira, Mário. AP Memórias 1915-1992, p. 113).
“Na foto que ilustra esta informação vêem-se os camarotes e frizas onde se acomodavam as famílias, bem como informa-se que, sobre a platéia, armava-se o tablado para as danças.” (Ibdem, p.112).

Fonte: Blog HB.

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Fotografia antiga

Fragmentos de Belém; por Plano Geológico 3


Grande Hotel, av. Pres. Vargas / Acervo

“Imagine-se agora, na rua do lado ocidental do Theatro da Paz, no mesmo Largo da Pólvora (Praça da Repúlica), um edifício de quatro andares, o piso inferior abrindo-se em portas envidraçadas, os balcões da janelas superiores em ordenação clássica, culminando, de ambos os lados de um frontão central, em mansardas semelhantes às dos prédios da Rue de Tivoli, em Paris, ponham-se-lhe em sua calçada fronteira, com as respectivas cadeiras portáteis, mais de uma dezena de mesinhas de tampo circular de pedra, cada qual cercado por aro protetor de metal amarelo, e teremos o Grande Hotel e sua terrace, quarto ícone urbano, construído no fim do século, e que, ainda sólido e em condições de funcionamento, na mesma década de 1970, quando o arraial de Nazaré acabou, a especulação imobiliária suprimiu da paisagem urbana”.

Benedito Nunes & Milton Hatoum – Crônica de duas cidades (2004)

Imagem e texto retirados do site Fragmentos de Belém.

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Leia mais sobre o edifício em Grande Hotel: apenas hóspedes da memória; publicado no Diário do Pará de 30/01/2011.
(Parece que o texto de Nunes e Hatoum contém uma pequena falha: onde se lê “fim do século”, seria “início”.)

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Divulgação

Divulgação/convite à FAU

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Personalidades

2008: Gaby Amarantos em material didático da FAU

Algumas pessoas acharam a postagem “Ex my Love; de Veloso Dias, interpretado por Gaby Amarantos” inusitada; talvez porque não saibam que a kitsch-pop-cult jurunense já fez parte da trilha sonora de um dos quatro audiovisuais utilizados na palestra “Belém e suas margens fluviais: ocupação histórica e ‘retomada’ da orla.” proferida pelos professores Juliano Ximenes e Irving Franco, no dia 1º de julho de 2008, em especialização sediada no Fórum Landi.
Gabi (ainda sem o “y”) Amarantos interpretou a música LÁ VEM MADALENA, de Gabriela Amaral dos Santos e Jhon Kléber Moraes Martins, no I Festival AP da Canção Norte, que gerou um CD no final de 2007; foi dele que retiramos as três pérolas que compõem a trilha sonora de “Belém do Pará: Avenida (Marginal) Tucunduba.“.
Detalhe: GABRIELA AMARAL DOS SANTOS, autora, é a própria interprete: GABI AMARANTOS (Amaral + Santos).

Ei-la, de novo, aqui no BF; infelizmente, só em voz, sem a fina estampa:


FAU
A capa do CD e a letra de LÁ VEM MADALENA em destaque no encarte: