Divulgação/convite à FAU


Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Conteúdos para o UFPA 2.0

Na postagem anterior, o professor da FAU, Flávio Nassar — que ora ocupa as funções de coordenador do Fórum Landi e pró-reitor de Assuntos Internacionais da UFPA —, deixa claro que o Projeto UFPA 2.0 depende tanto do uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs), quanto dos conteúdos que veiculará para universalizar os conhecimentos produzidos pela instituição paraense.
O Blog da FAU, no ar há mais de dois anos, comunga dessa filosofia de trabalho, que visa popularizar a produção acadêmica, arejando-a; retirando-lhe o mofo e o ranço da época em que “a alma do negócio era o segredo” — adágio, com verbo corrigido, que bem simbolizou o quarto escuro onde se estocavam as informações privilegiadas que municiavam o poder de poucos.
Os tempos mudaram e interatividade não é uma moda, mas, pura razão a serviço da democracia e da justiça social.
Possivelmente esse alinhamento do BF com a visão de uma universidade orgânica, em que cada estrutura tem função vital, nos tenha beneficiado com uma tarefa prazerosa: brincar.

Explique-se: o professor Flávio Nassar, por meio de uma ação do Fórum Landi intitulada Memórias de Belém, mandou digitalizar todo o acervo de filmes experimentais produzidos por um grupo de jovens na década de 1970; tal preciosidade estava guardada no sótão da casa do artista plástico Ronaldo Moraes Rêgo, um dos integrantes da trupe que criou a produtora  DISPNEYA — ver antiga postagem do BF no link.
Tal material, um copião em DVD, foi entregue ontem pelo Flávio ao BF, para que, com o auxílio do Ronaldo, sejam feitas edições com explicações didáticas sobre essas incursões no mundo cinematográfico: datas, equipamentos, roteiros, locações, atores, efeitos especiais, etc.
O trabalho começará hoje, com uma avaliação pormenorizada das imagens digitais, depois se traçará a rota dessa “diversão acadêmica”; esses registros integrarão os conteúdos a serem veiculados pelo Portal UFPA 2.0 (Dois Ponto Zero) com previsão para ser inaugurado, de modo experimentalmente, em outubro próximo.

Abaixo daremos uma palinha do material, um recorte seco dos primeiros momentos do copião que veio com fundo musical, a dita “música incidental”; na realidade os filmes são mudos nos originais.

Na película Super 8mm — uma bem humorada “ação policial” — o “bandido” Luiz Braga não consegue matar o “agente” Ronaldo Moraes Rêgo que pede auxílio à “Rádio Patrulha Nº1”. Luiz é morto após perseguição do Fusca RP-1 ao seu Corcel I coupéê. Janjo Proença (desde os 1980’s Roxy Bar) sai do mato, executa os “tiras” e fica com a “grana”.

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Postscriptvm (13/09/2012)

O filme foi substituído por nova edição; saiu o “jazz de salão”, como nos disse o professor Marcellino Moreno, para entrar Bonzo’s Montreux do Led Zeppelin, música que Ronaldo Moraes Rêgo acredita ser a que tocava em apresentações com o uso de fita cassete.

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UFPA 2.0; por Flávio Nassar

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Arquitetos italianos em Paris. O que diria Baudrillard? por Cybelle Salvador Miranda

Toda viagem para um arquiteto torna-se um observatório (por deformação profissional!) e quando este arquiteto também veste a carapuça do etnógrafo, então o alvo de interesse amplia-se consideravelmente. Após passear por Paris, notando a regularidade, a simetria, a monotonia ‘creme’ das superfícies, que só contrastam com o verde da vegetação e o azul do céu, deparar-se com a obra de Richard Rogers e Renzo Piano é certamente formidável! Principalmente se a estação do metrô chama-se Rambuteau, que, como nos avisa a placa de informação, foi Prefeito do Sena responsável pela substituição do óleo pelo gás na iluminação.
Na fachada principal, que se volta para uma praça rampada, na qual sentam-se distraidamente turistas a espera da abertura do museu, a passagem dos pedestres provoca alegre revoada das centenas de pombos que habitam a cidade.
Alvo de tanta polêmica por ocasião de sua construção, o Centro Pompidou, ou Beaubourg, foi motivo de um ensaio do filósofo Jean Baudrillard, no qual declara ser o museu uma ode à morte da cultura, por sua arquitetura brutalista e longas escadas rolantes que remetem a forma dos hipermercados, com a sutil diferença de que lá a mercadoria é a ‘cultura’. As massas correm ao Beaubourg, segundo o autor, felizes por celebrarem a destruição de algo que sempre odiaram. Certamente, o que ele entendia por cultura é algo muito diferente do conceito atual, mas a interpretação simbólica da edificação não deixa de ter pertinência. E afinal, o Louvre também ganhou sua pirâmide envidraçada e suas escadas rolantes!


Torre Velasca Milão, exposição no Centro Pompidou, Paris, julho 2012.
Foto: Ronaldo Marques de Carvalho

O Centro Pompidou abriga de 20 de junho a 10 de setembro a exposição La Tendenza Architectures Italiennes 1965-1985, dedicada ao grupo de arquitetos italianos que retomou as tradições da arquitetura da península itálica, com ascendência romana, oferecendo alternativa ao funcionalismo moderno, no auge da reação aos paradigmas racionalistas. Sempre associando reflexões teóricas aos projetos elaborados, destacam-se os nomes de Aldo Rossi, autor de Arquitetura da cidade em 1966, Manfredo Tafuri com Projeto e utopia de 1973 e o livro Lógica da arquitetura de Giorgio Grassi, em 1967.
À entrada da exposição, referência ao maior ícone do movimento, que se torna o gran finale do percurso. Na foto de Heinrich Helfenstein, aparecem as principais personalidades em frente à obra La città analoga (1945), de Arduino Cantafora, apresentada na Trienal de Milão de 1973. Destacam-se Aldo Rossi, Carlo Aymonino, além dos norte-americanos Richard Meier e Michael Graves, demonstrando a repercussão da teoria morfológica no Novo Mundo.
A mostra, concebida por Frédéric Migayrou e Concetta Collura, apresenta cinco temas: A Cidade análoga (1973), Torre Velasca (1950-1958), Ina-Casa, as unidades de habitação da reconstrução italiana (1949-1963), Conjunto de habitações de Gallaratese Milão (1967-1974) e o Teatro do Mundo Veneza (1979). A concepção de Rossi da Cidade Análoga remete a dimensão humana da construção das cidades ao longo do tempo, e assume uma postura ética em face dos monumentos, entendidos como pontos de referência da memória coletiva. Para o arquiteto, a história da arquitetura é o seu material.
O projeto da Torre Velasca aponta para a reinvenção dessa tradição, sendo, a princípio, alvo de crítica por suas dimensões (99 metros de altura) e hoje tornou-se referência no patrimônio de Milão, assim como a Tour de Montparnasse é marco de Paris.
Na seção Ina-Casa, percorre-se os projetos de reconstrução de cidades italianas após a segunda guerra, os quais buscam retomar sua forma simbólica, além de promover os métodos artesanais e do saber local, gerando uma arquitetura ‘regionalista’ porque ligada ao contexto.
Com o mesmo intento, a operação urbana no bairro Gallaratese, em Milão, conduzida por Carlo e Maurizio Aymonino, com Alessandro de Rossi e Sachim Messaré entre os anos 1960 e 1970 do século passado, alia a monumentalidade da arquitetura clássica e sua interação com o espaço público, sem descuidar da racionalidade proporcionada pela arquitetura moderna. Aymonino enfatiza o papel do tipo arquitetônico para a construção da cidade moderna e contemporânea.

Maquete do ‘Teatro do Mundo’, exposição no Centro Pompidou, Paris, julho 2012.
Foto: Ronaldo Marques de Carvalho.

Destaca-se na mostra a qualidade artística e técnica na apresentação dos projetos, herança sem dúvida da formação renascentista, que não deixa esquecer Alberti e o Tratado De Re Aedificatoria, bem como os projetos utópicos de Boullée. A expressão do traço desenhado a nanquim, a lápis, colorido a aquarela, pastel, tornado painel a óleo ou maquete física, relembram o valor e o potencial da expressão plástica na atividade do arquiteto.
Sem dúvida, o ponto culminante da mostra é o célebre Teatro del Mondo, inaugurado em 1979, durante a exposição “Veneza e o espaço cênico para a Bienal – Teatro Arquitetura”, dirigida por Paolo Portoghesi. O barco-torre foi ancorado na Punta della dogana, em referência aos teatros efêmeros construídos nos carnavais do século XVIII. Com 25 metros de altura, possui capacidade para 250 pessoas, composto por galerias laterais, cujas janelas se abrem para a paisagem. Assim como o célebre Teatro Olímpico projetado por Palladio para Vicenza recria no espaço interior a atmosfera do teatro ao ar livre, o teatro-instalação de Rossi busca integrar a cena com a paisagem por meio do diálogo interior-exterior.
Oferecendo um intenso percurso de referências a cultura arquitetônica, La Tendenza permite dialogar com a cidade de Paris, possibilitando o entendimento da arquitetura da cidade como um texto, no qual pontuações como o Centro Pompidou evidenciam, por contraste, a lógica da cidade clássica.  E que a Arquitetura ainda pode ser entendida no contexto das artes visuais, não no sentido da fixidez e da imobilidade, mas como uma manifestação cultural contemporânea.

Publicado originalmente em arquiteturismo/vitruvius.
(Acesse e veja mais fotografias.)

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Do G1 Pará (08/09/2011)


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Utlidade pública: golpe via celular


Essa “inocente” mensagem pode esconder uma armação criminosa: alguém fica com pena da “garotinha” (Vitória) e resolve ligar para ela só para dizer que a mensagem foi enviada ao destinatário errado, ou seja, não fora lida por sua mãe.
(Curioso é como uma mãe desconhece o número da filha, ao ponto da “menina” citá-lo no corpo do texto.)
É uma oportunidade de estabelecer uma conversa “casual” entre a possível vítima e os bandidos, fazendo com que a incauta interlocutora forneça dados que facilitem um assalto, um sequestro real ou mesmo falso de um de seus filhos — o apelo parece surtir mais efeito entre as mulheres genetrizes.
Diferente do que aqui publicamos como Humor Acadêmico, a mensagem não vem de um presídio de Fortaleza como de hábito, mas de Belém mesmo.
A Polícia Militar do Estado do Pará já está avisada dessa “novidade”.

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Quem acessa o Blog da FAU no mundo?


Há muitos outros países que têm acesso inferior a 20.

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Do Diário Online

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Solucionado o assassinato do professor do ITEC-UFPA


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TRILHAS (catálogo da exposição)


TRILHAS (catálogo da exposição) – PDF.

Artistas: Oswaldo Gaia, Geraldo Teixeira e Jorge Eiró.

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Do Portal da UFPA

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Divulgação/convite à FAU

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Divilgação/convite à FAU


Material enviado pelo professor Juliano Ximenes.

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Experiência cubana aplicada em países desenvolvidos (tradução de Jaime Bibas)

FAU
A tradução (livre) é minha, a partir do Google Tradutor:
FAU

Há outros exemplos de cooperação, entre Cuba e países industrializados tais como: médicos cubanos com atuação em Portugal; estudantes americanos matriculados na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba; alfabetização de aborígenes australianos através do método desenvolvido por professores da ilha. É de se notar que, ocupando o segundo lugar entre os 187 países em desenvolvimento humano (é precedido pela Noruega) a Autrália, conforme relatório de 2011 da ONU, possui indicadores de alto desenvolvimento, com os gastos em educação representando 4,5% do PIB. Apesar disso, de 50% a 60% do povo aborígene é constituído por analfabetos funcionais, especialmente aqueles que vivem em áreas remotas, conforme declarou recentemente Jack Beetso, representante da Comissão para a Campanha de Alfabetização de Adultos.
A cidade de Wilcannia (965 km, noroeste de Sydney), começou a implementar o método cubano em cerca de 700 habitantes, sendo a maioria formada por índios, onde 60% da população em condições de pobreza e desemprego, convive com os agravantes de vandalismo, violência doméstica e alcoolismo. O projeto tem o apoio do governo australiano, Universidadde Nova Inglaterra e do Conselho de Wilcannia. Aqui cabe, por bem, perguntar: porque fatos como esses sobrevivem às escondidas? Quais os verdadeiros “inimigos” da revolução cubana entre os meios de comunicação? A política editorial da grande mídia mundial, que proibe a simples menção de notícias como essas, parece também uma tentativa de coibir realizações da revolução cubana. Será que esconder informações (com o fim de enganar a opinião pública?) tem a ver com o apoio do império americano às oligarquias ou à direita intelectualizada de vários países? O contraditório é: a mesma nação acusada por divulgações sistemáticas de violações aos direitos humanos, de coerções em relação a livre expressão de cidadãos, colabora com dezenas de países para melhorar a saúde de seus povos, ensina a ler e escrever a milhões de indívíduos no mundo.
Parece que dessa forma, uma pequena (e bloqueada) ilha do Caribe integrada, por exemplo, na alfabetização de cidadãos da segunda nação em desenvolvimento humano do planeta, nos mostra a chave através do modelo de desenvolvimento socialista, construído até hoje contra tudo e contra todos, com oportunidades iguais de educação, cultura e saúde para suas populações, sem discriminação étnicas ou recursos econômicos disponíveis.

[jb]
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E a greve continua na UFPA

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Prenúncios do Círio (2)


Quem frequenta a feira da 25 de Setembro (ou, se quiserem, do Rômulo Maiorana) já tem noção do início da cotação (ou ditação) dos preços para os ingredientes do tradicional almoço do Círio 2012.
A prosaica propaganda “TUCUPI DO JOÃO E JAQUE” não tem impressos os valores dos produtos regionais, esses foram anotados para um cliente “especial”, igual a todos que recebem esse “santinho” (e os que também não recebem) — diz-que quem levar o papelzinho terá descontos.
O BF não assina embaixo da qualidade do que se vende nessas barracas, contudo, usará tais valores apenas como uma referência ao que está por vir nesse mercado nazareno:
Maniva cozida: R$3,00 o kilograma;
Maniva crua: R$2,50 o kilograma;
Jambu pré-cozido: R$10,00 o kilograma;
Tucupi: R$5,00 a garrafa PET de 2 liros;
Pato regional: R$18,00 o kilograma;
Laranja: entre 08 e 10 Reais o cento (para quem for de feijoada); e:
Maniçoba pronta: R$20,00 o kilo (que, segundo o João, é light).

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Prenúncios do Círio

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FAU perde uma estrela no GE 2012


Nenhum motivo lógico justificaria a avaliação decrescente que o Guia do Estudante, em sua versão Melhores Universidades 2012, fez do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Possivelmente algum consultor espírito de porco — já que a aferição desse resultado se dá pela média apurada entre a opinião de professores universitários, de regiões próximas no Brasil, que são pareceristas do GE — não acredita que haja uma Faculdade com excelência no meio da selva amazônica; ou, inveja o fato.
No Guia do ano passado (2011) obtivemos as 5 estrelas; de lá para cá, além dos motivos comuns que levaram as IFES do país a uma greve extremamente longa e desgastante à sociedade, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA segue pelos mesmos trilhos, com velocidade semelhante e serviço de bordo melhorado.
Esperemos pelo próximo resultado do ENADE, talvez esse parâmetro oficial de avaliação tire a impressão negativa que a “nota 4” do GE, de algum modo, impingirá à FAU.

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Presidente Vargas, 1970

Coleção do professor José Maria de Castro Abreu Júnior.

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Dilma, ainda em campanha, explica a greve 2012 nas IFES

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