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Divulgação
DO IGARAPÉ AO JARDIM:
Saiba mais sobre o projeto DO IGARAPÉ (do Mata-fome) AO JARDIM no hiperlink.







Fotos da exposição do trabalho na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA
SEMENTES DA ILHA:
Registros em audiovisual do SEMENTES DA ILHA
Registros de 24SET2025 da Oficina de Instrumentalização Técnica ministrada pela professora Dina Oliveira aos alunos participantes do projeto Sementes da Ilha
Divulgação/convite à FAU
Publicado em Defesa de dissertações
Com a tag anna cesar de oliveira arnegger, FAU, Fau ufpa
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LASSAM: a ilha de São João dos Ramos (divulgação)
A ilha de São João dos Ramos (divulgação) é um audiovisual produzido pelo LASSAM – Laboratório de Ambiências, Subjetividade e Sustentabilidade na Amazônia.
O tema do documento é a arquitetura do lugar e os recursos construtivos na história da ilha.
Observamos que a aluna Beatriz Chagas é filha do lugar.
Um inusitado achado no jardim da FAU: banco/banqueta LYON
Última atualização: 10DEZ2025
No dia 24 de novembro (segunda-feira), pós recesso pela COP30, encontrou-se um banco/banqueta bastante danificado sob uma das sapucaias defronte ao Ateliê de Arquitetura.
Percebendo-se que o equipamento, apesar das avarias, poderia ser recuperado para uso, solicitou-se à direção [professores Vanessa Watrin (diretora) e José Júlio Lima (vice-diretor)] que o achado saísse do Campus para os devidos reparos – o que foi feito e o banco (ou banqueta) devolvido à instituição no dia 28NOV2025 (sexta-feira).
Recuperação à reutilização do banco/banqueta – edição de 08DEZ2025 (acréscimo da pintura)
O banco/banqueta em etapa de aplicação de anticorrosivo, mas sem pintura, servindo de modelo nas aulas de Representação e Expressão II – 2025
Sim: o banco/banqueta desempenado e estabilizado no nível volveu à sua função primitiva e está apto a ser usado por pessoas de peso (no amplo sentido); mas, que objeto seria esse? De onde veio? Em que época foi adquirido pela UFPA? Qual o ano de sua fabricação?
Bem… é o que por ora se investiga:
Vanessa e Zé Júlio lembram que o banco/banqueta estava no Chalé de Ferro, inicialmente nele trancado, mas passou a servir de barreira evitando que pessoas adentrassem as varandas do Chalé que também carece de consertos depois que o Numa (Núcleo de Meio Ambiente) o devolveu ao curso de Arquitetura e Urbanismo.
A possiblidade dele ter pertencido ao Chalé de Ferro quando este hospedou o curso de arquitetura na sua implementação em 1964 foi descartada por Maria Beatriz Maneschy Faria, arquiteta responsável pela desmontagem (Almirante Barroso), restauração e remontagem do Chalé de Ferro no Campus no início da década de 1990 – Biá não o reconhece nesse contexto.
Pesquisas revelaram que o banco/banqueta tem o desenho clássico (classic design) de uma corporação estadunidense fundada em 1901, a LYON que até hoje os fabrica redesenhados como Modelo 1901, ano de nascimento da empresa que se fez conhecer (marketing) pela robustez e durabilidade: “poderiam suportar dois gorilas”.
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O modelo básico do LYON 1901 custa hoje US$63,24 (R$343,42 em 09DEZ2025).
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Banqueta de Bar LYON fabricada pela Dyke & Dean no Reino Unido à venda por €291,95 (R$1.853,88) obedecendo o primitivo desenho de 1920 que custava US$2,85 (atualizados: US$ 46,17 – R$250,70 por quanto se compra um banco industrial em média hoje no Brasil).
Atualmente a Dyke & Dean reproduz o banco tradicional da LYON (que a própria LYON excluiu de sua linha fabril) praticando um preço cinco vezes maior na Europa – há farta gama de cores à personalização.
Os sites europeus valorizam esses bancos/banquetas criados pela estadunidense LYON METAL PRODCTS e comercializados no decorrer de décadas sem alterações; dependendo da altura e estado de conservação podem chegar a €500,00 (mais de 3 mil Reais) em sites de antiguidades.

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Se o banco/banqueta LYON iniciou sua produção em 1920 (como afirma a Dyke & Dean): até 1967 nada em seu desenho (e acessórios) fora modificado; apenas as alturas 20″ e 28″ pararam de ser manufaturadas, reduzindo de sete para cinco as opções de escolha.
Os catálogos também revelam a contemporaneidade entre o autêntico Lyon estadunidense e a cópia brasileira ou paraense – um molde que vinha dando certo há 40 anos: um banco/banqueta tipo LYON.
Imagem ampliável à leitura
O uso do banco/banqueta LYON, com e sem espaldar, em atividades industriais e de oficinas; a questão: como ele era usado na UFPA sendo mais alto que uma cadeira convencional e mais baixo que um banco de prancheta?

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As comparações acima foram baseadas no LYON SHOP EQUIPMENT DE 1944 que demonstra a fidelidade ao modelo de 22″ (polegadas – reduzidas para 55cm descontada a espessura do eucatex) de altura com assento de eucatex (acessório em fibra de madeira); o encosto (ou espaldar) também era vendido separadamente: o equipamento industrial básico tinha seu corpo completo em metal; careca: sem prolongadores, pés ou cobertura no tampo.
Uma banqueta (ou banco) com 22 polegadas não é considerada alta nem indicada para bancadas ou mesas de desenho; portando: o banco da UFPA pode ter sido adquirido para atividades administrativas ou laboratoriais na UFPA – certamente o requisito de durabilidade, atribuído aos móveis utilizados em indústrias, oficinais, ginásio de esportes, instalações militares… seria considerado para uma instituição com intenso fluxo e demandas; não é uma peça rara, mas emblemática, pelo que carrega em seu desenho industrial (design) datado dos anos 1920.
O banco (ou banqueta) abandonado no jardim da FAU é um modelo cult até hoje reverenciado e referenciado no mundo pelo nome LYON.
Mas existem diferenças que demostram não ser um LYON legítimo, made in USA: ele não veio da linha de produção estadunidense, pois os encaixes do espaldar são distintos, também não há nele a inscrição LYON AURORA. ILL. YORK. PA. na bordadura traseira do assento em aço – nenhuma identificação do fabricante foi encontrada na peça.
Resta-nos saber quem os forneceu à UFPA: se oriundos de Belém ou outro estado da federação – ou: em hipótese remota: importados.
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Externamente o banco da UFPA é similar em tudo ao LYON de 1944; todavia, a estrutura possui receptáculos diferentes dos originais, impedindo a visão de círculos concêntricos desenhados pelos furos de ventilação do assento plenamente vedados pelo eucatex (no caso da UFPA).

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A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA guarda relíquias adquiridas ao serviço público antes e depois do FEDERAL vigorar em sua nomenclatura – 20 de agosto de 1965.
Recorrendo às páginas amarelas do Catálogo Telefônico de 1965 [ainda Universidade do Pará (UP)], verifica-se a indústria e o comércio de móveis em Belém: que indica como indústria em aço a PORTUENSE GERAL DE EXPORTAÇÃO LTDA e a VICTOR C PORTELA SA REPRESENTAÇÕES E COMÉRCIO com representação comercial da MÓVEIS DE AÇO FIEL S. A. (indústria paulista).
A “JS”, que tem sua logo afixada em um arquivo de aço com tombo posterior a 1965, figura no catálogo telefônico de 1965 como JOSÉ SOARES IMPORTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO INDÚSTRIA especificamente para camas hospitalares situada na Padre Eutíquio nº467; a JS MOVEIS SA só seria criada em 25 de abril de 1967 com endereço na avenida Almirante Barroso 4871 – Souza.
Pelas checagens feitas em jornais e revista dos anos 1960 não se detectou que a paulista MÓVEIS DE AÇO FIEL S. A. produzisse bancos/banquetas; nem alcançamos o que a PORTUENSE GERAL DE EXPORTAÇÃO LTDA fabricava como “móveis em aço”.
Se a JS MOVEIS SA fabricou o arquivo da FAU, de sofisticada manufatura, é possível que o Banco LYON (modelo) tenha saído, também, de sua linha de montagem.
É POSSÌVEL; mas, não CONCLUSIVO; então: segue a pesquisa.
Imagem ampliável
A fábrica da LYON em Aurora, subúrbio de Chicago, Illinois – Estados Unidos; local onde são fabricados os bancos/banquetas LYON 1901, um redesenho do modelo primitivo LYON – “ADJUSTABLE-BACK” STIEL STOOL dos anos 1920.
Sobre a história da LYON METAL PRODUCTS.
O positivo dessa história é que o banco/banqueta foi encontrado na presença dos alunos e as investigações por eles acompanhadas em grupo de WhatsApp; a importância disto está no reconhecimento do lixo, muitas vezes as lixeiras guardam tesouros – compreender o desenho das coisas ajuda em identificações; para este entendimento daremos o exemplo do olho treinado das duas francesas que construíram a Casa Palafita: elas cataram no lixo da cidade (Belém) folhas de portas do final do século XIX início do XX feitas em acapu – tais peças raras estão como “vedação” nos fundos e n’uma lateral da palafita:
Folhas de portas/janelas antigas com venezianas feitas em acapu recolhidas no lixo pelas francesas Sara Lasagni e Églantine Schonbuch.
Postscriptvm:

Matinta – a estrela invisível da COP 30
O Curupira falou pro Cássio que foi a Matinta quem arredou dois torós de janeiro do ano que vem pra segunda-feira passada; parece que ela tava muito invocada com um tar de Alemão e se mandou atrás dele pras Oropa; tadinho: esse tá na pica do quati, nem tabaco sarva.
Cássio Tavernard foi aluno da FAU na década de 1990, hoje é professor do Cinema na UFPA.
Matinta-perera e Curupira – esculturas em epoxi de Nelson Nabiça, ex-aluno da habilitação em Artes Plásticas da UFPA nos anos 2000.
Publicado em Animação
Com a tag alessandro costa, cássio tavernard, FAU, Fau ufpa, nelson nabiça
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O trilho Decauville do Utinga
Dimensões do corte do perfil dos trilhos encontrados no Utinga ditos como de ferrovia leve, portável: DECAUVILLE
Comparativo com objetos de pequeno porte: isqueiro Zippo, caixa de fósforos e Bic
Giro de 360º da amostra de 1,3cm do perfil do trilho leve do Utinga junto a um Zippo clássico
Tanto a tradicional imprensa quanto as mídias sociais têm se interessado pelos trilhos encontrados no parque estadual do Utinga: resultado de uma parceria investigativa entre o IDEFLOR-BIO e este Laboratório Virtual à demanda específica aqui publicada como 1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga – plenamente solucionada em abril passado.
O que deu complexidade ao desdobramento daquela pesquisa foi que além dos trilhos Decauville (amostra do perfil em imagens acima) apareceram mais dois perfis distintos entre si e em dimensões superiores:
Ai temos esboçados três modelos de trilho encontrados no Utinga comparados a um tipo usual da Estrada de Ferro de Bragança (EFB) que possuía Bitola Métrica – um metro de distância entre as varas de trilho (distância entre trilhos).
Se postos em proporção o Decauville é “engolido” pelo trilhão e segue diminuto diante dos dois restantes: os da EFB e os médios existentes no Utinga.
É fato que dois ramais da EFB penetravam na área do Utinga: o Ramal do Catú, que vinha pelo Entroncamento com a finalidade de pegar aterro ao lastro da ferrovia; e: o Ramal do Utinga, construído à recepção do carvão em pedra importado que desembarcava no Porto do Carvão em Pinheiro (Icoaraci) – esse trem deixava o carvão nas Usinas do Utinga possivelmente descrevendo um círculo ao redor dos cinco galpões que as compunham, descarregava e se ia embora como qualquer delivery.
O documento acima joga luz na questão quando afirma que os dois ramais (Utinga e Catú) possuem bitola métrica; ou seja: os outros dois perfis de trilho encontrados no Utinga podem pertencer a esses ramais da Estrada de Ferro de Bragança e são INCOMPATÍVEIS à ferrovia leve, portável: Decauville; esta de bitola inferior: 60 centímetros.

A leveza dos trilhos Decauville de baixo calibre usados em plantações, indústrias, construção civil, portos, minas, operações de guerra, etc… um bem de capital polivalente pelos equipamentos que acoplava sobre material rodante.
Alguns metros de trilhos submersos no canal do Yuna montados sobre dormentes metálicos à semelhança do sistema Decauville; entretanto: ainda não é possível afirmar que confeccionados na indústria francesa de Paul Decauville – podem ser similares de fabricação europeia ou estadunidenses igualmente de fácil transporte, montagem e desmontagem com diversos implementos – temos o produto, mas a marca (Decauville) ainda não apareceu em nenhuma peça.
Sabe-se da aquisição e assentamento da via Decauville pela Folha do Norte de 03FEV1897; Souza Araújo em 1922 afirma que todo o serviço no Utinga, Buiussúquára e Catú está unido por uma linha Decauville de 0m,60 de bitola, em extensão de cerca de 6 kilometros – replicando o dito na mensagem de Augusto Montenegro de 1903 (vinte anos passados); e: Augusto Meira Filho, em 1947, diz haver no Utinga duas locomotivas de 5 toneladas, 60 vagonetes, 4.000 metros de trilhos “Decauville”… (dois quilômetros a menos na via Decauville – depreciação?).
Não há dúvidas da existência dessa malha férrea dentro do Utinga porque, além dos relatos, há fotos em Souza Araújo e Meira Filho, bem como no álbum O PARÁ 1908; só não se pode atestar categoricamente que a marca e o produto tenham correspondência, já que a cineasta Pola Brückner, em seu livro de 1939, chama a “montanha russa” de sua aventura no Utinga de pequeno trem leve, sem se referir à grife Decauville – talvez algo que na Alemanha lhe fosse familiar com(o) o nome de outra forja.
Diante desse dilema o Laboratório Virtual solicitou ao LABTEC – Laboratório de Tecnologia das Construções – uma análise pormenorizada desse pedaço de trilho aparentemente em aço carbono.
Estão à frente dessa checagem os professores Márcio Barata e Euler Arruda Júnior para que possamos dar prosseguimento às verificações históricas em fontes fiáveis e comparações compositivas das ligas; assim, no tempo necessário, o caos se vai à ordem e o céu azula.
Observamos que além da habitual equipe de pesquisa composta pelos editores deste site houve, nesta publicação, a participação do engenheiro florestal Diego Barros do IDEFLOR-BIO.
Referência isolada (EFB): Mensagem Augusto Montenegro 1906.
(As demais nos hiperlinks do texto.)
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Dia 07 de novembro de 2025 (sexta-feira):
Dia 12 de novembro de 2025 (quarta-feira):
A demolição do CLIPPER N°1
Em sua página oito, publica O Liberal de 03 de junho de 1973: Prefeitura começou a demolir os clippers da Av. Portugal.
Pra nós, um furo de reportagem: uma novidade; como se soubéssemos, só agora, do paradeiro de um ente querido: alguém desaparecido no porão de alguma memória.
O que se põe no chão em cimento armado retorcido fora “o” ícone do Streamline Moderne na Arquitetura belenense; projetado pelo arquiteto português Arlindo Guimarães em 1938/39, teve sua forma calcada em um Clipper (como hidroplano da PanAir), daí a nomenclatura CLIPPER às paradas modernas (feitas para ônibus, também usadas por bondes) que vieram depois desse modelo: inclua-se aí o tardio CLIPPER DO GUAMÁ que não permite o sumiço desse termo gringo do nosso vocabulário porque todo mundo sabe onde fica o Clipper do Guamá, referência no bairro – marco antigo pra dobrar à UFPA.
A semelhança com o hidroavião Baby Clipper foi além da mimese: as proporções replicadas na PARADA (de ônibus) defronte à Praça do Relógio davam sensação ao usuário de que ele estava na sombra das asas (em balanço) de um Clipper (da PanAir); daí a população assim o apelidar, ganhando o “N°1” quando o segundo foi erigido no passeio do jardim da Castilhos França: o “Clipper N°2” – nem tão parecido com um hidroplano como seu predecessor.
Deixaremos esta publicação em aberto porque há pauta ao resultado de algumas investigações sobre Arlindo da Costa Guimarães e sua residência pensada no Streamline de um iate.
Mais sobre CLIPPERS no Laboratório Virtual.

O Clipper nº1 antes de ser duplicado na década de 1940 – foto em ângulo mais elevado que as da demolição de 1973

Ângulo reverso aos da demolição: João Alfredo ao fundo (anos 1940)

Foto publicada em O Liberal de 01 de junho de 1973 (pré-demolição); note-se que o equipamento fora duplicado com apoio de colunas – a construção original está mais próxima da esquina da João Alfredo, essa com as “asas” em balanço – com uma delas “apoiando” a edificação extemporânea e incongruente.

O Clipper nº1 foi calcado no hidroplano Fairchild 91 — Baby Clipper

Outra tomada dos anos 1940 ainda em análise para uma datação mais precisa; mas, certamente anterior a 1947

Visão geral do mesmo período: anterior ao Incêndio da Casa Âncora
Publicado em Equipamentos urbanos
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Livro lançado no Instituto de Ciências Médicas da UFPA
Fora lançado no dia 16 de outubro passado o livro Páginas à História da Medicina em Belém, de autoria dos médicos Aristoteles Guilliod de Miranda e José Maria de Castro Abreu Júnior; acompanhe o assunto na página do ICM-UFPA:
Publicado em Medicina
Com a tag 'Aristóteles Guilliod de Miranda', 'FAU-UFPA', 'José Maria de Castro Abreu Júnior', FAU
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Hora da Saúde com Aristoteles Gulliod de Miranda (26OUT2025)
Edição do Laboratório Virtual a partir da matéria bruta
Observamos que o professor doutor Aristoteles Guilliod de Miranda é um dos editores do Laboratório Virtual.
Ari possui um BAÚ (de recortes de jornais) que tem alimentado diversas pesquisas do Laboratório Virtual ao longo desses 15 anos de existência.
A capa do livro tem a participação do Laboratório Virtual na concepção original reprogramada pela editora.
O uso da Casa Palafita e Canteiro por Representação e Expressão II
Registros do uso da Casa Palafita e do canteiro de obras em aulas de Representação e Expressão II somados às imagens de manufatura de uma escada provisória com sobras (descartadas) das madeiras certificadas empregadas na habitação experimental – um encurtamento emergencial de caminho e integração ao canteiro que será substituído por estiva.

(Aos alunos: ok?)
Matérias correlacionadas: A cabana do Lafora e O Jardim do LAFORA; por Renata Monteiro.
A Amazônia brasileira e suas amazonicidades; por Ana Cláudia Cardoso e José Carlos Matos Pereira

Acesse a matéria completa no LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL.
Ou abra A AMAZÔNIA BRASILEIRA E SUAS AMAZONICIDADES em pdf do Laboratório Virtual:
Publicado em Ecologia
Com a tag ana cláudia cardoso, FAU, Fau ufpa, josé carlos matos Pereira
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