TCC’s de interesse à Representação e Expressão

As apresentações desses dois TCC’s ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 28AGO.

TCC Fhelype Nepomuceno:


TCC Guilherme Dahás:

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Camiseta Círio 2025

Às 24 horas de ontem, dia 20, finalizamos a enquete que apontou a preferência pela proposição de número 1 (um) com 1.128 (mil cento e vinte oito) votos dos 2.500 (dois mil e quinhentos) computados por IP – 45,12% da escolha.


Equipe de criação: Paula Batista de Oliveira, Maria Eduarda Brito Pereira, Isabela Costa Miranda, Maria Luísa Abdelnor Bassalo, Luana Ágatha Davi Pimentel e Luciana Caroline Pantoja Rodrigues.

Veja:

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Divulgação/convite à FAU

A História da Arte e as Imagens da Amazônia; por Aldrin Moura de Figueiredo.

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Círio 2025 – a escolha da estampa

Ampliável

Somos gratos por sua colaboração.

Observamos que:
– a enquete está configurada para receber votos únicos por IP; para votar mais de uma vez é necessário acessar este site por outra máquina, ou seja: novo IP.
– a modelo que demonstra a aplicação das estampas no gif, ao contrário do trabalho artesanal (manual) e humano dos alunos que experimentam “erros”, foi gerada por IA (Inteligência Artificial).
– a enquete finará no próximo dia 20 (agosto) às 24 horas.


Entenda o processo das concepções:

Manancial das estampas

Seleção técnica da síntese por equipes – todos fotogramas do audiovisual

Seleção técnica das finalistas (as mais bem resolvidas à impressão serigráfica e) à enquete

A seleção técnica em todos os casos obedeceu parâmetros/valores discutidos com as duas turmas no decorrer de 2/3 das aulas do semestre letivo.

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Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio (2)

Achados mais alguns metros dos 6 quilômetros da ferrovia Decauville que operava obras e serviços dentro dos mananciais do Utinga no início do século XX perdurando pelas primeiras décadas até sua substituição por maquinaria mais moderna e eficiente.
As imagens foram feitas pelo engenheiro florestal Diego Barros e sua equipe (André Santos e Jeferson Azevedo) para publicação no Laboratório Virtual.

Leia a matéria anterior sobre o assunto:

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Doca de Souza Franco – aerofotograma 1964 e filme 1971-72

Favor assistir em 4K

Imagens ampliáveis à leitura; o mapa foi publicado em Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará onde Augusto Meira Filho enfatiza que a bacia do Igarapé das Almas (e não Armas) é distinta da bacia do Igarapé da Fábrica (ou do Reduto) – no mapa não aparece o “das Almas”, mas o “da Fábrica”, hoje apelidado Doquinha – paralelo à Doca.

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Nildo Costa viabiliza graficamente Maÿr Sampaio Fortuna

Nildo Gabriel Costa nos apresentou uma ideia interessante; mas, a ela por parágrafos:
As imagens que se vê acima têm como referência um guache pintado pela mão livre de Maÿr Sampaio Fortuna, um desenhista (ou desenhador) da Primeira Comissão Demarcadora de Limites, no ano de 1958; o conteúdo: o primeiro Brasão d’Armas da Universidade do Pará (hoje UFPA).
Chegar a esse guache foi uma saga, já contada por aqui em prosa e verso, estando Nildo compondo uma rede de inteligência pra descobrir como era, de fato e em cores, o que só se via em fotos do Teatro da Paz de 1959 (instalação) e gravada no Medalhão Reitoral; todavia: tivemos êxito pleno e hoje se possui imagens em alta resolução desse original apresentado (e/ou presenteado) ao primeiro reitor da U(F)P(A), Mario Braga Henriques – já que era componente de seu acervo pessoal posto à venda no Rio de Janeiro de onde o professor Flávio Nassar comprou de modo particular – Nildo era estagiário de Flávio.
Bem… motivos pessoais não faltam a Nildo para que ele se importe com uma imagem que chegou a nós de modo improvável, mas: perfeita, não como leiaute e sim como arte que Nildo transmuta sutilmente pra o puramente gráfico nessas três apresentações.
Por último Nildo vê semelhança de nossa situação com a Universidade de São Paulo que tem o logotipo USP (consagrado) e um brasão d’armas pouco conhecido porque é, por protocolo, veiculado em documentos especificados por normas.
A ideia do Nildo é legal: a Universidade Federal do Pará ter um Brasão d’Armas assinado por Maÿr e uma Marca esboçada por Alcyr (Alcyr Boris de Souza Meira).
A Ideia do Nildo tem potencial para ir adiante; mas… dependerá da vontade política de tocar tal proposição e por ela lutar; além dos inquestionáveis argumentos históricos, possuímos o trabalho de Maÿr em vivas e simbológicas cores de 1958.

Maÿr e Nildo.

USP, brasão e logotipo; UFPA: brasão e “marca” baseada no brasão.


Teatro da Paz em 31 de janeiro de 1959 – o Brasão d’Armas em grande proporção ao fundo e impresso em pequenas flâmulas sobre a mesa oficial: governador do Estado, presidente da República e reitor da implantada Universidade do Pará – UP.
Observamos que essa peça do Brasão d’Armas da UP é outra (também original) ampliada por Maÿr; certamente não é um guache, mas não nos atreveríamos a especular porque Maÿr fazia experimentos com diversos materiais e técnicas, inclusive de fundição: foi ele quem confeccionou o Medalhão Reitoral que está no Museu da UFPA.
Em suma: as fotografias da cerimônia no Teatro da Paz e o Medalhão Reitoral eram os únicos dados que tínhamos sobre o Brasão d’Armas da UP: portanto e porquanto: dois originais (que se somaram ao primitivo de 1958 adquirido por Flávio Nassar em 2013).
Todavia: todos com desenhos diferentes em superfícies, dimensões e técnicas distintas:

As três únicas referências imagéticas encontradas do brasão original da Universidade.


Nildo Gabriel Rodrigues Costa foi nosso aluno na FAU e estagiário/bolsista do professor Flávio Nassar por ocasião da implementação do projeto UFPA 2.0 onde produziu, dentre diversas tarefas gráficas, vinhetas para o acervo de filmes antigos recuperados pelo site; Nildo hoje integra um programa de pós graduação da USP e mora em São Paulo.
Para que a memória de alguns se reavive: Nildo é o autor da marca do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, identidade veiculada por mais de uma década (entre 2014 e 2025), recentemente substituída por rombo (losango) assemelhado ao escudo do Colégio Estadual Paes de Carvalho (também do universo educacional).

Imagem linkada datada de 18NOV2014 – na época da marca do Nildo se usava o verde no logo FAU em virtude da marca originária do DAU (Departamento de Arquitetura e Urbanismo) criada por Daniel Campbell – nome do auditório da FAU.
Na opinião deste editor-redator a marca deveria voltar às mãos de seu criador para uma “repaginada”, uma atualização como arremedo das reelaboradas desde a fundação do ITAÚ; ou, um concurso que admitisse tanto o redesenho modernizante quanto uma ruptura extrema com o signo passado – mas tudo sem perder de vista a história do Centro Acadêmico que, pelo que se saiba, jamais foi pesquisada.
Será que algum aluno sabe como era o Centro Acadêmico na época dos seus professores?
No futebol não se muda o emblema de um time para fazê-lo jogar melhor e ganhar campeonatos – fala-se de imagem (se possível com tradição e história), de identidade visual, daquilo que possa explicar algo em sua totalidade sem o uso da palavra: linguagem não verbal.
Pensem no problema gigante comum aos brasileiros: a camiseta da Seleção Brasileira de Futebol; ou mesmo: as Cores Nacionais – uma realidade distorcida rompeu com a lógica da linguagem visual e pictórica de um ícone que também serviu à Ditadura Militar na Copa de 1970 com a vigarice patriótica do Pra Frente Brasil.

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Representação e Expressão 2025 – segundo experimento

Segundo experimento com os calouros de 2025 – divulgação de resultados pela extensão da FAU-ITEC-UFPA (através desta publicação digital do Laboratório Virtual e da plataforma YouTube).

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Divulgação: lançamento do site Companhia de Jorge

Jorge Eiró

Imagem-link ao site de Jorge Eiró

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Sinal da acessibilidade da ONU




Leonardo Da Vinci, Le Corbusier e o signo da acessibilidade global da ONU


Leia: Homem Vitruviano, a resposta genial de Da Vinci a um enigma da Antiguidade para criar ‘edifícios perfeitos’ (BBC NEWS BRASIL).


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Jornal Cultura – Profissões; por José Júlio Lima

A matéria, integrante do Jornal Cultura 1ª edição, foi transmitida hoje, dia 02JUL2025, pela TV CULTURA


Material originalmente publicado em:

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Divulgação: entrevista com Juliano Ximenes

Sustentabilidade de fachada: o outro lado da COP30 em Belém. Entrevista especial com Juliano Pamplona Ximenes Ponte

Material originalmente publicado em:

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Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio

A parceria entre este Laboratório Virtual e o Ideflor-bio no Parque Estadual do Utinga permanece profícua: o engenheiro florestal Diego Barros e sua equipe encontraram mais dos 6 quilômetros da linha férrea Decauville adquirida no governo Augusto Montenegro (1901-1909) aos serviços e transporte de pessoal e carga nos mananciais do Utinga em Belém do Pará.
Em Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga há a presença de pedaços de equipamentos mais modernos já operados pela Byington & Cia nos anos 1940/50… espalhados pela floresta; todavia, as primeiras obras projetadas ao abastecimento de água encanada em Belém iniciaram em 1880 com o contrato firmado entre a Província do Grão-Pará e o engenheiro civil inglês Edmund Compton como concessionário desse serviço pela Companhia das Águas do Grão-Pará.
É anunciado em jornais locais pela Companhia que o dia 1º de setembro de 1883 seria o marco à cobrança das contas de água que, aferidos os hidrômetros, deveriam ser quitadas até o décimo dia do mês seguinte sob pena de ser cortado o encanamento da casa do consumidor que se negar a pagar.
Um conjunto de fotografias descoberto pelo site parceiro Fragmentos de Belém na Bibliothèque Nationale de France mostra, pelas lentes de Felipe Augusto Fidanza, Belém do Pará (e o Utinga) no ano de 1883 – certamente um registo da evolução da cidade: prestes a ter água encanada.

A fotografia, colorizada à percepção de superfícies, revela as duas primeiras edificações ainda sem reboco feitas no Utinga as quais chamaram de Casa das Máquinas com duas caldeiras e uma máquina (de sucção) em funcionamento; entretanto, vê-se que os tanques subterrâneos não estavam feitos e a água era retirada de um lago alimentado por vallas – a Casa das Máquinas foi capturada pelos fundos.

Esta outra foto registra a fonte na frente da Casa das Máquinas em via de 10 metros de largura chamada de Estrada do Utinga que ao fundo encontrava a Estrada Real de Bragança – não havia a Estrada de Ferro de Bragança, muito menos o prédio da Eschola Profissional do Estado (hoje o Tribunal de Justiça do Estado).
Também nem se pensava na Lei nº 3.353: a que declarou extinta a escravidão no Brasil, de 13 de maio de 1888.

O voo de drone dá à visão o que remanesceu dos cinco galpões que compunham as primitivas Usinas do Utinga que estão sendo analisadas pela confrontação das fotografias de Fidanza com documentos de época ensejando continuidade de manancial a novas matérias.
De todo modo estamos elaborando um material imagético para que novas publicações possam dirimir quaisquer dúvidas que tenham pairado sobre o assunto.
Observamos que tais prédios pertencem à COSANPA – Companhia de Saneamento do Pará – e estão em plena atividade de reparos e manutenção das atuais bombas instaladas em prédio vizinho na década de 1970.


Mais sobre o Utinga no Laboratório Virtual:
Belém — a Planta de 1881 e as vias republicanas de 1890
Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga
Decauville e os achados no Utinga
1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga
Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual

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Representação e Expressão 2025 – primeiro experimento

Avaliação de disciplina (ensino) e extensão do ITEC (publicação do resultado)

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Babalorixá Raimundinho Silva imortalizado por Luxardo

Clique sobre o recorte para acessar a matéria completa da Revista da Semana de 29JUL1939


O jornal Folha de São Paulo, de 07JUN2025, esmiúça alguns dados sobre o perfil religioso do brasileiro e aponta que as religiões de matriz africana (Umbanda e Candomblé), inseridas no Censo de 1980 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como “espírita afro-brasileira”, triplicaram em relação ao Censo de 2010 atingindo 1% da população brasileira.
Um Dia Qualquer de Luxardo, produção do início dos anos 1960 – quando espíritas genéricos já estavam contabilizados -, parece mostrar uma maior popularidade dessas crenças em Belém do Pará, onde se tinha o ponto do Raimundinho como parada de ônibus no bairro da Pedreira e muitos (indivíduos) dedicados ao estudo do folclore.
Luxardo fez ficção, entretanto, é real o terreiro Floresta de São Sebastião, comandado pelo pai-de-santo (babalorixá) Raimundo Silva, tanto que o cineasta o emplaca na participação especial.
Do mesmo modo que o terreiro (de Umbanda) da Pedreira já tinha destaque nacional desde o final dos anos 1930 propalado pela Revista da Semana com fotografia do stand Chave da Felicidade, no Ver-o-peso, em que Raimundinho aparece em foto com sua gentilíssima giboia branca Magdalena Silva.

Veja mais sobre religião do Censo 2022 no site METRÓPOLIS.

Ampliável à leitura

Acima temos um texto da professora Luzia Miranda Álvares publicado em 1995 na revista Psicologia – Ciência e Profissão.
Luzia varre a película com lente no gênero feminino construído por Luxardo nas personagens (femininas), mas estabelece parâmetros que a todos atinge:

É curioso que a professora Luzia não discuta a cena que recortamos acima: a joga na vala comum de tipos condicionados pelo exótico (as mulheres seminuas das sessões de umbanda).
Como assim professora? Seria o mesmo medo que temos de nos imiscuir no contexto desconhecido das religiões de matriz afro? Certamente.
As balizas de Luzia são gritantes nas tomadas do Terreiro Floresta de São Sebastião, apesar de descontinuidades da responsabilidade de Cleide Azevêdo e Albertinho Bastos; contudo: Amassi Palmeira capricha nos vestidos e maquiagem retintando o padrão trajes.
A despeito do filme mostrar seminudez no ambiente coletivo das sessões de umbanda o diretor não sensualiza a atriz atuada (sob a ação de um espírito) e o terreiro se apresenta como acolhedor e protetivo (também) do feminino – alguma relação com a jiboia Magdalena Silva?
A intenção do Laboratório Virtual é avançar em uma análise do recorte sob o ponto de vista da própria religião de matriz afro; só precisamos de um especialista no assunto que transcodifique os sinais contidos na edição.


Leia: Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir na boate Maloca (1960)

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30MAI2025 – 15 anos de Laboratório Virtual

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Fernando Pessoa – bastidores dos depoimentos ao LV

Imagens capturadas no dia 15 de maio de 2025 quando Fernando Luiz de Souza Pessoa, professor aposentado do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, prestou uma série de depoimentos ao Laboratório Virtual, dando testemunho de diversos assuntos e fatos que protagonizou ou coadjuvou.
Tal material bruto permanece em processo de edição sem datações previstas às publicações, já que o LV não possui estagiários/bolsistas, mas: colaboradores voluntários sem remuneração – esses podem tanto pertencer aos quadros da UFPA como externos a ela; uma prerrogativa do projeto que no dia 30 de maio completará 15 anos de existência ininterrupta.
Nos takes acima editados se vê Fernando Pessoa reencontrando ex-alunos, o colega (e seu professor) Ronaldo Carvalho e também interagindo com novas gerações de estudantes que casualmente o encontraram no Ateliê.
A intenção é que após resolvimento desses recortes se junte tudo para um documento conciso sobre o polivalente Fernando Pessoa.

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Mosqueiro (Belém-PA) c.1926

Datamos a filmagem, dita de Silvino Santos, como de aproximadamente 1926, ano em que o pesquisador Alfredo Homma identificou o registro feito pelo cineasta português radicado em Manaus da Missão Hachiro Fukuhara – 1926 – ambas as películas fazem parte do mesmo copião disponibilizado pela Cinemateca Brasileira.

A fotografia acima, datada de maio de 1927, mostra o mesmo equipamento que aparece nas filmagens: um trampolim que se localizava nas imediação da rampa que leva às areias da praia do Chapéu Virado.
Pelo Relatório Crespo de Castro – 1928 se sabe da abertura da estrada de rodagem nominada Júlio César, ligando a Vila ao Chapéu Virado, inaugurada em dezembro de 1927 ao uso de auto-caminhões adaptados ao transporte de passageiros, além de automóveis.
Nem as pessoas da filmagem, nem Mario de Andrade, testemunharam essa modernidade no Mosqueiro:

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Fernando Pessoa – depoimentos ao Laboratório Virtual

Dia 15 de maio, quinta-feira passada, gravamos alguns depoimentos dados pelo professor aposentado Fernando Luiz de Souza Pessoa, hoje com 81 anos, às vésperas dos 82 – viverá até os 96 segundo ele próprio; não quer passar dos 100 como seu avô.
Fernando, dono de bom humor e irreverência poética, falou de diversos temas que estamos editando pela sequência, como sua participação no Iº Salão de Artes Plástica da UP – em 1963.
Neste experimento audiovisual, que ainda pode ser reparado/ajustado, o mestre fala do início de sua carreira no magistério superior da Universidade Federal do Pará, onde se formou pela Escola de Engenharia Civil da Campos Sales e posteriormente, já professor do curso de Arquitetura, seu aluno.
Ao final juntaremos os blocos separados por assuntos para uma edição total; aguardem.

Registros do complexo da José Bonifácio feitos em 20MAR2010 por ocasião das pesquisas para o livro eletrônico UMA FORMAÇÃO EM CURSO — Esboços da Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPA.
Esse espaço também abrigou o SAM – Serviço de Atividades Musicais – da UFPA na década de 1990.


Sobre este imóvel, alugado pela UFPA por anos, ainda possuímos poucas informações; entretanto, há um Trabalho Final de Graduação (TFG) do Curso de Arquitetura e Urbanismo escrito em 2000 por Maria Claudia da Silva Faro e Ruth Helena Almeida da Silva, sob orientação de Ana Léa Nassar Matos (professora aposentada da FAU).
Tal pesquisa está publicada no blog Mosqueiro Pará Brasil sob o título O “Canto do Sabiá” e se refere à casa de veraneio de Carl Ferdinand Johannes Fechte – proprietário do Chalé Alemão da José Bonifácio.
Em conversa com Ana Léa soubemos de sua desconfiança sobre autoria ou participação de José Sidrim no Canto do Sabiá, perceptível a ela pelas características da edificação (torreões e jardins franceses); todavia: ainda sem comprovações que façam dessa hipótese uma tese.

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Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual

Material produzido pelo Laboratório Virtual à confirmação da ação da UFPA pelo LV

Para compreender o registro acima acesse a matéria 1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga.

Observamos que a pesquisa ainda não foi concluída sobre o trajeto de Pola no Utinga em um vagonete Decauville; todavia, no dia dos registros do documentário, por termos visitado sítios novos, descobriu-se mais algumas peças do quebra-cabeças; esperamos concluir esse trabalho antes da edição do filme, mas manteremos nossos ledores informados por esta animação:

O gif mostra a mais alta possibilidade ao trajeto de Pola em sua aventura no Utinga com base essencialmente na topografia do terreno; e, claro, nos fatos coincidentes relatados no livro: a visada aos poços e o encontro com o vagonete Decauville – de fato o vagonete deveria estar travado numa plataforma para um giro de 180º (vagonete com rodas de aros diferentes) que o direcionasse ao precipício que produzia a velocidade necessária até alcançar a área das usinas por trás; no retorno, pós novo giro de 180º, iria a um ponto que a gravidade permitia sua parada (com a suposição de daí ser içado por cordas ao topo).
Assim Pola pode ter feito a mesma viagem que as cargas faziam.

O estado d’arte da investigação:
O bonde usado no gif é o que fazia o itinerário Porto de Belém/Souza em 1929 (fotografado por Salvador SOLIVA) – Pola e equipe o devem ter apanhado defronte ao Grande Hotel, onde se hospedaram; o vagonete é o por ela descrito e encontrado em catálogo da Decauville de 1905, mais ou menos quando esses equipamentos foram adquiridos junto com a linha férrea leve e não mais substituídos – eram reparados nas oficinas do Utinga.
As duas fotografias, publicadas em 1922, mostram os fundos e a frente das Usinas do Utinga: o fim da linha, dito pelos taxistas.
A animação respeita a topografia do terreno levantada no início do século XX: cota 16 metros quando pega o vagonete… caída de 16 para 9,5 metros mantendo-se nesse plano por uns 350 metros… subida de 9,5 para 11, 5 metros (fim da linha: lateral das Usinas).
Estimativa de percurso: total: aproximadamente 2km; no vagonete: quase 600 metros.


Diante desse levantamento é possível, grosso modo, fazer um comparativo com a Montanha Russa de Francisco Bolonha (1899) que possuía uma extensão rebolável de mil metros.


Postscriptvm (13MAI2025):

Segundo registro da participação do Laboratório no DOC – dia 10MAI2025

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