Dispensa das aulas durante a SITEC 2016

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O presente que Abelardo Condurú deu a Getúlio Vargas em 1940

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Na realidade trata-se da Medalha Comemorativa da tomada de Cayena aos Franceses datada de 1809 como disse Gustavo (Dodt) Barroso, diretor (fundador em 1922) do Museu Histórico (Nacional), em artigo publicado na revista O Cruzeiro de 04 de dezembro de 1948, de onde foram tirados os clichês que seguem no topo da ilustração:

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Sob o título Tomada de Caiena: seu significado para a História dos Fuzileiros Navais publicado na Revista Navigator (V.6 – N.11 – 2010), o Capitão de Fragata e Encarregado do Museu do Corpo de Fuzileiros Navais, Ronaldo Lopes de Melo, dá a seguinte nota de rodapé:

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Não sabemos exatamente qual versão foi regalada ao presidente Vargas pelo prefeito Condurú em 05 de outubro de 1940, se em bronze, prata ou prata dourada; de todo modo estamos diante da imagem de uma peça considerada rara em fóruns de numismática que assim a descrevem:

Medalha representando, no anverso, com bastante relevo, a efígie com a cabeça de Dom João, Príncipe Regente, adornada com coroa de louros que se prende junto da nuca com um laço. Encontra-se de perfil, voltado à esquerda. Na orla a legenda (iniciando em baixo, do lado esquerdo e interrompida no exergo): D: JOAM P: G: D: PRINCE: REGEN: DE PORTUGAL & c. No exergo, que não está separado por friso, a data: 1809. No campo, junto do corte do pescoço, a assinatura do gravador PIGEON F. e no próprio corte a do modelador, onde a leitura (inconclusiva) poderá ser: MOD. BY ROVW. No reverso, na orla, a legenda, que começa do lado esquerdo, em baixo, interrompida no exergo: CAYENNA TOMADA A:OS FRANCEZES. Ao centro a data de 14. JAN // 1809., escrita em duas linhas horizontais dentro de uma coroa feita com dois ramos de café, ligados em baixo por um laço. Esta medalha comemora a tomada de Caiena, sede da administração francesa na Guiana, invadida pelo Príncipe Regente, Dom João, em represália à invasão de Napoleão Bonaparte a Portugal. Possivelmente é a primeira medalha de campanhas portuguesa e foi criada por Carta Régia de 16 de agosto de 1809.

O certo é que o antigo distintivo outorgado pela Coroa Portuguesa aos militares que tomaram Caiena à época da visita de Vargas tinha 131 anos e não 200 como disse A Noite, nem Dom João era Rei, mas Príncipe Regente; muito menos fora criado (o distintivo) por artistas do Brasil colonia, mas pelo flamengo Peter Rouw (ou ROVW) e dada à cunhagem em Londres pelo gravador George Frederick Pidgeon (ou PIDGEON F.).

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O busto de Getúlio Vargas defronte à Baía do Guajará

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O busto em bronze,  mandado erigir em Belém pela classe dos marítimos, não possuía, em sua inauguração (05OUT1940), a placa que se vê acima; esta foi afixada ao monumento em 10 de outubro de 1941 por ocasião das comemorações nacionais do primeiro aniversário do Discurso do Rio Amazonas:

Diário de Notícias (RJ) 12OUT1941

Fontes das fotografias: antiga da Revista da Semana
atuais de Antonio Athayde.


Postscriptvm (13AGO2016):

A Noite – Suplemento – de 11NOV1941 ilustra, mais de um mês depois, a nota do Diário de Notícias (de 12OUT1941):

A Noite 11NOV1941

Ampliável à leitura

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Diário de Notícias também cobre visita de Vargas à Belém em 1940

Diário de Notícias (RJ) 07OUT1940

Ampliável à leitura

O jornal carioca Diário de Notícias de 07 de outubro de 1940 revela que Getúlio Vargas chegou à cidade de Belém ao final da tarde de 5 de outubro aterrizando no aeródromo de Val-de-cães.
Getúlio e sua comitiva embarcaram em uma lancha até o cais do porto (escadinha) à entrega symbolica das chaves da cidade e inauguração de seu busto em bronze defronte à Baía do Guajará.
O detalhe curioso e mote da matéria: o banho de chuva que Vargas tomou, não foi mencionado pela Revista da Semana (RJ) de 23NOV1940; aliás, os dois relatos jornalísticos, em alguns aspectos, são incongruentes.

Há ainda uma terceira percepção da segunda visita de Vargas à capital do Estado do Pará publicada em A Noite (RJ) de 06OUT1940.

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Divulgação/convite à FAU

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Material básico enviado pela diretora em exercício da FAU:
professora Cybelle Salvador Miranda.

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Revista da Semana cobre visita de Getúlio Vargas à Belém em outubro de 1940

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Revista da Semana (RJ) de 23NOV1940 traz uma matéria ilustrada da segunda visita do presidente (ditador) Getúlio Vargas à cidade de Belém do Pará.
O magazine serve de roteiro às investigações que pormenorizem os fatos relatados; bem como esclarece dúvidas de Referências conflituosas sobre fotografias encontradas no Museu do Estado de Pernambuco, publicação de 04FEV2014 deste site.

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VAIA OLÍMPICA; por Inocêncio Nóbrega*

INVaiar não é crime. Trata-se de uma oportunidade pouco frequente, de que dispõe uma sociedade democrática, a fim de manifestar seu inconformismo ante uma situação anômala presente, de caráter social, econômico ou político. Não raro o foco principal são as autoridades, sempre em escala maior. Sem dúvida, esse tipo de apupo corresponde a uma verdadeira mensuração de como anda a carruagem de estado e de governo.
O hábito estoico da Velha República, pelo menos esconde possíveis desmantelos funcionais. Relembremos, contudo, alguns casos dos quais  posteriormente primeiros mandatários experimentaram tais vexames, mais amargos dependendo do grau de desvio de conduta em relação à coisa pública, a maioria se recompondo perante a história.  Comecemos por Getúlio Vargas, na década de 1940, quando inaugurava o Estádio de Pacaembu, São Paulo.  Acusado da prática de atos discricionários mais tarde reaproxima-se do povo, que o cognomina de “Pai dos Pobres”. Já no Maracanã, o presidente Juscelino sofreu estrepitosas vaias de torcedores, durante os preparativos da seleção canarinha à Copa da Suécia. Sereno e otimista, está consagrado pela sua coragem e arrojo, no cumprimento de sua meta, “Brasil, 50 Anos em cinco”.  FHC, entre meia dúzia de aplausos é enormemente vaiado no desfile de 7 de Setembro de 1999, em Brasília. Premiou a Nação com um legado negativo de trabalho. Lula e Dilma Rousseff, também não escaparam dessa forma de protesto. Ambos continuam na preferência da população brasileira mais carente, pelo conjunto de providências a seu favor que realizaram. Interessante, quase todos esses episódios estiveram ligados a eventos esportivos, impressos pelas presenças, maciças, da classe média, nunca fugindo do caráter doméstico de influência.
Na abertura das Olimpíadas, no Rio de Janeiro, persistiram tais princípios, recaindo, seletivamente, em Michel Temer.  Não concordo com a tese do apresentador Boechat, da TV Bandeirantes, pretendendo generalizar as vaias aos maus políticos.  Uma manobra para esconder o ator do triste cenário. Ao contrário, tiveram endereço certo, a um homem que logo cedo começa colher seus próprios frutos, pela determinação de assumir um poder, ainda pela via do golpe parlamentar. Curioso que distante do início de cada novo governo historicamente ocorre um período de maturação, instante em que o país começa a se impacientar, ao aperceber-se dos descaminhos oficiais.  Sem seguir essa tendência, a produção dos efeitos que criou não tardou a ser sentida, acumula-se num crescendo a olhos vistos, vez que ele próprio e seu ministério estão envoltos em escândalos de corrução, portanto incompatíveis com a expectativa nacional, não esperando pelo incremento da moralidade instalar-se, assim fazendo jungir as descrenças das facções populares, outrora antagônicas. Não vejo, pois, como Temer demover-se desse transtorno, cumprindo um marco de dignidade na sua passagem pelo Palácio do Planalto.  O que ficou mesmo foi a vaia olímpica, assistida por cerca de 900 milhões de pessoas, no mundo inteiro conectadas naquele momento. Fingia-se preparado para receber tamanhas vozes de repúdio, deixando a arena carioca ridicularizado e expondo o Brasil a essa situação de constrangimento.

*76 anos.

E-mail do jornalista: inocnf@gmail.com.

 

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Palacete Passarinho – “residência provisória” de Getúlio Vargas – 1933

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Fotografia de Otávio Cardoso de original de álbum de família (1925/26) pertencente a Ana Léa Nassar Matos  – bisneta de José Sidrim autor e executor do projeto arquitetônico

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Fonte: Correio da Manhã (RJ) 27SET1933.

A NOITE cobre visita de Getúlio Vargas à Belém em setembro de 1933 confirma que Getúlio recebeu autoridades no Palacete Passarinho quando aqui esteve pela primeira vez.
A “novidade” está na nota do jornal carioca Correio da Manhã  às vésperas da chegada de Getúlio à cidade de Belém do Pará; nela se vê como o Palacete Passarinho fora preparado para hospedar o Chefe do Governo Provisório e sua comitiva: sala de telegraphia, com installações Morse e radio; uma sala para serviços de imprensa e varios gabinetes para trabalho… 18 telephones… Todo o edifício será profusamente iluminado. A fachada está coberta de lampadas electricas.
O mesmo periódico [Correio da Manhã (RJ) 23SET1933] em número antecedente se refere ao Palacete Passarinho como futura residência provisória de Vargas. 
A questão, que aqui permanecerá aberta pois jamais levantada, é se o elevador que lá existe foi instalado nessa época ou é do projeto original de José Sidrim; afinal: o Diário do Norte (RJ) 25AGO1933 mostra que haveria tempo hábil à colocação do referido equipamento que não consta no rol da preparação do lugar.


Postscriptvm:
A professora Ana Léa Nassar Matos, por comentário, disse:
No projeto existia uma previsão do local para instalação do elevador.


Postscriptvm (13JUN2018):

A chegada de Getúlio no Palacete Passarinho (1933)

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Divulgação à FAU

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Material enviado pela diretora em exercício da FAU:
professora Cybelle Salvador Miranda.

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Divulgação/convite à FAU

Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio CNNP 2016.
Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio CNNP 2016.
Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.
Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.
O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.
A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio CNNP 2016. Antologia Poética.
Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas
De 05 de junho a 05 de setembro 2016 pelo site: http://www.cnnp.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade

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Texto: release da editora.

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Visão do Grupo Escolar Doutor Freitas em 1940

Revista da Semana (RJ) - 23NOV1940

Ampliável à leitura

Fonte: Revista da Semana (RJ) 23NOV1940.

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Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Doutor Freitas

Fonte: Google Street View.


Postscriptvm:

Grupo Escolar [perímetro desconhecido]

Igor Pacheco, editor do Fragmentos de Belém, enviou-nos uma fotografia sem referências disponível à venda no Mercado Livre com o genérico título de Grupo Escolar.
A imagens e texto da Revista da Semana parecem elucidar tal questão:

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Ao que tudo indique: mureta, portão e via (Dom Romualdo de Seixas), hoje, naquele lugar, existe o NEL – Núcleo de Esporte e Lazer – da Secretaria de Estado de Educação do Estado do Pará colado ao Ginásio Poliesportivo Raimunda Fernandes Albuquerque também da SEDUC:

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Não há dados suficientes à dimensão do terreno

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“GuaraSuco é o legítimo guaraná da Amazônia”

Mendes - O Cruzeiro

Campanha da Mendes Publicidade publicada em O Cruzeiro (21SET1968)

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A lida dos ditos cartazistas pela Química

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Ampliável à melhor visualização

Penúltimo exercício-tema proposto aos Calouros 2016: manhã do dia 05 de julho de 2016 nas obras de conclusão da Escola Estadual de Ensino Médio Profissionalizante Celso Malcher no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá.


Mais sobre:

Exposição efêmera no paredão da Química

Da Engenharia Química ao responsável pela Exposição Efêmera

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Da Engenharia Química ao responsável pela Exposição Efêmera

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Recebido às 17:00 de hoje pelo responsável.
A resposta está prévia e preventivamente contida na publicação de terça-feira, dia 12 passado: Exposição efêmera no paredão da Química.

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Divulgação/convite à FAU

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A inusitada construção na Doca de Souza Franco (1934)

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Em Doca de Souza Franco e Mercado Municipal do Reduto (1935); por Robert Swanton Platt não se enxerga a construção que ocupa a via pública na esquina da 28 de Setembro com a Doca de Souza Franco em 1934.
Qual sua finalidade?
Serviria ao comércio como um Kiosque (de Bolonha) ou à fiscalização do Mercado Municipal do Reduto?

Fonte da imagem antiga: A Noite Ilustrada (27JAN1934).


Postscriptvm:
Seria esta nota uma pista?

Correio da Manhã 29JAN1932 (2)


Postscriptvm 2:
Pista corretíssima confirmada no material pós-postagem enviado pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda:

Fonte da imagem enviada por Guilliod: Pavilhão Fiscal Doca de Souza Franco
A Semana 21 nov 31 p107 nº690 ano XIII.


Postscriptvm 3:
Ari Guilliod foi além: enviou-nos uma matéria de A Província do Pará (o4AGO1957) revelando a reutilização da pequena edificação para carga de baterias, mostruário de produtos e escritório da filial do Posto Luso Brasileiro que se instalou na Doca de Souza Franco – não se sabe exatamente da localização do Luso na área.
Aos clichês da referida reportagem:

Doca 1957

Kiosque do Posto Luso Brasileiro: 28 com Doca: RECARREGA-SE BATERIAS
Observar que o guarda-corpo ao canal é outro em 1957

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Filial do Posto Luso Brasileiro na Doca de Souza Franco em local não identificado; a matriz ficava no Porto do Sal

A construção do pavilhão à Recebedoria deu-se na primeira interventoria de Magalhães Barata e a ocupação do mesmo prédio pelo Posto Luso Brasileiro quando Barata era governador eleito – não sabemos exatamente quando a navegação de canoas cessou na Doca de Souza Franco.

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Exposição efêmera no paredão da Química

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Panorâmica ampliável

Primeira avaliação de Representação e Expressão I – calouros dos dois turnos com entrada em 2016 – completados um mês e meio de trabalho acadêmico na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Os últimos exercícios antes das curtas férias de julho foram baseados na observação de equipamentos existentes na Estação de Tratamento d’Água da UFPA e o resultado, 66 desenhos, exposto no cego paredão da Engenharia Química do ITEC – Instituto de Tecnologia – hoje pelo horário do almoço.
Além da produção individual na técnica empregada exigiu-se a articulação de equipes com quatro indivíduos e a responsabilidade organizacional das duas turmas procederem a montagem de uma exposição em grande superfície precária a céu aberto.
O resultado foi positivo e todos obtiveram o conceito Excelente.
A mostra, que tem como suporte o papel kraft, é transitória e se desmontará pelas ações do tempo, não danificando ou sujando o patrimônio institucional.

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Takes ampliáveis

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Alunos em prática no terreno da Estação dentro da UFPA (ampliável)

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O Curro Velho foi considerado bairro de Belém

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Reitoria da Universidade do Estado do Pará (UEPA) pelo Google Street View

Ruas de Belém, de Ernesto Cruz, não se refere ao bairro do Curro Velho, mas a imprensa o designou como um logar da cidade, ou mesmo alçou-o à categoria de bairro como mostra A Noite Ilustrada (27JAN1934).
Isto não é suficiente, ainda, para se descartar a possibilidade do uso do porto e do prédio do primeiro matadouro municipal, dito Curro Velho, como hidroporto da NYRBA.
Antes da aviação comercial por aqui chegar como escala em rotas regulares entre as Américas, alguns raids aéreos foram registrados, como o de Nova York ao Rio de Janeiro em 1922 que fez escala em Belém – possivelmente a primeira vez que os belenenses enxergaram um avião.
O hidroplano Sampaio Corrêa II era pilotado pelo estadunidense Walter Hinton e sub-pilotado pelo cearense Euclydes Pinto Martins; além desses, um piloto-mecânico, um jornalista e um cinematographista – Santos Dumont os recebeu na chegada ao Rio de Janeiro em fevereiro de 1923.
Os aviões desciam na Baía do Guajará, sem ponto certo, mas geralmente eram aguardados pelas multidões – a população era avisada por mensagem telegráficas que davam a localização dos aparelhos ecoadas pela sirene do jornal Folha do Norte – no Porto de Belém: entre o Castello e o Curro Velho.
Houve piloto que amarrou na Recebedoria de Rendas, enquanto outros nas oficinas (estaleiros) da Port of Pará em Val-de-cães; alguns até pousaram no Chapéo-virado do Mosqueiro.

Veja imagens das comemorações da amerissagem do Sampaio Corrêa II no Rio de Janeiro: Revista da Semana (17FEV1923).

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Vídeo institucional SECTET: “Conheça o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá)”

Enviado pelo professor José Maria Coelho Bassalo.

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Obrigado Stella Pessôa

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Faleceu ontem, por volta das 20:30 horas, no A. C. Camargo em São Paulo, a escritora Maria Stella Facióla Pessôa Guimarães.
O corpo será cremado naquela capital após cerimônia reservada aos familiares e amigos que lá estão.
Stella, ou simplesmente Teté – apelido de infância –, era engenheira civil de formação; como analista de sistemas desenvolveu tecnologias de informação aplicando-as à educação de crianças – a chamada Informática Educativa.
Trabalhava em sua tese de doutoramento no NAEA – Núcleo de Altos Estudos Amazônico – sobre as questões sociais na obra do filósofo paraense Benedito Nunes.
Stella Pessôa era colaboradora do Blog da FAU.
Amada Teté: obrigado por sua existência.

Foto (2013): Elizabeth Pessôa.


Postscriptvm (18/JUL/2016):

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Recorte de A Província do Pará do dia 07 de março de 1950 enviado pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda.

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