Divulgação

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Aluizio Leal contextualiza a publicação Cartas à (Nhá) Cuné

Como complemento à postagem A Correspondencia dum Maire (Cartas á Cuné); anônimo, 1906, o professor Aluizio Leal, em depoimento dado à professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo, observa a importância cultural da linguagem utilizada na publicação anônima de 1906 perante à colonização amazônica.


Postscriptvm (13/04/2015):
Para melhor compreensão do que diz o professor Aluizio Leal sugerimos a leitura de:

Retirado do UFPA 2.0.

Ou O ESTADO DO PARÁ – SEU COMMERCIO E INDUSTRIAS – DE 1719 A 1920; por Luiz Cordeiro (em pdf do BF.).

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Marajó Barreira do Mar (1967); por Líbero Luxardo

Referência: Cinemateca Brasileira.

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O Brinquedo Perdido (1962); por Pedro Veriano

Fonte: Pinacoteca Paraense.

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Divulgação

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Retiro Irecê ― Pará-Brazil

MIO postal acima ― à venda no E-BAY por US$349,99 ―, mostra “Um dia de festa em Moêma (Retiro Irecê) ― Pará-Brazil” em “Edição Campbell Penna”.
Acreditamos (em hipótese) que a imagem seja de uma das “cinco casas de moradia” construídas em Moêma, Santa Isabel-Pará, que foi a leilão judicial no dia 23 de abril de 1919:

Leilão Retiro Irecê

Em uma das fotografias do local, publicadas na última edição do álbum Belém da Saudade, à página 333, se percebe um telhado de duas águas, com cumeeira em nível inferior à da casa principal em alvenaria, o que é justificável tanto pela ausência de um porão quanto pelo pé direito desse chalé, bem aquém (observar proporções entre as pessoas das cenas) da moradia do coronel Antonio José de Lemos:

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Colaboração: Regina Vitória da Fonseca.


Postscriptvm:
Acesse O fim do retiro de Lemos (Lúcio Flávio Pinto) publicado no jornal O Estado do Tapajós em 24 de abril de 2013.

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Belém da Saudade ― do UFPA 2.0

Belém da Saudade (publicação original do parceiro UFPA 2.0)

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Letícia Nunes, aluna da FAU, é destaque de visual em Veja.com

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Fatos em Foco

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Feira do Ver-0-peso, Belém-PA ― 29 de março de 2015.

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Divulgação/convite à FAU

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A samaumeira defronte ao Ateliê de Arquitetura; por Luiz Braga

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A fotografia acima, de autoria de Luiz Braga, é do início dos anos 1980, quando Luiz estudava no Ateliê de Arquitetura da UFPA; a bicentenária samaumeira tombou no rio Guamá em um sábado, dia 04 de março de 1995, conforme noticiou a Folha de São Paulo:

Samaumeira 1995

Veja duas imagens do Ateliê de Arquitetura, por volta de 1983 e um vídeo feito em 2010 do local onde estava a árvore, apelidado de A Prainha da FAU.

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Doca do Reduto ― aterramento: 1910(?)

screenhunter_07-nov-26-10-32Vista da 28 de Setembro à Ilha Moreira e ao Porto de Belém, já construído em 1929/30

sdeVista inversa: da Praça Ilha Moreira (hoje Magalhães) à 28 de Setembro em 1929/30

Supomos que a Doca do Reduto fora canalizada e aterrada com o fechamento do acesso à Baía do Guajará pelo Porto de Belém.
A área tampada, que sofria constantes alagamentos, obteve reparos na administração de Antonio Facióla (último intendente de Belém) e compunha a “Bacia do Reduto”; por ora não sabemos quando tal canal transmutou-se a céu aberto, como hoje está.

À “evolução” [acessar A Doquinha (ou The Trach Place) antes e depois do Porto]:

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Postscriptvm (31/03/20150:
Veja mais imagens antigas do lugar em Belém da Saudade 1998 – Doca do Reduto.
Até o presente momento não encontramos documentação que assinale a inauguração da Doca do Reduto; nem conseguimos localizar, nas imagens disponíveis, o prédio que serviu à sucursal do mercado do Ver-o-Peso no bairro do Reduto.
Leia também: Doca de Souza Franco e Mercado Municial do Reduto (1935); por Robert Swanton Platt.

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Doca do Reduto ― origem: 1852

Observação: NÃO CONFUNDIR COM a Doca de Souza Franco!
A Doca do Reduto, aqui mostrada, foi aterrada com as obras do Porto de Belém, executadas pela Port of Parah.
Hoje, no local, há um canal apelidado de doquinha, margeado pela avenida General Magalhães:

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Doca do Reduto

Fonte do texto: Relatorio apresentado ao exm.o snr. dr. José Joaquim da Cunha, presidente da provincia do Gram Pará, pelo commendador Fausto Augusto d’Aguiar por occasião de entregar-lhe a administração da provincia no dia 20 de agosto de 1852. Pará, Typ. de Santos & filhos, 1852.

Fonte da imagem: fotografia sem referências que circula pela Internet, provavelmente entre o final do século XIX e o início do XX.
A Doca do Reduto é representada no mapa de Nina Ribeiro, levantado entre 1883 e 1886, aqui publicado como Planta da Cidade de Belém 1899.

Palmo = 22cm.
Braça =2,2m.

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Fatos em Foco (ESPECIAL FAU 50 ANOS)

3Parte do grupo de homenageados fotografada por João Paulo Guimarães:
Acima: Rossana, Fabiano, Roberta, Elcione, Zé Júlio, Rose, Thais, Jô, Gisa, Morgado, Irving, kláudia, Biá, Fábio, Alcyr, Ronaldo, Cybelle, Cecilia, Lise (esposa de Hélio), Hélio, Ortiz (Pró-Reitor de Administração) e Cicerino.
Abaixo: Haroldo, Jaime, Juliano e Jorge.

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Comemoração dos 50 anos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, dia 17 de março de 2015, no prédio do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, Campus Universitário do Guamá.


Mais no flickr: álbum FAU-UFPA 50 ANOS.

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Divulgação/convite à FAU

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Das pérolas do Flávio Nassar

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Professor Flávio Sidrim Nassar, pró-reitor de Relações Internacionais, metaforizando (ou seria hiperbolizando) a importância da criação da Escola de Arquitetura da U(F)PA em 1964.
O discurso de Flávio foi ontem, por ocasião da comemoração dos 50 anos da FAU, no auditório do Instituto de Ciências Jurídicas.
Cicerino Cabral do Nascimento, ex-aluno da Escola de Arquitetura e professor aposentado da FAU, é precursor, em Belém (Pará), nos estudos do conforto ambiental a partir da ventilação natural.

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Amanhã, às 16 horas, a FAU comemorará seus 50 anos

BANNER

Será amanhã, no auditório das Ciências Jurídicas, a comemoração do CINQUENTENÁRIO da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará ― implementada ESCOLA DE ARQUITETURA na UNIVERSIDADE DO PARÁ no dia 22 de abril de 1964.
A cerimônia está prevista para às 16 horas com outorga de certificação pelos relevantes serviços prestados por professores e funcionários, vivos, ao Curso, identificado ao longo dos anos como escola, departamento e agora: faculdade.
A imagem à esquerda é do grande banner afixado na FAU à divulgação boca a boca; e: é azul, pela safira do ofício.
Sabe-se que o júbilo é tardio, às vésperas dos 51 anos, contudo, fez questão a direção dos professores Fabiano Homobono e Cybelle Miranda, em não abrir mão de uma certa étiquette para demarcar o meio século que atingiu a Escola, com sucesso acadêmico e profissional que a destaca no cenário nacional e, quiça, no internacional.
Para tanto a Faculdade mandou confeccionar um fino documento, de tiragem limitada (69 impressões) e registrada, com signo criado pela aluna Renata Monteiro em abril do ano passado:

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O diploma, impresso em papel artesanal de fibra vegetal nativa, em seu topo possui duas marcas para nós históricas: a da FAU, à esquerda, idealizada em 1999, pelo professor José Daniel Portugal Campbell Penna; e: a da UNIVERSIDADE DO PARÁ, à direita, concebida em 1964-65, pelo professor Alcyr Boris de Souza Meira.
Aposto a esse conjunto um selo dourado que recebe a chancela manufaturada para este fim.
Amanhã: todos lá!


Consultar as 69 certificações expedidas nos 50 ANOS da FAU-UFPA:

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“Um resumo da nossa vida social de 25 annos” ― 1891-1916

O recorte 01 abaixo, retirado do jornal Estado do Pará de 28 de maio de 1916, é uma matéria assinada por Zed (?), sobre o Sport-Club, então “decrepita sociedade” prestes a “morrer”.
Ao que se lê, o Sport-Club simbolizava a trajetória da vida social de Belém desde a última década do século XIX aos primeiros 16 anos do XX.
De início, em 1890, com a fusão do Club de Esgrima a “certo grupo amorpho que jogava bola, pocker e bilhar, num estabelecimento pertencente ao velho Julião (no arraial de Nazaré)”, chamou-se Club Internacional, instalando-se “num predio de vastas saccadas, situado nas imediações do Theatro Moderno”; “sempre progredindo, mudou-se posteriormente para o predio onde funcionava o Universal*, á Praça da Republica”.
Funda-se o Sport-Club, mas como “todos os sócios d’um, também do outro”, encampa-se a este o acervo acumulado do Internacional, instalando-se em Nazaré em “casa incomparavelmente mais adequada”.
“O Sport-Club ainda engoliu, mais tarde, com todo o seu mobiliário, a velha sociedade dansante ― Assembléia Paraense”. O “velha” está relacionado às poucas opções sociais destinadas às senhoras: “nas partidas das sociedades dançantes, geralmente constituidas por socios pagantes que, mediante a miseria de 5$000 mensaes, compravam o direito de meia duzia de salamaleques de trinta em trinta dias”; isto antes do surgimento dos clubs.
Não se percebe, no texto de maio de 1916, nenhuma relação da Assembléia Paraense (“sociedade dansante”), com o  club Assembléia Paraense que, no recorte 02 retirado do mesmo jornal em data posterior (05/10/1916), avisa “aos srs. socios”  da nova sede (houve anterior) “á praça da Republica n. 15” onde a sociedade seria instalada em 08 de outubro, domingo do Círio de Nazaré.
Verificar na postagem Mutações do signo AP ― 100 anos do clube Assembléia Paraense que a 4ª sede social ― estampada como própria por clichê ―, inaugurada em 31 de dezembro de 1929, situava-se n’outra numeração da mesma praça: “34”.

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O Calendário Perpétuo confirma o Círio de 1916 no segundo domingo de outubro, dia 08:

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Infelizmente, por ora, não conseguimos imagens dos prédios aqui citados; contudo, poderão surgir como resultado de investigações futuras.

Colaboração: Regina Vitória da Fonseca.


Postscriptvm:

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Segunda sede social da Assembléia Paraense no Carnaval de 1919: Praça da República nº15 ― o Calendário Perpétuo dá o 04 de março como terça-feira gorda.

O livro “Assembléia Paraense: memórias 1915-1992, p. 70”, de Mário Dias Teixeira, diz:
“A segunda sede social da AP esteve na casa nº 15, na Praça da República, local onde funcionou  o Clube do Remo, antes da Tuna Luso Comercial, hoje Brasileira. Esse imóvel foi arrendado por cinco (5) anos, […]. A firma que realizou as obras, […] entregou-as em outubro de 1916, sendo a nova sede inaugurada em 31 de dezembro desse mesmo ano […].”

A fotografia acima não consta do livro de Teixeira, ela nos foi enviada por José Maria de Castro Abreu Júnior em novembro de 2009.

Fonte: Blog HB.


Postscriptvm²:
*Universal, seria o Club Universal que entre 1904-1905 ocupou, comprovadamente, a mesma casa da Praça da República nº15:

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Pelo levantamento desta publicação a edificação da fotografia de 1919, à Praça da República nº15, hospedou os clubs Internacional, Universal, Remo, Tuna Luso Comercial e Assembléia Paraense.


Postscriptvm³ (30/03/2015):

AP A SEMANA Nº50 08-03-1919
Página da revista A SEMANA nº50 de 03 de maço de 1919 enviada pela bibliotecária Elisangela Silva da Costa do Projeto Memorial do Livro Moronguetá – PROINTER/UFPA.

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O clube Assembléia Paraense entre o Baratismo e o Antibaratismo de 1951

Na postagem anterior, Cenário que sugere a colaboração de Paul Albuquerque na sede campestre da AP inaugurada em 1957, revelamos, em cochicho: “(Eis a nossa incapacidade interpretativa: Celso Malcher seria o início do Grupo Renovador, ou: o fim do ‘jôgo de azar’ a que se referiria Oswaldo Mendes em 1956?)”.
Por ora não temos uma resposta, mas uma série de recortes tomados do jornal O Liberal, porta-voz do Partido Social Democrático (PSD), do ano de 1951, que pode (a série) alumiar o assunto:

Recortes AP

Lembremos o fato das eleições ao Governo do Estado do Pará, realizadas em 1950, terem como antagonistas Magalhães Barata (PSD) e Zacarias de Assumpção (CDP*); vencendo pela diferença de 200 mil votos o General Assumpção, que assumiria em 1951 ― ano do conjunto de recortes que se referem ao clube Assembléia Paraense.
O primeiro, mera nota pitoresca de difusão, diz respeito ao comportamento da juventude: de como se trajar à Festa Juvenil e não cheirar lança-perfume no clube, pois “… receberá a repressão legal!”.
Da segunda em diante surgem e seguem os ataques: às eleições à presidência e vice-presidência da AP de 1951, da qual saem vitoriosos, da “autêntica ‘jaca'”, Alexandre Zacarias de Assumpção (governador do Estado) e Lopo Alvarez de Castro (prefeito de Belém indicado por Assumpção), “ficando assim entregue a políticos situacionistas, o grêmio líder da sociedade belemense”; à imunidade do “clube do governador”, com privilégio de não ser importunado por promover o carteado “de salão”; dentre outras pérolas, típicas da promiscuidade entre o público e o privado, que bem comprometiam Barata em suas pregressas atitudes, senão vejamos a discussão travada no Senado Federal com o senador Prisco dos Santos, médico,  que sofreu sanções quando presidente da Assembléia Paraense Sociedade Recreativa por causa de cassino, suavizadas como “… coisas do Estado Novo!” pelo ex-interventor de Vargas no Pará entre 1942-1945 (segunda temporada de absoluto poder):

Senado

O que se percebe nas fontes primárias, em associação à síntese de Oswaldo Mendes no final de 1956, é que a AP estaria, desde a época da Segunda Guerra Mundial (pelo menos), envolvida com o jogo de azar e: “por causa dêste, a Assembléia não mais possuía vida social”, prosseguindo desse mesmo modo na gestão Zacarias/Lopo ― dupla que colaborou com a Festa das Flores de 1953, na condição de governador e prefeito respectivamente, quando Celso Cunha da Gama Malcher ocupava a presidência da AP.
Resta-nos saber o período real desses mandatos administrativos na agremiação e identificar se o médico Celso Malcher chegara ou saira; se chegara, à mimese de seus antecessores que ocuparam os mais altos cargos do executivo estadual e municipal concomitantes à presidência e vice-presidência da sociedade, seria um continuísta; se saíra, daria no mesmo, porque quem assumiria, (estava certo), era o Grupo Renovador, segundo A NOITE ILUSTRADA de 26-06-1953; mas… quem seria, então, esse xamã descontaminado que colocaria a Assembléia Paraense nos trilhos que a levariam à primeira sede campestre?
A favor de Malcher pesa sua eleição direta para prefeito de Belém em setembro de 1953, assumindo em dezembro; o que pode significar nada, uma vez que Assumpção chegou a governador do Estado pelo voto popular, em circunstâncias parecidas, sem abrir mão do comando de uma organização elitista.
De novo no cochicho: (Eis a nossa incapacidade interpretativa: Celso Malcher seria o início do Grupo Renovador, ou: o fim do ‘jôgo de azar’ a que se referiria Oswaldo Mendes em 1956?).
Patinar não significa não sair do lugar.
Material em PDF para consulta: O LIBERAL 1951 – recortes 01 e O LIBERAL 1951 – recortes 02.

*Coligação Democrática Paraense.

Colaboração: Regina Vitória da Fonseca.


Postscriptvm (27-out-2015):
O site parceiro Fragmentos de Belém, editado por Igor Pacheco, joga luz no assunto com a publicação de uma fotografia da 15 de Agosto (hoje Presidente Vargas) que mostra o “Casino Marajó” instalado na sede do clube Assembléia Paraense.
Da hemeroteca digital da Biblioteca Nacional Igor postou o jornal Diário Carioca de 30 de março de 1945 que traz a matéria O PARÁ TRANSFORMADO NUMA GRANDE CASA DE TAVOLAGEM.

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Colaboração: Igor Pacheco.


Postscriptvm (13/12/2015):

O livro de Clóvis Silva de Moraes Rêgo permanece imprescindível ao entendimento da cronologia histórica do clube Assembléia Parasense; aqui em recortes pertinentes ao assunto:

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Início e entrega das obras da sede campestre da AP ― um parêntesis.

Grupo Renovador: da eclosão à vitória em 1953.

Os questionamentos desta publicação do BF são minuciosamente respondidos em:
RÊGO, Clóvis Moraes. Subsídios para a história da Assembléia Paraense: excerto do relatório do biênio 1965/1967 ; 2ª parte. Belém: (S.n); 1969. 365 p.
Acima fragmentado ao entendimento dos fatos.

Colaboração: bibliotecária Elisangela Silva da Costa do Projeto Memorial do Livro Moronguetá – PROINTER/UFPA.

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Cenário que sugere a colaboração de Paul Albuquerque na sede campestre da AP inaugurada em 1957

Na postagem Mutações do signo AP ― 100 anos do clube Assembléia Paraense levantamos a hipótese de que a primeira sede campestre da agremiação pode ter sido discutida no ano de 1953, mesmo que informalmente, entre o arquiteto Antonio Paul de Albuquerque (1921) e o engenheiro civil Camilo Sá e Souza Porto de Oliveira(1923), autor do plano da “Cidade Olímpica” do bairro do Souza.
À página 31 da revista A NOITE ILUSTRADA de 06 de junho de 1953 fala-se da ascensão do Grupo Renovador, pelo qual, o “jovem especialista em construções funcionais”, Camilo Porto, chegaria a vice-presidente da AP, segundo Ostentação e luxo em Belém, de Oswaldo Mendes, publicado na revista Visão de 09 de novembro de 1956 ― ainda não conhecemos o teor do Relatório 1956-1959 à confirmação, nem o anterior (e o posterior) a este.
Entretanto: a revista que noticia o Baile das Flores, mostra que a presidência da AP estava nas mãos do otorrinolaringologista Celso Cunha da Gama Malcher que, junto com a diretoria, aceita a colaboração do governador, General Alexandre Zacarias de Assumpção, e do prefeito (indicado), também médico, Lopo Alvarez de Castro; esses esforços visavam “um acontecimento inédito” no Cine-Teatro Palace do Grande Hotel:

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(Eis a nossa incapacidade interpretativa: Celso Malcher seria o início do Grupo Renovador, ou: o fim do “jôgo de azar” a que se referiria Oswaldo Mendes em 1956?)

No mesmo ano de 1953 o jornal A Província do Pará, além de trazer o reclame do escritório do arquiteto A. P.  de Albuquerque, dá a notícia do prêmio que ele recebera, aos 32 anos de idade, pelo primeiro lugar na elaboração do projeto da sede da Caixa Econômica Federal em Belém a ser construída na Praça da República (“onde foi antigamente o Clube dos Aliados”):

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O texto de Paul Albuquerque que diz ” ‘Quero um projeto para construção de um clube social’” é de abril de 1953; portanto, ou é mera coincidência, ou conhecimento prévio das intenções do Grupo Renovador.
Celso Cunha da Gama Malcher concorre à Prefeitura de Belém em 27 de setembro de 1953, vence o sufrágio popular e assume o cargo em 12 de dezembro, substituindo Lopo de Castro, nomeado por Zacarias de Assumpção, governador diretamente eleito em 1950.


Postscriptvm:
Vejamos o que a construção da sede da Caixa Econômica Federal do Pará ensejou, bem antes da divulgação, pela imprensa ― em 1º de outubro de 1953 ―, do edital, que, 30 dias depois, premiaria o projeto de Paul Albuquerque; tal vaticínio a limpatório veio da administração de Lopo de Castro, segundo a datação de A Província do Pará, que é de 04 de março de 1953:

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Colaboração: Aristóteles Guilliod de Miranda e Regina Vitória da Fonseca.


Postscriptvm (23/12/2015):

O livro de Clóvis Silva de Moraes Rêgo permanece imprescindível ao entendimento da cronologia histórica do clube Assembléia Parasense; aqui em recortes pertinentes ao assunto:

cdfrt6

Início e entrega das obras da sede campestre da AP ― um parêntesis.

Grupo Renovador: da eclosão à vitória em 1953.

Os questionamentos desta publicação do BF são minuciosamente respondidos em:
RÊGO, Clóvis Moraes. Subsídios para a história da Assembléia Paraense: excerto do relatório do biênio 1965/1967 ; 2ª parte. Belém: (S.n); 1969. 365 p.
Acima fragmentado ao entendimento dos fatos sobre o Grupo Renovador e a sede campestre da AP.

Colaboração: bibliotecária Elisangela Silva da Costa do Projeto Memorial do Livro Moronguetá – PROINTER/UFPA.

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