24º Opera Prima

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Tratado de Arquitetura; por Vitrúvio

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Ou:
The Ten Books on Architecture; by Vitruvius

Postscriptvm:
O BF aconselha que os interessados façam imediato download pois os arquivos podem ser deletados do Scribd.

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Divulgação

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Divulgação

CARTAZ AQUARELA 2
“Será no sábado, 15 de junho (sábado), de 8:30 hs. às 18:30 hs. (com intervalo para o almoço) o Workshop de aquarela que irei ministrar no nosso ateliê.
Para participar, não precisa saber desenhar e tão pouco ser um iniciado em aquarela.
Cada participante ganhará todo material necessário para realizar o workshop – pincéis para aquarela, lápis aquarelável, estojo de aquarela 12 cores da KOH-I-NOOR e um exclusivo sketch book com os principais papéis de aquarela existentes no mercado brasileiro tais como Arches 300g. e Montval 300g. (importados) Canson 300g. e 224g.
Será um dia bem diferente, com momentos em atelie e trabalhos externos no Parque do Museu Goeldi.
Investimento:
R$ 280,00 (á vista)
R$ 155,00 (2 vezes)
7 VAGAS.
Informações pelo telefone (91) 8333-5533 ou pelo e-mail: mariobarat@hotmail.com”

Texto do e-mail de Mario Barata recebido pelo BF.

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A expansão de Belém em 28 anos

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Acesse pela imagem ou pelo endereço http://world.time.com/timelapse/, clique em Explore the world e digite Belém do Pará.
A animação, feita com a sequência das imagens de satélite por um período de 28 anos, mostra a ocupação humana pela redução das áreas verdes.

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Brasões originais: Pará e UFPA

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O Brasão do Estado do Pará*, ou Escudo D’armas, foi criado em 1903, sendo o autor do desenho o arquiteto José Castro Figueiredo a partir dos argumentos imagéticos sugeridos pelo historiador e geógrafo Henrique Santa Rosa.
O Brasão da Universidade Federal do Pará**, que até o ano de 1965 se chamava Universidade do Pará ─ provavelmente criado entre 1958-59 ─ é de plena autoria de Maÿr Sampaio Fortuna, com clara referência no Brasão do Estado.

*Imagem retirada da capa do relatório dos 8 anos do governo de Augusto Montenegro, publicado em 1908.
**Pintura adquirida pelo professor Flávio Nassar no Rio de Janeiro que, segundo o vendedor, Luiz Carlos Neves, pertencera ao acervo de Mário Braga Henriques, primeiro reitor da UFPA, de 1957 a 1960 (tempo regular, à época eram 3 anos de mandato).

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Sabiá: quando o verbo saber alcança a liberdade

Para o nosso dileto amigo Stélio Saldanha Santa Rosa:
FAU



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A versatilidade plástica de Maÿr Sampaio Fortuna

B e M
Comparação do Brasão Original da UFPA executado em pintura e fundido em metal nobre para o Medalhão Reitoral usado pelo primeiro reitor da Universidade (Federal) do Pará, Mario Braga Henriques, na solenidade de implantação no Theatro da Paz em 1959; as duas obras foram criadas e executadas por MAÿR, que assim as assinou.

Aos “olhos de águia” do editor chefe do Blog da FAU, professor Jaime Bibas, não escaparam a percepção da pena de escriba no bico da águia e do tinteiro defronte ao livro; há dúvidas com relação aos elementos que ladeiam a urna marajoara, na base do Brasão Original: se são ou não dois pincéis, caso esta afirmativa esteja correta, seria a visão de Maÿr Sampaio Fortuna sobre o ensino da pintura na instituição (visão, não realidade).
A insígnia alude às riquezas naturais da região à época: o café, a extração do látex e o cacau, somados à arqueologia simbolizada pela urna marajoara; além, claro, da águia Guianense sobre o livro, mantidos por Alcyr Meira no “enxugamento” de 1964:

ffffytSomente em 20 de agosto de 1965, pela Lei 4.759 do governo militar de Castelo Branco, as escolas técnicas e universidades passaram a adotar o termo FEDERAL em suas nomenclaturas; portanto, foi sob essa norma da Ditadura Militar, que o Medalhão Reitoral atual foi confeccionado na Distintivos Randal LTDA, no Rio de Janeiro, em data que ainda não conseguimos precisar, mas em meados dos anos 1960:

swew444Observações:
A pintura está sendo negociada pelo professor Flávio Nassar para integrar o acervo da UFPA.
O Medalhão Reitoral de Maÿr encontra-se no acervo do Museu da Universidade Federal do Pará e foi a base que impulsionou esta pesquisa.
Cabeçalhos de cadernos da Escola Primária usavam o termo Universidade do Pará; pelo menos até 1969: acessar a postagem Quando a Universidade do Pará virou Universidade Federal do Pará? que especula sobre o assunto sem o conhecimento da Lei de 1965.

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Registro do vendaval de ontem à tarde na UFPA

O vídeo, feito por um celular, é de autoria do aluno (2010) Luiz Fernando Guimarães, que o obsequiou à publicação no BF.

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Divulgação

Convite Exposição De olho no boi

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O Brasão Original da UFPA nas cores de Maÿr Sampaio Fortuna

Guache MaÿrDemorou, mas agora é possível alcançar a exata dimensão pictórica do Brasão Original da UFPA, à época Universidade do Pará, criado por Maÿr Sampaio Fortuna ─ um valoroso artista plástico que exerceu o cargo de desenhista na Primeira Comissão Demarcadora de Limites, a PCDL.
As descobertas das criações de Maÿr para a Universidade foram alvo de pesquisas públicas veiculadas no Blog da FAU que comprovaram tanto a autoria da primeira insígnia da UFPA, quanto a simbologia adotada desde 1977 pela FADESP ─ Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa ─, que a desconhece.
Maÿr era irmão do secretário da antiga Faculdade de Direito, Frederico Sampaio Fortuna, ambos afiliados ao PSD, o Partido Social Democrático de Magalhães Barata, fato que soterrou politicamente o emblema “ideológico” do regionalismo amazônico.
A imagem que ilustra a postagem foi vista pelo editor do Fragmentos de Belém, Igor Pacheco, no site Mercado Livre, que nos enviou o link ao guache de 22×26 cm.
Na realidade a pintura é uma variação da única referência que tínhamos: a fotografia tirada na cerimônia de implantação da Universidade do Pará no Theatro da Paz em 1959, onde se vê, ao fundo, em generosas dimensões, o primeiro brasão adotado pela Instituição.
Curioso é o fato do vendedor utilizar imagens elaboradas e publicadas no Blog da FAU como parâmetro de importância à peça; o que é benéfico, pois se a FAU não tivesse alardeado a existência de algo anterior a Alcyr Borys de Souza Meira, possivelmente, o que enxergamos acima, ou estaria em uma gaveta a embolorar-se, ou em uma lata de lixo.
Os editores do Blog da FAU ─ HB e JB ─ têm uma proposição ao Magnífico Reitor da UFPA, professor Carlos Edilson de Almeida Maneschy: utilizar o prêmio que ganhamos com a Prática Inovadora em Gestão Universitária 2012 da UFPA para adquirir a obra que julgamos rara e significativa à história e memória institucional, já que até o momento não encontramos (e não encontraremos) nenhum evento de interesse científico que pudesse justificar a retirada de nossas passagens, hospedagens e diárias ─ recompensa intransigente do engessado Edital despreparado às necessidades do que elege.

Postscriptvm (dos editores):
Solicitamos ao vendedor, por e-mail ao Mercado Livre, que nos enviasse uma foto do guache de Maÿr Sampaio Fortuna em foco e alta resolução; caso sejamos atendidos, substituiremos a imagem do post.

Postscriptvm 2 (HB):
O que se apresenta na fotografia desfocada é mais que suficiente para atestar sua autenticidade; Maÿr Sampaio Fortuna, tinha estilo pessoal, não era um maria vai com as outras.

Postscriptvm 3 (HB):
“…às necessidades do que elege.” é extremamente distinto de “de quem elege”, ou: “dos que elege”; nos referimos a investimentos na Prática, em equipamentos e tecnologia de mídia; não em seu práticos, esses podem se afogar no Guamá, afinal, são do LAFORA.

Postscriptvm 3 (HB):
Por todo o descaso acumulado que a Universidade Federal do Pará mantém com o materializador de seu espírito embrionário ─ regionalista setentrião; matiz histórico; cena e cenário à autocompreensão, por contraste absoluto ou gradação  ─; a obra, única para a Instituição aos olhos deste editor, é de valor inestimável.

Postscriptvm 4 (dos editores):
Luiz Neves, que é do Rio de Janeiro, respondeu ao e-mail anexando a fotografia solicitada, que ora ocupa o lugar da que estava fora de foco; Neves disse também que o guache fazia parte do acervo pessoal de Mário Braga Henriques, primeiro reitor da U(F)PA.

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Dos cantos da minha casa (02); por Jaime Bibas

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Dos cantos da minha casa (01); por Jaime Bibas

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Divulgação/convite à FAU

Texto e imagem do e-mail recebido pela diretora da FAU, professora Elcione Moraes:

Bom dia,
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional promove o 9º evento do Ciclo de Palestras 2013 “Conversa Pai D’égua: falando sobre patrimônio”, no próximo dia 07 de junho, às 15h, no auditório do Iphan à Avenida Governador José Malcher, nº 474. A temática abordada será “A importância da comunicação nas organizações”.
No âmbito da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que versa sobre o direito fundamental de acesso à informação pelo cidadão, a comunicação das instituições públicas com a comunidade precisa ser cada vez mais eficiente e o auxilio de profissionais especializados nessa área é muito importante. Neste contexto, a palestra dessa semana nos auxiliará a refletir sobre os meios de comunicação como potenciais instrumentos difusores de informações acerca do patrimônio cultural e mobilizadores para a preservação dos bens culturais.
Jorge Sauma Jr. será o palestrante convidado, ele é jornalista, formado pela Universidade da Amazônia (UNAMA), mestrando em Gestão pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia (Portugal/Lisboa) e pós-graduado em Comunicação Empresarial. Trabalhou no Jornal O Liberal; na assessoria de imprensa do Ministério Público do Estado do Pará (MPE); da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); da Vale; Petrobras; entre outros. Desde 2006 é jornalista contratado da Gaby Comunicação, onde exerce a função de Gerente de Comunicação. Também, desde 2012, é editor do G1 e GLOBOESPORTE.COM, portais de notícias da Rede Globo – onde participou desde o processo de implantação. Foi coordenador da pós-graduação em Gestão da Comunicação Corporativa e da pós-graduação em Gestão Tecnológica da Informação, ambas da ESAMAZ.

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Divulgação/convite à FAU

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Holocaustro Brasileiro; livro de Daniela Arbex

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Leia o restante da matéria, escrita por Eliane Brum ─ prefaciadora do livro ─, direto de sua coluna na revista Época.

Complemento:

Helvecio Ratton fala de seu documentário Em Nome da Razão, de 1977:

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Divulgação

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Sítio do Professor ─ 1987; por Jaime Bibas

No ano de 1987, gestão do prefeito Fernando Coutinho Jorge, quando eu era coordenador adjunto do arquiteto Paulo Chaves, (professor da FAU e secretário de cultura), na extinta
COURB (Coordenadoria de Urbanismo), o pró-reitor da PROINTER Flávio Nassar, presidente da associação de docentes (ADUFPA), nessa época, nos procurou a respeito de um projeto para determinada área no entorno do Campus do Guamá, cuja destinação seria a de abrigar um complexo de lazer denominado SÍTIO DO PROFESSOR.

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Praticávamos na COURB o “urbanismo operacional” denominação do próprio Paulo Chaves, em função de nossos desenhos serem realizados fora do padrão da época, ou, o de traços em tinta nanquim, legendas normografadas e outras normatizações técnicas. Ganhávamos em tempo, finalizando os projetos em papel manteiga, linhas em grafite e legendas feitas na munheca. Detalhes e demais desenhos eram simultâneos ao acompanhamento das obras, postura que se tornou item obrigatório nos contratos da prefeitura com os construtores.

Dessa forma também o tempo era mais aproveitado em pesquisas e conceito dos projetos.

Assim também foi desenvolvido o tema da ADUFPA, que aspirava maior envolvimento dos
professores com o próprio entorno do Campus, pela fixação de atividades lúdicas, além de
socioculturais, esportivas e recreativas. Esses anos em que estive atuando junto a um grupo de jovens quanto talentosos arquitetos, junto com o experiente Engenheiro Osmar Pinheiro de Souza (já falecido), foi sem dúvida dos mais profícuos entre todos aqueles que atuei na minha vida profissional.

Os desenhos do SÍTIO DO PROFESSOR perderam-se no tempo, acho eu, mas entre guardados achei dois deles: a perspectiva geral (acima) e o memorial (abaixo).

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O SÍTIO DO PROFESSOR não vingou, pois a ADUFPA perdeu o terreno para outro projeto que hoje está implantado na mesma área pretérita. Essa memória já faz parte da própria história do Campus da UFPA e talvez possa ser melhor contada pelo professor Flávio Nassar, um dos que sonhou há mais de vinte anos, este sonho hoje tão distante.

[jb]
—-

Postscriptvm (17NOV2024):
Observamos, para registro aos pesquisadores, que o arquiteto Paulo Roberto Chaves Fernandes foi professor do curso de Comunicação Social lotado no Centro de Letras e Artes da UFPA; com a mudança de Centros para Institutos, pelos novos regimento/estatuto, foi aprovada, no Conselho da FAU, a transferência de Paulo Chaves à FAU; entretanto, ele não chegou a dar aulas na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Jaime Bibas faz a afirmativa porque quando ele publicou o texto a aceitação de Paulo Chaves no quadro de professores da FAU era recente, mas não se efetivou com sua presença em salas de aula.

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A primeira postagem de junho

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Fonte: PENSADOR.INFO.

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