Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada 4

Panorâmica  do Asylo do Tucunduba a partir de informações textuais e gráficas de Souza Araújo:

Ampliável aos detalhes

O croqui de Souza Araújo, feito em 1922 sobre mapa de Theodoro Braga, não representa o inexistente: a abertura da Barão de Igarapé Miri só ocorreria entre 1925 e 1928 com seu prolongamento além do pórtico propiciando construções novas em sua margem direita, passando na esquerda pelos fundos da fileira de casinhas que seriam desmontadas ou incendiadas em 1938 — o desaparecimento dos casebres e da primitiva enfermaria 3 deixaria o seguinte cenário  à esquerda da Barão em 1945:

Ampliável sem interferências gráficas

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Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada 3

O médico Heraclides César de Souza Araújo, em seu livro A Prophylaxia da Lepra e das Doenças Venereas no Estado do Pará (Volume II) de 1922, dá garantia, ao descrever o Asylo do Tucunduba, de que seu desenho no mapa de Theodoro Braga orientará melhor o leitor interessado quanto à posição e situação do Asylo.
Na realidade o que temos em mãos são dois croquis anteriores à abertura da Barão de Igarapé Miri, da construção do Portal do Tucunduba e da iluminação daquele leprosário relatados em 07 de setembro de 1928 por Dionysio Ausier Bentes; portando, corrigiremos o esquema anterior publicado em Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada 2:


O que supúnhamos ser a Barão de Igarapé Miri, de fato, parece o antigo caminho que dava vista geral ao Asylo; senão: analisemos as mesmas fotografias que se encaixaram no leiaute descartado, pela orientação, de Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada:


As fotos que têm a marca d’água FGV/CPDOC são posteriores ao ano de 1928; as demais, no quadro vermelho, mais antigas, de 1921 — quando Souza Araújo ali trabalhava como chefe da Prophylaxia Rural.
A estampa com a legenda “Belém. Vista Geral da ‘Lazaropolis do Tucunduba’, inaugurada em 1816.” dá à visão o caminho antigo na direção do igarapé Tucunduba, com a mais velha enfermaria à esquerda e uma fileira de casinhas à direita do observador — as restantes mostram o mesmo edifício em ângulos distintos.
As três imagens do topo, posteriores a 1928, parecem revelar o prolongamento da Barão de Igarapé Miri transpassando o Portal do Asylo; neste caso, à esquerda do observador, teríamos os fundos das casinhas paralelas à velha enfermaria e à direita construções (novas?) na margem da Barão: vê-se um cruzeiro próximo a uma igrejinha (vê-se um crucifixo na cumeeira da igrejinha) que pode ter substituído a capela incrustada na enfermaria de 1816 como no leiaute do pessoal da História; vale atentar à vegetação da cena, distinta da via primitiva.
Assim o croqui com que trabalhávamos falha na escala, dando força aos rabiscos de Souza Araújo, que estabelece superfícies semelhantes às três enfermarias: entre o paredão que há no local real e a margem esquerda da Barão de Igarapé Miri, sentido igarapé, deveriam constar: um espaçamento (à fóssa septica), a velha enfermaria, o caminho primitivo e a linha de casinhas — Souza Araújo, apesar do exagero na administração e no Retiro São Francisco, melhor resolve tal problema:

Por ora não possuímos informações das construções pós Souza Araújo (1924) e anteriores ao incêndio e desmonte da afastada colônia por José Malcher (1938); mas existem outras imagens, atribuídas ao lugar, que não há, ainda, como identificar:

 

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Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada 2

Em Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada dissemos que o  croqui publicado no livro de José Messiano Trindade Ramos não estava em escala; talvez nos tenhamos enganado, o que seria perfeito à marcação das edificações do asylo representadas na superfície real, sobre casas e quintais daquele setor do Guamá.
Na publicação anterior, sobre este assunto, discutiu-se O deslocamento gráfico do Asylo do Tucunduba por Souza Araújo — de exatos 45º no mapa de Theodoro Braga.
Passamos a crer na possibilidade de desorientação de Souza Araújo em relação aos pontos cardeais; senão vejamos: quando Souza Araújo se dirigia ao Asylo no automóvel Ford, qual caminho o motorista seguia, seria pela Souza Castro ou pela picada que ele riscou no mapa de Braga? (Lembremos que a Barão de Igarapé Miri só seria aberta entre 1925 e 1928 por Dionísio Bentes.)
Em qualquer das duas circunstâncias não haveria encruzilhada com 90º que estabelecesse uma referência a ele confiável, apenas o que pertencia àquele lugarejo afastado — recordemos que o jornalista do Estado do Pará não reconheceu o angular Quarteirão H a meia distância da velha leprosaria; de todo modo o esboço do leiaute do Asylo do Tucunduba, feito por Souza Araújo no mapa de Theodoro Braga, é coerente e dá alinhamento das casas às três enfermarias, deslocando dessa regra e desparalelizando distintamente o retiro de frei Daniel de Saramate e o prédio dito da administração.
De concreto existem as Ruínas do complexo de isolamento do Tucunduba que sabemos, pelo próprio Souza Araújo, estarem entre as outras duas enfermarias; Souza Araújo também informa que fez latrinas nessa enfermaria (central) construída por Enéias Martins em 1916, e que tais sanitários foram ligados por tubos de grês — exatamente como os encontrados  pelo morador da casa visitada — a uma fóssa septica; isto em 1921.
Assim, aliado ao fato do Retiro São Francisco posicionar-se à direita da entrada do Leprosário do Tucunduba, arriscaremos  uma nova orientação do croqui que possuímos:

Ampliável

Com a nova orientação do croqui — e se ele estiver mesmo em escala — será possível localizar, aproximadamente, em mapas atuais e imagens de satélite, o posicionamento das construções fotografadas do complexo de isolamento do Tucunduba.
A aerofoto de 1955 sugeriu parte de um muro que foi marcado em branco; observar: sugeriu, o que pode, também, induzir ao equívoco.

Leiaute e orientação anterior do Hospício (F)


Nova orientação do conjunto mantendo parte do leiaute anterior substituindo a desarrumação da administração e do Retiro São Francisco – com miolo em vermelho —  retirada do desenho de Souza Araújo no mapa de Theodoro Braga.

Superposição em aerofoto de 1955

Superposição em foto atual de satélite


A descoberta d’O Quarteirão H do Guamá e outras informações já referenciadas no texto anulam a publicação Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada; à qual faremos um postscriptvm de alerta, sem apagar o erro do raciocínio anterior.

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O deslocamento gráfico do Asylo do Tucunduba por Souza Araújo

Em O Quarteirão H do Guamá levantou-se uma questão: por que o médico Heraclides César de Souza Araújo teria feito um deslocamento do Asylo do Tucunduba no mapa de Theodoro Braga de 1918 por ele utilizado à produção do Corte Epidemiológico da Lepra em Maio de 1922?
Souza Araújo além de desalinhar a quadra designada por Theodoro na rua Silva Castro localiza todo o complexo da leprosaria abaixo da Barão de Igarapé Miri — erro de escala?
Outro fato curioso é o caminho riscado entre os hospitais de isolamento (Domingos Freire, São Roque e São Sebastião), por trás do cemitério de Santa Isabel, e o Asylo do Tucunduba; nessa picada Souza Araújo contabiliza 6 hansenianos e dá o leiaute do lugar à semelhança do que já publicamos, contudo, com distinta orientação:

Combinadas as informações de Braga, Araújo e do jornalista do Estado do Pará superpostas a uma aerofotografia de 1955, dezesete anos após o incêndio e desmonte da colônia do Tucunduba, vê-se uma enorme clareira por trás das Ruínas do Tucunduba — estas alinhadas paralelamente à via Barão de Igarapé Miri como pensado deste Manoel Odorico Nina Ribeiro nos anos 1880 —, hoje baliza real divisora de quintais e casas naquele setor do Guamá.
Não sabemos exatamente o porquê  de generosa superfície sem habitações e vegetação vizinha, ao norte, à marcação “alertada”, incoerentemente, por Souza Araújo na planta de Theodoro Braga; contudo, arriscaríamos a hipótese de um depósito de lixo em 1955, já que, ao que se decifra, possuía vasto acesso pela passagem Napoleão Laureano, dentre outros menos significativos ou imperceptíveis:


No caso de tal raciocínio estar correto, há possibilidades de uma parte dos vestígios da colônia dos lázaros do Guamá estarem sob um lixão.

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Uma visita ao Asylo do Tucunduba em 1921

O recorte acima é do Estado do Pára de 31AGO1921; a matéria se refere a uma visita de seu autor anônimo ao Asylo do Tucunduda um ano e meio após o lançamento da pedra fundamental  da Leprosaria Modelar que ocuparia significativa área do bairro do Guamá correspondente, por estimativa, a 15 quarteiões.
O narrador começa por dizer que penetrou na Silva Castro, depois passou pelo Quarteirão H que não reconheceu pelo matto inculto que dominara aquele terreno do marco da futura, mas nem sequer iniciada, Leprosaria Modelar.
Seguindo a estrada que ele (o jornalista) descreveu como margeada de espaço a espaço, por pequenas habitações, muitas em ruínas — sinalizando que a estrada (picada ou caminho) não seria via nova — o jornalista dobra à direita e vê o Retiro São Francisco, do mesmo modo que o médico Heraclides César de Souza Araújo diz, em seu livro, que era à direita da entrada o chalet de residência do frei Daniel de Samarate. 
Há unanimidade entre o jornalista e o médico de que a casa do Frei Daniel ficava à direita da entrada em curva da Silva Castro:

Tais informações, por ora, estão em contradição ao croqui publicado em Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada:

Pelo material a entrada seria pela Barão de Igarapé Miri no sentido O/L; já os relatos, interpretados, revelam que a entrada dava panorâmica ao rumo NO/NE ou N/S; o que não invalida o leiaute do conjundo, mas põe em cheque sua orientação ou o posicionamento de seu portal.
Entrando-se pela Barão de Igarapé Miri o Retiro São Francisco ficaria à esquerda e não à direita.

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A pedra fundamental do Leprosário Modelar no Quarteirão H do Guamá — 1920

O periódico Estado do Pará de 05JAN1920, do qual retiramos os clichês e legenda acima, dá testemunho das festividades de inauguração da pedra básica do edifício central do que se pretendeu construir no Quarteirão H do bairro do Guamá com entusiasmo do governador Lauro Sodré e aquiescência popular: uma Leprosaria Modelar que redimisse o abandono ao Asylo do Tucunduba por mais de um século.
O médico Heraclides César de Souza Araújo, em seu livro A Prophylaxia da Lepra e das Doenças Venereas no Estado do Pará de 1922, transcreve a notícia dada pela Folha do Norte do mesmo dia:

A reprodução das páginas 39 e 40 do trabalho de Heraclides fez-se necessária pelo “canto do quarteirão H”, local onde enterraram o tesouro do Guamá: moedas, jornais do dia 4 e a acta do evento que desenhara aquele bairro para ser — sem jamais ter sido — um exemplo de prophylaxia à leprose configurando-se como um complexo hospitalar público instalado em pelo menos 15 quarteirões entre a Paes de Souza e a área da Pedreira do Guamá, da José Bonifácio ao igarapé Tucunduba (ver o Plano).
Bem, como nada disso saiu da surperfície do papel, voltemos ao famigerado Quarteirão H do Guamá que José Sidrim, em seu mapa de 1905, já batizara suas vias de composição:

O Guamá foi desobediente ao traçado imposto e criou seus próprios caminhos de tal modo que a Silva Castro não chega mais ao igarapé Tucunduba como em 04 de janeiro de 1920; muito menos há um Quarteirão H — a Intendente Coronel Antonio Pimenta de Magalhães, aqui projetada pelo rumo, é uma alameda aprisionada no Conjunto Residencial Alacid Nunes.
Em 24 de junho de 1924 o doutor Souza Araújo, chefe da Prophylaxia Rural do Departamento Nacional de Saúde Pública — DNSP — no Pará, inauguraria a Lazarópolis do Prata no Instituto do Prata, fundado em 1898 pelo capuchinho lombardo Frei Carlos de São Martinho, no governo de Paes de Carvalho, destinado à catequese dos silvícolas das regiões dos rios Capim e Guamá; ali, desde 1921, funcionava uma colônia correcional da Chefatura de Polícia:


Recorte do mapa de João de Palma Muniz datado de 1908; clique na imagem para vê-lo completo.

Mesmo com o surgimento da Lazarópolis do Prata, a primeira colônia agrícola de leprosos fundada no Brasil, o Asylo do Tucunduba permaceu em funcionamento precário até 1938 quando o interventor federal José Carneiro da Gama Malcher mandou atear fogo nos 70 casebres lá existentes e arrasar os pavilhões com material de lei — os hansenianos dali foram transferidos ao Prata restando dessas memórias e do devaneio de 1920 apenas as Ruínas do Tucunduba.

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O Quarteirão H do Guamá

Dentre as ilustrações do livro A Prophylaxia da Lepra e das Doenças Venereas no Estado do Pará – Volume II (1922) encontra-se um mapa de Belém do Pará decalcado do conjunto de cartas geográficas organizado por Theodoro Braga em 1918.
O médico Heraclides César de Souza Araújo, chefe do Serviço de Saneamento e Prophylaxia Rural no Estado do Pará é autor do estudo que reproduz a Carta Epidemiológica da Lepra em Maio de 1922:

O material acima, se observada a área onde se localizava a leprosaria do Tucunduba, transgride a base estabelecida por Theodoro Braga que mostra o local esquadrinhado por paralelismo no arruamento ali projetado.
Os levantamentos de Nina Ribeiro (1883-86) e José Sidrim (1905) dão suporte ao traçado de Theodoro Braga para o velho asylo do Tucunduba; contudo, a representação de Souza Araújo desenfileira a leprosaria e dá a ela um caminho irregular marcando pontos de residência de seis leprosos somados à média de 260 casos naquela marginal colônia.
Souza Araújo em seu texto se refere ao Quarteirão H tanto para falar da inauguração da pedra fundamental em 4 de janeiro de 1920, quanto para descrever os planos mostrados naquela cerimônia ao pretenso Leprosário Modelar.
Mas o que seria o Quarteirão H?
Tal quadra, adjacente ao Tucunduba, aparece demarcada em uma planta publicada no livro Patrimonios dos Conselhos Municipais de João de Palma Muniz em 1904:


Em 1905 José Sidrim planejou o arruamento de toda a superfície e nomeou as vias limítrofes do Quarteirão H:


Uma superposição do croqui de 1922 ao mapa de 1918 que lhe deu origem mostra as duas localizações do Hospício dos Lázaros do Tucunduba, bem como pode ilustrar O Plano do Novo Leprosario:

Nenhuma incoerência se aplicado o traçado de Theodoro Braga à imagem de satélite do Google:


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Divulgação



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Carteirinha de Puta


Ampliável à melhor leitura.

Fonte: A Prophylaxia da Lepta e das Doenças Venereas no Estado do Pará – Volume II.

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Prezado(a) solicito seu apoio para mobilizar seus alunos/contatos para participarem neste sábado, 11/11, às 8h, da grande final do Desafio Universitário Inove+.
As 10 equipes finalistas apresentarão seus pitches e conheceremos os campeões de 2017.
Você é nosso convidado, venha prestigiar as equipes e votar na sua favorita.
Veja a programação completa em: desafioinovemais.com
O pitch é uma apresentação sumária de 3 a 5 minutos com objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo negócio, assim, deve conter apenas as informações essenciais e diferenciadas. O pitch deve tanto poder ser apresentado apenas verbalmente quanto ilustrado por 3 a 5 slides. Ele deve conter basicamente:
1. Qual é a oportunidade.
2. O Mercado que irá atuar.
3. Qual é a sua solução.
4. Seus diferenciais.
5. O que está buscando.

Material de divulgação.

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Contar de Marajó; por Paulo Ribeiro

Mais em Kamara Kó Galeria.

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A equipe de Educação Patrimonial do DPHAC informa que as inscrições para este importante evento ainda estão abertas.
O evento é inteiramente gratuito.
Serão oferecidos mini cursos e oficinas.
Poderão ser inscritos artigos para os Simpósios temáticos.
O certificado será emitido pela UNAMA e publicação virtual, com ISBN garantido.
Os resumos poderão ser enviados até o dia 15 de outubro.

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Círio 2017 — retalhação da corda

Localização: Rui Barbosa entre Nazaré e Brás.

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As Filhas da Chiquita; por Priscilla Brasil (2006)

Ficha técnica: Filmow.

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