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As viagens que transformaram PARADAS DE ÔNIBUS em CLIPPERS


FAU
No ponto 22:02 temos a escala em Belém do Pará; algo rápido, mas… gratificante para uma investigação.
Na realidade esse ponto do filme é a entrada no Brasil: Belém, Manaus, Rio de Janeiro (destaque) e São Paulo…  segue.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Resumo da ÓPERA CLIPPER


Se conseguíssemos comprovar que a PARADA de ônibus da esquerda (seta verde) foi a primeira a ser construída em Belém do Pará, daríamos sentido ao uso da palavra inglesa CLIPPER em alusão aos hidroaviões; e a datação mais pertinente para esse apelido, que pegou muito bem, precisaria ser algum ano ainda na década de 1930.

Um mix de atualidade imaginária com Giorgio Armani na Prefeitura Municipal de Belém:


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.

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Divulgação

Divulgação/convite à FAU (postagem de nº1.500)

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Ato Público

Belém é uma cidade de poucas vadias


Imagens da Marcha das Vadias realizada ontem na Presidente Vargas com a presença do nosso “Flávio de Carvalho” (Renato Baena, aluno da FAU).

Qualquer coincidência, é mera semelhança:

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CLIPPERS: análise de fotografia dita de 1951


A foto acima, enviada pelo professor Jaime Bibas, ilustra um calendário do ano de 1952; é uma imagem colorizada, assinada por Ralf Kircher, que pode ser anterior a 1951.
O que, de interesse ao tema, se vê na imagem:
1. Um baracão de construção que indica o início de obras na área onde foram construídos os CLIPPERS mais modernos;
2. Possivelmente um quiosque (há pouca definição nessa área da imagem);
3. TELHEIRO para parada de bondes aproveitado para os ônibus (se a imagem é realmente de 1951, o CLIPPER da postagem anterior já estaria pronto);
4. PARADA de ônibus com aparência de CLIPPER (hidroavião), é justamente essa construção que imaginamos ter dado origem ao apelido que só se justificaria se surgido ainda na década de 1930, com as escalas dos voos da PAN AM, com base na assertiva do jornalista Lúcio Flávio Pinto.

Uma alcunha não vem do nada: Arara, Ararinha e Periquito, figuras folcloricas da Cidade em décadas passadas, assim foram apelidados não por andarem juntos, mas pelos seus narizes.

Por que estamos em corrupio? Porque nenhum órgão público teve a capacidade de digitalizar e dispor publicamente os relatórios das autoridades que governaram o Estado ou administraram a Cidade.
Um caso emblemático é o relatório completo do intendente Antonio Lemos não estar na Internet.
Desse modo a intelectualidade se resume aos “ratos de biblioteca”, que muitas vezes roem, literalmente, páginas inteiras de documentos.


Postscriptvm (o1/11/2014):
Acompanhe a evolução da pesquisa pelo SUMÁRIO que dá acesso às postagens sobre CLIPPERS até 24/10/2014.
Algumas informação contidas nesta postagem podem ter caído por terra em consequência da aparição de novos registros documentais.
Não fazemos nenhuma reparação nos textos originais, apenas colocamos esta nota ao final das publicações cobertas pelo período do resumo.
Aprendamos com os nossos erros.