O Complexo Fábrica de Cerveja Paraense

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Postais ampliáveis

Os postais acima aparentam ser da mesma época – note-se o kiosque em ambos –, não possuem datação*, mas dão à vista o conjunto da Fábrica de Cerveja Paraense composto, na sequencia da numeração da via, pelo Theatro Bar Paraense (4), pelo gradil da Fábrica com dois portões para carros (3), o Bar Pilsen (2) e o Theatro Popular (1).
Esse complexo fabril e comercial foi posto à venda depois de decretada, em 12 de abril de 1940, sua penhora por ação judicial do Banco do Pará.
Anúncio da venda publicado em jornal da capital da República no mês de  junho de 1940:

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Ampliável

O cruzamento das informações acima permitiu um esboço da localização dos prédios em questão na extensão da Avenida da Independência:

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A perspectiva (ampliável) será necessária às publicações futuras e a ela se recorrerá como referência do que fora (supostamente Circo Olympico/Jardim Mithologico) e do que seria o lugar (Jardim Independência).

*O selo de 50 Réis com a efígie de Alvares Cabral, segundo sites filatelistas, faz parte da coleção Alegorias e Próceres da República; o carimbo de postagem sugere o ano de 1911, mas o selo circulou entre 1906 e 1917 – há possibilidade das fotografias serem de 1910 no final da intendência de Antonio José de Lemos (1897-1911).


Postscriptvm:

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Postal do mesmo período revela o que se via a partir do portão de autos da Companhia de Cerveja Paraense.

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Onde ficava o Jardim Mythologico de Belém do Pará?

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Alguém ouviu falar em Circo Olympico ou Jardim Mythologico? Parece que nem o filigranista Vicente Salles, que bem descreve o fervor da pluralidade cultural nas cercanias do Largo de Nazaré em A Música e o Tempo no Grão-Pará, tomou conhecimento desse paraíso privado explorado por Gomes Junior & Cia. que arrebatou público e notabilizou-se à semelhança do Theatro de N. S. da Paz e Theatro Chalet entre 1871 e 1874 no Almanach Administrativo, Mercantil, Industrial e Noticioso da Província do Pará.
Inaugurado como Circo Olympico no final de 1870 em 04 de junho de 1871 foi rebatizado Jardim Mythologico sem mudar de lugar: à Avenida da Independência defronte da estação da Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense que naquele ano (1871) iniciara suas atividades de transporte coletivo e carga por wagons atrelados a locomotivas a vapor – só depois, em retrocesso, viriam os animais como força motriz complementar a essa atividade da Urbana.
Para melhor entendimento do que compunha aquele espaço particular de recreio público é fundamental ler Variedades Manduca em O Liberal do Pará de 21SET1871; essa matéria dá substância à especulação de que a área do Jardim Mythologico fora a mesma onde se erigiu a Fábrica de Cerveja Paraense.

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É difícil crer que uma usina implementada ao longo de cinco anos, ainda necessitada das ampliações que realmente teve com o aumento da produção e a diversidade de atividades comerciais em seu terreno, daria prioridade (o postal mostra o embrião do complexo) a um jardim com pavilhão delgado em franco contraste à fortificação inerente à Fábrica de Cerveja Paraense.
Seria mais convincente a hipótese de o jardim demarcado e o coreto serem equipamentos remanescentes do Jardim Mythologico; o qual, além de área planejada em harmonia com a flora, possuía edificações típicas e pavilhões; inclusive houve destaque em propaganda de 1872 à inauguração do Pavilhão de Apollo:

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Ampliável

Sabe-se, pelos relatos de Jacques Ourique em O Estado do Pará na Exposição de 1908, que o terreno destinado à construção da Fábrica de Cerveja Paraense fora adquirido de Dona Maria da Ponte e Souza em 1899; todavia, ainda não encontramos nenhuma relação desta com Gomes Junior e Cia. proprietários ou usuários do lugar 25 anos antes da negociação.

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O jardim acompanha a evolução construtiva da FCP tendo também seus acréscimos (pavilhão com telhas de barro e pombal) e reformulações paisagísticas

O texto trabalha com suposições portanto novas informações pretéritas podem tanto corroborar quanto combalir este raciocínio possível pelas raras imagens disponíveis da Fábrica de Cerveja Paraense (nenhuma do Jardim Mythologico).

Fontes da matéria:
Jardim Mithologico e Companhia Urbana da Estrada de Ferro de Paraense.

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Succursal da Real Fábrica Palmeira à Avenida da Independência, 12

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Ampliável por clique

O Almanak Henault de 1910 provoca grande confusão ao publicar uma fotografia da Succursal da Real Fábrica Palmeira antes da construção do Theatro Bar Paraense e, na mesma página comercial, a imagem do dito em pé e pleno funcionamento.
A Succursal da Independência fora erigida em terreno próprio e distinto – apesar de contíguo – ao do Theatro Bar Paraense; este levantado na área pertencente à Companhia de Cerveja Paraense adquirida em 1899, por tal sociedade anônima, de Maria da Ponte e Souza, segundo o livro O Estado do Pará na Exposição de 1908, de Jacques Ourique – por algum contrato, que não sabemos do teor, a firma de Jorge Corrêa e Cia. explorava o Theatro Bar Paraense:

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A Palmeira da Independência, como mostra o detalhe de um postal (sem datação) da última edição (2014) do Belém da Saudade, acoplou-se ao Theatro Bar Paraense desaparecendo da vista o alpendre que estava em território da Fábrica para dar lugar ao portal (moldura) com a inscrição Palmeira.
O hoje número 130 daquela via (avenida Governador Magalhães Barata) guarda em sua fachada raro resquício do que fora a Succursal da Independência: a bandeira gradeada em ferro, aparentemente original, na porta que remanesce:

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Por ora não se tem imagens do interior da Succursal da Independência (nem da época, nem atuais); contudo, o lugar conserva mais evidências:

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A marcação da cobertura original e os acréscimos feitos na edificação podem ser vistos pelo prédio a ela vizinho onde se percebe, com o declive do terreno, a dimensão de um pavimento inferior que hoje tem, por seu respiro na fachada e acesso interno, a conformação de porão e é habitado por  inquilino distinto ao do nível da rua com assoalho a menos de metro e subida por pequena escada com corre-mão – certamente arrumações de reformas e/ou adaptações.

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Ao final da área construída (original mais aditivos), aproximadamente 40 metros pela régua do Google Earth no sentido longitudinal do terreno de uns 65, revela-se uma muralha não rebocada [propositalmente(?)] pela face no quintal da casa.
Sem acesso ao pavimento de baixo [porão(?)] e ao quintal não foi possível verificar se os tijolos possuem prensagem de alguma olaria regional ou mesmo da Companhia Fluminense de Tijolos ou outra usina carioca de cerâmica gerenciada pelo engenheiro industrial espanhol Claudio Solanes; o certo é que o espesso muro ou parede é parte da demarcação dos limites do Jardim Independência guardião do desenho e metragem da superfície de 40.000 m² que pertenceu à Fábrica de Cerveja Paraense.

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O Pavilhão de Flora; por Joseph Léon Righini

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O italiano Joseph León Righini litografou o Largo de Nazareth e nele o Pavilhão de Flora demolido à construção do Pavilhão de Vesta em 1891.

Mais em O desabamento do Pavilhão de Vesta no Largo de Nazareth.

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Loas à Biblioteca Arthur Vianna

Percebemos hoje o quanto evoluiu a página de Obras Raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna: um significativo acervo – diga-se: profissionalmente digitalizado –  de obras completas está disponível para consulta.
O BF já meteu o malho na Biblioteca Pública pela proibição de fotografar tais obras e disponibilizá-las parcialmente cobrando pelo arquivo completo em pdf.
Parece que a nossa colega de FAU e querida amiga Dina Oliveira, atual superintendente da Fundação Cultural do Estado do Pará, deu termo ao problema que afligia os pesquisadores de todos os bolsos.
Esperamos que haja celeridade na virtualização desse material, tanto pela carência de fontes fiáveis na Internet, quanto pela própria integridade dessa memória física.
Já pusemos o ícone da Biblioteca Pública Arthur Vianna na coluna direita desta página junto às outras referências basilares da WEB.

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Charge enviada pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda

Fábrica de Cervejaria Paraense na Revista Paraense de 13MAR1909:

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Pindobussú de Lemos, director e proprietario da Revista Paraense, era filho do Intendente Municipal Antonio José de Lemos.
Observamos que a chaminé não representa a realidade: está posicionada à esquerda do conjunto fabril.

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Os 21 anos da Fábrica de Cerveja Paraense

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Imagens do parque industrial da Fábrica de Cerveja Paraense em 1910 e sua marca registrada em 1920 na Junta Comercial do Pará.

O jornal carioca O Paiz de 12SET1926, por ocasião do 21º aniversário (considerado o ano de 1905 quando efetivamente iniciou a produção) da Fábrica de Cerveja Paraense, faz um resumo da trajetória da indústria até o dia da publicação desse periódico:

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Note-se que foram necessários cinco anos à construção da estrutura fabril dada, segundo O Pará de 19DEZ1899 e o Diário do Maranhão de 28DEZ1899, às expertises do engenheiro industrial Claudio Solanes – espanhol residente no Rio de Janeiro onde requereu patente de um systema novo (machina) que ensejaria em 1891 a Companhia Fluminense de Tijolos inaugurada em 18 de setembro de 1892.
Claudio Solanes já mostrara resultados, em 1897, com a modernização produtiva da cerveja Babylonia Brau com sede na Capital Federal.
As investigações, ora em curso, apontam o trabalho de Solanes como específico à configuração do Grande Empório Industrial, possivelmente (porque ainda é especulativo) assentado no terreno onde funcionara, nos primeiros anos da década de 1870, o Jardim Mythologico.
Acredita-se que outras construções foram acrescidas na área da Fábrica de Cerveja Paraense após 1905: o Club Allemão com seu anexo para jogos, o Bar Paraense, o Bar Pilsen e o Cinema Popular – todos de datações dessabidas.
Destacamos o (Theatro) Bar Paraense, que mesmo dentro do complexo da F. C. P., contíguo à sucursal da Real Fábrica Palmeira, era tido como propriedade de Jorge Corrêa e Cia:

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O (Theatro) Bar Paraense, distinto das edificações fortificadas para suportar equipamentos pesados atribuídas a Solanes,  guarda semelhanças arquitetônicas com o Pavilhão projetado por Theodoro Braga em 1908 à Exposição Nacional do Rio de Janeiro:

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Esperamos, em matéria próxima, tratar do declínio da Fábrica de Cerveja Paraense na década de 1930, entrando a mesma na fase de liquidação em 1939 e posta a leilão em 1940.
Em 1947, por decreto do major Moura Carvalho, então governador do Estado do Pará, a já extinta Fábrica de Cerveja Paraense foi vendida à Companhia de Cerveja Brahma do Rio de Janeiro e em 1962 recomprada com capital paraense pelo doutor Otávio Meira e filhos  (Alcyr Boris e Paulo Rubio) ao Loteamento Jardim Independência.


Postscriptvm (24NOV2016):

A Fábrica de Cerveja Paraense nada tem a ver com a CERPA – Cervejaria Paraense.
A Fábrica de Cerveja Paraense localizava-se na hoje avenida Magalhães Barata (antiga Independência), defronte ao prédio da CELPA – Centrais Elétricas do Pará –; antiga Estação de Bonds.
A Fábrica de Cerveja Paraense e seus terrenos deram origem ao conjunto residencial Jardim Independência em 1962.

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BF chega aos 700 mil acessos (por IP)

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A arquitetura de Theodoro Braga em pré-moldado regional de 1908

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Fotografia do Pavilhão da Fábrica de Cerveja Paraense erigido na Exposição Nacional do Rio de Janeiro de 1908 publicada na revista O Malho (RJ) de 05SET1908 – a imagem tem link à pagina onde se lê apenas Th. Braga.

Dois jornais da época dão ao entendimento que o projeto arquitetônico do Pavilhão da Fábrica de Cerveja Paraense fora concebido em Belém, enviado ao Rio de Janeiro para determinação de sua localização na Exposição Nacional de 1908 e depois, pronto (supostamente montado e desmontado), transportado à capital da República por vapor; O Malho arremata a informação dizendo que o edifício esteve “sob projecto e direcção do pintor paraense”.
É elementar que Theodoro Braga tenha pensado um pavilhão pré-fabricado com madeiras típicas da região amazônica (acapú, pau amarelo…) aos componentes do desenho que espelha seu pensamento nacionalista sobre artes decorativas aplicadas:

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Fonte do Álbum de 1908: UFPA 2.0.

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Belém de todas as épocas

Registros da exposição ontem, no final da abertura:

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Divulgação

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A exposição Belém de Todas as Épocas, que terá vernissage hoje no hall da FIEPA – Federação das Indústria do Estado do Pará –, prezou pela participação popular quando seu curador solicitou, por meio de mídias (tradicionais e alternativas), que as pessoas contribuíssem com imagens antigas da cidade de Belém.
Carlos Pará, jornalista editor da Revista PZZ e responsável pela curadoria, comunicou-nos que no espaço da mostra haverá uma tela com 60 polegadas conectada à Internet para franco acesso ao conteúdo do Projeto Blog da FAU; daí a logo no cartazete.

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Divulgação

Atividades do movimento #OCUPAFAU para amanhã, sexta-feira, dia 18:
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A inauguração do Colégio Augusto Meira – 1965

Cid Moreira, narrador do cinejornal com o título Inauguração do Colégio Augusto Meira, releva que o 1º de abril de 1965 não deixara, sob o Regime Militar, de ser o Dia da Mentira: … O doutor Otávio Meira, filho do homenageado, e o governador do Estado (Tenente-coronel Jarbas Gonçalves Passarinho) inauguraram o magnífico estabelecimento que foi construído em tempo record: três meses… 
O projeto do engenheiro civil Dilermando Cairo de Oliveira Menescal, concebido originalmente à construção da Maternidade-escola de Belém, fora abandonado em sua estrutura de concreto armado entre 1957 e 1964; Dilermando Menescal, em 1964, compunha o staff de Jarbas Passarinho como Secretário de Obras, Terras e Águas.
Na verdade o tempo record: três meses fora utilizado à vedação em alvenaria e acabamento de uma obra contratada em 1952 pela diretoria da Sociedade Pro-Mater que por esta (obra) pagou ao engenheiro construtor (Menescal) a importância de um milhão e quatrocentos mil cruzeiros, como parte inicial da execução do mesmo contrato.

Para melhor entendimento sobre o assunto, ler as publicações: A maternidade-escola que virou colégio em Belém (1) e A maternidade-escola que virou colégio em Belém (2).

Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.

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Inauguração da sede campestre do Bancrevea em Brasília – 1963

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A placa confirma a datação do evento comemorativo

Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.

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Inauguração do Grupo Escolar Professor Paulo Maranhão [1963?]

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Fotograma do cinejornal

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Imagem recente do Google View: avenida José Bonifácio, 1301

Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.


Postscriptvm (11JUL2017):

Fotografia do livro História da Lepra no Brazil, Volume II.

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Marcas do Tempo é premiado no 58° Jabuti

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O livro Marcas do Tempo: Registros das Marcas Comerciais do Pará – 1895 a 1922  da editora da Secretaria de Cultura do Pará / Junta Comercial do Pará conquistou a terceira colocação com o projeto gráfico de Paulo Maurício Coutinho.
Paulo Maurício foi o vencedor do concurso da Prefeitura Municipal de Belém à marca oficial dos 400 anos de Belém.

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Divulgação/convite à FAU

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Sobras da Universidade do Pará na maquetaria da FAU

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Projetor alemão de transparências (slides) e opacos parecido ao do fotograma de cinejornal titulado como Conferência do Coronel Janary Nunes no início dos anos 1960 ocorrida na Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

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Cadeira escolar anatômica em fibra de vidro que, como o projetor alemão, tem a placa de tombamento com a inscrição Universidade do Pará; ou seja: ambos anteriores ao ano de 1965.

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Carnaval no Bancrevea [1958?]

O narrador do cinejornal diz:  Sábado magro (o que precede em uma semana o sábado gordo)… O Bancrevea abriu as portas do Palace Teatro (Grande Hotel) com a realização de sua primeira festa carnavalesca… Constituindo uma nota sensacional a eleição da Rainha do Carnaval bancreviano, senhorita Léa Fiúza de Melo…
Os dados contidos na película são insuficientes a uma datação imediata; contudo, o colaborador Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém, encontrou, na Internet, a matéria Em 1958, Léa Fiúza de Melo levou o título para o Bancrévea, folgando a possibilidade do registro ser de 1958.
Duas fotografias do arquivo pessoal de Léa como Rainha das Rainhas do Carnaval Paraense de 1958 pelo Bancrevea ajudam a admitir a datação:

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Léa Fiúza de Melo aos 15 anos e sua fantasia A Deusa do Mar Vermelho no Clube Asssembléia Paraense; evento posterior ao da fita, mas admissível como do mesmo ano (1958).

Recorte de material pertencente
à Biblioteca Virtual Landi.

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Do Facebook

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