Batismo de Sangue; de Helvécio Ratton

São Paulo, fim dos anos 60. O convento dos frades dominicanos torna-se uma trincheira de resistência à ditadura militar que governa o Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis Tito (Caio Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Marku Ribas). Eles logo passam a ser vigiados pela polícia e posteriormente são presos, passando por terríveis torturas.

Título original: Batismo de Sangue
Gênero: Drama
Duração: 110min.
Lançamento (Brasil): 2007
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: Helvécio Ratton
Roteiro: Dani Patarra e Helvécio Ratton
Produção: Helvécio Ratton
Co-produção: Quimera Filmes e V&M do Brasil
Música: Marco Antônio Guimarães
Fotografia: Lauro Escorel
Direção de arte: Adrian Cooper
Figurino: Marjorie Gueller e Joana Porto
Edição: Mair Tavares

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Memórias do chumbo – o futebol nos tempos do condor; de Lúcio de Castro




Sinopse
Profunda investigação sobre as relações futebol e as ditaduras militares do continente sul-americano nas décadas de 60, 70 e 80 em quatro países: Brasil, Argentina, Chile e Uruguai.
Deep investigation about the relation of soccer and the South American military dictatorships of the 1960’s, 70’s and 80’s in four countries: Brazil, Argentina, Chile and Uruguay.

Roteiro/Script: Lúcio de Castro
Fotografia/Cinematography: Rosemberg Faria, Luiz Ribeiro
Montagem/Editing: Fábio Calamari, Alexandre Valim, Andrei Oliveira
Produção/Production: Lúcio de Castro
Trilha Musical/Music: Fábio Calamari
Arte/Art Design: Stela Spironelli
Elenco/Cast: Luis Alberto Volpe (narração), Carlos Caszely

Fonte: cinefoot.org.

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O Brasão Comemorativo de Daniel Campbell (2000)

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Brasão de Campbell: 43 anos de UFPA ou marco da virada do século/milênio.

No ano 2000 o professor Daniel Campbell redesenhou o brasão da Universidade e o propôs como marca comemorativa alusiva aos 43 anos de criação da Instituição.
Ao que nos recordou o professor Fabiano Homobono, o intento de Daniel esbarrou na Resolução Nº17 de 12 de junho de 1969; mesmo assim foi adotado pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo e depois pela Faculdade, em seus papéis timbrados por computador, até hoje.
Nas investigações feitas por quase três anos no Blog da FAU sobre o Brasão Original da U(F)PA, nada encontramos das imagens buscadas  na Internet que parecem ter servido de referência ao trabalho de Campbell ─ pela fita, estrela, tocha e o ano de 1957 ─; ou: dele surgiram:

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Imagens anônimas encontradas na Internet.

Ou Campbell caiu em armadilhas de Internet, ou descobriu variações do Brasão Original (ou do Segundo Brasão) que não foram documentadas.
Por registros fotográficos de 1959 há o Brasão de Maÿr e, por impressão gráfica de 1965, o Brasão de Alcyr; assim, nada mais é, ou fora, oficial.
Um questionamento que deu origem à descoberta de Maÿr e seu Brasão Original por ora tornou-se um viés que infelizmente permanece incógnito.

Uma das imagens acima está no site do grupo de pesquisa em Mineração e Desenvolvimento Sustentável do NAEA, mas lá nada se fala sobre sua história.

Postscriptvm:
Segundo o professor Juliano Ximenes, nos comentários, as “Imagens anônimas encontradas na Internet” são variações da mesma proposição, da autoria de Daniel Campbell: “Ele fez algumas para o pessoal do então DAU escolher”.
Se assim o foi, Campbell redesenhou o emblema, mesmo com novidades, referenciado em Alcyr e nalguma representação do Brasão D’armas do Estado (Original de 1903), porque não dispunha de informações sobre o desenho de Maÿr; caso as tivesse, o resultado gráfico seria distinto.

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Leia como tudo começou em O Brasão Retrô da UFPA (2010); justamente com a dúvida que o Juliano dirimiu hoje.

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Uma Joia; por Monsenhor Leal

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Monsenhor Leal

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O artista gráfico Maÿr Sampaio Fortuna (1970)

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Ampliável.

Material encontrado por Igor Pacheco, editor do Fragmentos de Belém.

Postscriptvm:

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Para agradar (ou agregar) gregos e troianos

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As duas únicas insígnias políticas que a Universidade (Federal) do Pará adotou oficialmente em sua existência: a de Maÿr (criada entre 1958/59) e a de Alcyr (de 1964).
Um mix das duas imagens -─ proposição em estudo pelo BF ─ para servir como imagem-link ao Portal da UFPA.
Comparação entre a imagem anônima do atual escudo da UFPA -─  que suprimiu as águias autorais -─ e um esboço feito pelo BF tendo como referência os trabalhos de Maÿr e Alcyr.

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Divulgação

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Escudo de Armas do Pará; por Theodoro Braga

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ESTYLISAÇÃO NACIONAL DE ARTE DECORATIVA APPLICADA, escrito de Theodoro Braga publicado em 1921 na revista Ilustração Brasileira, parece fornecer pistas sobre as convicções de temática e estilo em Maÿr Sampaio Fortuna; senão vejamos:

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cvbnFonte: 19&20.

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A Sociedade em Rede (PDF)

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Fonte: UFSC.

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Jus Primae Noctis com o Brasão Original da UFPA

foto HB, Rose Norat e Flávio Nassar com o Brasão Original de Maÿr.

No final da tarde de ontem desembalou-se, na sala de reuniões contigua ao gabinete do Reitor, o Brasão Original da Universidade (Federal) do Pará ─ um guache executado entre 1958 e 1959 por Maÿr Sampaio Fortuna ─ adquirido pelo professor Flávio Nassar, de Luiz Carlos Neves, no Rio de Janeiro.
A descoberta da inusitada oferta no site Mercado Livre foi do Igor Pacheco, editor do Fragmentos de Belém, parceiro do BF.
Flávio comprou a peça por menos de 400 Reais, em “suaves prestações”, graças à sensibilidade do vendedor, que não especulou diante da importância histórica que a pintura tem para a UFPA.
O pacote chegou pela manhã, mas Flávio cedeu o Jus Primae Noctis ─ no latim do próprio Flávioao editor do BF que, junto com a professora Rose Norat, comprovou as perfeitas condições da têmpera sobre papel colado em eucatex que segue em fotografia feita por celular:

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O informal acontecimento registrado pelo i-Phone do Flávio Nassar.

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O japonês que colecionava peles tatuadas

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Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, à medida em que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.

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Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos EUA: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2 mil desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3 mil fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foi destruída em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar e guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World” (1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.

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Fonte: Tatoo Tatuagem.

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ASSISTIR FUTEBOL FICOU CHATO?; por Jaime Bibas

!cid_F5047481F1D747D995947C74FEBF2C1C@JaimeBibasPCNão sei, tenho a leve impressão que o football hoje leva em noventa minutos de jogo, como se diz, um chocolate da tecnologia. Comecei indo aos campos de futebol muito cedo, pelas mãos de um saudoso apaixonado pela bola, meu pai. Desde lá vi excepcionais jogadores algures e alhures, num tempo em que ídolos eram apenas seres mortais, facilmente alcançáveis pelos torcedores ainda nas quatro linhas, sem o impedimento de fossos, alambrados, ou seguranças armados. Quando o acento de Pelé era confundido, por vezes, com Pelê.

Depois de jogos ao vivo ou acompanhados pelo rádio, era bom assistir jornais cinematográficos que mostravam resumos de partidas já realizadas, tudo muito rápido, sem replay, mas com a incrível magia que tem o cinema, fora da sala escura, a de gravar impressões físicas em corações e mentes, permitir discussões se houvera falta em tal jogada, bola na mão ou mão na bola e sei lá o que mais em lances duvidosos. Logo após viria uma era dominada pela tevê, o que causou meu gradual afastamento dos gramados de antanho.

São outros, os tempos como alguns deverão dizer. No que concordo. Mas fico, cá com meus botões, entre atilado e saudoso de um tempo em que jogar futebol só significava uma coisa: jogar futebol; em que erros de arbitragem não eram monitorados senão, muito tempo depois, por uma fortuita imagem de cinema, em que jornais grafariam crônicas magistrais no feitio do grande Nelson Rodrigues, em que treinadores podiam ser abatufados, bonachões, posavam para fotos com chuteiras calçadas em pares de meias do tipo social e se permitiam cochilar no intervalo das partidas, porque no segundo tempo os jogadores resolveriam tudo, como diziam do lendário Vicente Feola. Ou até mesmo de um tempo em que autoridades não eram vaiadas nos estádios. Nostalgia algo imprópria agora? Bem amigos… É, bem, possível.

Não consegui ontem, por questões outras, assistir aos noventa minutos do primeiro jogo da seleção na copa das confederações. Quando cheguei na frente da pequena televisão, com apenas 10 polegadas de tela, já o Brasil vencia os japoneses, bem fraquinhos por sinal, por dois gols. Ainda foi possível ver Felipão, respirar fundo aliviado, a seleção se movimentar bem em meio de adversários que sabem correr, mas, sem nenhuma direção, atropelando tudo. Vi o óbvio, a vitória da seleção brasileira. E já que não vira o jogo, tentei hoje, acompanhar as análises sobre o futebol de ontem, talvez as principais jogadas, como nos antigos jornais do cinema, em programa especializado.

Estou, possivelmente, mais informado, acho, que telespectadore de imensos HD, pois vi jogadas em câmera lenta, com cenas que não foram vistas ontem como por exemplo, o movimento dos músculos, da perna de certo atleta. Estou pra lá de instruído, também, sobre, o tempo, distância e velocidade em quílometros por hora medida em cada jogador, sei que um zagueiro tem o mesmo biótipo de um lutador de judô e quantas vezes determinado jogador levou suas (dele) mãos à cintura. Ainda fiquei sabendo como aconteceram as festas de brasileiros por todo o país e como jogadores de dois times, que ainda nem entraram em campo vão se posicionar nas quatro linhas, tudo mostrado com recursos da alta tecnologia de um gramado virtual. Nada mais sobre o futebol, nem mesmo o que de importante houve, no jogo de ontem.

Me afastei da telinha com uma sensação. A de que tudo deve ter sido muito maçante, pois me assalta, de repente, uma estranha melancolia. Diz que preciso dormir para sonhar, certamente depois de reler alguma crônica de Nelson Rodrigues.

Santa Maria de Belém do Grão Pará, 16 de junho de 2013.

[jb]

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Escola primária em Belém (1905), depois Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará (1924) ─ quem arquitetou o prédio?

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“No ano de 1924, foi publicado o ‘Livro do Centenário’, comemorativo da independência do Brasil, no Pará. Neste foi feita menção ao novo prédio situado no Largo de Santa Rita, próximo ao Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Belém. A Faculdade teria iniciado suas atividades nas novas instalações, que foram reformadas para acomodá-la, à partir de abril de 1924. Neste ano em 4 de setembro, foi conseguida sua oficialização pelo Governo do Estado.” (Dicionário         Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde         no Brasil (1832-1930)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)

Foto enviada pelo professor José Maria de Castro Abreu junior.

O professor José Maria, nos comentários, faz uma correção no texto da referência: onde está escrito Largo de Santa Rita, deveria ser substituído por Largo de Santa Luzia no Dicionário.

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Mensagem de 1901; por Augusto Montenegro.

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Mensagem de 1904; por Augusto Montenegro.

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Mensagem de 1925; por Dyonísio Ausier Bentes.

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