
Estatísticas da plataforma WordPress: países que acessaram o Laboratório Virtual desde sua implementação piloto, como Blog da FAU, em 30MAI2010.

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Uma busca por lugares onde a fotografia seja um território de criação. Seja no Marajó, no Tapajós, ou em Belém, Octavio Cardoso registra em suas obras fragmentos de um lugar pessoal.
Formado em engenharia civil, Octavio Cardoso decidiu viver de fotografia em Belém. Teve como um dos seus mestres, Miguel Chikaoka, na Fotoativa e junto com Walda Marques montou um estúdio fotográfico.
Ao retornar ao Marajó de sua infância, Octavio forma imagens que evocam esse lugar de afeto e memória. (Instagram)
🎥O quinto episódio de Olhares do Norte: Pará é nesta quinta, dia 04, às 23h30 na TV Brasil e Tv Cultura.
🎥 Reprises: aos sábados, 18h, somente na TV Brasil.
https://www.kamarakogaleria.com.br/oct-vio-cardoso
Palacete Faciola – Série Restauro (arquivo em pdf do Laboratório Virtual).
Observamos que as versões aqui disponibilizadas do livro em arquivo pdf foram digitalizadas pelo professor Juliano Pamplona Ximenes Ponte.
A versão em destaque não admite busca; entretanto, no link abaixo, pode-se acessar outra, apta ao “Control + F”:
Versão com busca: Palacete Faciola (Série Restauro).
RAIO QUE O PARTA – Uma arquitetura marcante no Pará (e-book free)
AUTORES: Cybelle Miranda, Laura Costa e Ronaldo Carvalho.
Ou baixe o e-book direto do site da editora BLUCHER.
A demolição de uma casa na Avenida Perimetral (da Ciência) nos deu à visão o canal do igarapé Sapucajuba margeado por uma via não nomeada no Google Maps
Aguarde: estamos trabalhando na planta antiga que melhor representa essas bacias.
Ontem à noite, 18 de março, primeiro dia de aulas no Ateliê de Arquitetura, houve a performance de apresentação do resultado da bolsa do projeto de extensão Universos Diversos que tem a coordenação geral do professor Jorge Eiró.
O bolsista do projeto, o estudante do oitavo semestre Guilherme Dahás de La Rocque, propôs à turma de Representação e Expressão (do primeiro nível – calouros da tarde) uma compacta oficina de criação de estampas para possíveis peças de revestimento baseadas em ícones familiares de nossa cultura (amazônica); tal exercício será continuado pelos calouros da manhã, que terão à disposição espaços livres na rede geométrica traçada no quadro-negro do hall da faculdade.
O coordenador do Universos Diversos (Jorge Eiró) e o professor de Representação e Expressão I (Haroldo Baleixe) acompanharam a atividade capitaneada por Guilherme aqui registrada pelo Laboratório Virtual; na ação, o estudante-bolsista demonstrou pleno domínio do assunto, envolvendo didaticamente os novos alunos na montagem da exposição paralela, resultado gráfico de suas investigações e experimentos relacionados ao edital PIBEX 2023.
Na sequência publicaremos o conteúdo das pranchas que sintetizam o trabalho de Guilherme:
A mídia que pode ser acessada pelo QR CODE
Postscriptvm (20MAR2024):
Participação dos calouros da turma da manhã, hoje 20MAR2024, na montagem do painel proposto por Guilherme Dahás de La Rocque :
Lançamento do livro Raio que o parta: uma arquitetura marcante no Pará; de Cybelle Miranda, Laura Caroline Costa e Ronaldo Carvalho.
Fotografia, gentilmente cedida por Angelina Leal Keuffer, do terreno edificado com datação estimada entre 1956 e 1957 sob o número 1361 da travessa Timbó – mudado para 3197 na década de 1960, assim permanecendo até hoje.
Superposição da imagem antiga (colorizada) à atual (2024) no limite aproximado do imóvel original de 19 metros – na parte não edificada da esquina se cultivava, à época da foto, uma horta, segundo informação de Alonso Lins.
É possível verificar que as grades da mureta do quintal foram afixadas nas duas janelas laterais da fachada e que o balcão do vão central despareceu.
O desenho do telhado do alpendre foi simplificado e um vão posterior ao conjunto vedado.
Ana Zilda, Alonso, Airton e Alba – quatro filhos do casal Aluizio Arroxelas de Almeida Lins e sua esposa Zilda Ferreira Lins proprietários do imóvel entre 1953 e 1960 – a família veio de Breves e depois retornou, só um dentre os 9 filhos do casal nasceu em Belém.
Detalhes da fotografia analisada: outra criança no quintal ainda não identificada, a numeração 1361 e a placa de identificação pública da via: “Travessa Timbó – 5º Distrito”.
O registro fotográfico (1956-57) aqui exibido levanta a suspeita de que Aluizio Arroxelas de Almeita Lins tenha empreendido uma ampliação na edificação, acrescentando aos fundos quatro novos cômodos: um salão à esquerda, d’onde se vê quatro janelas na imagem; cozinha, dispensa e banheiro/sentina, à direita.
Observemos, no documento datado de 1954 para averbar benfeitorias, que o imóvel fora comprado por 30 mil Cruzeiros; contudo, 95 mil Cruzeiros foram destinados às obras de melhoramentos e reparos gerais de que necessitava o prédio, elevando a avaliação para 125 mil Cruzeiros.
Sinais da ampliação: a marca do partido inicial da edificação na parede externa, na execução do forro e no desalinho das bandeiras dos vãos – ressalte-se que a técnica construtiva desse acréscimo seguiu a primitiva: enchimento sobre madeirame de acapú.
O alcance da Escritura Pública de Compra do terreno edificado com o número 1361, em sua cadeia dominial, chega a Hamilton Beltrão Pontes, que em 14 de março de 1944 vende a propriedade ao advogado Oséas Saboia de Barros de quem Aluizio Arroxelas de Almeida Lins a compra em 1953 e em 1960 vende a Waldo Moraes da Costa.
Na transação entre Hamilton e Oséas fica claro que a propriedade não possuía dívidas com Décimas Municipais desde 1920; ou seja: a casa existia, de modo comprovado, em 1920.
Alonso Lins, filho de Aluizio e Zilda, é uma das crianças que aparecem na fotografia antiga, hoje engenheiro eletricista prestes a completar 72 anos de idade, tem como mais forte recordação da casa em que passou a infância, os vidros coloridos que as bandeiras externas ostentavam – tal memória pode suscitar a contemporaneidade do prédio a outros famosos da Belém do século XIX:
O depoimenteo de Alonso Lins associado à nota de O PARÁ de 15ABR1898 nos faz crer que a casa da Timbó seja coeva às listadas acima; inclusive o alpendre visto na fotografia de 1956-57 possui, guardadas as devidas proporções, cobertura assemelhada (três águas, telha plana francesa e lambrequim) à do coronel Bento José da Silva Santos (Palacete Faciola a partir de 1916):
Comparativo dos alpendres e vidros coloridos nas bandeiras externas – alvenaria em Nazaré e tabique no Marco.
Colaboração: professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo.
Veja a evolução da área com a primeira pavimentação asfáltica da Primeiro de Dezembro (hoje João Paulo II, pela missa que tal Papa celebrou na esquina da travessa Mauriti em 1980):
Postscriptvm (31AGO20259):
