Fortaleza da Barra explode em 09 de maio de 1947

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Ampliáveis por clique.

A fotografia acima, em recortes para melhor visualização de detalhes, pertence ao acerto do Instituto Moreira Sales catalogada na coleção de Gilberto Ferrez; seu autor é desconhecido e a datação: por volta de 1910.
O que nela se vê é a Fortaleza da Barra ou o Forte de Nossa Senhora das Mercês da Barra de Belém.
No site Centro Nacional de Folclore e Cultural Popular  é possível encontrar a matéria Quando Belém se Ajoelha, de Raimundo Pinto, publicada no jornal Gazeta Mercantil de outubro de 2001.
O arquivo do periódico diz que para a Ilha da Fortaleza da Barra foi projetada uma estátua de Nossa Senhora de Nazaré equivalente a um prédio de 17 andares de autoria do arquiteto e artista plástico Fernando Pessoa e sua pedra fundamental seria lançada na Romaria Fluvial do dia 13 de outubro de 2001.

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Veiculação de notícia local e nacional sobre a explosão da pólvora ali estocada causada por uma faísca elétrica no dia 09 de maio de 1947.

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Localização (marcação em vermelho do próprio Google) da Ilha da Fortaleza da Barra: defronte à área de Val-de-cans.


Postscriptvm (24ABR2024):

Material acrescentado à matéria pelo editor Aristoteles Guilliod de Miranda (imagem ampliável)

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A potencialidade aérea das principais nações (JB, 1925)

No dia 23 de janeiro de 1925 o Jornal do Brasil publicou a panorâmica da aviação mundial apresentando, no Mapa Mundi, as rotas comerciais e postais existentes e as que estariam por ser inauguradas; a matéria também traz ao conhecimento o poderio bélico aeronáutico dos países depois da Primeira Guera Mundial:

Mapa Aéreo do Mundo em 1925

Clique na imagem acima para acessar o pdf à leitura da notícia.

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Do Portal da UFPA

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Publicação original: Portal UFPA.

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O avião que pousou nas areias do Chapéu-virado em 1929

O texto Aviones com Historia Bellanca CH-200 “Perú”, escrito por Sergio de la Ponte, mostra-nos a completude da aventura de dois pilotos peruanos que pretenderam uma incursão pelas três Américas: do Sul, Central e do Norte; mas, só na volta tal intento daria certo.
A viagem iniciou em Lima, no Peru, em 11 de dezembro de 1928; entretanto, por uma série de inconvenientes, foi interrompida na praia do Chapéu-virado onde o monoplano passou 15 dias até o seu transporte da ilha do Mosqueiro ao porto de Belém por uma alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios) depois embarcando no vapor Biboco com destino a Nova York.
La Ponte não esquadrinha o período em que o avião e os pilotos permaneceram em solo belenense; entretanto: o jornal Diário Carioca*  (entre 17 de janeiro e 10 de fevereiro de 1929) pormenoriza o caso pela cobertura telegráfica da Agência Brasileira de Notícias — aqui apurado no trecho São Luiz do Maranhão/Belém do Pará.
O incidente de 1929 revela a inexistência de infraestrutura para pousos e decolagens em “… campo de aterrissagem maior de 160 metros…”; justa razão à escolha estadunidense e alemã por hidroplanos nos voos comerciais que cruzaram a selva amazônica na totalidade da década de 1930.
Veja fotos de época em Mário de Andrade no Mosqueiro: Chapéu-virado, 1927. para melhor entendimento da localização do aparelho.

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O aeroplano Bellanca Peru, de fabricação estadunidense, na praia do Chapéu-virado (Mosqueiro) em janeiro de 1929.

Fonte da imagem: Aviones com Historia Bellanca CH-200 “Perú”.

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Os pilotos peruanos capitão Carlos de Pinillos e tenente Carlos Zegarra em Nova Orleans ao 03 de junho de 1929 — retorno a Lima com o raid bem sucedido no dia 25.

Fonte das imagens dos pilotos: e-bay.


*Diário Carioca.


Postscriptvm (18/11/2015):

O blog MOSQUEIRANDO tem uma publicação (de 08/01/2011) intitulada NA ROTA DA HISTÓRIA: O POUSO DOS AVIÕES na qual o episódio dos aviadores peruanos é tratado secundariamente; sendo foco outro pouso na praia do Chapéu-virado, com pouco mais de um ano de antecedência.
Mosqueirando cita um trecho do livro Mosqueiro Ilhas e Vilas de Augusto Meira Filho para contar a história:

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Na busca de pormenores do fato encontramos três informações nos arquivos do Jornal do Brasil:

frty6.JPGAs três notas sequenciais dos dias 14, 15 e 16 de dezembro de 1927 — a última, próxima ao cabeçalho do periódico, mostra o dia em que ele estava nas bancas.

Se confrontadas as informações observaremos a incongruência nas datações: Meira fala em 13 de outubro de 1927 e o JB em 13 de dezembro de 1927; de outro modo as palavras do aviador Vachet — que pelas contas passou quatro dias em Belém — afirmam que o modelo Breguet 118 é um hidroavião, enquanto Meira usa, para o pouso na praia do Chapéu-virado, o termo aterrissar.
Caso o Breguet 118 fosse mesmo um hidroplano confirmaria o que dissemos anteriormente sobre a escolha dessas aeronaves pela norte-americana NYRBA/PANAIR e pela alemã CONDOR; contudo: não se pode desconsiderar a perícia de Vachet nem a alta tecnologia dos aviões fabricados por Louis-Charles Breguet à companhia francesa de aviação Latécoère que já operava voos comerciais no Brasil na década de 1920, isto na hipótese da decolagem ter acontecido na areia.
Por outro lado, se fosse um hidroavião, por que não amerissar próximo ao porto de Belém?

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Postscriptvm (03/01/2016):

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A nota acima, citada no comentário de Cássio Nascimento da Silva, parece elucidar a questão operação de descida de Valchet na ilha do Mosqueiro e descredenciar o Breguet 118 como hidroplano — se ele realmente pilotava um.

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A Rádio Clube do Pará (PRC5) nos altos do Café Brasil e seus transmissores no Jurunas

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A edificação da 15 de Agosto  (Café Brasil) ainda está de pé e hoje é ocupada pela C&A — é o endereço atual Presidente Vargas com Senador Manuel Barata como se vê na imagem do Google Street View:

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Do mesmo modo temos o Residencial Aldeia do Rádio, situado no cruzamento da Roberto Camelier com a Fernando Guilhon:

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Colaboração: José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Divulgação

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Mais informações na página do Cento Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.

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A calçada do Grande Hotel (1964-1965)

Pelos registros fotográficos da postagem Grande Hotel e adjacências em 1935, em comparação ao trecho de Um dia qualquer…, é possível afirmar que as mesas e cadeiras habituais defronte ao Grande Hotel foram trocadas — tais conjuntos, todos em ferro maciço, foram substituídos por outros aparentemente revestidos com fórmica no topo das mesas e macarrão (?) no assento e espaldar das cadeiras.
As floreiras também constituem-se em novidade à fisionomia do edifício; vê-se, no início do recorte, uma placa de identificação nessa fachada, algo não percebido em fotografias de anos anteriores, mas nela se lê apenas o GRANDE, possivelmente de GRANDE HOTEL, sob monograma circular (GH?):

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Postscriptvm (12/11/2015):
Veja a notícia da inauguração do Grande Hotel em página do jornal Estado do Pará publicada em 20 de julho de 1913 sob o título Os progressos da cidade — O Grande Hotel.

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Um dia qualquer…; por Líbero Luxardo (1964-65)

O post Um Dia Qualquer… de Líbero Luxardo; por Igor Pacheco (03/01/2013) mostra a película não restaurada. 

Referência sobre o filme: Cinemateca Brasileira.

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O Super Clipper Brasil no enterro do Barata

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Homenagem póstuma a Magalhães Barata; por Junior Pirata trouxe ao blog da FAU, em 2013, o filme com esse “título atribuído” produzido por Líbero Luxardo; mais recentemente, neste ano, obtivemos a notícia sobre A inauguração do Super Clipper Brasil  em 1949.
A correlação entre essas duas postagens nos possibilita ver, no recorte de uma cena do cortejo fúnebre ao governador Joaquim de Magalhães Cardoso Barata, o Supper Clipper Brasil exatamente uma década depois: em 1959.
Tal Clipper (PARADA) localizava-se no Largo de Nazaré — hoje Centro Arquitetônico de Nazaré: CAN — e em 1966: autoridades demolem CLIPPER em ritual bizarro.

Referência sobre o filme: Cinemateca Brasileira.

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Um pequeno passeio pela Belém de 1966/67

Na postagem Marajó Barreira do Mar (1967); por Líbero Luxardo é possível assistir ao filme completo do qual recortamos o início que contém imagens do sobrevoo à ilha do Marajó e à capital paraense, da aterrissagem no antigo aeroporto de Belém do Pará, de um curto passeio pelo centro da cidade e de cenas do Ver-o-Peso.

Esmiuçando:

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O avião da Paraense Transportes Aéreos — de sigla PTA que popularmente ensejava “Pubre Tumbém Avua”  ou “Prepara Tua Alma” — quando no ar se apresenta como quadrimotor, já no solo: bimotor.

dfretAs pouco nítidas imagens do voo sobre a doca do Ver-o-Peso nos dão à percepção três equipamentos urbanos alinhados no canteiro central da Marquês de Pombal na sequência do Necrotério à praça Dom Pedro II: o Posto Atlantic (no círculo), um Clipper e o  Posto Pará (?); noutra tomada, ao final do recorte, se vê o Posto Atlantic — as pessoas que cruzam a pista, entre os barcos e o posto de combustíveis, confirmam que é uma construção em terra firme e não uma embarcação.

hjhkhkhCom base nas postagens Ver-o-peso; por Dmitri Kessel (Abril de 1957) e LP internacional de 1958 é ilustrado pelo Ver-o-Peso é possível entender o ponto de vista de Luxardo na confluência da Marquês de Pombal com a Ladeira do Castelo (Feira do Açaí) — por trás do Posto Atlantic.

dfrtAntigo aeroporto de Belém (Val-de-cães) aparece nas filmagens: seu interior, sua fachada posterior (que se projetava ao pátio das aeronaves) e anterior (nesta se vê um automóvel Gordini).

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Outra cena de Marajó Barreira do Mar é a passagem do automóvel pela travessa Frutuoso Guimarães, dobrando da João Alfredo em direção à 15 de Novembro; nela se vê o Clipper da praça das Mercês em funcionamento.


Postscriptvm (19/11/2015):

Igor Pacheco, editor do Fragmentos de Belém, chamou-nos a atenção para outra imagem relevante, a do Hotel Vanja:

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“Elf Galeria convida para a exposição “O Lugar do Silêncio”, de Francisco Gonzalez.
Retornando a Belém com uma mostra individual, o artista dá sequência a um trabalho que se identifica com o hiper-realismo, exibindo uma técnica reconhecida pela minúcia e detalhes de objetos figurativos, que compõem a série de paisagens solitárias em acrílica sobre tela.
Francisco Gonzalez nasceu na Capital de São Paulo em 1954. No começo da década de setenta passou a frequentar cursos livres de arte e manter contato com artistas atuantes numa forma de aprendizado e conhecimento. Trabalhou com pinturas para estamparia, artes gráficas e ilustrações para livros e a partir de 1975, começou a participar de salões de arte pelo Brasil e dedicar-se integralmente à pintura. Vive e trabalha em São Paulo, SP.
A abertura da exposição acontece no próximo sábado, 7 de novembro, das 11 às 14h, na Elf Galeria.
Visitação até 30 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 14 às 19h, e aos sábados, das 10 às 14h – exceto em feriados.”  (Release da ELF Galeria)

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LAFORA — FAUVELA; por Jorge Eiró

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Trabalhos de Representação e Expressão V sob a regência do professor Jorge Eiró.

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Hall do Ateliê — ontem à tarde

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Os trabalhos acima são exemplos às turmas de Representação e Expressão 1 (manhã e tarde) e mostram 5 repetições ordenadas de um signo (módulo) criado a partir de modelo real e vivo sentado em uma carteira escolar antiga: uma aluna (ontem, à tarde).

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O Blog da FAU homenageia Daniel Campbell nesta semana

sdesHoje, 27 de outubro, se vivo estivesse, Daniel Campbell já teria completado seus 64 de idade; faleceu no início da noite de um domingo, véspera do Recírio, há 13 anos.
O boton, icônico da rebeldia, vem de uma fotografia de 1974, quando Daniel ainda estudava arquitetura na Universidade Federal do Pará.
A justa razão à homenagem ao professor que dá nome ao auditório da Faculdade é o fato dele, já em 1999 (16 anos passados), preconizar o gerenciamento da comunicação social, via Internet, pelo próprio Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU), evitando a dependência dos raros web designers da época; para tal (internacionalização virtual) Campbell criou o site do DAU que, infelizmente, não deixou rastros na WEB.
À homepage Daniel concebeu uma logo para o cabeçalho, a mesma que, reformulada pelos professores em 2010, vigora com a nova sigla: FAU (de Faculdade de Arquitetura e Urbanismo).

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Mais em: A logo da FAU.

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