Roda Viva: Dira Paes – 29SET2025


02OUT25: Dira Paz é agraciada com Honoris Causa pela UFPA

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Representação e Expressão I 2025 – extensão da disciplina

Nada contra; mas, AI: não há IA.

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Concepções amazônicas e azulejos – oficinas 17/19SET2025

Durante os dias 17 e 19 de Setembro de 2025, dentro da programação da SITEC, a FAU UFPA sediou uma oficina de design modular focada na iconografia amazônica. Peças como ladrilhos e cobogós ganharam novas interpretações, transformando-se em manifestações tangíveis da nossa identidade regional.
Durante dois dias intensos de ideação e prototipagem, o professor Jorge Eiró e seus orientandos Fhelype Nepomuceno e Guilherme Dahás desafiaram nossos futuros arquitetos a conectarem o presente com as raízes culturais ancestrais da Amazônia, provando que SIM, é possível inovar e, ao mesmo tempo, reconhecer e valorizar a diversidade e a riqueza dos nossos símbolos.
É tempo de refletir sobre como o nosso entorno e nossa cultura podem — e devem — inspirar nossas criações como arquitetos e urbanistas (…e artistas, já que todo arquiteto é um artista!), tornando a arquitetura mais contextualizada, sensível e integrada ao lugar, por meio do design aplicado.
Um brinde à criatividade que floresce quando nos permitimos CRIAR!

(Release da equipe das oficinas.)

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Meu querido jardim da FAU – minicurso 17/18SET2025

Audiovisual produzido pelos integrantes do minicurso

Oficina: Meu Querido Jardim da FAU
Nos dias 17 e 18 de setembro de 2025, durante a programação da SITEC, aconteceu a oficina “Meu Querido Jardim da FAU”. A atividade foi conduzida pelos professores Rachel Sfair, Luís de Jesus, Fábio Mello e Jorge Leal Eiró, contando ainda com a colaboração do engenheiro florestal Reynaldo Luiz da Silva.
A proposta reuniu alunos de diferentes semestres em dois grupos de trabalho. O ponto de partida foi uma aula introdutória dos professores, seguida da apresentação das espécies obtidas por Reynaldo. A partir desse repertório, os estudantes produziram croquis coletivos, mesclando ideias e experiências — inclusive de colegas que já haviam cursado a disciplina de Paisagismo e atuaram como monitores.
O exercício ganhou corpo na medida em que as propostas foram sendo discutidas em conjunto, buscando-se convergências entre os desenhos para estruturar um projeto que valorizasse o espaço, priorizando sensações e experiências dos seus usuários cotidianos: professores e alunos da Faculdade.
Já no encerramento do primeiro dia, iniciou-se a preparação prática do terreno para as ações do segundo dia de intervenção. A etapa seguinte mobilizou não apenas os inscritos na oficina, mas também outros membros da comunidade acadêmica, todos unidos em prol da preservação e ocupação de um espaço de contemplação que, para muitos, representa mais que um jardim — é um lugar de convivência e afeto: Nosso querido jardim da FAU.
“[…] nessa praça cabe uma cidade, um jardim, uma flor […]” (Onde Flor, O Grilo).

(Release da equipe do minicurso/oficina.)

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Círio 2025 – oficina de serigrafia 19SET2025

Duas camisetas com a inscrição 'Círio 2025', uma preta e uma cinza, ambas com desenho gráfico em linha branca, sobre fundo de madeira.

Testes de tela por impressão feitos em 17SET2025

Como ocorre desde 2011 a estampa eleita por enquete entre as concebidas pelas turmas de Representação e Expressão (I de 2025) foi “queimada” em tela serigráfica pelo artista plástico Ronaldo Moraes Rêgo – professor aposentado da UFPA que conosco colabora há 14 anos nesta fundamental tarefa de reproduzir os desenhos prestigiados por quem acessa este Laboratório Virtual.
Depois de tudo ok o material necessário foi levado à UFPA (Ateliê de Arquitetura e Urbanismo) para que os calouros fizessem experimentos com esse meio de reprodução artesanal seriador de camisetas únicas – as falhas as identificam como digitais.
A oficina teve o apoio do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo e foi ministrada por dois alunos veteranos: Laryssa Coelho (turma de 2023) e Paulo Chaves (turma de 2022) com a devida supervisão docente.
A oficina iniciou por volta do meio-dia e finalizou às 17 já sem demanda.
Observamos que os apetrechos para novas impressões estão na posse do CAAU que deverá promover sessões de estampagem aos interessados; por óbvio, antes do Círio deste ano – período de recesso de aulas na Faculdade; bem… mas esta já é a seara do CA e das turmas de 2025.

Filmagem contínua em time-lapse que registrou a íntegra da ação

Mulher de cabelos grisalhos usando óculos escuros e camiseta marrom com a estampa 'Círio 2025'.

A professora Ana Margarida Lins Leal de Camargo, diretora da Faculdade de Música da UFPA, prestigiou a oficina trazendo 3 camisetas à impressão.

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Divulgação (defesa de TCC)

Intervenções artísticas urbanas e questões de gênero; por Michelle Borges.

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TCC’s de interesse à Representação e Expressão

As apresentações desses dois TCC’s ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 28AGO.

TCC Fhelype Nepomuceno:


TCC Guilherme Dahás:

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Camiseta Círio 2025

Às 24 horas de ontem, dia 20, finalizamos a enquete que apontou a preferência pela proposição de número 1 (um) com 1.128 (mil cento e vinte oito) votos dos 2.500 (dois mil e quinhentos) computados por IP – 45,12% da escolha.


Equipe de criação: Paula Batista de Oliveira, Maria Eduarda Brito Pereira, Isabela Costa Miranda, Maria Luísa Abdelnor Bassalo, Luana Ágatha Davi Pimentel e Luciana Caroline Pantoja Rodrigues.

Veja:

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Divulgação/convite à FAU

A História da Arte e as Imagens da Amazônia; por Aldrin Moura de Figueiredo.

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Círio 2025 – a escolha da estampa

Ampliável

Somos gratos por sua colaboração.

Observamos que:
– a enquete está configurada para receber votos únicos por IP; para votar mais de uma vez é necessário acessar este site por outra máquina, ou seja: novo IP.
– a modelo que demonstra a aplicação das estampas no gif, ao contrário do trabalho artesanal (manual) e humano dos alunos que experimentam “erros”, foi gerada por IA (Inteligência Artificial).
– a enquete finará no próximo dia 20 (agosto) às 24 horas.


Entenda o processo das concepções:

Manancial das estampas

Seleção técnica da síntese por equipes – todos fotogramas do audiovisual

Seleção técnica das finalistas (as mais bem resolvidas à impressão serigráfica e) à enquete

A seleção técnica em todos os casos obedeceu parâmetros/valores discutidos com as duas turmas no decorrer de 2/3 das aulas do semestre letivo.

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Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio (2)

Achados mais alguns metros dos 6 quilômetros da ferrovia Decauville que operava obras e serviços dentro dos mananciais do Utinga no início do século XX perdurando pelas primeiras décadas até sua substituição por maquinaria mais moderna e eficiente.
As imagens foram feitas pelo engenheiro florestal Diego Barros e sua equipe (André Santos e Jeferson Azevedo) para publicação no Laboratório Virtual.

Leia a matéria anterior sobre o assunto:

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Doca de Souza Franco – aerofotograma 1964 e filme 1971-72

Favor assistir em 4K

Imagens ampliáveis à leitura; o mapa foi publicado em Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará onde Augusto Meira Filho enfatiza que a bacia do Igarapé das Almas (e não Armas) é distinta da bacia do Igarapé da Fábrica (ou do Reduto) – no mapa não aparece o “das Almas”, mas o “da Fábrica”, hoje apelidado Doquinha – paralelo à Doca.

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Nildo Costa viabiliza graficamente Maÿr Sampaio Fortuna

Nildo Gabriel Costa nos apresentou uma ideia interessante; mas, a ela por parágrafos:
As imagens que se vê acima têm como referência um guache pintado pela mão livre de Maÿr Sampaio Fortuna, um desenhista (ou desenhador) da Primeira Comissão Demarcadora de Limites, no ano de 1958; o conteúdo: o primeiro Brasão d’Armas da Universidade do Pará (hoje UFPA).
Chegar a esse guache foi uma saga, já contada por aqui em prosa e verso, estando Nildo compondo uma rede de inteligência pra descobrir como era, de fato e em cores, o que só se via em fotos do Teatro da Paz de 1959 (instalação) e gravada no Medalhão Reitoral; todavia: tivemos êxito pleno e hoje se possui imagens em alta resolução desse original apresentado (e/ou presenteado) ao primeiro reitor da U(F)P(A), Mario Braga Henriques – já que era componente de seu acervo pessoal posto à venda no Rio de Janeiro de onde o professor Flávio Nassar comprou de modo particular – Nildo era estagiário de Flávio.
Bem… motivos pessoais não faltam a Nildo para que ele se importe com uma imagem que chegou a nós de modo improvável, mas: perfeita, não como leiaute e sim como arte que Nildo transmuta sutilmente pra o puramente gráfico nessas três apresentações.
Por último Nildo vê semelhança de nossa situação com a Universidade de São Paulo que tem o logotipo USP (consagrado) e um brasão d’armas pouco conhecido porque é, por protocolo, veiculado em documentos especificados por normas.
A ideia do Nildo é legal: a Universidade Federal do Pará ter um Brasão d’Armas assinado por Maÿr e uma Marca esboçada por Alcyr (Alcyr Boris de Souza Meira).
A Ideia do Nildo tem potencial para ir adiante; mas… dependerá da vontade política de tocar tal proposição e por ela lutar; além dos inquestionáveis argumentos históricos, possuímos o trabalho de Maÿr em vivas e simbológicas cores de 1958.

Maÿr e Nildo.

USP, brasão e logotipo; UFPA: brasão e “marca” baseada no brasão.


Teatro da Paz em 31 de janeiro de 1959 – o Brasão d’Armas em grande proporção ao fundo e impresso em pequenas flâmulas sobre a mesa oficial: governador do Estado, presidente da República e reitor da implantada Universidade do Pará – UP.
Observamos que essa peça do Brasão d’Armas da UP é outra (também original) ampliada por Maÿr; certamente não é um guache, mas não nos atreveríamos a especular porque Maÿr fazia experimentos com diversos materiais e técnicas, inclusive de fundição: foi ele quem confeccionou o Medalhão Reitoral que está no Museu da UFPA.
Em suma: as fotografias da cerimônia no Teatro da Paz e o Medalhão Reitoral eram os únicos dados que tínhamos sobre o Brasão d’Armas da UP: portanto e porquanto: dois originais (que se somaram ao primitivo de 1958 adquirido por Flávio Nassar em 2013).
Todavia: todos com desenhos diferentes em superfícies, dimensões e técnicas distintas:

As três únicas referências imagéticas encontradas do brasão original da Universidade.


Nildo Gabriel Rodrigues Costa foi nosso aluno na FAU e estagiário/bolsista do professor Flávio Nassar por ocasião da implementação do projeto UFPA 2.0 onde produziu, dentre diversas tarefas gráficas, vinhetas para o acervo de filmes antigos recuperados pelo site; Nildo hoje integra um programa de pós graduação da USP e mora em São Paulo.
Para que a memória de alguns se reavive: Nildo é o autor da marca do Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da UFPA, identidade veiculada por mais de uma década (entre 2014 e 2025), recentemente substituída por rombo (losango) assemelhado ao escudo do Colégio Estadual Paes de Carvalho (também do universo educacional).

Imagem linkada datada de 18NOV2014 – na época da marca do Nildo se usava o verde no logo FAU em virtude da marca originária do DAU (Departamento de Arquitetura e Urbanismo) criada por Daniel Campbell – nome do auditório da FAU.
Na opinião deste editor-redator a marca deveria voltar às mãos de seu criador para uma “repaginada”, uma atualização como arremedo das reelaboradas desde a fundação do ITAÚ; ou, um concurso que admitisse tanto o redesenho modernizante quanto uma ruptura extrema com o signo passado – mas tudo sem perder de vista a história do Centro Acadêmico que, pelo que se saiba, jamais foi pesquisada.
Será que algum aluno sabe como era o Centro Acadêmico na época dos seus professores?
No futebol não se muda o emblema de um time para fazê-lo jogar melhor e ganhar campeonatos – fala-se de imagem (se possível com tradição e história), de identidade visual, daquilo que possa explicar algo em sua totalidade sem o uso da palavra: linguagem não verbal.
Pensem no problema gigante comum aos brasileiros: a camiseta da Seleção Brasileira de Futebol; ou mesmo: as Cores Nacionais – uma realidade distorcida rompeu com a lógica da linguagem visual e pictórica de um ícone que também serviu à Ditadura Militar na Copa de 1970 com a vigarice patriótica do Pra Frente Brasil.

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Representação e Expressão 2025 – segundo experimento

Segundo experimento com os calouros de 2025 – divulgação de resultados pela extensão da FAU-ITEC-UFPA (através desta publicação digital do Laboratório Virtual e da plataforma YouTube).

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Divulgação: lançamento do site Companhia de Jorge

Jorge Eiró

Imagem-link ao site de Jorge Eiró

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Sinal da acessibilidade da ONU




Leonardo Da Vinci, Le Corbusier e o signo da acessibilidade global da ONU


Leia: Homem Vitruviano, a resposta genial de Da Vinci a um enigma da Antiguidade para criar ‘edifícios perfeitos’ (BBC NEWS BRASIL).


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Jornal Cultura – Profissões; por José Júlio Lima

A matéria, integrante do Jornal Cultura 1ª edição, foi transmitida hoje, dia 02JUL2025, pela TV CULTURA


Material originalmente publicado em:

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Divulgação: entrevista com Juliano Ximenes

Sustentabilidade de fachada: o outro lado da COP30 em Belém. Entrevista especial com Juliano Pamplona Ximenes Ponte

Material originalmente publicado em:

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Novos achados nas matas do Utinga – Laboratório Virtual/Ideflor-bio

A parceria entre este Laboratório Virtual e o Ideflor-bio no Parque Estadual do Utinga permanece profícua: o engenheiro florestal Diego Barros e sua equipe encontraram mais dos 6 quilômetros da linha férrea Decauville adquirida no governo Augusto Montenegro (1901-1909) aos serviços e transporte de pessoal e carga nos mananciais do Utinga em Belém do Pará.
Em Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga há a presença de pedaços de equipamentos mais modernos já operados pela Byington & Cia nos anos 1940/50… espalhados pela floresta; todavia, as primeiras obras projetadas ao abastecimento de água encanada em Belém iniciaram em 1880 com o contrato firmado entre a Província do Grão-Pará e o engenheiro civil inglês Edmund Compton como concessionário desse serviço pela Companhia das Águas do Grão-Pará.
É anunciado em jornais locais pela Companhia que o dia 1º de setembro de 1883 seria o marco à cobrança das contas de água que, aferidos os hidrômetros, deveriam ser quitadas até o décimo dia do mês seguinte sob pena de ser cortado o encanamento da casa do consumidor que se negar a pagar.
Um conjunto de fotografias descoberto pelo site parceiro Fragmentos de Belém na Bibliothèque Nationale de France mostra, pelas lentes de Felipe Augusto Fidanza, Belém do Pará (e o Utinga) no ano de 1883 – certamente um registo da evolução da cidade: prestes a ter água encanada.

A fotografia, colorizada à percepção de superfícies, revela as duas primeiras edificações ainda sem reboco feitas no Utinga as quais chamaram de Casa das Máquinas com duas caldeiras e uma máquina (de sucção) em funcionamento; entretanto, vê-se que os tanques subterrâneos não estavam feitos e a água era retirada de um lago alimentado por vallas – a Casa das Máquinas foi capturada pelos fundos.

Esta outra foto registra a fonte na frente da Casa das Máquinas em via de 10 metros de largura chamada de Estrada do Utinga que ao fundo encontrava a Estrada Real de Bragança – não havia a Estrada de Ferro de Bragança, muito menos o prédio da Eschola Profissional do Estado (hoje o Tribunal de Justiça do Estado).
Também nem se pensava na Lei nº 3.353: a que declarou extinta a escravidão no Brasil, de 13 de maio de 1888.

O voo de drone dá à visão o que remanesceu dos cinco galpões que compunham as primitivas Usinas do Utinga que estão sendo analisadas pela confrontação das fotografias de Fidanza com documentos de época ensejando continuidade de manancial a novas matérias.
De todo modo estamos elaborando um material imagético para que novas publicações possam dirimir quaisquer dúvidas que tenham pairado sobre o assunto.
Observamos que tais prédios pertencem à COSANPA – Companhia de Saneamento do Pará – e estão em plena atividade de reparos e manutenção das atuais bombas instaladas em prédio vizinho na década de 1970.


Mais sobre o Utinga no Laboratório Virtual:
Belém — a Planta de 1881 e as vias republicanas de 1890
Achados do Laboratório Virtual nas matas do Utinga
Decauville e os achados no Utinga
1929 – A aventura de Pola Brückner (Pola Bauer-Adamara) no Utinga
Documentário PROCURANDO POR POLA – registros do Laboratório Virtual

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Representação e Expressão 2025 – primeiro experimento

Avaliação de disciplina (ensino) e extensão do ITEC (publicação do resultado)

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