Divulgação

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação, Urbanismo | Com a tag , , | Deixe um comentário

Incêndio em Copacabana dá fim ao Samba


FAU

Um exemplo da absoluta inutilidade da arte:

“Quero saber de quadro… meu gato morreu, coitado.
Ficava ao lado de minha cama; isso é o que me dói!” (Jean Boghici, marchand)

Que formatamos em banner para o Facebook:

Publicado em Artes Plásticas, Vídeos | Com a tag , | Deixe um comentário

Prestes Maia; por Primo Carbonari


Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Urbanismo, Vídeos | Com a tag , | Deixe um comentário

ENTRERIOS (A urbanização de São Paulo)

Visite o site As margens do progresso.

Enviado por Dinah Tutyia.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Urbanismo, Vídeos | Com a tag , , | Deixe um comentário

Gincana do ITEC: temas


Enviado pela professora Kláudia Perdigão.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Alexandre Lima ministrará curso de fotografia de arquitetura

Publicado em Arquitetura, Fotografia | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Artes Gráficas | Com a tag , , | Deixe um comentário

“Sou trabalhador, eu. Tenho nada com isso, não”; por Roger Normando

“Reparte com os Urubus
o lixo nosso de cada dia”
Zé Miguel/Joãozinho Gomes, músicos.

 Tudo começou há quatro anos. Não conheci a mãe. Seu pai era líder comunitário achegado a políticos fortes. Ele adentrou pela emergência daquele hospital por ter sido alvejado de balas pela polícia. Uma atingiu a raiz do pulmão direito deixando-o grave, pálido, agônico. Ainda consciente insistia na inocência: “sou trabalhador, eu. Tenho nada com isso, não”. Para mantê-lo vivo demos um talho no tórax e rapidamente retiramos o pulmão pela tática designada pelos gringos como “Damage control” (operação-CTI-operação novamente e CTI no final, se sobrevivesse).
Sobreviveu. O brônquio, um pouco longo, teve que ser re-amputado na segunda operação. Informamos ao Pai. Ele não perdeu tempo. Escafedeu-se. Não foi para culto ou missa, orar, e sim direto ao canal de televisão: “erro médico: cirurgião opera e deixa resto de pulmão no interior do tórax de inocente cravejado de bala pela polícia”.
Àquela altura duas laias: cirurgiões e policiais. Teríamos pela frente, ainda: assistência diária, telefonemas de vizinho e vontade de sumir. Ele fugiu primeiro, com dreno e tudo.
Adquirira infecção e voltou. Não conseguiu internar em outro hospital, exceto no Barros Barreto, pois o pus se pusera a escorrer pela operação. Ninguém queria atendê-lo. Fui por imposição da diretoria. Convoquei o Pai para um dedo de prosa na venta e explicar que estava ali por obrigação e desgosto. Não havia jeito, eles tiveram de aceitar. Eu também. Com o tempo a relação amoleceu.
Obteve alta ainda com o tubo após algumas semanas, à custa de antibióticos, curativos e visitas com pouca figa. Disse-lhe antes de ir que a única solução definitiva para viver sem aquele tubo no peito seria arriscar a toracoplastia, operação com chances de transfusão sanguinea e fracasso. Ele refugou. Saiu pra vida com tubo e tudo. Desfiz a figa.
Após dois anos, entre idas e vindas às consultas, o outro pulmão esticou, ficou curado do pus e livre do dreno. Milagre, sim. O deus dele batia o martelo da justiça.
Certa vez vi-o convocando passageiros numa van na Almirante Barroso. Sorri enfim e apesar. Ele alardeava: “40 hora, 40 hora. Quem vai?”. E eu a flertar aquele trabalhador sem que ele me percebesse. Estava forte e tinha fôlego de sobra para um só pulmão. Um final feliz, diria-se…
Até que nesta semana, numa das consultas, estava novamente ele: algemado e sem o pai. O policial que o acompanhava se espantou ao perceber que éramos velhos conhecidos.
– “Dotô: eu sou trabalhador, eu. Tenho nada com isso, não. O meu peito é que dói por causa das duas operações que o senhor fez e daquela mangueira grossa que vocês colocaram em mim”.

Texto da série A VIDA VALE UM CONTO DIANTE DA MORTE QUE ARRODEIA.
O colaborador, professor Roger Normando, é cirurgião torácico.

Publicado em Literatura | Com a tag , , | Deixe um comentário

ARQ.DOC 2012 prorroga prazo para receber RESUMOS — 20/AGO

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Seminários | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação, Urbanismo | Com a tag , | Deixe um comentário

Making-of (ou make off) gráfico


FAU
O professor e pesquisador Eidorfe Moreira não surgiu no Blog da FAU pelo calor do relançamento de IDEIAS PARA UMA CONCEPÇÃO GEOGRÁFICA DA VIDA; na postagem O Brasão Original no “Estatuto Original” da U(F)PA, Eidofe — junto com Theodoro Braga —, ajudou a compreender a razão simbológica dos elementos constitutivos da criação de Maÿr Sampaio Fortuna, autor e confeccionador da primeira insígnia que a Universidade conheceu, bem como fundidor do distintivo reitoral utilizado pelo  magnífico número um naquela tardia cerimônia.
Eidorfe Moreira em seu livro PARA A HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (PANORAMA DO PRIMEIRO DECÊNIO) dá a certeza da composição da mesa oficial de instalação da Universidade (Federal) do Pará fotografada em 31 de janeiro de 1959 no Theatro da Paz; além, claro, da profundidade com que trata a matéria sobre as instituições de ensino superior na subdesenvolvida Amazônia.
A UFPA tem uma grande dívida tanto com Eidorfe quanto com Maÿr; ambos camaradas do BF.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Artes Gráficas, Audiovisual | Com a tag , , | Deixe um comentário

As estruturas mais altas do mundo

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Curiosidades | Com a tag , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Artes Plásticas, Divulgação | Com a tag , , | 1 Comentário

Desenhos de Pedro (Fontenelle) Morbach

Abertura: 11 de agosto de 2011. Das 11 às 14h
Encerramento: 31 de agosto

Sábado de tarde e eu estou aqui no computador, com as minhas memórias! Fiquei sabendo que recordar é uma necessidade básica, então, vou nessa.
Se pudesse voltar na escala do tempo, lá pelos idos de 1977, seria um dia ideal para acompanhar o Gileno na visita a família Morbach, na casa da travessa Vileta. Lá encontraria “seu” Augusto no escritório, envolvido entre telas, tintas e pincéis, a contar sobre o balé da Suíte Quebra-Nozes e sua nova criação artística, inspirada na obra. A conversa dele com o Gileno renderia a tarde inteira, se não fosse interrompida pela presença da dona Dora, que nos trazia o delicioso biscoito de Castanha do Pará feito por ela e pela delicada Mirtes. Em seguida viria o Pedro, já com o cafezinho passado na hora, de sabor inesquecível. Nesse momento, de tudo conversávamos, até dos personagens das novelas da TV. A tarde passava rapidinho e de lá saíamos com afetuosos abraços e o convite para o retorno. Voltávamos pra casa e eu percebia a felicidade do Gileno por ter estado em tão boa companhia. Assim aconteceu por vários anos, até 81, quando seu Augusto se foi para a espiritualidade. Esse tempo chegou também pra Mirtes, pro Gileno, pra dona Dora e, por último, pro Pedro, que havia deixado de pintar a três anos. Deles todos só eu fiquei para contar essa história e sinto-me motivada a apresentá-la por meio da exposição de 22 desenhos em nanquim, assinados por P Morbach em diferentes épocas de sua vida e que compõem o acervo da ELF GALERIA.
Sei que ainda menino, em Marabá, Pedro demonstrou ter o dom de desenhar, dom esse que veio da herança de seu pai, Augusto Bastos Morbach. Nas artes visuais, foi autodidata, mas o fato de assistir seu pai trabalhando dedicadamente o ajudou nas noções de desenho, a dar a profundidade ao traço, e aprender, com ele, as variações de claro-escuro. A opção pelo nanquim já estava ali definida e foi intensamente praticada a partir de sua vinda para Belém, em 1.968. Pedro também buscava o conhecimento sobre as artes em suas leituras e se dizia influenciado por Candido Portinari, sobretudo quando utilizava a temática dos deserdados. O Marabá do passado sempre esteve presente em sua inspiração, de onde surgiram igarapés, matas, lendas, funerais, sempre carregados de expressiva dramaticidade. Pedro gostava de uma cachacinha e essa relação com a bebida trouxe pra ele o enfrentamento de uma dura realidade, também retratada em seus desenhos e muito presente em suas conversas. Depois da morte de seu Augusto, ele vinha nos visitar na galeria e eu lhe servia um tímido café, comparando com aquele que ele sabia fazer.
Pedro Morbach foi uma pessoa simples, muito sensível e de relacionamento fácil. Ele sofria as dores do mundo e isso ficava sempre estampado em seu semblante. Aos 76 anos ele encerrou a sua história, no dia 30 de abril deste ano mas teve um grande respeito por seus amigos e gostava das matérias de jornais e revistas que falam da sua arte, por esse motivo, a exposição já se justifica. Então, aqui está Pedro Morbach, na forma como queria ser lembrado.

Gostaria de contar com a sua presença.
Atenciosamente,
Lucinha Chaves
 
Serviço
A exposição Desenhos de Pedro Morbach abre no sábado, dia 11 de agosto, para convidados e fica aberta a visitações, de 13 a 31 de agosto, de segunda a sexta-feira, de 10 às 19h e aos sábados, de 10 às 14h, excetuando feriados.

Publicado em Artes Plásticas, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Artes Plásticas, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Você não tem nada para fazer? Acesse o Blog do Condureba


O Blog do Renato Condurú; velho parceiro de copo dos editores do BF.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , , | Deixe um comentário

Rubens Ewald Filho; por Jaime Bibas

O cara com o rosto mais simétrico que já vi é o Rubens Ewald Filho. É quase perfeita a simetria.
É possível juntar dois lados direitos, ou dois esquerdos, que quase não se percebe isso e muda pouquíssimo do original.
Confira, abaixo, a brincadeira:

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , | 2 Comentários

CocoRosie — plasticidade cenográfica


Fonte: letras.mus.br

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , , | Deixe um comentário

Flagra de trabalho infantil na Batista Campos

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , | 1 Comentário

Japauara


Camila Honda.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Videoclipe | Com a tag | Deixe um comentário