As inconvenientes propagandas no BF

Percebemos que hoje surgiram propagandas no Blog da FAU, nenhuma delas relacionada a apoio ou patrocínio; mas, uma medida encontrada ou programada pela WordPress (a plataforma do BF) para cobrir os custos de nossa atividade de divulgação de conteúdos culturais na Internet.
Quando se optou pela WordPress sabia-se que 3.0GB sem propaganda estariam disponíveis e que após esse limite teríamos que pagar por um pacote de atualizações.
O Blog da FAU há uns dois dias completou 80% do limite estabelecido, segundo as estatísticas do próprio site,  mas a WordPress já o considera pleno.
A contumaz audiência do BF pode ter uma relação direta com as propagandas, principalmente pelo fato de algum sistema suspeitar que sejamos “vendedores”; mesmo que cultura e conhecimento estejam no rol dos bens imateriais.
Mais rica ficaria a WordPress se nos patrocinasse ou apoiasse, mas…por ora, estamos carregando o fardo de propagandas ridículas, pensadas e materializadas com mau gosto, que nada tem a ver com uma proposição extensionista pública bem intencionada.
Esforços serão envidados para sanar o problema.


A explicação, em inglês, dada pela plataforma WordPress:

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , , | 3 Comentários

Alunos expõem fotos de Belém no hall do Ateliê

Ontem, entre a tarde e a noite, montou-se uma mostra com o resultado da disciplina optativa Fotografia, ministrada pelo professor Alexandre Lima.
As imagens enquadram Belém pela arquitetura, contemporânea e passada, registrada em amplitude e detalhes.
Como os alunos procederam, sem orientação, uma montagem de painéis que atrapalhava a visão do mural dos calouros, o professor Jaime Bibas ofereceu-se para fazer a edição e a programação visual necessárias ao aproveitamento do passeio entre as impressões em papel fotográfico.
Eis algumas cenas de ontem.

Alexandre Lima observando os primeiros resultados da curadoria de Jaime Bibas.

Jaime Bibas selecionando as imagens pelos elementos visuais: textura, cor, linha, volume (perspectiva), luz.

Parte da seleção apondada sobre o corumdum: definição de conjuntos com elementos visuais concatenáveis; linguagem.

A nova disposição dos painéis: possibilidade de “passeios” entre as fotografias sem cobrir o mural dos calouros.

Aplicação de fita gomada no verso das fotografias, os alunos não obedeceram à orientação de uso da duplaface.

Os inconvenientes do trabalho ter coincidido com a manutenção dos splits.

A convivência harmônica das duas exposições no mesmo espaço.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Fotografia recente | Com a tag , | 2 Comentários

Dr. Pallar e Unguento Santo

Fonte: Jornal Diário de Belém, 18/10/1889, pág. 3.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Jornais antigos | Com a tag , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Moda | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação LADEC

Imagem-link à página do LADEC.

“Segue prospectos encaminhados previamente pela Dra. Eng. Doreen Kalz…na forma de mais alguns arquivos introdutórios…” (Professor Inving Franco): Fraunhofer_ISE_Freiburg_102011
Fraunhofer_ISE_Jahresbericht_2010-1
Fraunhofer-ISE-in-Brief-2010
Agenda_13-14NOV2012
Summary_CV_ISE_Dka

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, LADEC | Com a tag , , | Deixe um comentário

Notícia tardia

Imagem-link à notícia do dia 05 de outubro passado.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Patrimônio Histórico, Patrimônio Público | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação (correção de local)


Material enviado pela aluna Nelma Renata.

Publicado em Administração | Deixe um comentário

À memória profissional e da FAU

Jornal O Liberal de 28 de setembro de 1990.
Recorte enviado pelo professor José Maria Coelho Bassalo.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Memória | Com a tag , , | 1 Comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , | Deixe um comentário

Miguel Chikaoka recebe grande prêmio do governo federal

Fotógrafo radicado no Pará recebe Ordem do Mérito Cultural, em Brasília.
Prêmio é reconhecimento da contribuição de Chikaoka á cultura nacional.

Miguel Chikaoka recebe prêmio das mãos de Marta Suplicy, ministra da cultura. Presidente Dilma Roussef também participou da cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. (Foto: Natan Chikaoka/Arquivo pessoal)

O fotógrafo Miguel Chikaoka, radicado no Pará, recebeu nesta segunda-feira (5) a Ordem do Mérito Cultural, condecoração por suas contribuições à cultura brasileira – o maior prêmio na área cultural concedido pelo governo federal.
A presidente da República Dilma Rousseff e a ministra da cultura, Marta Suplicy participaram da cerimônia, promovida anualmente em Brasília pelo Ministério da Cultura (MinC) em parceria com o das Relações Exteriores (MRE), da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
O nome de Chikaoka foi selecionado por uma comissão técnica, que este ano apreciou o mérito de 496 propostas, mas contemplou apenas 41.
Miguel é um dos nomes de maior destaque nacional na arte-educação, trabalho reconhecido também em 2012 no prêmio Brasil Fotografia, no qual foi o artista homenageado.
Nascido no interior de São Paulo, Chikaoka veio para Belém ainda na década de 1980, depois de abandonar a carreira de engenheiro, e atuou no fotojornalismo de esquerda, com o registro das mazelas sociais e em defesa dos direitos humanos. Ao lado de outros fotógrafos, fundou, em 1983, a Associação Fotoativa, movimento artístico que fez escola na fotografia paraense, e alcançou reconhecimento no país e no exterior.
Menos interessado na técnica no que na sensibilidade criativa ao fotografar, Miguel sedimentou um modelo distinto de ensino-aprendizagem, centrado na reflexão crítica sobre a cultura e a sociedade ocidental.
“Sempre estive me questionando nesse sentido: nós evoluímos, o mundo evoluiu, a ciência evolui, traz benefícios, mas que benefícios são esses e quem usufrui deles? E, lá pelas tantas, do ponto de vista mais prático, eu percebi que estava sendo absorvido pelo projeto de desenvolvimento de uma sociedade com o qual eu não compactuava”, revela.
O foto-varal e a técnica artesanal de fotografia pinhole são exemplos do experimentalismo de Chikaoka na arte-educação. “Aquilo que eu construo como base é a visão crítica sobre o fazer fotográfico – e não sobre o quê a fotografia expressará, porque acho isso muito pouco diante do potencial de um invento que completou mais de 170 anos”, diz Miguel, que frisa a importância da relação do fotógrafo com o processo da produção e do entendimento da imagem, e não apenas com o resultado final.
“Nas minhas oficinas de iniciação eu não apresento fotografias de autor nenhum, nem as minhas, porque não é uma questão central mostrar o que seria o certo ou errado, se a fotografia está boa. Inclusive porque eu aprendi com as crianças e as pessoas leigas que cada um já traz o seu repertório de ideias e imagens que articularão o que se quer falar e mostrar, de acordo com as próprias possibilidades. Apenas é preciso respeitar o tempo necessário para o amadurecimento disso”, explica.
Fotógrafos paraenses comemoram reconhecimento do trabalho de Chikaoka
A Associação Fotoativa, tendo a frente Chikaoka, influenciou gerações de artistas paraenses. Entre eles Paula Sampaio, editora de fotografia do jornal O Liberal, começou seus estudos sobre a imagem sob a batuta de Miguel. “Entrei na Fotoativa já trabalhando como fotógrafa, mas foi ali que participei de dicussões sobre o que é a linguagem da fotografia e do fotojornalismo, o que foi fundamental para que eu seguisse adiante com ideias particulares sobre o que era possível ser feito na área”, lembra a artista.
Paula destaca o importante legado de Chikaoka para a cena das artes visuais. “Ele é um agente dessas discussões. Essa é a grande importância: pensar fotografia. Miguel é referência ímpar na fotografia paraense. Ele é um mestre para todos nós, não só pelo trabalho mas pelo acompanhamento, pelo auxílio àqueles que estavam ao lado dele”, diz.

Na imagem, o debate da Mostra Paraense de Fotografia em 1984. (Foto: Fotoativa/ Arquivo)

Flavya Mutran, outro nome de destaque da fotografia, também tem em sua trajetória as sementes da Fotoativa e do trabalho de Chikaoka. “Comecei via Fotoativa, em 88, 89. Eu era estudante de arquitetura, mas fui envolvida pelo espírito do que era aquele grupo. A fotografia era um pretexto. Tinha ali um canal de expressão para conhecer gente nova, gente com ideias, gente de todas as idades. Esse diferencial da fotografia ficava evidente na associação: a fotografia como um grande guarda-chuva, que abarca muita gente”, lembra Mutran.
Hoje residente em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Flavya diz que a fazer fotográfica desenvolvido da Fotoativa promovia a interação entre os artistas. “O espírito mais livre e de comunidade. Por exemplo, para revelar foto, a gente fazia mutirão. E cada um comentava o trabalho do outro, havia muito essa troca. A fotografia no Pará tem esse
diferencial que eu acho que é efeito Fotoativa: é essa camaradagem”. conta.
Anita Lima, que fez caminho parecido com o de Miguel, e veio de São Paulo para Belém há quase dez anos, atraía pelo trabalho de arte-educação desenvolvido na associação. “Em São Paulo eu já conhecia o trabalho da Fotoativa, o foto-varal, ainda quando estudava na faculdade de comunicação. Quando vim para Belém para pesquisar sobre o imaginário amazônico, naturalmente fui à associação e nunca mais sai de lá”, relembra Anita, fotógrafa paulista radicada em Belém e arte-educadora na Fotoativa.

Fonte: G1 Pará Rede Liberal.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Reprodução de artigos, Reprodução de notícias | Com a tag , , | Deixe um comentário

Artista é artista; e, foda-se!

Jonathan e seu auto retrato sempre guardado em uma mochila com centenas de desenhos — o flash vem junto com a pupila.

Vovó já dizia: “Esse menino é um artista!” (referindo-se a mim, claro); o que intrigava era associar esse “elogio” a outras frases como “Português ladrão! Um grande artista!”, “Divino pão de centeiro; coisa de artista”, “Vida fácil? Dona Rosa, toda puta é uma artista!”, dentre tantas.
Mas isso serviu para compreender que a palavra artista é tão volátil quanto um trapezista e significa absolutamente nada, além do que se queira a ela impingir; uma espécie de coringa dos adjetivos.
Pelos bares da periferia de Belém ainda existem artistas, daqueles que dão o safo à sobrevivência; uns bandidos, outros mocinhos; mas, tudo artista.
O goiano Jhonatan Limas Calwolcante, do jeito que ele próprio escreve, figura essa categoria também indefinida de trabalhadores capazes de mexer com a vaidade alheia — sim, mas só depois que bem lustram seus egocentros, senão, não seriam artistas.
Dar-se brilho no meio da merda é absoluta e verdadeiramente coisa de artista:
“Isto é caricatura, eu intrepreto as pessoas e as reconstruo como eu as entendi e não como elas aparentam ser na vida real e todos só assistem!”.
Toma-te!

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Artes Plásticas | Com a tag , | Deixe um comentário

Estômago (completo)

Na vida há os que devoram e os que são devorados. Raimundo Nonato descobriu um caminho à parte: ele cozinha. E é nas cozinhas de um boteco, de um restaurante italiano e de uma prisão que Nonato vive sua intrigante história. Ele aprende as regras da sociedade dos que devoram ou são devorados. Regras que ele usa a seu favor, porque mesmo os cozinheiros têm direito a comer sua parte. E eles sabem, mais do que ninguém, qual é a melhor. Uma fábula nada infantil sobre o poder, o sexo e a culinária.

Fonte: MEU CINEMA BRASILEIRO.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Cinema | Com a tag , , | 1 Comentário

Sucessão reitoral: como lidar com chapa única?

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Eleições Reitor | Com a tag , | 2 Comentários

Divulgação

Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Eficiência Energética | Com a tag , | Deixe um comentário

Outubro: mês de Círio e recordes no BF

Fechado o mês de outubro observou-se que a frequência no Blog da FAU atingiu novo recorde: 17.811 visitas em um único mês – 3.663 a mais que a última aferição máxima, de 14.148 acessos em maio passado.
O mês do Círio repete-se como balizador dos ápices nos dois anos e cinco meses de existência do BF, montado sobre plataforma WordPress com 79% da capacidade gratuita já utilizada, ou seja: 2.436,39 MB.
Um fator que certamente contribui para esse resultado positivo é a enquete de escolha da Marca do Círio iniciada em 2010.
Se as aulas estivessem em calendário regular poderíamos prever um padrão e afirmar que a Quadra Nazarena engloba, e/ou antecipa, o Natal e o Ano Novo dos paraenses.
Internauta, obrigado pelo feedback a esta extensão marginal da FAU!

______________________________

Postscriptvm:
O termo “marginal” foi utilizado no sentido de alternativo ou independente dos moldes adotados institucionalmente.
O BF surgiu como experimento e como tal permanece, distante dos paradígmas que “resolvem” os problemas do mundo.
“Todo o conhecimento genuíno tem origem na experiência direta.” (Mao Tsé-Tung)

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Estatísticas | Com a tag , | Deixe um comentário

Deu no Jornal Liberal 2ª Edição de ontem

Imagem-link ao Jornal.

Lembremos que Raimundo Castro, autor do projeto da Emenda – já aprovada na Câmara Municipal de Belém em 24 de outubro passado por 22 votos a 3 – à Lei Ordinária Nº7709/94, foi candidato a vice de Anivaldo Valle à Prefeitura Municipal de Belém no primeiro turno das eleições 2012 como Dr. Castro (médico).
Será que a questão não está resolvida somente diante dos holofotes da grande mídia? E o Três Ponto Zero do vereador Morgado para o Souza?
Galeria vazia pode dar em Pinta sete, sete cores/no meu coração/vem comigo meu bem, no arco-íris/colorir a multidão…

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Plano Diretor de Belém | Com a tag , , | Deixe um comentário

Super Size Me — A Dieta do Palhaço (completo/legendado)

Sobre o documentário:
Após a vitória do Oscar de melhor documentário por Bowling for Columbine (Tiros em Columbine), de Michael Moore, os documentários, que até há algum tempo eram aqueles filmes sem-graça que davam sono, passaram a ser filmes comercialmente viáveis, com produção caprichada e roteiro idem, que atraem pessoas ao cinema (coisa inimaginável tempos atrás), e estão ficando cada vez melhores. É o caso deste documentário, Super Size Me (subtítulo em português – a Dieta do Palhaço). O produtor/diretor/cobaia (conforme ele se anuncia em seu site) Morgan Spurlock resolveu realizar o filme após ver uma notícia sobre duas adolescentes obesas que estavam processando a rede de fast-food McDonald´s. Roteirista de sucesso, ele trabalhou em vídeo-clipes, comerciais e shows de TV. Este foi seu primeiro filme de longa-metragem. O filme começa mostrando fatos e dados sobre o crescente aumento da obesidade na América. 37% das crianças e adolescentes americanos são obesos, e 2 em cada 3 adultos estão acima do peso ou obesos.A Organização Mundial da Saúde declarou a obesidade como uma epidemia global. Se nada for feito, a obesidade irá superar o fumo como a maior causa evitável de morte da América. De quem é a culpa: da pessoas que não conseguem se controlar, ou das corporações de fast-food? Ele então anuncia sua decisão de passar um mês se alimentando exclusivamente de produtos vendidos em lojas doMcDonald´s. Ele determinou para si mesmo algumas regras:1: Sem opções: ele só poderia consumir o que viesse das lojas (incluindo a água);2: Só consumir as porções super size quando fossem oferecidas (e ele não as poderia recusar);3: Sem desculpas: ele deveria comer cada item do cardápio ao menos uma vez.Antes de começar a maratona, ele visitou três médicos (um cardiologista, um gastro enterologista e um clínico geral) e uma nutricionista,que o monitorariam periodicamente durante o mês da experiência, e fez um check-up completo. Seu peso era normal, sua saúde boa, e todos os profissionais concordaram que a idéia era uma estupidez completa. O estilo de vida americano, incluindo a dificuldade de se fazer as refeições em casa, fazem que 40% das refeições dos americanos sejam feitas fora de casa (1 em cada 4 americanos visitam um restaurante fast-food por dia. O McDonald’s representa 43% deste mercado). Vemos lojas McDonald´s até em um hospital (segundo Morgan, fica mais fácil conseguir auxílio médico quando sua saúde se estragar por causa da comida).
O documentário mostra como a comida fast-food pode viciar, como uma droga (O McDonald´s chama as pessoas que consomem muito de seus alimentos de Usuários Pesados); mostra os muitos problemas sérios de saúde que podem ser causados pela obesidade (hipertensão, doença coronariana, diabetes adulto, derrame, doença na bexiga, osteoartrite, apnéia do sono, problemas respiratórios, câncer no endométrio, de mama, de próstata e de cólon, dislipidemia, esteatohepatite, resistência à insulina, falta de ar, asma, hiperuricemia, irregularidades hormonais, síndrome do ovário policístico, infertiliade e dor nas costas. Acham pouco?), e como algumas pessoas recorrem a cirurgias de estômago na tentativa de controlar uma obesidade mórbida. Um mês depois, Morgan estava 11 quilos mais gordo, estava com disfunção hepática,com sintomas de depressão, seu nível de ácido úrico subiu às alturas e seu condicionamento físico e sua libido despencaram (ele combinou que não andaria mais que o americano médio consumidor de Big Macs anda por dia, o que reduziu sua atividade fisica quase a zero).Ele levou um mês desintoxicando o organismo (com a ajuda da namorada, uma chef vegetariana, que criou uma dieta desintoxicante para ele), e mais 9 meses para retornar ao peso anterior (84 kg). Nas notas finais, ele explica que, após o filme ser exibido em Sundance (onde ganhou o prêmio de melhor Diretor), o McDonald´s retirou a porção super size dos cardápios. E as garotas que processaram o McDonald´s… bem, elas perderam o processo, pois não ficou provado que os problemas de saúde foram causados pelos Big Macs ingeridos.Ao final do documentário, ficamos com vontade de comer um grande prato… de salada. Sério, as refeições desintoxicantes preparadas pela namorada de Morgan parecem muito mais atraentes que os inúmeros big macs, milk-shakes, mac chickens, quarteirões e fritas que vimos na última hora e meia. E são mesmo.

Fonte: SHVOONG.COM

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Filmes | Com a tag , , | 1 Comentário

BF possui os 22 artigos citados em matéria do Diário do Pará

UM REPÓRTER NA ROTA DO CONTRABANDO* (Reportagem de José Leal para o Jornal O GLOBO, em 22 partes, publicadas diariamente, de 25/02 a 23/03/1957; Fotos de Indayassu Leite.) integra postagem de 09/06/2011 intitulada 1957: a História recente do Pará em O Globo.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Reprodução de artigos | Com a tag , , , | Deixe um comentário

Marcação de férias 2012/13 na UFPA será até 7 de novembro

A senha é a mesma do e-mail @ufpa.

Referência:
“Prezado(a) Senhor(a),
Boa tarde!
Deduzo que todos receberam uma mensagem da PROGEP, dizendo o seguinte: A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal informa que o período para marcação, alteração e homologação de Férias no SIG-RH referentes ao mês de dezembro de 2012 e para o exercício de 2013 será de 22 de outubro a 7 de novembro de 2012. Ressalto que seria importante aos interessados a marcaem as férias para o mês de janeiro/2013 e etc.. referente ao exercicio 2013, que o façam, para que ninmguém fique de fora da folha do mês de dezembro, referente as férias de janeiro/2013
Fernando Pereira Cardoso
Diretor da Divisão de Pessoal do ITEC”. (e-mail enviado em 22/10/12 às 14:13:16)

Publicado em Arquitetura e Urbanismo | Com a tag , , | Deixe um comentário

Festividades da CMB permanecem sem quórum

Até que o povo saia das galerias para, na surdina, a vereança sambar ao som de Pinta sete, sete cores/no meu coração/vem comigo meu bem, no arco-íris/colorir a multidão…

Fonte: TRANSPARÊNCIA CMB.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Plano Diretor de Belém | Com a tag , | Deixe um comentário