O Curro Velho teria sido o primeiro aeroporto de Belém?

Curro Velho aeroporto
A notícia publicada no periódico carioca O Paiz (18OUT1929), sob o título Pará Aero-porto, reproduz entrevista feita com o engenheiro G. Mackenzie pelo jornal Folha do Norte de Belém – Mackenzie era o representante da sociedade americana New York, Rio de Janeiro & Buenos Aires Line Inc., a NYRBA, posteriormente PanAir.
O engenheiro estadunidense veio a Belém para resolver questões operacionais ao estabelecimento das primeiras linhas aéreas regulares que fariam escalas em estados brasileiros dentro de alguns dias.
O Curro Velho (foto) é mencionado como base emergencial destinada ao ancoradouro e abrigo dos aparelhos da NYRBA.
Na checagem do que disse Mackenzie confirma-se que ele foi à ilha de Maracá, no Amapá, bem como houve a chegada a Belém dos hidroplanos Pernambuco e Buenos Aires na ordem por ele prevista.


Esta especulação cairá por terra se o logar Curro Velho não significasse apenas o prédio do primeiro matadouro de Belém, mas a área circundante, como um bairro – desse modo retornaríamos ao Pier da PanAir na condição de primordial aeroporto de Belém até 1940, secundado pelo da Condor.

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Aviação Commercial no Brasil; por Nóbrega da Cunha (1936)

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Aviação Commercial no Brasil; por Nobrega da Cunha (1936) em pdf do BF.


A matéria acima, em pdf’s do Scridb e do BF, foi escrita pelo redator da revista carioca O Observador Econômico e Financeiro: Carlos Alberto Nóbrega da Cunha, em novembro de 1936; ou seja: 9 anos após o início da atividade de aviação no país.
O texto de Nóbrega da Cunha, ilustrado com mapas e aeronaves, sintetiza o voar comercial brasileiro, dando suporte ao entendimento da importância de Belém nas rotas até então traçadas nacional e/ou internacionalmente.
Aviação Commercial no Brasil ajudará o leitor a contextualizar muitas das publicações referentes à pesquisa sobre Clippers, as primeiras paradas de bondes e ônibus que ganharam essa nomenclatura estrangeira em função dos clippers voadores da estadunidense NYRBA, depois PanAir do Brasil, e quaisquer outros aeroplanos que cruzassem o céu belenense, como no caso os pertencentes à alemã Condor Syndikat que por aqui chegou no ano do artigo de Nóbrega da Cunha: 1936.

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Mais dos Precursores Brasileiros da Aviação no primeiro* aeroporto de Belém

Subsídios à virtualização do lugar onde funcionou o hidroporto da PanAir

Revista da Semana 27MAI1933

Imagem ampliável

Fonte: Revista da Semana (RJ) – 27MAI1933.


Postscriptvm (08/07/2016)

A publicação O Curro Velho teria sido o primeiro aeroporto de Belém? provocou o asterisco no título desta.

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Precursores Brasileiros da Aviação no Hidroporto da PanAir em Belém

Especulações de localização e orientação do Monumento:

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Ampliável à leitura

A partir das informações contidas no livro Monumentos de Belém (1945), de Ernesto Cruz, associadas às já colhidas, arriscou-se uma localização e orientação ao Monumento aos Precursores Brasileiros da Aviação que, inaugurado em 1933, equipava o complexo do  Hidroporto da  Pan America Airways System do Brasil (ou PanAir do Brasil).
Cruz diz: O monumento faz frente para a entrada da Avenida Santos Dumont…
Pelo que se entende no filme de 1935 – sem o conhecimento das datas das imagens editadas – a Santos Dumont seria uma via interna do Hidroporto, paralela à Marechal Hermes, possivelmente dupla com grande canteiro central, destinada ao acesso do complexo:

Observar o movimento de dois automóveis que seguem em direção à praça onde se presume estar o monumento, um prolongamento do canteiro central da avenida [Santos Dumont(?)] com árvores novas na pista de retorno; o primeiro carro parece passar por trás de nossa suposição.
Ou seja: o bico da águia apontava em direção ao Ver-o-peso tendo a asa direita à Baía do Guajará e a esquerda à Avenida Marechal Hermes.
Curiosamente Ernesto Cruz, em Ruas de Belém, não cita a Avenida Santos Dumont e afirma que a Avenida Marechal Hermes jamais mudou de nome.


Esta percepção foi publicada com a intenção de ser contestada pelos internautas no caso de equívocos.


Postscriptvm:

Takes ditos de 1932, antes do Monumento:

A sequência mostra que o hangar fora construído antes do prédio a ele perpendicular [reservado aos passageiros(?)] – as imagens entre 0.30 e 0.37 revelam tal vazio que permite a visão da edificação do outro lado da Marechal Hermes.
Chamou-se os takes de ditos porque entre os pontos 0.37 e 0.44 se vê, no complexo do PAA e arredores, árvores frondosas que indicam anos posteriores ao de 1935.

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Cadê o nosso monumento aos Precursores Brasileiros da Aviação?

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Aeroporto de Belém em publicação de 1966 por ocasião dos 350 anos da cidade – governo golpista militar de Alacid Nunes –; a imagem mostra um monumento com águia no topo em homenagem aos Precursores Brasileiros da Aviação.

O Cruzeiro 27MAI1933

A inauguração do mesmo monumento em matéria da revista carioca O Cruzeiro (27MAI1933) revela que o mimo tridimensional fora assentado originalmente no terreno do hidroporto da  PanAir do Brasil, na Baía do Guajará, com a presença do então major Magalhães Barata (interventor federal) e do prefeito de Belém, professor Abelardo Condurú.

Monumento

Cartão postal, sem datação, dá a localização do objeto na área do complexo (hidroporto/oficina/administração) da PanAir do Brasil em Belém à margem da Baía do Guajará.

O recorte do filme Pan Am To South America 1935 registra a estrutura do lugar onde os hidroaviões eram reparados e havia o embarque e desembarque de pessoas e malas postais – vê-se com clareza a área que foi ocupada com os silos e edifício da OCRIM a partir de 1953 restando apenas a Rampa da PanAir no complexo Ver-o-rio inaugurado em 1999 na administração municipal de Edmilson Rodrigues.

A questão é: onde foi parar a homenagem física aos Precursores Brasileiros da Aviação que havia na cidade de Belém do Pará?


Diante da impossibilidade de leitura das quatro faces que têm os nomes dos  Precursores Brasileiros da Aviação, recorreu-se a outra edição de O Cruzeiro (06SET1941) para identificá-los com segurança: Bartolomeu Lourenço de Gusmão (paulista), Julio César Ribeiro de Souza (paraense), Augusto Severo de Albuquerque Maranhão (potiguar) e Alberto Santos Dumont (mineiro):

O Cruzeiro - 06SET1941

Ampliável à leitura

Foto do aeroporto de Val-de-cans em 1965/66: site Fragmentos de Belém.


Postscriptvm (o4/JUN/2016):
Dois professores da UFPA colaboradores do Blog da FAU: José Maria de Castro Abreu Júnior e Jussara da Silveira Derenji chamaram atenção ao livro de Ernesto Cruz, publicado em 1945 sob o título Monumentos de Belém, por este conter referência ao assunto.
José Maria nos enviou as páginas onde Ernesto escreve, descreve e ilustra o Monumento aos Aviadores Nacionais:

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Ampliável à leitura

De certo modo a postagem é útil tanto por revelar outra nomenclatura ao monumento: Precursores Brasileiros da Aviação, quanto por certificar a datação de sua inauguração: 1º de maio de 1933 – há dois anos diferentes relativos ao mesmo ato solene no livro de Cruz: 1939 (incorreto) e 1933 (correto), mais provocador de confusões interpretativas com a coincidência de Abelardo Condurú ser o prefeito de Belém nesses períodos.


Postscriptvm (16/12/2016):

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Recorte do Relatório 1930 de Antonio de Almeida Facióla.

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Futuro(a) Reitor(a): “Acho que o moço até nem me lavou.”

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Fatos em foco

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PCT Guamá

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Praça do Relógio em 1939: kiosque, clipper e telheiro

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Note-se um kiosque, possivelmente dos últimos modelos padronizados e construídos por Francisco Bolonha; o Clipper Nº01 (Parada) e o velho telheiro dos bonds por detrás do relógio.

Imagem: O Cruzeiro de 02/DEZ/1939.

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Divulgação/convite à FAU

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Matadouro de Belém ou Curro Velho

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Fotografia sem autoria e datação pertencente ao Acervo Digital do IPHAN

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O Gaiola das Loucas voltando de Brasília em 1985

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Galera, literalmente revirando o baú, não tenho culpa, aconteceu em 1985… Estudantes de arquitetura da UFPA voltando de Um congresso em Brasília nesse ônibus leito !!! Kkkkkkk vou marcar quem tenho aqui … Quem puder marca aí também …
Nome do busão: ” Gaiola das loucas!!” Foi muitiiiiiiio bom!! Boas e maravilhosas lembranças dessa viagem…

Fonte: Facebook de Eura Ataíde.

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Impressões do Mosqueiro pós morte de José do Ó de Almeida*

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Mosqueiro por volta de 1910: 27 anos após a morte de José do Ó de Almeida

Fonte: Solaris Edições Culturais.

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Mosqueiro em 1892: nove anos depois da morte de José do Ó de Almeida


Mesmo com a diferença de 18 anos entre o postal e o texto do Correio Paraense a imagem serve-lhe de ilustração:

A praça vistosamente preparada, causava a melhor impressão ao observador, em ver fluctuar ao vento bandeiras multicores, que a adornavam.
O repique dos sinos, o estalar de bastas girândolas de foguetes que fendiam aos ares, o som da musica, a alegre garridice dos fiéis fazia um conjuncto de motivos para abrilhantar a festa.

É curioso como se relata, em 1892, o comportamento social dos belenenses na Ilha do Mosqueiro; o qual, nas devidas proporções, não difere do imaginário atual:

Alegre, folgazã, divertida; esquecendo n’aquele meio os preconceitos de que estão imbuidos muitos dos seus membros; mostrando se despretenciosos e simples; delicados e atenciosos para com todos, sem distinção de classe, emfim, sabendo todos adaptar-se ás circunstancias do meio e da ocasião; salvo os prezumidos e os que, boiando da enxurrada do vicio, collocados por um capricho da sorte a occupar um lugar distinto na sociedade, temem perder o prestigio de que se julgam aureolados, em se mostrarem delicados cortezes e affaveis.

E mais… :

Tem, porem, uma vantagem: ha liberdade, passeia-se francamente, com trajes simples e negligentes, sem dar motivo aos reparos.
As senhoras e meninas, de cabellos soltos e casacos brancos, percorrem todas as ruas á passeio e os homens de paletots de qualquer cor.


*Sobre José do Ó de Almeida ler a sequência:

 O equivoco de Ernesto Cruz na biografia de José do Ó de Almeida

José do Ó de Almeida — precursor da fotografia em Belém

José do Ó — o retrato a óleo que Mosqueiro não pintou 

A Nossa Senhora do Ó de Mosqueiro foi de José do Ó


Ver também: Mosqueiro — questão de terras; por Rodrigo Salles* (1890); afinal: Rodrigo afirma que José do Ó de Almeida adquiriu da Companhia de Navegação do Amazonas, em 1864, o sítio Pedreira e tal propriedade fora por ele (do Ó) vendida a Antonio Ramos de Oliveira em 04 de fevereiro de 1878.
Do Ó faleceu em 17 de outubro de 1883.

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Os cowboys da FAU

Cowbays

COW PARADE selecionou e premiou, com 3 mil Reais cada proposição, um professor e dois alunos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Parabéns pela performance!

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Novos cabeçalhos do BF (aleatórios)

cabeçalhos

Ampliável à melhor leitura


Postscriptvm:

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Arte popular no lixo da UFPA

UFPA - Arte Popular

Título: Universidade Federal do Estado do Pará.

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Efeito Casimiro (2013); por Clarice Saliby

Direção: Clarice Saliby | Documentário | 15min | RJ
SINOPSE: 08 de março de 1980, 05h20min da manhã: 10.000 pessoas permanecem em silêncio olhando para o céu à espera de um disco voador vindo de Júpiter. Edílcio Barbosa, o mensageiro de Júpiter, havia anunciado a missão extraterrena alguns meses antes e, misteriosamente, o fato ganhou proporções internacionais. Uma história que mais parece filme de ficção científica aconteceu de fato no município de Casimiro de Abreu, Rio de Janeiro. A mídia cobriu amplamente o evento registrando a presença ostensiva do exército, toda estrutura montada pela prefeitura e a chegada de milhares de pessoas de diversas cidades do Brasil – e até do exterior – que transformaram o local em um Woodstock ufológico brasileiro.
FICHA TÉCNICA, PRÊMIOS E FESTIVAIS : http://bit.ly/1kYOylN
+ CURTAS COM TEMÁTICA UFOLÓGICA: http://bit.ly/1IGMfcE
Confira esse e outros curtas no site do Porta Curtas! Acesse: http://www.portacurtas.org.br

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Fatos em foco

Calouros experimentando o LAFORA:

Moto2
moto01
Moto03
MCJ


Postscriptvm (17/06/2016):

Mais no flickr: Representação e Expressão I – 2016.

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Divulgação/convite à FAU

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ATENÇÃO

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BF é referenciado em luxuosa publicação da SECULT/JUCEPA

Livro Marcas do Tempo 2

Após 18 meses de uma cuidadosa edição, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e a Junta Comercial do Pará (Jucepa) apresentaram na Feira do Livro a obra “Marcas do Tempo, Registros Comerciais do Pará 1895-1922”, uma reunião de estampas comerciais registradas no Estado entre o final do século XIX e o início do século XX. “Esse livro traz uma referência de como as pessoas se vestiam, o que comiam e como se divertiam, em Belém nessa época. Vai ser um prazer manuseá-lo”, contou o secretario de cultura, Paulo Chaves, durante a apresentação da obra.
Com capa dura, 412 páginas coloridas e mais de 700 estampas, entre logomarcas, rótulos, embalagens e inscrições comerciais, o livro foi apresentado para um grupo de convidados no Auditório Eneida de Moraes e, logo em seguida, lançado no Ponto do Autor. “Esse projeto foi uma das primeiras coisas que me apresentaram quando cheguei à Jucepa e costumo dizer que foi amor a primeira vista. Eu me apaixonei pelo livro e dá muito orgulho vê-lo lançado”, comentou a presidente da Jucepa, Cilene Sabino. No comando da instituição desde o final do ano passado, Cilene assumiu o projeto iniciado pelo ex-presidente Paulo Sérgio Pinheiro.
Marcas do Tempo apresenta ao público as estampas arquivadas na Jucepa entre os anos de 1895 e 1922, época em que, ao registrar suas empresas os comerciantes precisavam apresentar também a identidade visual de seus negócios. Isso incluía até o formato dos biscoitos fabricados pela extinta Fábrica Palmeira. “Um dos aspectos mais importantes desse livro é justamente que esse material, guardado pela Jucepa há tantas décadas, vai poder ser acessado pelas pessoas sem que haja contato com as estampas originais, tão delicadas”, explicou Lorena Sousa, do Departamento de Editoração e Memória (DEM) da Secult, responsável pela organização e edição.
Um dos idealizadores do projeto dentro da Junta Comercial, o coordenador de comunicação, Orlando Carneiro, também esteve no lançamento e ressaltou um dos aspectos mais importantes para a instituição. “Em quase 140 anos de atividade, a Jucepa guarda uma parte muito importante da nossa história e esse livro apresenta isso ao público, que muitas vezes não tem ideia do que é feito na Junta Comercial”, comentou. “Esse é um livro para garimpar. Seja na área de sociologia, antropologia, publicidade, temos aqui um material riquíssimo para garimpar e contar um pouco da nossa história nesse período”, completou Paulo Chaves.

Texto de Anna Peres ao site da Feira Pan-amazônica do Livro 2016.


Blogs de referência e agradecimentos em Marcas do Tempo:

Recortes

O Blog da FAU agradece o exemplar de Marcas do Tempo,  enfim um Thesouro Publico, enviado pela jornalista Lorena Souza, coordenadora da primorosa edição de mil exemplares.
Em breve a biblioteca José Sidrim receberá o seu à consulta dos que buscam referências imagéticas à história das artes gráficas do Pará.
Que Marcas do Tempo alcance o mesmo sucesso e função didática que Belém da Saudade; afinal são, ambos (livros/álbuns), ideias visionárias do último lemista: Paulo Roberto Chaves Fernandes.

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