Uma aula sobre a história do Círio de Nazaré; por Aldrin Moura de Figueiredo

Fonte: O LIBERAL.

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Casa Palafita – “mão na massa”

Parte I do audiovisual que escutou pessoas – a previsão é de três episódios

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Casa Palafita – uma inauguração (07OUT25)

Registros do início e da finalização da construção

Registros da inauguração

Clique na imagem ou neste hiperlink para acessar o resumo do projeto CASA PALAFITA – redação do professor José Júlio Ferreira Lima, diretor interino da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do ITEC/UFPA.

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Jornal da Cultura 2ª Ed – Trilhos Utinga (01/10/2025)

As imagens exibidas na reportagem são do Laboratório Visual – podem ser vistas contextualizadas nas matérias abaixo linkadas; mas há uma correção necessária: o livro citado é de 1939 – a história/aventura é que se passa entre 1929/30.



Publicações do Laboratório Virtual que podem auxiliar em matérias jornalísticas sobre o Utinga:

O Porto do Carvão em Pinheiro (Icoaraci) — 1908

Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga

Decauville e os achados no Utinga

1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga

Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual

Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio


Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio (2)

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Sobre a matéria do DOL de ontem que cita o Laboratório Virtual:

Trilho antigo descoberto no Parque do Utinga, cercado por vegetação.

Percebemos que a publicação do Diário Online (de ontem: 30SET2025) cometeu equívocos sobre o assunto; não atribuímos culpa ao jornal ou ao periodista; mas, a própria estrutura do nosso site que deles “escondeu” novidades.
Tudo indica que Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga (de 05ABR2025) tenha sido a única referência do LV ao que escreveu o jornal eletrônico de ontem – trata-se do início das investigações que muito avançaram diante do propósito ao qual a UFPA foi instada: 1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga; ou seja, para mais conteúdo (atualizado) seria necessário ir ao prompt do site – o vacilo foi nosso de não ter deixado os hiperlinks das descobertas.
Mas… em reposta ao DOL:
Não, não foram localizados 6 quilômetros de trilhos antigos; mas, fragmentos de trilhos Decauville – dos quais se tem conhecimento por Souza Araújo em A prophylaxia rural do Estado do Pará de 1922:

Ferrovias leves (desmontáveis e portáveis) como a Decauville foram fartamente utilizadas em indústrias de Belém e interior do Estado: olarias como a Landi da ilha das Onças, a de Bento José da Silva Santos na ilha de Arapiranga e a da Santana da Pedreira à beira do Guamá são comprováveis; a própria Estrada de Ferro de Bragança empregava tal equipamento em seus serviços e alguns de seus ramais, como o de Benjamin Constant, tinham o transporte de cargas e passageiros em linhas Decauville com locomotivas (obviamente menores).

O Laboratório Virtual resolveu a demanda do documentário alemão; contudo, as buscas no Utinga permanecem.
Não se possui uma lista dos implementos Decauville adquiridos ao Utinga, mas é possível que por lá apareçam mais trilhos, trollers, vagonetes e até pequenas locomotivas…
Assim nosso trabalho permanece em curso, ainda sem conclusões; todavia pode-se afirmar, em resposta ao jornal, que o Decauville do Utinga restringia-se aos serviços da Diretoria das Águas como um sistema próprio que não se interligava aos trilhos da E. F. B. por serem esses de bitola (distância entre trilhos) métrica – largura distinta dos 0,60m (Decauville).
Tampouco encontramos qualquer indício de que trilhos do Decauville do Utinga, ou mesmo da E. F. B., tenham sido aproveitados no sistema de bondes urbanos na capital paraense: companhias distintas, equipamentos diferentes, incompatíveis.
Por fim: os trilhos submersos encontrados no Parque do Utinga ficavam nas bordas de um canal artificial para servi-lo; uma elevação técnica no nível da água e a imprestabilidade do equipamento nos anos 1950, justificam a submersão.


A maniçoba da Dona Natal em Alenquer tem seus panelões sobre remanescentes pedaços de trilhos Decauville – qual a origem?


Publicações do Laboratório Virtual que podem auxiliar em matérias jornalísticas sobre o Utinga:

O Porto do Carvão em Pinheiro (Icoaraci) — 1908

Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga

Decauville e os achados no Utinga

1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga

Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual

Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio


Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio (2)

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Roda Viva: Dira Paes – 29SET2025


02OUT25: Dira Paz é agraciada com Honoris Causa pela UFPA

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Representação e Expressão I 2025 – extensão da disciplina

Nada contra; mas, AI: não há IA.

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Concepções amazônicas e azulejos – oficinas 17/19SET2025

Durante os dias 17 e 19 de Setembro de 2025, dentro da programação da SITEC, a FAU UFPA sediou uma oficina de design modular focada na iconografia amazônica. Peças como ladrilhos e cobogós ganharam novas interpretações, transformando-se em manifestações tangíveis da nossa identidade regional.
Durante dois dias intensos de ideação e prototipagem, o professor Jorge Eiró e seus orientandos Fhelype Nepomuceno e Guilherme Dahás desafiaram nossos futuros arquitetos a conectarem o presente com as raízes culturais ancestrais da Amazônia, provando que SIM, é possível inovar e, ao mesmo tempo, reconhecer e valorizar a diversidade e a riqueza dos nossos símbolos.
É tempo de refletir sobre como o nosso entorno e nossa cultura podem — e devem — inspirar nossas criações como arquitetos e urbanistas (…e artistas, já que todo arquiteto é um artista!), tornando a arquitetura mais contextualizada, sensível e integrada ao lugar, por meio do design aplicado.
Um brinde à criatividade que floresce quando nos permitimos CRIAR!

(Release da equipe das oficinas.)

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Meu querido jardim da FAU – minicurso 17/18SET2025

Audiovisual produzido pelos integrantes do minicurso

Oficina: Meu Querido Jardim da FAU
Nos dias 17 e 18 de setembro de 2025, durante a programação da SITEC, aconteceu a oficina “Meu Querido Jardim da FAU”. A atividade foi conduzida pelos professores Rachel Sfair, Luís de Jesus, Fábio Mello e Jorge Leal Eiró, contando ainda com a colaboração do engenheiro florestal Reynaldo Luiz da Silva.
A proposta reuniu alunos de diferentes semestres em dois grupos de trabalho. O ponto de partida foi uma aula introdutória dos professores, seguida da apresentação das espécies obtidas por Reynaldo. A partir desse repertório, os estudantes produziram croquis coletivos, mesclando ideias e experiências — inclusive de colegas que já haviam cursado a disciplina de Paisagismo e atuaram como monitores.
O exercício ganhou corpo na medida em que as propostas foram sendo discutidas em conjunto, buscando-se convergências entre os desenhos para estruturar um projeto que valorizasse o espaço, priorizando sensações e experiências dos seus usuários cotidianos: professores e alunos da Faculdade.
Já no encerramento do primeiro dia, iniciou-se a preparação prática do terreno para as ações do segundo dia de intervenção. A etapa seguinte mobilizou não apenas os inscritos na oficina, mas também outros membros da comunidade acadêmica, todos unidos em prol da preservação e ocupação de um espaço de contemplação que, para muitos, representa mais que um jardim — é um lugar de convivência e afeto: Nosso querido jardim da FAU.
“[…] nessa praça cabe uma cidade, um jardim, uma flor […]” (Onde Flor, O Grilo).

(Release da equipe do minicurso/oficina.)

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Círio 2025 – oficina de serigrafia 19SET2025

Duas camisetas com a inscrição 'Círio 2025', uma preta e uma cinza, ambas com desenho gráfico em linha branca, sobre fundo de madeira.

Testes de tela por impressão feitos em 17SET2025

Como ocorre desde 2011 a estampa eleita por enquete entre as concebidas pelas turmas de Representação e Expressão (I de 2025) foi “queimada” em tela serigráfica pelo artista plástico Ronaldo Moraes Rêgo – professor aposentado da UFPA que conosco colabora há 14 anos nesta fundamental tarefa de reproduzir os desenhos prestigiados por quem acessa este Laboratório Virtual.
Depois de tudo ok o material necessário foi levado à UFPA (Ateliê de Arquitetura e Urbanismo) para que os calouros fizessem experimentos com esse meio de reprodução artesanal seriador de camisetas únicas – as falhas as identificam como digitais.
A oficina teve o apoio do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo e foi ministrada por dois alunos veteranos: Laryssa Coelho (turma de 2023) e Paulo Chaves (turma de 2022) com a devida supervisão docente.
A oficina iniciou por volta do meio-dia e finalizou às 17 já sem demanda.
Observamos que os apetrechos para novas impressões estão na posse do CAAU que deverá promover sessões de estampagem aos interessados; por óbvio, antes do Círio deste ano – período de recesso de aulas na Faculdade; bem… mas esta já é a seara do CA e das turmas de 2025.

Filmagem contínua em time-lapse que registrou a íntegra da ação

Mulher de cabelos grisalhos usando óculos escuros e camiseta marrom com a estampa 'Círio 2025'.

A professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo, diretora da Faculdade de Música da UFPA, prestigiou a oficina trazendo 3 camisetas à impressão.

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Divulgação (defesa de TCC)

Intervenções artísticas urbanas e questões de gênero; por Michelle Borges.

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TCC’s de interesse à Representação e Expressão

As apresentações desses dois TCC’s ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 28AGO.

TCC Fhelype Nepomuceno:


TCC Guilherme Dahás:

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Camiseta Círio 2025

Às 24 horas de ontem, dia 20, finalizamos a enquete que apontou a preferência pela proposição de número 1 (um) com 1.128 (mil cento e vinte oito) votos dos 2.500 (dois mil e quinhentos) computados por IP – 45,12% da escolha.


Equipe de criação: Paula Batista de Oliveira, Maria Eduarda Brito Pereira, Isabela Costa Miranda, Maria Luísa Abdelnor Bassalo, Luana Ágatha Davi Pimentel e Luciana Caroline Pantoja Rodrigues.

Veja:

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Divulgação/convite à FAU

A História da Arte e as Imagens da Amazônia; por Aldrin Moura de Figueiredo.

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Círio 2025 – a escolha da estampa

Ampliável

Somos gratos por sua colaboração.

Observamos que:
– a enquete está configurada para receber votos únicos por IP; para votar mais de uma vez é necessário acessar este site por outra máquina, ou seja: novo IP.
– a modelo que demonstra a aplicação das estampas no gif, ao contrário do trabalho artesanal (manual) e humano dos alunos que experimentam “erros”, foi gerada por IA (Inteligência Artificial).
– a enquete finará no próximo dia 20 (agosto) às 24 horas.


Entenda o processo das concepções:

Manancial das estampas

Seleção técnica da síntese por equipes – todos fotogramas do audiovisual

Seleção técnica das finalistas (as mais bem resolvidas à impressão serigráfica e) à enquete

A seleção técnica em todos os casos obedeceu parâmetros/valores discutidos com as duas turmas no decorrer de 2/3 das aulas do semestre letivo.

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Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio (2)

Achados mais alguns metros dos 6 quilômetros da ferrovia Decauville que operava obras e serviços dentro dos mananciais do Utinga no início do século XX perdurando pelas primeiras décadas até sua substituição por maquinaria mais moderna e eficiente.
As imagens foram feitas pelo engenheiro florestal Diego Barros e sua equipe (André Santos e Jeferson Azevedo) para publicação no Laboratório Virtual.

Leia a matéria anterior sobre o assunto:

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Doca de Souza Franco – aerofotograma 1964 e filme 1971-72

Favor assistir em 4K

Imagens ampliáveis à leitura; o mapa foi publicado em Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará onde Augusto Meira Filho enfatiza que a bacia do Igarapé das Almas (e não Armas) é distinta da bacia do Igarapé da Fábrica (ou do Reduto) – no mapa não aparece o “das Almas”, mas o “da Fábrica”, hoje apelidado Doquinha – paralelo à Doca.

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Nildo Costa viabiliza graficamente Maÿr Sampaio Fortuna

Nildo Gabriel Costa nos apresentou uma ideia interessante; mas, a ela por parágrafos:
As imagens que se vê acima têm como referência um guache pintado pela mão livre de Maÿr Sampaio Fortuna, um desenhista (ou desenhador) da Primeira Comissão Demarcadora de Limites, no ano de 1958; o conteúdo: o primeiro Brasão d’Armas da Universidade do Pará (hoje UFPA).
Chegar a esse guache foi uma saga, já contada por aqui em prosa e verso, estando Nildo compondo uma rede de inteligência pra descobrir como era, de fato e em cores, o que só se via em fotos do Teatro da Paz de 1959 (instalação) e gravada no Medalhão Reitoral; todavia: tivemos êxito pleno e hoje se possui imagens em alta resolução desse original apresentado (e/ou presenteado) ao primeiro reitor da U(F)P(A), Mario Braga Henriques – já que era componente de seu acervo pessoal posto à venda no Rio de Janeiro de onde o professor Flávio Nassar comprou de modo particular – Nildo era estagiário de Flávio.
Bem… motivos pessoais não faltam a Nildo para que ele se importe com uma imagem que chegou a nós de modo improvável, mas: perfeita, não como leiaute e sim como arte que Nildo transmuta sutilmente pra o puramente gráfico nessas três apresentações.
Por último Nildo vê semelhança de nossa situação com a Universidade de São Paulo que tem o logotipo USP (consagrado) e um brasão d’armas pouco conhecido porque é, por protocolo, veiculado em documentos especificados por normas.
A ideia do Nildo é legal: a Universidade Federal do Pará ter um Brasão d’Armas assinado por Maÿr e uma Marca esboçada por Alcyr (Alcyr Boris de Souza Meira).
A Ideia do Nildo tem potencial para ir adiante; mas… dependerá da vontade política de tocar tal proposição e por ela lutar; além dos inquestionáveis argumentos históricos, possuímos o trabalho de Maÿr em vivas e simbológicas cores de 1958.

Maÿr e Nildo.

USP, brasão e logotipo; UFPA: brasão e “marca” baseada no brasão.


Teatro da Paz em 31 de janeiro de 1959 – o Brasão d’Armas em grande proporção ao fundo e impresso em pequenas flâmulas sobre a mesa oficial: governador do Estado, presidente da República e reitor da implantada Universidade do Pará – UP.
Observamos que essa peça do Brasão d’Armas da UP é outra (também original) ampliada por Maÿr; certamente não é um guache, mas não nos atreveríamos a especular porque Maÿr fazia experimentos com diversos materiais e técnicas, inclusive de fundição: foi ele quem confeccionou o Medalhão Reitoral que está no Museu da UFPA.
Em suma: as fotografias da cerimônia no Teatro da Paz e o Medalhão Reitoral eram os únicos dados que tínhamos sobre o Brasão d’Armas da UP: portanto e porquanto: dois originais (que se somaram ao primitivo de 1958 adquirido por Flávio Nassar em 2013).
Todavia: todos com desenhos diferentes em superfícies, dimensões e técnicas distintas:

As três únicas referências imagéticas encontradas do brasão original da Universidade.


Nildo Gabriel Rodrigues Costa foi nosso aluno na FAU e estagiário/bolsista do professor Flávio Nassar por ocasião da implementação do projeto UFPA 2.0 onde produziu, dentre diversas tarefas gráficas, vinhetas para o acervo de filmes antigos recuperados pelo site; Nildo hoje integra um programa de pós graduação da USP e mora em São Paulo.
Para que a memória de alguns se reavive: Nildo é o autor da marca do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, identidade veiculada por mais de uma década (entre 2014 e 2025), recentemente substituída por rombo (losango) assemelhado ao escudo do Colégio Estadual Paes de Carvalho (também do universo educacional).

Imagem linkada datada de 18NOV2014 – na época da marca do Nildo se usava o verde no logo FAU em virtude da marca originária do DAU (Departamento de Arquitetura e Urbanismo) criada por Daniel Campbell – nome do auditório da FAU.
Na opinião deste editor-redator a marca deveria voltar às mãos de seu criador para uma “repaginada”, uma atualização como arremedo das reelaboradas desde a fundação do ITAÚ; ou, um concurso que admitisse tanto o redesenho modernizante quanto uma ruptura extrema com o signo passado – mas tudo sem perder de vista a história do Centro Acadêmico que, pelo que se saiba, jamais foi pesquisada.
Será que algum aluno sabe como era o Centro Acadêmico na época dos seus professores?
No futebol não se muda o emblema de um time para fazê-lo jogar melhor e ganhar campeonatos – fala-se de imagem (se possível com tradição e história), de identidade visual, daquilo que possa explicar algo em sua totalidade sem o uso da palavra: linguagem não verbal.
Pensem no problema gigante comum aos brasileiros: a camiseta da Seleção Brasileira de Futebol; ou mesmo: as Cores Nacionais – uma realidade distorcida rompeu com a lógica da linguagem visual e pictórica de um ícone que também serviu à Ditadura Militar na Copa de 1970 com a vigarice patriótica do Pra Frente Brasil.

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Representação e Expressão 2025 – segundo experimento

Segundo experimento com os calouros de 2025 – divulgação de resultados pela extensão da FAU-ITEC-UFPA (através desta publicação digital do Laboratório Virtual e da plataforma YouTube).

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Divulgação: lançamento do site Companhia de Jorge

Jorge Eiró

Imagem-link ao site de Jorge Eiró

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