LAFORA: Untenable Fashion (2)

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UFPA 2.0 disponibiliza O Negro no Pará, de Vicente Salles

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O NEGRO NO PARÁ – Vicente Salles (PDF).

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Material enviado pela professora Rose Norat.

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LAFORA: Untenable Fashion

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Caixa Cultural São Paulo expõe fotos da viagem de Mário de Andrade à Amazônia

ScreenHunter_41 Mar. 15 19.21 Tarrafeando / Parintins, 1927 (fotografia, acervo IEB USP)

As 60 fotografias feitas em 1927 ressaltam a
estética fotográfica do intelectual paulistano

A Caixa Cultural de São Paulo inaugura no dia 23 de março, às 11 horas, a mostra de fotografias “Mário de Andrade: etnógrafo-fotógrafo-poeta”, com curadoria da pesquisadora Adrienne Firmo. Organizada a partir do acervo do IEB – Instituto de Estudos Brasileiros da USP, a mostra traz a público um recorte de 60 fotografias em preto-e-branco realizadas pelo intelectual paulistano Mário de Andrade (1893-1945) em 1927, durante viagem ao Estado do Pará e ao Peru.

A cultura e a gente nacionais foram os interesses maiores do escritor paulistano Mário de Andrade, que, em 1927, no intuito de desbravar o Brasil, realizou uma viagem etnográfica pelo Norte do país, descrita por ele como “Viagem pelo Amazonas até o Peru, pelo Madeira até a Bolívia, e pelo Marajó até dizer chega”. Durante o trajeto, fez registros fotográficos e escritos sobre a paisagem, o homem e a cultura da região.

O conjunto das fotografias reunidas na mostra “Mário de Andrade: etnógrafo-fotógrafo-poeta” representa o homem, a paisagem, arquitetura e cultura das regiões visitadas. Nele, contudo, é possível fazer um recorte daquelas voltadas para o universo do trabalho e do trabalhador distantes dos grandes centros urbanos do período, a saber, São Paulo e Rio de Janeiro, servindo como instrumento de conhecimento para os modos de vida e trabalho de então nos interiores do país.

Nessas fotos estão registrados os labores no campo com a cana, o café e o gado; os de populações ribeirinhas no transporte de madeira e alimentos; os mercados dos grupos urbanos; as trocas entre citadinos e indígenas; além de referências aos trabalhos femininos como a lavagem de roupas.

“As fotografias demonstram também o empenho do escritor em transmitir por meio de elementos plásticos aquilo que é retratado, fundindo a informação ao valor artístico, além de registrar cada imagem com títulos e legendas que as explicam ou esclarecem, aliando, dessa forma, a ação do turista-etnógrafo à do fotógrafo-poeta”, escreve a curadora Adrienne.

A exposição pretende apresentar dois aspectos da formação cultural brasileira: o trabalho e o registro de suas práticas, ambos representados a um só tempo na visão do trabalho nos interiores do Brasil no inicio do século XX, formulada pela pesquisa etnográfica e artística de Mario de Andrade, fundamental para a formação dos estudos acerca da cultura e do povo brasileiros.

Fotografias e coleções do intelectual

Além deste experimento fotográfico como meio de apreensão do povo e sua cultura, o escritor-fotógrafo Mario de Andrade, em 1928, dedicou-se a nova viagem de reconhecimento do país, sobre a qual enviou cotidianamente crônicas ao Diário Nacional, publicadas na coluna intitulada “O turista aprendiz”. Também guardou em seus arquivos retratos de outras viagens, como até Minas Gerais, sendo a primeira em 1919, e, outra, em 1924, chamada por Mário de Andrade de “Viagem de descoberta do Brasil”. Fotografou, ainda, as férias no interior de São Paulo, entre os anos 1920 e 1930, além de ter colecionado cartões-postais de diversas regiões e povos do Brasil, formando, assim, uma coleção de representações de parte importante das práticas e do viver da nação nos inícios do século XX.

Bate-papo e lançamento de catálogo, dia 13 de abril

No dia 13 de abril, sábado, Adrienne Firmo falará sobre a proposta curatorial, e a pesquisadora Bianca Detino, sobre a importância artística e cultural do arquivo Mário de Andrade, pertencente ao Instituto de Estudos Brasileiros-IEB, da Universidade de São Paulo.”

Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo, 1893 – São Paulo, 1945)

Poeta, romancista, etnógrafo, fotógrafo, crítico de arte e musicólogo. Um dos fundadores do modernismo no Brasil e principal responsável pela realização da Semana de 22. Exerceu por meio de seus escritos e pesquisas grande influência nos estudos sobre a cultura popular e erudita brasileiras. Trabalhou como professor de música e colunista de jornais, sendo conhecido, sobretudo, como romancista e poeta, principalmente por seu romance Macunaíma. Foi diretor-fundador do Departamento de Cultura do Município de São Paulo, criador da Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo e idealizador do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, SPHAN.

SERVIÇO:
Exposição: “Mário de Andrade: etnógrafo-fotógrafo-poeta”,
Abertura para convidados: 23 de março de 2013 (sábado) às 11h
Temporada: de 23 de março a 05 de maio de 2013 (terça-feira a domingo)
Horário: das 9h às 20h
Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Entrada: Franca
Classificação etária: livre
Informações: (11) 3321-4400
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Acesso para pessoas com necessidades especiais
13 de abril – Bate-papo e lançamento de catálogo
Convidados: Adrienne Firmo (pesquisadora e curadora) e Bianca Detino(pesquisadora)
Duração: 1h30
Horário: 15h
Capacidade: 50 pessoas
Inscrições: (11) 3321-4400
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Informações:
Adelante Comunicação Cultural
Décio Hernandez Di Giorgi
Email: dgiorgi@uol.com.br
Tel.: (11) 3589 6212 / 9 8255 3338

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Mais do acervo:

Mário de Andrade, A Vitória do Madeira, 1927 (fotografia, acervo IEB USP) BAIXA1

Mário de Andrade, A Vitória do Madeira, 1927 (fotografia, acervo IEB USP).

MA-F- 001

Mário de Andrade, Abrolhos, abril 1927 (fotografia, acervo IEB USP).

MA-F- 103

Mário de Andrade, Baía, 1927 (fotografia, acervo IEB USP).

MA-F- 099

Mário de Andrade, Mercado de Ver-o-Peso, maio 1927 (fotografia, acervo IEB USP).

Mário de Andrade, Tuiuiú, 1927 (fotografia, acervo IEB USP) BAIXA5

Mário de Andrade, Tuiuiú, 1927 (fotografia, acervo IEB USP).

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O Site Specific em Acácio Sobral

Site Specific

Outros nomes

“Sítio Específico”

Definição
O termo sítio específico faz menção a obras criadas de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. Trata-se, em geral, de trabalhos planejados – muitas vezes fruto de convites – em local certo, em que os elementos esculturais dialogam com o meio circundante, para o qual a obra é elaborada. Nesse sentido, a noção de site specific liga-se à idéia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço – incorporando-o à obra e/ou transformando-o -, seja ele o espaço da galeria, o ambiente natural ou áreas urbanas. Relaciona-se de perto à chamada land art [arte da terra], que inaugura uma relação com o ambiente natural. Não mais paisagem a ser representada, nem manancial de forças passível de expressão plástica, a natureza é o locus onde a arte se enraíza. O espaço físico – deserto, lago, canyon, planície e planalto – apresenta-se como campo em que artistas realizam intervenções precisas, por exemplo em Double Negative [Duplo Negativo], de 1969, em que Michael Heizer (1944) abre grandes fendas no topo de duas mesetas do deserto de Nevada, ou em Spiral Jetty [Píer ou Cais Espiral], que Robert Smithson (1938 – 1973) constrói sobre o Great Salt Lake, em Utah, Estados Unidos, em 1971.

É possível afirmar ainda que as obras ou instalações site specific remetem à noção de arte pública, que designa, em seu sentido corrente, a arte realizada fora dos espaços tradicionalmente dedicados a ela, os museus e galerias. A ideia que se trata de arte fisicamente acessível, que modifica a paisagem circundante, de modo permanente ou temporário. Algumas obras de Richard Serra (1939) que exploram a relação com o ambiente, sobretudo pela intervenção no espaço urbano, são por ele mesmo definidas como site specific, por exemplo o Tilted Arc, 1981, gigantesca “parede” de aço inclinada colocada na Federal Plaza, em Nova York. Essa obra, afirma o artista, “foi elaborada para um lugar específico, em relação com um contexto específico e financiada por esse contexto”. Para sua elaboração o lugar é examinado em todas as dimensões: desenho da praça, arquitetura, fluxo diário de transeuntes (o Tilted Arc é destruído em 1999, após longa disputa judicial, pelo governo federal dos Estados Unidos, mesma instância que encomenda a obra e a instala na Federal Plaza, ao sul de Manhattan).

No Brasil, seria possível aproximar da ideia de trabalhos site specific algumas experiências artísticas realizadas sobre o ambiente natural, como por exemplo as que têm lugar do Projeto Fronteiras, desenvolvido pelo Itaú Cultural em 1999, quando nove artistas – Angelo Venosa (1954), Artur Barrio (1945), Carlos Fajardo (1941), Carmela Gross (1946), Eliane Prolik (1960), José Resende (1945), Nelson Felix (1954), Nuno Ramos (1960) e Waltercio Caldas (1946) – realizam intervenções em diferentes lugares das fronteiras do Brasil com países do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Algumas experiências urbanas de Antonio Lizarraga (1924) e de Gerty Saruê (1930) nos anos 1970, cujo primeiro resultado é Alternativa Urbana – dá origem, entre outros, à intervenção artística na rua Gaspar Lourenço, Vila Mariana, São Paulo – guardam alguma proximidade com a ideia de trabalho e intervenção em contextos específicos. O Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude, no Rio de Janeiro, circuito ao ar livre criado em 1999, conta com obras contemporâneas pensadas precisamente para o local, como as de Lygia Pape (1927 – 2004), Iole de Freitas (1945), Nuno Ramos e José Resende.

Atualizado em 04/11/2010

Fonte: Itaú Cultural.

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Imagem ampliável da obra Olho D’água no tempo de sua inauguração − junho de 2009 − recentemente transposta do local planejado pelo artista plástico Acácio Sobral para dar lugar a um prédio de 5 pavimentos que abrigará salas de aula, um investimento do REUNI na ordem de 20 milhões de Reais.
A construção, que inaugura a verticalização do Campus Universitário do Guamá descaracterizando uma obra de arte pública, tem provocado descontentamentos na classe artística de Belém e, mais recentemente, manifestação contrária do Conselho da Faculdade de Artes Visuais do ICA − tal  expressão de opinião tornou-se pública à academia, em caráter oficial, pelo DIVULGA da UFPA.

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Há um Plano Diretor na UFPA?

Parece que a polêmica iniciada com um Abaixo Assinado (aqui divulgado em UFPA: a INUTILIDADE DA ARTE em Acácio Sobral) que conseguiu humilde repercussão na mídia impressa agora atinge a comunidade universitária, ou pelo menos as fileiras que lidam com a diversidade de linguagens que se valem da expressão plástica, modelável, moldável; ou: formal-conceitual, como instalações e objetos; ou: ainda, a tal Pintura 3D.
E é essa a tribo que deve ser ouvida, em primeiro lugar, já que o Olho D’água é de seu pleno domínio de estudo.
A questão que nos interessa (a todos, indistintamente), uma vez que o texto se refere a “…espaços livres e de convivência previstos no Plano Diretor do Campus”, é se há, de fato, um Plano Diretor vigente, regimentalmente aprovado pelos conselhos superiores.
Caso essa norma inexista, é urgente cuidar que ela tenha uma discussão ligeira e democrática, do contrário o Campus do Guamá ficará pavoroso como hoje se desenha.
Só faltou acrescentar à comunicação do DIVULGA que o BL. SALA DE AULA, obra com verba do REUNI, terá 5 (cinco) pavimentos; em outras palavras: será mais alto que o prédio da Reitoria.

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E-mail propalado pelo DIVULDA da UFPA:

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Programa Jefferson Lima Livre: Dulce Rosa de Bacelar Rocque


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Em programa exibido no dia…, Dulce Rosa de Bacelar Rocque, presidente do CiVViva — Cidade Velha-Cidade Viva —, fala dos problemas do patrimônio histórico edificado do primeiro bairro de Belém e suas peculiaridades; Dulce também aponta algumas possibilidades para amenizá-los, na falta de um projeto amplo, com recursos desburocratizados.
Assista porque há curiosidades que permitem um melhor entendimento da Cidade Velha e entorno.

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Divulgação

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Dorian Gray; por Oliver Parker (2009)

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Telefones úteis ITEC/UFPA

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Imagem ampliável à leitura.

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Divulgação

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Material enviado pelo professor Fábio Mello.

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Bestiário de Dorian Gray; por Oscar Wilde

200px-Oscar_WildeO artista é o criador de coisas belas.
Revelar a arte e ocultar o artista é a finalidade da arte.
O crítico é aquele que pode traduzir, de um modo diferente ou por um novo processo, a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, como a mais baixa, das formas de crítica é uma espécie de autobiografia.
Os que encontram significações feias em coisas belas são corruptos sem ser encantadores. Isto é um defeito.
Os que encontram belas significações em coisas belas são cultos. Para estes há esperança.
Existem os eleitos, para os quais as coisas belas significam unicamente Beleza.
Um livro não é, de modo algum, moral ou imoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo.
A aversão do século XIX ao Realismo é a cólera de Calibã vendo sua cara no espelho.
A aversão do século XIX ao Romantismo é a cólera de Calibã não vendo sua própria cara no espelho.
A vida moral do homem faz parte do tema para o artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. O artista nada deseja provar. Até as coisas certas podem ser provadas.
Nenhum artista tem simpatias éticas. A simpatia ética num artista constitui um amaneiramento imperdoável de estilo.
O artista jamais é mórbido. O artista pode expressar tudo.
Pensamentos e linguagem são, para o artista, instrumentos de uma arte.
Vício e virtude são para o artista materiais para uma arte.
Do ponto de vista da forma, o modelo de todas as artes é o do músico. Do ponto de vista do sentimento, é a profissão de ator.
Toda arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo.
Os que buscam sob a superfície, o fazem a seu próprio risco.
Os que procuram decifrar o símbolo, o fazem também a seu próprio risco.
É o espectador, e não a vida, a quem reflete realmente a arte.
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte indica que a obra é nova, complexa e vital. Quando os críticos diferem, o artista está de acordo consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem por haver feito uma coisa útil, contanto que não a admire. A única desculpa de haver feito uma coisa inútil é admirá-la intensamente.
Toda arte é absolutamente inútil.

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UFPA: a INUTILIDADE DA ARTE em Acácio Sobral

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Imagens linkadas à matéria Desmonte de obra de Acácio Sobral na UFPA provoca polêmica, publicada em 27/02/2013, no G1 Pará.

ScreenHunter_24 Mar. 06 01.20 Imagem-link à matéria de ontem do Diário do Pará.

Olho d'águaA obra de Acácio Sobral: o desenho orgânico, visto do céu, era uma das razões do vasto entorno; com o deslocamento sua existência perde sentido e significado.

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Imagem ilustrativa da postagem UFPA: o Olho (d’Água) de Acácio Sobral., publicada no BLOG HB em 2 de julho de 2009, por ocasião da inauguração do monumento que, em menos de quatro anos, foi arredado de seu propósito físico e filosófico.
Profecia?
Não: evidências.

Foto (07/03/2013) da remontagem da instalação de Acácio defronte ao tapume que guardará a obra BL. SALA DE AULA, um prédio de 5 pavimentos com 20 milhões do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni):

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Conteúdo do documento veiculado pelo site PETIÇÃO PÚBLICA:

Abaixo-assinado “Olho D’água” de Acácio Sobral, pela remontagem no local original
Para: Reitoria da UFPA
“Definida como uma pintura em 3D, uma instalação de sitio específico, feita especialmente para o espaço onde foi instalada. Para mim, o que caracteriza a Universidade é a sua relação com os fluxos de água com os rios, com a chuva e com a floresta. A escultura é sinuosa para representar os movimentos da água e ela se alonga e ramifica até o chão. No centro não temos água, mas uma árvore, porque a UFPA é uma nascente, uma nascente do conhecimento sempre crescente”, explica o artista Acacio Sobral, sobre a obra desmontada recentemente pela atual administração da UFPA, revelando o descaso com o bem público, mas principalmente com a produção artística do Estado do Pará. Revelando o descompromisso com a arte, pois a obra foi desmontada sem consulta à família do artista, e nem tampouco com à comunidade artistica. A obra é sua espacialidade, não é somente a estrutura mas também os seus caminhos, organizados pelo artista para refletir o fluxo das águas. Portanto, reivindicamos a remontagem da obra no espaço-tempo proposto por Acácio Sobral.
Os signatários.

Para assinar o manifesto basta acessar a Petição Pública P2013N36689.

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A autora do abaixo-assinado é a artista plástica Keila Sobral, sobrinha de Acácio Sobral, advogado e consagrado artista plástico paraense falecido em 24 de novembro de 2009.

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O CENACULUM do RUMA

2013 03 Convite Cenaculum

Querido amigos,
Depois de algum tempo sem mostrar trabalhos em exposição individual, finalmente crio coragem para realizar, na Elf Galeria, a exposição “CENACULUM”, que está recebendo curadoria do amigo Armando Queiroz, Artista Plástico.
O vernissagem acontecerá no próximo sábado, dia 9 de março de 2013, às 11 horas.
A Elf Galeria fica na Vila Bolonha, nº60.
A Vila Bolonha fica ali no ladinho do Palacete Bolonha, na Av. Governador José Malcher, esquina da Dr. Moraes, Bairro de Nazaré.
Não tem o que errar.
Os trabalhos todos são pinturas na técnica mista sobre tela, e a temática versa sobre os Apóstolos de Cristo numa versão muito particular minha, numa ótica contemporânea, não atrelada às obrigações religiosas.
O texto abaixo, do Armando Queiroz elucida o trabalho além de possuir uma poética encantadora.
Espero vocês lá.
Abraço,
RUMA – Rui Mario Albuquerque

Elf Galeria convida para a exposição Cenaculum, do artista plástico Ruma.
Abertura: dia 9 de março, das 11 às 14h.
Visitação: de 11 a 30 de março de 2013
De segunda a sexta-feira, das 10 às 13h e das 15 às 19h
Aos sábados, das 10 às 14h.

Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Doze pessoas e a escuta de palavras, até então, enigmáticas. Destinos, destinos a se cumprir. Doze trajetórias a se confirmar nos caminhos que farão sobre o globo terrestre, caminhos da Palavra. Caminhos do Cristo que há no pescador, no carpinteiro, no coletor de impostos, no homem comum que somos nós multiplicados: doutos na experenciação da carne, suas dúvidas, paixões e transcendências. Fragilidades humanas, tão humanas quanto as lágrimas vertidas no Monte das Oliveiras. Fragilidade e poder. Felizes os convidados para a ceia do Senhor!
Da mesma carne de Leonardo, Ruma nos convida à ceia da cor, da pintura. Pintura como expressão do alimento divinizante. Mantos sagrados da cultura universal. Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Doze pessoas, doze destinos corporificados em pigmentos, tessituras e mistérios. Aportes para velames do pensamento onde se escapa da religiosidade costumeira e programada. Seres estruturados pelo espírito e pela matéria não conflitantes. Ao artista cabe nos guiar pelos rios e florestas do reencontro. Onde estarei eu refletido na negação de Pedro? Seremos nós o mais amado dos apóstolos? Onde estarão Maria e Madalena no silêncio das representações pictóricas do cenáculo? Judas e o preço de um escravo?
Velar e desvelar, acariciar a tela. Sonhar com coroas de espinho. Dar-se às revelações. Compreender que a espiritualidade convive com as coisas simples do cotidiano, ir ao escritório, pagar a contas do mês. Voltar para casa, sentar-se à mesa e confraternizar com amigos. Ir a uma galeria e ver-se refletido em doze apóstolos. Saber que os destinos da humanidade são intuídos fundamentalmente pela sensibilidade poética de cada um de nós. Sensibilidade esta, potencializada pelas mãos do artista. Felizes, então, os convidados para a ceia do Senhor!
Armando Queiroz
Madrugada, 2013

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Vistas do Pará Brazil; por George Hübner

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Vistas de Pará Brazil.

Mais informações sobre o álbum no UFPA 2.0.

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Ver-o-Peso.

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São Paulo: Gabinete do Desenho

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Imagem-link ao Museu da Cidade de São Paulo.

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Divulgação

ScreenHunter_19 Feb. 28 22.57Material enviado pela professora Thais Sanjad.

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