Utlidade pública: golpe via celular


Essa “inocente” mensagem pode esconder uma armação criminosa: alguém fica com pena da “garotinha” (Vitória) e resolve ligar para ela só para dizer que a mensagem foi enviada ao destinatário errado, ou seja, não fora lida por sua mãe.
(Curioso é como uma mãe desconhece o número da filha, ao ponto da “menina” citá-lo no corpo do texto.)
É uma oportunidade de estabelecer uma conversa “casual” entre a possível vítima e os bandidos, fazendo com que a incauta interlocutora forneça dados que facilitem um assalto, um sequestro real ou mesmo falso de um de seus filhos — o apelo parece surtir mais efeito entre as mulheres genetrizes.
Diferente do que aqui publicamos como Humor Acadêmico, a mensagem não vem de um presídio de Fortaleza como de hábito, mas de Belém mesmo.
A Polícia Militar do Estado do Pará já está avisada dessa “novidade”.

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Quem acessa o Blog da FAU no mundo?


Há muitos outros países que têm acesso inferior a 20.

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Do Diário Online

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Solucionado o assassinato do professor do ITEC-UFPA


Imagem-link.

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TRILHAS (catálogo da exposição)


TRILHAS (catálogo da exposição) – PDF.

Artistas: Oswaldo Gaia, Geraldo Teixeira e Jorge Eiró.

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Do Portal da UFPA

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Divulgação/convite à FAU

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Divilgação/convite à FAU


Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Experiência cubana aplicada em países desenvolvidos (tradução de Jaime Bibas)

FAU
A tradução (livre) é minha, a partir do Google Tradutor:
FAU

Há outros exemplos de cooperação, entre Cuba e países industrializados tais como: médicos cubanos com atuação em Portugal; estudantes americanos matriculados na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba; alfabetização de aborígenes australianos através do método desenvolvido por professores da ilha. É de se notar que, ocupando o segundo lugar entre os 187 países em desenvolvimento humano (é precedido pela Noruega) a Autrália, conforme relatório de 2011 da ONU, possui indicadores de alto desenvolvimento, com os gastos em educação representando 4,5% do PIB. Apesar disso, de 50% a 60% do povo aborígene é constituído por analfabetos funcionais, especialmente aqueles que vivem em áreas remotas, conforme declarou recentemente Jack Beetso, representante da Comissão para a Campanha de Alfabetização de Adultos.
A cidade de Wilcannia (965 km, noroeste de Sydney), começou a implementar o método cubano em cerca de 700 habitantes, sendo a maioria formada por índios, onde 60% da população em condições de pobreza e desemprego, convive com os agravantes de vandalismo, violência doméstica e alcoolismo. O projeto tem o apoio do governo australiano, Universidadde Nova Inglaterra e do Conselho de Wilcannia. Aqui cabe, por bem, perguntar: porque fatos como esses sobrevivem às escondidas? Quais os verdadeiros “inimigos” da revolução cubana entre os meios de comunicação? A política editorial da grande mídia mundial, que proibe a simples menção de notícias como essas, parece também uma tentativa de coibir realizações da revolução cubana. Será que esconder informações (com o fim de enganar a opinião pública?) tem a ver com o apoio do império americano às oligarquias ou à direita intelectualizada de vários países? O contraditório é: a mesma nação acusada por divulgações sistemáticas de violações aos direitos humanos, de coerções em relação a livre expressão de cidadãos, colabora com dezenas de países para melhorar a saúde de seus povos, ensina a ler e escrever a milhões de indívíduos no mundo.
Parece que dessa forma, uma pequena (e bloqueada) ilha do Caribe integrada, por exemplo, na alfabetização de cidadãos da segunda nação em desenvolvimento humano do planeta, nos mostra a chave através do modelo de desenvolvimento socialista, construído até hoje contra tudo e contra todos, com oportunidades iguais de educação, cultura e saúde para suas populações, sem discriminação étnicas ou recursos econômicos disponíveis.

[jb]
—-

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E a greve continua na UFPA

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Prenúncios do Círio (2)


Quem frequenta a feira da 25 de Setembro (ou, se quiserem, do Rômulo Maiorana) já tem noção do início da cotação (ou ditação) dos preços para os ingredientes do tradicional almoço do Círio 2012.
A prosaica propaganda “TUCUPI DO JOÃO E JAQUE” não tem impressos os valores dos produtos regionais, esses foram anotados para um cliente “especial”, igual a todos que recebem esse “santinho” (e os que também não recebem) — diz-que quem levar o papelzinho terá descontos.
O BF não assina embaixo da qualidade do que se vende nessas barracas, contudo, usará tais valores apenas como uma referência ao que está por vir nesse mercado nazareno:
Maniva cozida: R$3,00 o kilograma;
Maniva crua: R$2,50 o kilograma;
Jambu pré-cozido: R$10,00 o kilograma;
Tucupi: R$5,00 a garrafa PET de 2 liros;
Pato regional: R$18,00 o kilograma;
Laranja: entre 08 e 10 Reais o cento (para quem for de feijoada); e:
Maniçoba pronta: R$20,00 o kilo (que, segundo o João, é light).

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Prenúncios do Círio

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FAU perde uma estrela no GE 2012


Nenhum motivo lógico justificaria a avaliação decrescente que o Guia do Estudante, em sua versão Melhores Universidades 2012, fez do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Possivelmente algum consultor espírito de porco — já que a aferição desse resultado se dá pela média apurada entre a opinião de professores universitários, de regiões próximas no Brasil, que são pareceristas do GE — não acredita que haja uma Faculdade com excelência no meio da selva amazônica; ou, inveja o fato.
No Guia do ano passado (2011) obtivemos as 5 estrelas; de lá para cá, além dos motivos comuns que levaram as IFES do país a uma greve extremamente longa e desgastante à sociedade, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA segue pelos mesmos trilhos, com velocidade semelhante e serviço de bordo melhorado.
Esperemos pelo próximo resultado do ENADE, talvez esse parâmetro oficial de avaliação tire a impressão negativa que a “nota 4” do GE, de algum modo, impingirá à FAU.

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Presidente Vargas, 1970

Coleção do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Dilma, ainda em campanha, explica a greve 2012 nas IFES

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SITEC 2012: programação na FAU


Confira a programação completa no PDF.

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Panorâmica da Praça da República na década de 1970


Coleção do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.
(O colaborador é professor da disciplina Medicina Legal da Faculdade de Medicina da UFPA.)

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Planejamento urbano é fetiche que encobre um grande negócio; por Ermínia Maricato*

Enchentes, desmoronamentos com mortes, congestionamentos, crescimento exponencial da população moradora de favelas (ininterruptamente nos últimos 30 anos), aumento da segregação e da dispersão urbana, desmatamentos, ocupação de dunas, mangues, APPs (Áreas de Proteção Permanente) APMs (Áreas de Proteção dos Mananciais), poluição do ar, das praias, córregos, rios, lagos e mananciais de água, impermeabilização do solo (tamponamento de córregos e abertura de avenidas em fundo de vales), ilhas de calor… e mais ainda: aumento da violência, do crime organizado em torno do consumo de drogas, do stress, da depressão, do individualismo, da competição. As cidades fornecem destaques diários para a mídia escrita, falada e televisionada. A questão urbana ocupa espaço prioritário na agenda política nacional. Certo?
Muito longe disso, a questão urbana está fora da agenda política nacional.
As conquistas institucionais nos anos recentes não foram poucas: promulgação do Estatuto das Cidades, aprovação dos marcos regulatórios do saneamento, dos resíduos sólidos, da mobilidade urbana, aprovação de uma enxurrada de Planos Diretores, criação do Ministério das Cidades, retomada das políticas de habitação e saneamento após décadas de ausência do Estado. No entanto, a crise urbana está mais aguda do nunca. Por quê?
Numa sociedade persistentemente desigual as cidades não poderiam expressar o contrário. Mas há algo nas cidades que é central e ignorado. Trata-se do poder sobre o “chão”, ou seja, o poder sobre como se dá a produção e a apropriação do espaço físico. De todas as mazelas relacionadas acima, a primeira parte tem a ver com o “espaço urbano” ou com as formas de uso e ocupação do solo, essa evidência que nos cerca no cotidiano das cidades, mas que está oculta para Estado e sociedade. Assim como no campo, a terra urbana (pedaço de cidade) é o nó na sociedade patrimonialista.
A importância do espaço urbano como ativo econômico e financeiro escapa à percepção da maior parte dos urbanistas, engenheiros e economistas no Brasil (exceto dos que trabalham para o capital imobiliário). O valor da terra e dos imóveis varia de acordo com as leis ou investimentos realizados nas proximidades. Poderosos lobbies atuam sobre os orçamentos públicos dirigindo os investimentos e os destinos das cidades. Trata-se do que os americanos, Logan e Molotch, chamaram de “máquina do crescimento”: a reunião de interessados na obtenção de rendas, lucros, juros e… recursos para o financiamento de campanhas, acrescentamos nós. O planejamento urbano é o fetiche que encobre o verdadeiro negócio. É comum que um conjunto de obras contrarie o Plano Diretor. O mais frequente é vermos obras sem planos e planos sem obras.
O governo federal retomou as políticas de habitação e saneamento e se propõe a retomar a política de mobilidade urbana após décadas de ausência promovida pelo ideário neoliberal. Mas a retomada desses investimentos sem a reforma fundiária e imobiliária urbana (de competência municipal) traz consequências cruéis como a explosão dos preços dos imóveis. Durante os 50 anos em que urbanistas e movimentos sociais defenderam a Reforma Urbana, a exclusão territorial foi reinventada, em duas ocasiões, pelos que lucram com a produção da cidade: quando o BNH carreou recursos para o financiamento residencial e, novamente, quando isso aconteceu, recentemente, com o Minha Casa Minha Vida. Em ambas as ocasiões, o PIB foi insuflado pela atividade da construção.
Ao contrário de um desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente equilibrado, um dinâmico crescimento imobiliário reproduz características históricas de desigualdade e predação ambiental que, somadas ao grande número de carros que entopem a cada dia os sistemas viários, apontam para um rumo de consequências trágicas. Esse tema deveria ter ocupado um lugar central na Rio +20.
Pesquisas recentes da USP ampliaram o conhecimento sobre o número de patologias causadas, na RM de São Paulo, pela poluição do ar, do som, ou pelos congestionamentos de tráfego: doenças cardíacas, transtornos mentais, ansiedade, depressão, estresse. O tempo médio das viagens diárias está próximo das três horas, sendo que para um terço da população passa disso. 30% das famílias são chefiadas por mulheres que após a jornada de trabalho chegam em casa e têm que dar conta dos filhos e do serviço doméstico. Tanto sofrimento exigiria repensar a prioridade dada ao automóvel em detrimento do transporte coletivo. Deve haver outras formas de criar empregos e aumentar o PIB sem gerar tal irracionalidade (do ponto de vista social e ambiental) urbana.
Os megaeventos (Copa, Olimpíadas) acrescentam alguns graus nessa febre. Por isso, os despejos de comunidades pobres que estão (e sempre estão) no caminho das grandes obras está ganhando dimensões não conhecidas até agora.
Embora a agenda social tenha mudado nos últimos nove anos favorecendo ex-indigentes, ex-miseráveis ou simplesmente pobres (bolsa família, crédito consignado, aumento do salário mínimo, Prouni), embora as obras urbanas se multipliquem a partir do PAC e do MCMV, ambos por iniciativa do governo federal, as cidades pioram a cada dia. Distribuição de renda não basta para termos cidades mais justas, menos ainda a ampliação do consumo pelo aumento do acesso ao crédito. É preciso “distribuir cidade”, ou seja, distribuir terra urbanizada, melhores localizações urbanas que implicam melhores oportunidades. Enfim, é preciso entender a especificidade das cidades onde moram mais de 80% da população do país e representam algumas das maiores metrópoles do mundo.
A Carta Maior oferece um espaço permanente para dar à questão urbana o lugar que lhe deveria caber na agenda política nacional. Leremos nesta editoria alguns dos mais informados e experientes profissionais e estudiosos de políticas urbanas no Brasil, que, além dessas virtudes, se classificam como ativistas de direitos sociais e justiça urbana. Serão objeto dessas análises várias das maiores cidades brasileiras que estão sofrendo com esse processo, bem como ficará evidente a resistência oferecida pelos movimentos dos despejados que se multiplicam em todo o Brasil.
Para seguir a trilha do desenvolvimento urbano, e não apenas crescimento urbano, revertendo o rumo atual, há conhecimento técnico, há propostas, há planos, há leis e até mesmo experiência profissional acumulada no Brasil. Ainda que no espaço de uma sociedade do capitalismo periférico ou “emergente”, como quer o main stream, é possível diminuir um pouco as selvagens relações sociais, econômicas e ambientais que vivemos nas cidades. Antes de apresentar propostas, que são rapidamente repetidas para serem também rapidamente esquecidas, é preciso mostrar porque a formulação de propostas, planos e leis não bastam. A questão é essencialmente política. É preciso mostrar a lógica do caos aparente, ou seja, a lógica dos que ganham com tanto sofrimento e suposta irracionalidade. As próximas eleições se referem ao poder local, ao qual cabe a competência sobre o desenvolvimento urbano de acordo com a Constituição Federal. Esperamos colaborar para diminuir o analfabetismo urbanístico e cobrar dos candidatos a prefeitos e vereadores maior conhecimento e compromisso com a justiça urbana.

*Erminia Maricato, arquiteta-urbanista, professora titular aposentada da FAU USP e professora da Unicamp.

Fontes: Carta Maior e VIOMUNDO.
Material enviado pela professora Roberta Menezes Rodrigues.

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Belém do Pará; na Opinião de O DIA


Fonte: Jornal O DIA (31/08/2012).
Material enviado pelo consultor de imóveis Mauro Guimarães.

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El código Giménez (o Martínez)

Material enviado pelo professor Flávio Nassar.

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