A FAU na boca do povo

O Ateliê de Arquitetura e Urbanismo está localizado no Campus II (Profissional)

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Sessão Solene de Abertura da 76ª Reunião Anual da SBPC

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Divulgação

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Pretinha; por Joelma Kláudia

Canal no YouTube: Joelma Kláudia.

Em homenagem a Paulo Cal, um adorador do Brega Paraense.

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A Avenida Perimetral de 1970 e sua Variante de 1973

O reitor da Universidade Federal do Pará, José Rodrigues da Silveira Netto, apresenta, em novembro de 1967, um painel com o projeto do Conjunto Pioneiro – que seria inaugurado em 13 de agosto de 1968 com cobertura do magazine nacional O Cruzeiro.
Observemos que o Conjunto Pioneiro (o Básico) era um agrupamento de edificações em ilha, nenhum acesso à outra margem do igarapé Tucunduba, donde surgiria o Profissional e o Setor de Esportes.
Para resolver tal isolamento o Conselho Universitário, em 07 de março de 1969, autorizou Silveira a celebrar convênio com a Prefeitura Municipal de Belém objetivando a construção da Avenida Perimetral: “parte integrante do Plano Oficial de Urbanização da Capital” na gestão do prefeito Stélio Maroja.
A Rodovia Perimetral, especificada como BL-15, seria uma das integradoras de bairros: completa ligaria o Marco da Légua ao Guamá (Estrada Nova) como a mais extensa avenida da capital paraense à época.

Autorização dada ao Reitor, pelo CONSUN, à celebração do contrato com a PMB que permitiu a passagem da Avenida Perimetral nas “terras pertencentes à Universidade”.

O convênio com a PMB foi assinado em 28 de março de 1969 e nele consta a ajuda financeira da UFPA à construção da ponte (de concreto armado) sobre o igarapé Tucunduba – comunicada como concluída pela PMB à UFPA em 17 de fevereiro de 1970.

Todas as imagens da matéria são ampliáveis por clique

O fato é que a Avenida (ou Rodovia) Perimetral, a BL-15 do Plano Oficial de Urbanização da Capital, possuía outra rota e conformação, já apagadas da memória e dos mapas; passava ela pela orla do rio Guamá dentro das terras doadas pelo Instituto Agronômico do Norte à UFPA; não era a Perimetral que hoje conhecemos no trecho entre o Terminal de Ônibus (do Profissional) e a rua do INPE (do PCT Guamá), esta só surgiria em 1973 e como VARIANTE da via original.
A Perimetral entregue à população em 1970 estabeleceu a primeira conexão ao trânsito regular entre o Marco e a Augusto Corrêa (no bairro do Guamá); contudo, precisou vencer, na direção Marco/Guamá, duas embocaduras de igarapés: o Santo Antônio e o Sapucajuba e para tal a Prefeitura Municipal de Belém utilizou tubos Armco proporcionais às suas vazões: o Santo Antonio com mais ou menos 1,5m e o Sapucajuba com 2,6m de diâmetro deixando, por fim, tal caminho pavimentado com asfalto e alinhado à já concluída Ponte do Tucunduba.
Mas a PMB de Stélio Maroja inovou: mostrou-se a precursora de uma Janela para o rio em 1970 – o que certamente influenciou o arquiteto Paulo Roberto Chaves Fernandes (e equipe) em suas proposições na década de 1980 como a Estação das Docas, o Mangal das Garças e o não executado Sítio do Professor, previsto em 1987 para ocupar 400 metros da beira do Guamá, no mesmo rincão que abrigou a miniatura do Rodrigues Alves e depois passou a se chamar Bosquinho da UFPA (um abstrato lugar).
A novidade de um ponto turístico na orla do Guamá, nas cercanias do Santo Antonio, com equipamentos idênticos aos consagrados no Bosque Rodrigues Alves como pontes, malocas e parque infantil faziam da Perimetral um lugar legal pra ir.
Ainda não se tem a noção exata da disposição dos equipamentos na miniatura de Bosque, apenas dois exemplares em clichês, que comparamos com a fonte de inspiração (o Rodrigues Alves):

Obras públicas na orla do Guamá: entre as bocas do Santo Antônio e Sapucajuba: 1,1km de extensão: generosa Janela para o rio.
A partir do igarapé Sapucajuba a Perimetral singrava a mata; ou: o que viria a ser o Profissional até atingir a ponte do Tucunduba – a implementação do futuro Profissional dependeu, por óbvio, da ponte e da pista que interligava as superfícies da Universidade Federal do Pará.
A tentativa de criar um ponto turístico mimético ao Bosque Rodrigues Alves evocou a alcunha de Bosque da Perimetral que, no tempo, transmutou-se em Bosquinho da UFPA pela porção de mata compreendida entre as duas vias: a Perimetral e sua Variante, arrematada pela divisa natural do igarapé Sapucajuba que fechava o desenho do Profissional.
Mas o que se depura, na contramão da notícia publicada no Diário do Pará de 15SET1985, é que a ingerência da PMB se limitava às vias públicas que implementou nos domínios da UFPA, não era ela (a Prefeitura) proprietária de nenhum bosque ou área na Perimetral que não a demarcada no mapa Homma/Watrin; portanto, a dita doação é falsa e a única realidade foi o abandono de uma estrada pública municipal dentro da Universidade Federal do Pará em 1973.


Em 15 de julho de 1972 a UFPA firma convênio com o Departamento Municipal de Estrada e Rodagem – DMER objetivando execução de um Projeto implantação de uma variante na Rodovia Perimetral BL-15, ligando o quilômetro 3,5 ao quilômetro 6,0 da mesma Rodovia.
O prefeito: Nélio Lobato; o reitor: Aluizio Chaves.

A interpretação do texto em medidas do Google Mapas mostra que a Variante é exatamente a parte da Perimetral que trafegamos há muito – desde 1973 quando pronta.

Os dois gifs dão o entendimento das conformações que a Rodovia Perimetral (BL-15) assumiu entre 1970 e 1973 – o mapeamento feito pelo IBGE a partir de aerofotogramas de 1973 mostra ambos os traçados que ainda eram latentes em 1978:

A panorâmica aérea de 1978 mostra a bifurcação real: Variante e Perimetral diante da Ponte do Tucunduba: ambas pistas construídas na parceria PMB/UFPA.
Na implementação do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá a “velha” Perimetral teve protagonismo: foi por parte dela, vinda de um porto improvisado na beira do Guamá, que a Caixa d’Água do complexo chegou desmontada:

Registros de 2010 feitos pelo professor José Maria Coelho Bassalo
Outros registros do lugar renomeado como rua do INPE


Fontes da pesquisa:
A Província do Pará 24FEV1970
Arquivo Central UFPA – Catálogo de acordos, ajustes e convênios
Manchete 11NOV1967
Manchete 24JAN1970
Evolução do uso da terra do Engenho Murutucu: história, geografia e ecologia (2007)
Fotografias da UFPA – 1978

Há outras referências já linkadas no texto.

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Postais de Theodoro Braga

Coleção engenheiro Hermógenes Lima Filho – ampliável à melhor leitura

Descoberta dos postais: Fernanda Brabo e Tiago Lima.


Referência: O Ver-o-peso em exclusivo Theodoro Braga de 1910.

Aguardando texto do professor Aldrin Moura de Figueiredo.

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Homenagem ao professor Hélio Dourado; por Aluizio Leal

O professor Aluizio Leal homenageia o professor Hélio Dourado falecido em 28 de abril passado, às vésperas do Dia do Trabalhador

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Proposição Aberta (à discussão); por Aluizio Leal

O professor Aluizio Lins Leal, 82 anos, já aposentado pela UFPA, apresentou-nos uma proposta às pautas do Laboratório Virtual da FAU-ITEC-UFPA

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Mestre Laurentino; por MG Calibre

Colaboração de Carlos Alberto Maciel Gomes, o MG Calibre.


Parceria Calibre/Laurentino no Terruá Pará 2005; ou seja: quase duas décadas se passaram

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Pará Clube: a origem da sede na Lomas Valentina

Clichês publicados no jornal Folha do Norte de 27ABR1947 como Piscina Garés

Aguardando texto… quando concluída a matéria ela irá ao topo do site.

Recorte editado em câmera lenta de filme produzido por Líbero Luxardo com fotografia de Milton Mendonça

Superposição de aerofotograma de 1955 à imagem do Google Earth

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Divulgação

Imagem-link ao pdf da resenha

Car@s,
tenho o prazer de compartilhar com vocês a detalhada resenha que foi publicada ontem na revista Novos Cadernos NAEA.
Vejam a cópia em anexo.
Um cordial abraço,
Willi

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Divilgação/convite à FAU

Acesse o CATÁLOGO em arquivo pdf:

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O contrato de demolição do segundo farol das Salinas – Atalaia – Pará 1943

Fotografia do segundo farol das Salinas (Atalaia) do Pará inaugurado em 1916 às proximidades do Farol Velho – estampa dos anos 1920 cedida pela professora Ana Léa Nassar Matos

Documento integral fornecido por Wanda Luczynski, colaboradora deste Laboratório Virtual

Atestado de cumprimento de trabalho de 1946: Uzina (de açúcar) Feliz – Abaetetuba PA

O polonês Estanislau Luczynski, pai de Wanda, é referenciado como caldeireiro de ferro pela firma M. S. Cardoso e como chefe eletrotécnico por B. M. Costa & Cia – ambas com atividades industriais e comerciais na cidade de Abaetetuba, no Pará.


Sobre Bernardino Mendes da Costa, da B. M. Costa & Cia, Wanda complementa:
Ele não fabricava só o açúcar mascavo. Também álcool, cachaça, mel de cana e rapadura.
Quando o Seu Berna subscreveu essa declaração, ele já estava instalado em Belém e era o dono da fábrica do guaraná Vigor, na Rua Gaspar Viana, bairro do Reduto.
Seu Berna era português e casou com uma abaetetubense, Dona Áurea de Carvalho Costa.
Nossas famílias eram amigas. Eles eram compadres dos meus pais, padrinhos de minha irmã mais velha.
Em Abaetetuba, Seu Berna era proprietário do Engenho Feliz e de outros dois cujos nomes esqueci; de uma olaria; de um barco a motor chamado Feliz e apelidado de “quebra-gelo” por causa do barulho de seu motor; de uma canoa a vela, a “tartaruga” e de uma grande casa de comércio na rua Justo Chermont, que vendia tudo, desde tecidos.
Era um homem bonissimo.

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Especialização em Arquitetura Sustentável e Desempenho Acústico

Acesso ao site da Especialização


Acesso ao formulário de pré-incrição

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Relatório Laboratório Virtual FAU ITEC UFPA

Estatísticas da plataforma WordPress: países que acessaram o Laboratório Virtual desde sua implementação piloto, como Blog da FAU, em 30MAI2010.

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Octavio Cardoso

Uma busca por lugares onde a fotografia seja um território de criação. Seja no Marajó, no Tapajós, ou em Belém, Octavio Cardoso registra em suas obras fragmentos de um lugar pessoal.
Formado em engenharia civil, Octavio Cardoso decidiu viver de fotografia em Belém. Teve como um dos seus mestres, Miguel Chikaoka, na Fotoativa e junto com Walda Marques montou um estúdio fotográfico.
Ao retornar ao Marajó de sua infância, Octavio forma imagens que evocam esse lugar de afeto e memória.
(Instagram)


🎥O quinto episódio de Olhares do Norte: Pará é nesta quinta, dia 04, às 23h30 na TV Brasil e Tv Cultura.

🎥 Reprises: aos sábados, 18h, somente na TV Brasil.

https://www.kamarakogaleria.com.br/oct-vio-cardoso


Entrevista com Fernando Segtowick – diretor da série com 13 episódios
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Roda Viva: Heloisa Starling 01ABR2024

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Palacete Faciola – selo “Série Restauro”

Palacete FaciolaSérie Restauro (arquivo em pdf do Laboratório Virtual).

Observamos que as versões aqui disponibilizadas do livro em arquivo pdf foram digitalizadas pelo professor Juliano Pamplona Ximenes Ponte.
A versão em destaque não admite busca; entretanto, no link abaixo, pode-se acessar outra, apta ao “Control + F”:
Versão com busca: Palacete Faciola (Série Restauro).

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Arqueologia no DOI-Codi: rompendo o silêncio – UNICAMP


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RAIO QUE O PARTA – Uma arquitetura marcante no Pará (e-book free)

RAIO QUE O PARTA – Uma arquitetura marcante no Pará (e-book free)
AUTORES: Cybelle Miranda, Laura Costa e Ronaldo Carvalho.


Ou baixe o e-book direto do site da editora BLUCHER.

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