Representação e Expressão I 2023 – FAU 59 anos

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Pesar

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O poder do quadro-negro

O poder do quadro-negro – The power of the blackboard

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Recuperação da lousa da Maquetaria

Procedeu-se hoje a recuperação do quadro de giz (a velha e boa lousa) da Maquetaria; optou-se pelo aproveitamento do compensado bastante avariado por cupins e umidade; substituí-lo ensejaria o preparo de superfície nova, o que demandaria tempo – a moldura de madeira está em perfeitas condições.
Poucos dos que frequentam a Maquetaria sabem que esse quadro é equipamento original do Ateliê de Arquitetura, inaugurado em 1981 – segundo o livro da Cybelle.
No início dos anos 2000, passados quase vinte anos, tais lousas foram trocadas pelos (mal) ditos quadros brancos e jogadas no lixo – um desatino, já que todas se mostravam como quando instaladas no prédio; contudo, não havia espaço para guardar peças tão grandes e “obsoletas”.
Salvamos um exemplar e o colocamos na Maquetaria; afinal, professores de Representação e Expressão só desenham razoavelmente em quadros de giz, jamais se entenderam com os quadros brancos: assépticos, sem pó; muito menos com os pincéis não atômicos, os quais a (nova) tecnologia especificava.
Bem… o quadro de giz está revitalizado e agora é quadro-negro (de alto contraste) para deleite dos estudantes que só discutem desenhando; todavia, não se encontra um quadro branco de 2000 que sirva às aulas – o uso desavisado do pincel atômico os danificou cedo e hoje são imundos e inúteis.
Mas… tudo isso foi arrumação do nosso querido Daniel (Campbell), quando chefe do DAU, que deixou essa boiada passar; daí nosso bate-boca, entre amigos; como o Daniel morreu em 2002, não viu ele as consequências da imprudência: dizer não seria mais moderno que a oferta (moderna) do Centro Tecnológico do início do século XXI.

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FAU – nem 25, nem 60 anos

No próximo 22 de abril a FAU fará 59 anos; bem como sua logo original, criada em 1999 (na borda da virada do século) pelo professor Daniel Campbell ao Departamento de Arquitetua e Urbanismo, completará 24 anos – por ora são datas “quebradas” que no ano vindouro tornar-se-ão significativas: idosa (se comparada a uma pessoa amparada pela Lei 10.741) no primeiro caso e 1/4 de século no segundo.

Nos 40 e 50 anos, aniversários “redondos” do cuso de Arquitetura e Urbanismo, duas marcas foram veiculadas em documentos: a do quadragésimo ano teve um carimbo comemorativo dos Correios e a do cinquentenário outros meios reprodutivos, incluindo marca d’água e uma certificação de agradecimentos a professores e funcionários.
O desenho dos 40 anos foi da autoria do professor Jaime de Oliveira Bibas; já o de 50 foi criação de Renata Monteiro, caloura do curso em 2014 – hoje graduada.


Observamos que os links nos levam a publicações antigas no estado d’arte das investigações, momentos em que não se havia descoberto o dia 22 de abril como data estabelecida ao aniversário do curso de arquitetura da UFPA – já comprovada por documentação.

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Calouros 2023 – a primeira performance de ateliê

O audiovisual foi reeditado ao acréscimo de nomes de alunos e uma animação.

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Ivan Brasil – Memórias à História da Edufpa (2010)

Publicação original: Ivan Brasil — as primeiras publicações na UFPA de 19OUT2010.

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CAU-PA – Arquitetos do Pará: Alcyr Meira (EP01)

Episódio 01 da série documental:

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Prosa e poesia – acervo Flávio Nassar

Lilian Silvestre, Maria Lúcia Medeiros, Benedito Nunes e Max Martins na Estrela.
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Logo PPGAU – proposta original de Jaime Bibas (2011)

Há 11 anos o professor Jaime de Oliveira Bibas, por solicitação do professor José Júlio Ferreira Lima, elaborou a logo do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, o PPGAU:

Memorial original em PowerPoint (download) montado por Jaime Bibas em outubro de 2011 não publicado à época – ação ora corrigida em prol do acervo imagético do referido programa de pós-graduação.
O mesmo MEMORIAL em arquivo pdf.

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Um ano sem Flávio Nassar

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Representação e Expressão Básica (I e II) – coletânea da produção anual de 2022

A produção anual das turmas de Representação e Expressão I e II de 2022 é aqui apresentada em coletânea com o propósito didático de auxílio às classes de 2023.
Cumpre também a função extensionista do projeto Laboratório Virtual dando retorno à sociedade global de uma produção ribeirinha: às margens do rio Guamá: endereço do nosso Ateliê.

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Corrigindo o verbete Palacete Faciola da Wikipédia

A Wikipédia, “a enciclopédia livre que todos podem editar” reeditou o verbete Palacete Faciola com informações coletadas neste Laboratório Virtual e o cita como fonte informativa,
Entretanto, tal qual a Wikipédia, o Laboratório Virtual é dinâmico, suas pesquisas são corrigidas de acordo com os dados relevantes que aparecem e mudam aquilo que não se apresentava como certeza.
Já se tem convicção de que em 1908, pela descrição no inventário dos bens de Bento José da Silva Santos, o Palacete da Nazaré com a Dr. Moraes já estava completo: acrescidos os dois volumes arquitetônicos pela travessa; todavia sem registro do azulejamento externo ou interno.
Bento José da Silva Santos Júnior (herdeiro do Palacete Silva Santos) morreria em 1915, sete anos após o falecimento do pai.
Nossas suspeitas, por ora, recaem em uma possível reforma feita por Antonio Faciola assim que assumiu o imóvel, em 1916: azulejamento externo e painéis de azulejos decorativos internos, colocação de um frontão engastado à platibanda e a confecção do monograma SF, de Servita Faciola, na fachada principal; Servita era, de fato e de direito, a proprietária do palacete: em seu nome emitiam as décimas municipais (hoje IPTU).
O Laboratório Virtual está procedendo a montagem de um pdf com a síntese das investigações que estão pulverisadas neste sítio de Internet; todavia, é possível tomar conhecimento do estado d’arte na coluna direira desta página eletrônica.

Imagem ampliável à leitura.

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O pintor J. Rollim relaciona Silva Santos a Faciola

A professora Jussara Derenji, diretora do Museu da Universidade Federal do Pará, encontrou em seus arquivos físicos (em papel) a nota acima reproduzida sem referências de autoria ou datação.
Desconfia-se, por comparação redacional com o artigo Os Gallé de Antônio Faciola publicado em 29 de fevereito de 1976 em A Província do Pará, que seja de Machado Coelho.
O professor Inocêncio Machado Coelho Neto dirigiu o Museu Paraense Emílio Goeldi entre 1945 e 1951; não se sabe se Machado Coelho conheceu Antonio Faciola, mas sua relação de amizade com Oscar e Inah, os dois filhos mais velhos do intendente, é notória.
O que chama a atenção no texto é a relação estabelecida entre os dois proprietários do Palacete Silva Santos/Faciola com o pintor J. Rollim: ambos (Silva Santos e Faciola) possuíram o Pôr de sol no oceano.
O termo “velho” pode ser uma diferenciação entre Bento José (pai) e Bento José Júnior; o primeiro morto em 1908 e o segundo em 1915 – Faciola assume a propriedade dos Bento em 1916.
O fato de pai e filho serem (quase) homônimos causa confusões de identificação, como no caso da travessa Silva Santos, que separou o Cinema Olympia do Grande Hotel: ela é uma homenagem do Conselho Municipal de Belém (de 05JUL1915) ao filho e não ao pai – acredita-se que Bento Júnior tenha sido o avalista dos dois empreendimentos.
A percepção diante do material pesquisado é que Antonio Faciola adquiriu móveis e obras de arte que já compunham o Palacete Silva Santos (porteira fechada?), acrescentando a este acervo trabalhos comprados em viagem que fez à Europa em 1911 com a família para, também, adornar a chácara Bem-Bom, a qual um segundo pavimento foi acrescido pelo pianista.

Foto do Pôr de sol no oceano: Elizabeth Pessôa.


Antonio Faciola aos 50 anos (em 1915), no segundo pavimento do Bem-Bom, entre obras de arte e seu piano – um ano antes de ocupar o imóvel dos Bento José da Silva Santos: o pai e o filho Júnior (herdeiro), sem se desfazer de sua chácara.


Acesse o Estado d’Arte da pesquisa sobre o Palacete Silva Santos/Facióla.

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Amanhã, às 09h, Alcyr Meira dará a Aula Inaugural da FAU

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Hospital das Acácias – o prédio que jamais hospitalizou

A Província do Pará de 18OUT1964 anuncia, pelo escritório imobiliário Oeiras Freire, a venda de títulos para o Hospital das Acácias: seriam 10 prestações de 5.000 Cruzeiros perfazendo um total de 50 mil – não há referência à taxa de manutenção.
O nosocômio, que trazia na marca a imagem de sua construção modernista, (já em fase de acabamento) lhe garante: assistência médica e dentária grátis e ainda mais hospitalização, exames de laboratório, serviço de raio X, pronto socorro, maternidade, cirurgia, farmácia e banco de sangue para você e seus ascendentes e descendentes.
O Hospital das Acácias fora construído no bairro do Marco, na travessa do Chaco, entre as avenidas 25 de Setembro e Almirante Barroso, em terreno de aproximadamente 4.600m² doado pelo governo estadual por lei aprovada unanimemente pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Moura Carvalho.
A pedra fundamental da obra teve seu lançamento em 20 de agosto de 1961, não por coincidêcia, o Dia do Maçom; do mesmo modo que Acácia (árvore) é, também, simbologia maçônica – na cerimônia compareceu Aurélio do Carmo, governador eleito em 1960 já no exercício do cargo.
A ideia de tal casa de saúde surgiu de um grupo de maçons filiados à Grande Loja do Pará no ano de 1956 com a criação da Associação Hospitalar Maçônica que desde então angariava fundos à edificação.
O projeto do Hospital das Acácias foi elaborado por uma deferência toda especial da Fundação do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), sendo a perspectiva de autoria do arquiteto português Arlindo da Costa Guimarães:

Em visita feita à Grande Loja Maçônica do Pará, que hoje ocupa e reforma o prédio de sua propriedade, conversamos com o Grão Mestre Edílson Araújo (eleito por dois mandatos: 2018-21 e 2021-24), que nos disse possuir pouco material sobre a história do Hospital das Acácias, mas que em abril poderá disponibilizá-lo no formato digital ao Laboratário Virtual da FAU – não há fotos.
Edílson recordou que havia parceria com uma instituição estrangeira responsável por equipar a casa de saúde; contudo, tais materiais enviados do exterior foram retidos pela Aduana brasileira e só liberados 10 anos depois quando obsoletos e defeituosos pelo desuso.
No Google Street View é possível verificar que o Colégio Ipiranga lá estava em 2012 e a SESMA (Secretaria Municipal de Saúde) em 2017; de 2018 a 2019 aparece supostamente desocupado e, em 2022, já com o letreiro indicativo da Grande Loja
Atualmente o edifício foi transformado num grande templo maçônico de múltiplos espaços para distintos rituais e está prestes à inauguração; segundo Edílson: “a adaptação presa pelas simbologias interna e externamente e sua fachada dá reconhecimento público de que o lugar é uma loja maçônica.”:

A rampa original do projeto hospitalar permace preservada; mas, os Bombeiros exigiram a construção de uma escada de acesso ao segundo pavimento,

Fontes: A Província do Pará de 1961 e 1964.


Sobre o prédio primitivo e sua aparência atual solicitamos a análise da professor Celma Chaves Pont Vidal, coordenadora do Laboratório de Historiografia da Arquitetura e Cultura Arquitetônica -LAHCA:

A construção foi projetada e executada nos anos 1960 pelo arquiteto português Arlindo Guimarães como edifício hospitalar, o Hospital das Acácias, que agora se sabe nunca ter funcionado como tal.
O prédio passou por diversos usos ao longo dos anos, mas nos últimos tempos estava desocupado, o que de certa forma permitiu que suas linhas arquitetônicas permanecessem íntegras, e em estado de conservação relativamente satisfatório.
Porém, neste momento está sendo concluída reforma para abrigar a sede da grande loja maçônica do Pará.
A partir da observação dos elementos que estão sendo incorporados nesta “reforma”, nota-se uma mudança radical na linguagem moderna do edifício, que apresentava uma fachada inclinada, modulada por uma marcante linha de janelas em esquadrias de ferro guardando o desenho original do arquiteto – os apoios que emolduram as aberturas revelando, por encadeamento, a inclinação da vedação e imprimiam um interessante ritmo moderno, agora estão encobertos por colunas de gesso pseudoclássicas, que se integram a uma balaustrada no piso superior.
Perdeu-se também o arco, que demarcava o acesso ao edifício e sustentava a laje de cobertura frontal – elementos que aparecem em diversas obras modernas no Brasil e em Belém -, substituído por um proeminente frontão e suas colunas de sustentação.
O interior, segundo os registros fotográficos realizados pelo Laboratório Virtual da FAU, também parece estar sendo irremediavelmente alterado.
Um “pós pós-moderno”, próprio de muitos edifícios de instituições de tradição religiosas, e especialmente das sedes das lojas maçônicas no Brasil contemporâneo.
Uma mudança de estilo representativa, visto que este edifício, de caráter moderno, fora imaginado por equipe do SESP com a aquiescência da mesma agremiação.

Registros do prédio feitos pela professora Celma em 2018 por perceber o modernismo do edifício.

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Semana do Calouro UFPA – Programação da FAU

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Francisco José Guimarães Cardoso – nosso adeus ao colaborador


Imagem gentilmente cedida pelo professor Paulo Andrade (o Popó), também na foto: o segundo da direita à esquerda.

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Aerofotogramas de 1964 – datação confirmada

Uma análise comparativa entre fotografias publicadas nos PRIMEIRO e SEGUNDO volumes do livro BELÉM – Estudo de Geografia Urbana, de Antonio Rocha Penteado, e os aerofotogramas produzidos pela Serviços Aerofotogramétricos Cruzeiro do Sul S. A. demonstra que tal levantamento aéreo foi executado no ano de 1964 e não em 1965 como publicamos, ainda em dúvida, no mês passado – a postagem foi deletada e as retificações em textos antigos estão em ajustes.
A composição acima demonstra, baseada no aero de 1964, o ponto de vista do fotógrafo em 1965: fundos do Central Hotel, localizado na avenida Presidente Vargas esquina com a rua 13 de Maio (28 de Setembro).
O retângulo vermelho de borda amarela corresponde ao edifício Tivoli, localizado na rua Manoel Barata; à sua proximidade dois edifícios surgem: o Infante de Sagres (defronte) e um na esquina pela Primeiro de Março: o Nuno Alvares – ver comparativo com o Google Earth contemporâneo.
Na mesma proporção que os prédios sobem na foto de 1965, o Reservatório Paes de Carvalho é desmontado; já na foto aérea, que mostra o início dessas obras, o Reservatório está íntegro, com as três cubas e o mirante de ferro.
Há um reforço à tese: o jornal A Província do Pará de 07NOV1964 noticia que as obras de desmontagem do Reservatório iniciaram no dia 06 de novembro, “…sob a supervisão do engenheiro Edmundo Carepa, diretor do DAEDepartamento de Águas e Esgotos…”.

Outra circunstância comprobatória da datação é o casario em processo de demolição em 1965 registrado pela câmera de Penteado; em 1964, essas casas ainda estavam de pé, compondo uma estreita Padre Champagnat em primitiva configuração da Feliz Lusitânia que se expandia; no Círio de 1965 a área ainda mantinha, aparentemente, as duas últimas edificações desse conjunto:


Aerofotogramas de Belém – 1964 – PDF.

Aerofotogramas de Belém – 1964 – Google Fotos.


Todas as imagens são ampliáveis para melhor visualização.

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O carnaval de Belém nos anos 50; por Antonio Paul de Albuquerque

Coleção Paul Albuquerque

Formado por mais de seis rolos de filmes em Super 8 e 16 mm, o acervo audiovisual – que antes pertencia ao professor Paul Albuquerque e que hoje é de propriedade do professor Flávio Nassar – possui imagens de extrema relevância histórica para a cidade. Mais do que imagens, a coleção Paul Albuquerque retrata uma cidade e seu povo, com sua cultura, seus hábitos e costumes; uma verdadeira testemunha ocular da história de Belém.

Os registros cinematográficos deste post são um grande exemplo disso.

O vídeo foi filmado pelo professor Paul Albuquerque e retrata como eram os carnavais em Belém, na década de 50, mostrando, sobretudo, o cenário de alegria e festa que o carnaval trazia para os moradores da cidade. As imagens foram feitas durante o festejo que ocorria na Praça da República. A praça era o local onde havia o encontro dos foliões, dos Blocos de Sujos, das pessoas que iam aos clubes que ficavam no perímetro da praça, ou mesmo dos curiosos e expectadores, atraídos pela exuberância dos festejos.


Matéria originalmente publicada no UFPA 2.0

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