O ano de 1963, por ora, é uma suposição baseada no posicionamento do filmete no copião; quando a certeza surgir a exclamação será subtraída do título.
Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.
O ano de 1963, por ora, é uma suposição baseada no posicionamento do filmete no copião; quando a certeza surgir a exclamação será subtraída do título.
Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.
O Guarasuco, segundo nota publicada no Jornal do Brasil de 24NOV1973, foi vendido à Antártica.
Fotograma de 1957 e imagem atual do Google no mesmo local – avenida Almirante Barroso no início do bairro do Souza
O material cinematográfico bruto pertence à Biblioteca Virtual Landi.
Postscriptvm (10NOV2016):
Objetos das marcas Guarasuco e Larasuco colecionados pelo professor José Maria de Castro Abreu Júnior, colaborador do Projeto Blog da FAU:
Registro de Milton Mendonça entre 1957 e 1961 (?)
Cartão postal da primeira década do século XX
Clichê de 1924 (imagem-link)
Clichê de 1941 (imagem-link) com ênfase à iluminação do Vesta
O Pavilhão de Vesta, que substituiu o demolido Pavilhão de Flora em 1891, foi, como seu antecessor, palco de inúmeros e distintos eventos, levando o grande público ao Largo de Nazareth tanto nas festividades do Arrayal por ocasião do Círio, quanto em dias santos, cívicos e aos domingos.
Marco republicano em Belém chegou a ser definido, na guerra ideológica dos periódicos, como cópia leal do templo de Diana, em Epheso:
Não encontramos, por ora, fontes fiáveis que pudessem datar a película de Milton Mendonça e consequentemente o desabamento do equipamento público (e vice-versa); contudo, pela presença de outro cinejornal que registra a saída de Celso Cunha da Gama Malcher da Prefeitura Municipal de Belém (1953-57), também componente do material cedido pelo professor Flávio Nassar, presume-se que o fato tenha ocorrido no [início do(?)] segundo mandato de Lopo Alvares de Castro na PMB (1957-61).
As investigações diante dos questionamentos permanecem e as respostas serão publicadas como postscriptvns.
O ano de 1959 foi detectado no áudio pelo professor José Maria de Castro Abreu Júnior, colaborador deste Projeto – colando o ouvido na caixinha, escuta-se.
Edição de copiões cedidos pelo professor Flávio Sidrim Nassar ao Projeto Blog da FAU; o material audiovisual faz parte da Biblioteca Virtual Landi, ora em construção.
Aula Inaugural da Universidade do Pará em 1963; orador: Leite Neto.
Aula Inaugural da Universidade do Pará em 1964; orador: Arthur Cezar Ferreira Reis.
Note-se que nas duas ocasiões filmadas (1963 e 1964) o reitor José Rodrigues da Silveira Netto usa o colar reitoral com o medalhão criado e confeccionado por Maÿr Sampaio Fortuna.
Edição de copiões cedidos pelo professor Flávio Sidrim Nassar ao Projeto Blog da FAU; o material audiovisual faz parte da Biblioteca Virtual Landi, ora em construção.
Audiovisual cedido pelo professor Flávio Sidrim Nassar ao Projeto Blog da FAU
A película revela a abertura do Primeiro Salão de Artes Plásticas da Universidade do Pará que teve como artistas premiados Ruy Meira (1º colocado) e Roberto de La Rocque Soares (2º colocado) na categoria pintura.
Recortes de A ARTE DO FAZER: o artista Ruy Meira e as artes plásticas no Pará dos anos 1940 a 1980, dissertação de mestrado de Maria Angélica Almeida de Meira apresentada ao Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (Fundação Getúlio Vargas):
Postscriptvm (05NOV2016):
Recorte de A Província do Pará de 11SET1963 enviado pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda.
O professor Flávio Sidrim Nassar disponibilizou ao Projeto Blog da FAU mais de 20 horas de filmagens pertencentes ao acervo da Biblioteca Digital Landi ainda em fase de construção.
O material está sendo analisado e editado com preferência à memória da Universidade Federal do Pará que em 1963 ainda se chamava Universidade do Pará.
A película, produzida por Milton Mendonça, mostra o trote geral dos calouros do ano de 1963.
Em O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu dissemos: A localização atual do Farol de Salinas na Ilha de Apehu pontua sua imersão no oceano; o que é uma pista, se associada às profecias do Careta de 01OUT1932.
O relatório do Ministério da Marinha em seu exercício de 1936 confirma a hipótese:
Para se ter uma noção da distância de Salinópolis para onde estava montado o Farol de Salinas, na Ilha de Apehu:
Na base de concreto do Farol de Salinópolis, por dentro da mureta que o protege, existe uma placa de identificação datada de 1937, ano de sua montagem naquele local; aparafusada sobre ela está a original de 1893 que veio no equipamento de sinalização marítima encomendado à fábrica F. Barbier et Cie., situada no número 82 da rue Curial em Paris:
O farol que desde 1937 está em Salinópolis compôs um pedido de 10 faróis feito em 1891 pela Marinha Brasileira ao engenheiro francês Fréderic Barbier; desses, de acordo com a Revista Marítima Brasileira, três foram especificados à construção com colunnas tubulares sobre esteios de rosca, systema Mitchell: Belmonte (BA), Rio Doce (ES) e Salinas (PA) – discriminado à Ponta do Atalaia onde já existia um farol sobre torre de alvenaria ameaçada de solapar pela invasão do mar.
O sistema construtivo denominado Mitchell fora inventado pelo engenheiro irlandês Alexander Mitchell para erigir arcabouços metálicos em terrenos instáveis; a firma F. Barbier et Cie. o utilizava quando demandada a desenvolver faróis completos, inclusive com habitação de faroleiros na própria estrutura:
Acima se vê dois faróis, anteriores à citada encomenda da Marinha em 1891, que já utilizavam o Sistema Mitchell; no período de confecção desses faróis pré-moldados ainda era sócio de Fréderic Barbier o senhor Stanislas Tranquille Fenestre, morto em 1887 – Fréderic e Stanislas desde 1860 mantinham uma parceria produtiva que gerou a Barbier et Fenestre em 1862.
Note-se na foto mais antiga, a do Farol de Aracaju, a existência de habitação aos faroleiros (o equipamento de São Tomé também possuiu a sua), à semelhança do que se via no de Salinópolis nos anos 1940 (pintura de E. Bastos cedida por Paulo Andrade) e 50 (fotografia que circula pela Internet):
Descrição do farol original como contratado com a F. Barbier et Cie. para Salinas em 1891:
Condições atuais dos três faróis encomendados à fábrica F. Barbier et Cie. (à época não era nominada Barbier & Bénard Constructeurs como diz a Revista Marítima Brasileira):
O Farol do Rio Doce perdeu sua torre metálica sobrando apenas a cápsula faroleira depositada no solo.
E o Farol de Salinas foi à Ilha de Apehu:
Dissemos que o Farol de Salinas fora encomendado em 1891 para substituir um farol velho [localizado onde hoje está parte de sua muralha na praia do Farol Velho, na Ilha (ou Ponta) do Atalaia]; contudo, a torre de alvenaria desse farol velho, que ameaçava ruir pelo choque e varredura das marés altas em suas fundações, teve um reparo de baixo custo que deu solução aparentemente definitiva ao problema (o farol novo chegou em 1893 e só foi decidida sua montagem em 1901 noutro lugar); deste modo se vê a perda da serventia de um equipamento náutico que veio para ser instalado em Salinas em substituição ao velho (de 1852) que por oito anos de observação acurada diagnosticou-se firme.
O Diário Oficial da União, de 25AGO1909, revela o pagamento reclamado por Frederico Carlos Pusinelli, pela armazenagem de 412 volumes contendo as peças do pharol de Salinas, que estiveram no Trapiche S. João, naquele Estado (do Pará), desde janeiro de 1894 até setembro de 1901.
Estando a navegação em ritmo acelerado nesta parte do território brasileiro, armou-se, em setembro de 1902, o farol de fabricação francesa na Ilha de Apehu:
Seguem as buscas sobre a permanência do Farol de Salinas na Ilha de Apehu que vai de 1902 à sua desmontagem (1936?) para ser reerguido em Salinópolis no ano de 1937; bem como a dinâmica desse exercício mecânico nas águas do Atlântico.
A localização atual do Farol de Salinas na Ilha de Apehu pontua sua imersão no oceano; o que é uma boa pista, se associada às profecias do Careta de 01OUT1932.
Curiosidades:
O construtor do Farol de Salinas, Fréderic Barbier, associou-se ao genro Joseph Bénard em 1894 e a firma passou a se chamar Barbier & Bénard Constructeurs:
Em 1897 Paul Turenne ingressou na empresa casando-se em 1901 com outra filha de Barbier quando surge a Barbier, Bénard & Turenne (a BBT) que em 1918 transforma-se em Société Anonyme des Anciens Etablissements Barbier, Bénard et Turenne (uma S. A.):
Propaganda de 1937, ano da inauguração da remontagem do Farol de Salinas em Salinópolis, vindo da Ilha de Apehu, superfície hoje circunscrita no município de Viseu; nela se vê a marca francesa BBT associada à Krauss que comprara da alemã Leica em 1934 para formar a subsidiária BBT Krauss especializada em microscópios e binóculos:

Haveria necessidade de uma publicação independente para falar das múltiplas atividades fabris da BBT que como CIT ALCATEL foi incorporada à GISMAN (que permanece produzindo faróis, dentre outros equipamentos marítimos); sugerimos, apenas, uma busca no site ebay por BBT Krauss para ver o resultado.
Referências, além dos hiperlinks, e créditos:
A compra dos farois em 1891 – recortes da Revista Marítima Brasileira do ano de 1902.
Pharol das Salinas e do Gurupy – recortes da Revista Marítima Brasileira do ano de 1902.
United States – Lighthouse Society
Fotografias do topo da matéria: Farol de Salinópolis de Fernando Pinhati e Placa do Farol de Salinópolis de Antonio Alves.
As demais imagens foram retiradas da Internet, dos sites que divulgam turisticamente os faróis da costa brasileira, e, do ebay.
Imagens extraídas do material final do trabalho da disciplina Projeto III, produzidas pelos alunos do terceiro semestre da FAU-UFPA. Foi elaborado o Projeto Básico de um Albergue, concebido para um lote existente na cidade de Belém.
Durante o exercício, discutiram-se, à medida em que as propostas surgiram e ganharam definição, os considerados essenciais aspectos que envolvem um projeto de arquitetura, tanto em sua concepção quanto em sua expressão gráfica, abordados, porém, com profundidade adequada ao nível do trabalho realizado.
Assim, questões conceituais, legais, funcionais, ergométricas, construtivas, estruturais, infra-estruturais, estéticas, simbólicas, urbanísticas e ambientais, dentre outras e em ordem conveniente, foram tratadas ao longo das 22 sessões de aulas nas quais os projetos foram elaborados.
Ao final, ficaram prontos conjuntos de desenhos e maquetes eletrônicas para traduzir graficamente de forma suficiente e correta as propostas arquitetônicas, obrigatoriamente justificadas, a cada etapa, pelos alunos que as produziram.
Fonte: Curso de Projeto.
Dia 26 passado foram comemorados os 40 anos do ensino das artes visuais na Universidade Federal do Pará tomado como marco o curso de Educação Artística com Habitação em Artes Plásticas implementado em 1976.
A certificação de Honra ao Mérito, instituída pela Resolução nº14/2016 do ICA – Instituto de Ciências da Arte –, foi entregue a alguns professores e aos funcionários mais antigos em cerimônia realizada com a presença do magnífico reitor na sala de projeções do prédio anexo ao Ateliê de Arte.
Alguns dos professores e funcionários homenageados presentes à cerimônia junto à atual administração acadêmica: Ronaldo Moraes Rêgo, Haroldo Baleixe, Ana Del Tabor, Zélia Amador, Fernando Pessoa, Orlando Maneschy, Afonso Medeiros, Edilson Coelho, Rosângela Britto (diretora da FAV), Luizan Pinheiro, Maurilo Pantoja, Cláudia Leão (coordenadora da graduação em AV), Sandra Mello, Neder Charone e Ida Hamoy.
Foram expedidas 25 certificações além das 15 vistas acima; saiba mais sobre todas na página do ICA.
Fotografias: Joaquim Netto.
Postscriptvm: subsídios à correção da página do ICA em acordo com a metodologia utilizada pela Faculdade de Artes Visuais à homenagem:
Médici e a Resolução 26/1970 do CONSUN (ampliável)
A Resolução nº26 de 17 de setembro de 1970 pode ser acessada na página da SEGE – Secretaria-Geral dos Conselhos Superiores Deliberativos – da UFPA; lá também estão arquivadas as resoluções que titularam doctor honoris causa em 1967 Tarso Dutra e 1971 Jarbas Passarinho.
O documento que se refere ao título honorífico de Artur da Costa e Silva não foi encontrado naquele site.
O audiovisual é um recorte do Cine Jornal Informativo nº 108
A série informativa obtida nas três postagens subsequentes nos permite afirmar que o Campus Universitário do Guamá foi inaugurado no dia 13 de agosto de 1968 como Conjunto Pioneiro* da Universidade Federal do Pará pelo ditador militar marechal Artur da Costa e Silva.
Há, em O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPA, dezesseis registros imagéticos do episódio divulgado pela revista O Cruzeiro de 21 de setembro de 1968 que dão outra significação ao filme porque revelam alguns protagonistas da cerimônia na UFPA que titulou doctor honoris causa o segundo presidente imposto pelo Golpe de 1964.
Costa e Silva cortou a fita inaugural no portão principal do Campus e dirigiu-se ao auditório onde ocorreram os discursos e a outorga da láurea.
Está em aberto, por enquanto, o exato local do dito auditório; ao que tudo indica usou-se, ou usava-se, um dos pavilhões sem as divisórias que o transformava em salas de aula; resta saber qual deles:
Imagem aérea do Campus possivelmente na virada da década de 1960 para 1970
*É mais comum ler ou escutar o termo núcleo pioneiro.
A revista O Cruzeiro de 21 de setembro de 1968 corrobora anotações em fotografias de O acervo fotográfico não identificado da BC/UFPA dando sequência aos registros dos fatos: a inauguração do Conjunto Pioneiro da UFPA e a outorga do título de doutor honoris causa ao ditador militar marechal Artur da Costa e Silva.
O periódico deixa claro que a solenidade foi no auditório do Conjunto Pioneiro; contudo, ainda não foi possível identificar qual prédio fosse à época.
É importante, antes ou depois de ver as fotografias do dia 13 de agosto de 1968, ler a matéria de O Cruzeiro, pois nela consta a narrativa dos acontecimentos que lhes ordenam:
Postscriptvm:
Em Agência Nacional — Cine Jornal Informativo — 1968, publicação de outubro de 2012 do Blog da FAU, é possível, já no começo, assistir à película da cerimônia: