Reconhecimento das fotos tiradas por Pendleton em 1949 (5)

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Praça da República: Quadra 2.

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Praça da República: Viela General Gurjão.

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Reconhecimento das fotos tiradas por Pendleton em 1949 (4)

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Imagem da Praça da República em 1949 com duas normalistas do IEP à esquerda; na mesma foto ampliada, vê-se ao fundo, na esquina da Serzedelo com Nazareth, o antigo prédio da Casa Outeiro, demolido posteriormente para dar lugar ao segundo e maior bloco do edifício Manoel Pinto da Silva.

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Vista semelhante nos dias de hoje.

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Reconhecimento das fotos tiradas por Pendleton em 1949 (3)

p3Rua Gama Abreu esquina com a Rua Arcipreste Manoel Teodoro.

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No Google Street View a sede da antiga ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS FEDERAES DO PARÁ está identificada pelo número 138 da Rua Gama Abreu.

Reconhecimento: geólogo Igor Pacheco, do Fragmentos de Belém.

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Postscriptvm de 10/mar/2014:

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Paul Klee ─ O diário de um artista

Material enviado pelo professor José Maria Coelho Bassalo.

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Reconhecimento das fotos tiradas por Pendleton em 1949 (2)

corel744 Travessa Presidente Pernambuco sem número visível.

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O mesmo em imagem do Google Street View.

Reconhecimento: bibliotecária Regina Vitória Fonseca.

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Postscriptvm de 10/mar/2014:

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Reconhecimento das fotos tiradas por Pendleton em 1949 (1)

corel745 Travessa Quintino Bocaiuva com numeração antiga visível: 880.

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Fotografia do Google Street View com numeração recente: 1388.

Reconhecimento: professora Cybelle Salvador Miranda.

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Grande Hotel e adjacências em 1949

GH 1949 (4)Foto externa do Grande Hotel feita em 24 de outubro de 1949 por Robert Larimore Pendleton.

GH 1949 (3) GH 1949 (2) GH 1949Contudo: em 19 de outubro de 1949 Pendleton  já havia apontado sua câmera para esboçar uma vista panorâmica de Belém a partir da janela de seu quarto no Grande Hotel ─ sentido sudoeste, oeste e noroeste ─, esse material, ampliado, torna-se-á rico às pesquisas de história da arquitetura e do urbanismo, principalmente pela precisa datação.

Alguns exemplos  disso:

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Largo da Trindade visto de uma janela dos fundos do Grande Hotel .

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O Hotel e Café da Paz visto pela esquina da Carlos Gomes com a 1º de Março.

Fonte: UWM Libraries.

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Do DiárioOnLine

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Casario da Trindade ─ 1949 e hoje

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Fonte: UWM Libraries.

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Fonte: Google Street View.

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Postscriptvm de 10/mar/2014:

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Fotografia recente ilustrando o comentário de Robson Santos.

Fonte: BF.

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Edifício Piedade em 1949; por Robert Larimore Pendleton

EP 1949 EP 1949 (2) EP 1949 (3)
Fonte: Digital Collections University of Wisconsin Milwaukee.
Datação: outubro de 1949.

Orientação aproximada dos pontos de vista das fotografias:

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Divulgação/convite à FAU

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Convido para a abertura da mostra 21 Cabeças, na Elf Galeria.

Na edição da mostra número 329, a Elf galeria apresenta a exposição 21 Cabeças. Coletiva de acervo, que tem a curadoria de Luena Muller Chaves, composta pelo talento de 10 artistas plásticos: Alan Raphael; Gil Vicente; Haroldo Baleixe; Ivald Granato; Luciano Oliveira; Luis Trimano; PP Condurú; R Meira; Rosangela Britto e Simões.  São 21 Cabeças, 21 rostos de vários mundos, de olhares contemplativos, enérgicos, solitários, indagadores, com ou sem sorrisos, que suportam camadas de nanquim, aguada, pastel, acrílica, ou desenhos limpos, executados em linhas finas, mas capazes de exprimir tudo o que está dentro do humano, e lá permanece, até que outras subjetividades os interpelem com suas percepções. São retratos, traços de tinta, ângulos, enquadramentos que podem reter a magia que cada cabeça tem, e revelar o essencial, permitindo ver no outro rosto a nossa clausura, a projeção do nosso próprio rosto, da nossa própria cabeça.

As 21 Cabeças fomentam o papo-cabeça [na Elf galeria], onde as imagens formam quebra- cabeças, às vezes, também, conversas sem pés nem cabeça, mas cheias de ideias para meter na cabeça, ou outras que antes nem passavam pela nossa cabeça. Imagens que fazem fervilhar a nossa cabeça dura, ou nos obrigam a por a cabeça de molho e até manter a cabeça fria, pra aliviar as dores de cabeça da vida.
São as provocações da arte que saem das paredes e passam a ocupar lugar na nossa cabeça! [Né, Ingo Muller?] E por aí vai… Vai porque personagens concretos ou não povoam a galeria; e em cada sala, um traço e – no seu conjunto – a expressão coletiva, instigante, inquietante, de caráter diferente, resultante de contextos diversos, com interpretações próprias [de cada artista]: cabeças com rostos expressivos, não importa se inventados, reais ou surreais. Expressivas 21 Cabeças, que podem estar inclinadas, de perfil, vistas de frente, em meia rotação, em fragmentos, nítidas, emaranhadas, realçando pormenores, emaranhado de linhas ou semblantes nublados, conforme esteve a alma do seu criador ao lhe dar vida artística, enfatizando que em cada cabeça há a uma sentença.

Abertura dia 8 de março de 2014, de 11 horas às 14h.

Visitação até 29 de março, de terça a sexta-feira, de 10 às 13h e de 15 às 19h.
Sábados, de 10 às 17h.

Aguardo a sua presença,
Lucinha Chaves

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Um voo sobre o Souza em 1949

corel713 A fotografia acima, pertencente à Digital Collections University of Wisconsin Milwaukee, foi feita pelo geógrafo e professor estadunidense Robert Larimore Pendleton no dia 12 de setembro de 1949.
Com a colaboração dos pesquisadores Fernando Luiz Tavares Marques e Igor Pacheco conseguiu-se identificar o arruamento da época em comparação às imagens atuais disponíveis no Google Earth.

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corel715Recorte da imagem do aeroporto Campo de Souza/Aeroclube do Pará (hoje Brigadeiro Protásio de Oliveira) comparada à foto de satélite do Google Earth: enxerga-se na estampa de 1949 o final das avenidas 25 de Setembro e Duque de Caxias ─ também é possível perceber no campo de aviação a existência de dois hangares.

corel712 corel714Neste outro janelamento da foto de Pendleton comparado à imagem do Google Earth se consegue, pelas manchas, perceber o Asilo da Mendicidade/Asilo Dom Macedo Costa (hoje Escola de Governo) e um campo de futebol na área do 2ºBIS ─ a orientação do campo fundamenta a análise.

As conclusões podem ser contestadas pelos internautas; caso haja interpretação mais coerente, faremos aqui as retificações pertinentes.

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Do UOL COPA

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Drones

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Organifationsbuch Der NSDAP (1937)

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Organifationsbuch Der NSDAP. (PDF do BF)

NSDAP ─ Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães).

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Grande Hotel e adjacências em 1935

coMesas e cadeiras de ferro defronte ao Grande Hotel e visão de uma porta lateral do Cinema  Olympia.

corel685Ao fundo a esquina da Silva Santos vista do segundo pavimento do Grande Hotel.

corel684Bonde e Bar do Parque vistos do segundo pavimento do Grande Hotel.

corel686Esquina da Carlos Gomes vista do segundo pavimento do Grande Hotel.

corel688Fachada do Grande Hotel ao fundo; em cartaz: “A Symphonia Inacabaca” ─ Leise
flehen meine Lieder, Alemanha 1933, no vizinho Olympia.

corel687Teatro da Paz visto da calçada do Grande Hotel.

1935 - Robert Swantson Platt

Vista do Bar do Parque e Teatro da Paz a partir da calçada do Grande Hotel.

As fotografias acima são mais um achado do colaborador Igor Pacheco, editor do site Fragmentos de Belém; elas pertencem a Digital Collections University of Wisconsin Milwaukee.
As fotografias são atribuídas ao geógrafo e professor estadunidense Robert Swanton Platt e a mulher que aparece na sequência das últimas imagens é Harriet Shanks Platt, sua esposa e tradutora nas excursões pelo mundo que implicaram na montagem da coleção.

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Dentre as fotografias disponíveis nas coleções digitais da UWM Libraries há outra imagem do Grande Hotel, essa atribuída ao também geógrafo e professor Robert Larimore Pendleton, contemporâneo de Platt.
A estampa mostra o Grande Hotel no ano de 1949 ─ 14 anos mais tarde:

1949 - Robert Larimore Pendleton

No canto superior esquerdo da foto se vê a mudança na fachada do Cinema Oympia.

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Postscriptvm (05/mar/2014)

Igor Pacheco nos chamou a atenção para um vacilo de identificação em uma das imagens desta postagem: onde se lia, porque a postagem já está corrigida, “Cinema Olympia ao fundo; em cartaz: ‘A Symphonia Inacabaca‘ ─ Leise flehen meine Lieder, Alemanha 1933.”, lê-se: “Fachada do Grande Hotel ao fundo; em cartaz ‘A Symphonia Inacabada‘ ─ Leise flehen meine Lieder, Alemanha 1933, no vizinho Olympia”.
A análise de Igor se baseou na comparação do desenho (bandeira e balaustrada) da janela  lateral do Hotel e Café da Paz:

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Um divertido CARNAVAL a todos

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Fonte das imagens: UFJF.

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Divulgação/convite à FAU

CSF

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Ensinamentos de Omar Arroyo Arriaga em anotações de Kaki Afonso

corel667No início do ano de 1989 fiz concurso à carreira do magistério superior na antiga FEP ─ Fundação Educacional do Pará ─ que mais tarde se transformaria na Universidade do Estado do Pará ─ UEPA; a matéria, Desenho e Plástica, serviria ao Curso de Música da FAED, Faculdade de Educação.
A banca fora composta por três professores da UFPA, todos do curso de Arquitetura: Bodhan Bujnovisk, Dina Oliveira e Jaime Bibas.
Quatro provas compuseram a maratona: a de títulos, a escrita, a didática e a prática; não lembro com exatidão os “pontos” sorteados, mas acredito que a didática versasse sobre Imagem: Forma e Conteúdo e a prática estivesse voltada à Identidade Visual: Logomarcas, Marcas e Logotipos.
Diante da amplitude da primeira temática o desespero surgiu de modo inevitável, contudo, dois alentos se seguiram:
O primeiro do Jorge Eiró quando lembrou que o filme Koyaanisqatsi: Life Out of Balance estava disponível para locação na FOXVIDEO; nesse  documentário de 1982 dirigido por Godfrey Reggio com música de Philip Glass, não há diálogos, o que dá relevância à comunicação não verbal.
O segundo da recordação do organizado caderno da minha colega Alcília Afonso de Albuquerque Melo, a Kaki Afonso; nele ela anotava as aulas do “velho” (ele próprio se dizia com mais de 60) Omar Arroyo Arriaga, um dos nossos maestros de diseño no VII Curso Interamericano de Diseño Artesanal ─ enseñanza essa em hiato de quase 28 anos.
O filme o Jorge pegou na FOX.
O Caderno da Kakiah!ah!… esse ela mandou em xérox via SEDEX e chegou a tempo, não só para organizar as ideias e montar um plano de aula coerente, mas para gabaritar a análise da película ─ e, como plus, recordar as broncas que o Omar nos dera e assim bem usar o intelecto do diseño gráfico na missão subsequente: a bendita prova prática.
Entrei para a FEP em maio de 1989 e dela saí, como de outros trabalhos,  em dezembro do mesmo ano para ser DE na UFPA.
O Caderno da Kaki tem apontamentos de 1986 atemporais e extremamente úteis às atuais atividades do oficial Laboratório de Modelos (ou do marginal LAFORA); desse modo, será ele citado na bibliografia do material didático virtual que o professor Jaime de Oliveira Bibas coordena para este ano.

Ei-lo (com reforços de agradecimentos à Kaki):

Haroldo Baleixe.

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Postscriptvm:

Apesar das dificuldades em encontrar o professor Omar Arroyo Arriaga, uma pesquisa na Internet acusa que em 2012 ele estava como diretor do Museo  de La Medicina Mexicana.

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Postscriptvm2:

O BF já publicou Punto y línea… un cuento para diseñadores, por Omar Arroyo; nessa  “cartilha” de diseño básico, um regalo do amado mestre em 1986 aos seus monitores*, há uma dedicatória:

OAA

*Omar montou um grupo com quatro rebeldes que moravam no mesmo alojamento, a eles era dada a tarefa de preparar o material didático às suas aulas do dia seguinte (geralmente à tarde); mas, no comando, estava a poderosa maestrina Kaki, com seu traço seguro, preciso e sensual; o pagamento: cerveja e pizza na madrugada, vindas nos táxis assépticos e honestos de um Distrito Federal fake do primeiro mundo ─ era a Brasília do Sarney, sem carne por causa do natimorto Cruzado.

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