Enquete de escolha da marca CÍRIO 2017

Estampas pré-selecionadas à Marca Círio 2017 (selo e camiseta):

Ampliável

Conjunto de estampas aplicadas em camisetas escuras e claras:

 

Ampliável

A enquete da Polldaddy encerrará à meia-noite de domingo (27AGO2017):

Atenção: a pesquisa está configurada para computar somente um voto por máquina.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Artes Gráficas | Com a tag , , | 16 Comentários

Divulgação — 03 vagas para substituto em Macapá

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

O Diário do Pará corrige O Liberal sobre Farol de Salinópolis

Ampliável à leitura

O Blog da FAU/Laboratório Virtual de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitários da FAU-ITEC-UFPA não possui relação alguma com os dois periódicos paraenses; nossa vinculação e compromisso é com a veracidade dos fatos apuráveis em documentos e depoimentos fiáveis.
Quando porventura cometemos erros — e obviamente os praticamos mesmo que com pouca frequência —, são eles corrigidos em postagens novas e acrescentadas advertências como postscriptvm nas matérias que os veicularam; infelizmente o uso desse recurso não se aplica a material impresso, o que deixa cicatrizes indeléveis na História; portanto, cabe aos jornais, o extremismo da cautela.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Nova foto do segundo farol de Salinas inaugurado em 1916

Ampliável à percepção de detalhes

A fotografia acima, possivelmente dos anos 1920, pertenceu ao arquiteto José Sidrim e foi gentilmente cedida por sua neta: Ana Léa Nassar Matos, professora da FAU-UFPA.
Permanece-se na coleta de material fiável à História desse farol que substituiu,  com sua inauguração em 1916, o Farol Velho de alvenaria na Ponta do Atalaia.
A imagem mostra pilares de concreto, em uma base de alvenaria aparentemente circular, à atracação das columnas tubulares e esteios de rosca (systema Mitchell); apesar de se supor, anteriormente, que a torre estivesse assentada sobre um radier amarrado ao sub-solo por cabos (ou tubos ou correntes) e parafusos metálicos como também propunha, em um de seus inventos patenteado sob o n°3986 no United States Patent Office em 01ABR1845, o engenheiro civil irlandês Alexander Mitchell à estabilidade dessas estruturas em terrenos movediços.


A diferença entre o segundo e terceiro faróis das Salinas:

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Notas equivocadas sobre o Farol de Salinópolis em O Liberal

Em Poucas Linhas de O Liberal de hoje (19AGO2017) traz, lamentavelmente, duas notas equivocadíssimas sobre o Farol de Salinópolis-PA:
Em primeiro lugar o que está completando 80 anos é a REMONTAGEM do Farol de Apehu em Salinópolis ocorrida em 1937 — acessar a pesquisa  O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu.
Em segundo, pelo que informa matéria do The New York Times replicada pela Folha de São Paulo em 11NOV2014, não existe, comprovadamente, nenhuma obra do engenheiro francês Alexander Gustav Eiffel na América Latina; neste caso o que poderia levar a confusões (bastante remotas e ingênuas) seria o homônimo Alexander Mitchell, engenheiro irlandês cego, patenteador do Systema Mitchell empregado nas torres da firma francesa F. Barbier et Cie. — a placa de tal empresa, datada de 1893, está conservada na base do Farol de Salinópolis aparafusada à de 1937.
O atual (Farol de Salinópolis) seria, na realidade, o TERCEIRO equipamento de sinalização náutica suspenso da área genericamente chamada das Salinas; localizando-se os dois primeiros na Ponta do Atalaia como mostra a fotografia de 1916:

Acima se vê o Farol Velho inaugurado em 08MAR1852 em alvenaria de tijolos vidrados (azulejos) próximo ao Farol Novo em torre metálica do Sytema Mitchell inaugurado em 10AGO1916, ambos na Ponta do Atalaia (hoje Farol Velho) este último visivelmente mais alto que o existente em Salinópolis vindo da foz do rio Gurupi, ilha de Apehu, e reinaugurado em 1937; também nominado Farol do Gurupy com inauguração na referida ilha em 23SET1902.
Assim: o farol que está em Salinópolis contabiliza 124 anos de fabricação, dos quais: 08 de permanência no trapiche São João em Belém, 36 em Apehu e 80 no lugar que conhecemos.
É inconsistente que o Farol Velho, que hoje dá nome à praia no Atalaia, tenha sido levado pela força da maré; o sensato seria imaginar seu desmoronamento após a retirada do equipamento ótico que o deixou, pela ausência da cobertura, vulnerável às intempéries — ver a investigação A Muralha do Farol Velho de Salinas – 1916 e 1931; ou mesmo: que sua demolição facilitara, à Marinha, a supressão do apparelho de luz, respectiva lanterna e accessorios para uso em outro ponto da costa brasileira, já que se atesta a presença das duas cápsulas faroleiras sobre as torres em 1916.
As notas erradas de O Liberal, se não corrigidas com destaque naquela mídia de grande circulação, propagarão referências falsas às pesquisas estudantis em quaisquer níveis; o que configuraria um desserviço à memória paraense.


Saiba mais sobre o assunto em matérias do BF:

O Farol de Salinópolis é o antigo Farol de Apehu

Confirmado: o Farol de Salinas, em Apehu, imergiu no Atlântico

Os faróis da Ponta do Atalaia em Salinas – 1916

A Muralha do Farol Velho de Salinas – 1916 e 1931

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | 3 Comentários

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Círio 2017: à memória da cidade

Imagens ampliáveis

Nesta semana iniciaram-se os trabalhos da disciplina Representação e Expressão I, manhã e tarde, referentes à Marca do Círio 2017 do Blog da FAU — Laboratório Virtual de integração do ensino, da pesquisa e da extensão universitários na UFPA.
Neste ano, o oitavo em que se cria uma estampa alusiva às manifestações culturais populares durante a Quadra Nazarena, teremos como novidade o estabelecimento de um tema: A Memória de Belém do Pará.
A ideia é que as representações gráficas estejam baseadas em investigações que revelem o patrimônio material e/ou imaterial significativo desaparecido desde 1793; ou seja: no decorrer das 223 procissões conferidas.
Acima há três exemplos já discutidos com a participação efetiva de alunos: a marca da Fábrica de Cerveja Paraense registrada em 1920,  o Ônibus Zepelim desenhado por Saul Steinberg em 1952 e o refrigerante Guarasuco.
Mesmo com a determinação de tal norte nenhuma proposição a ele marginal, que possua coerência técnica e estética, será refutada.
Como sempre corre-se contra o tempo, já que há etapas a serem vencidas até a oficina de serigrafia que será ministrada pelo professor Ronaldo Moraes Rêgo na última semana de agosto.


Postscriptvm:

Mais: Fábrica São Vicente em registro de 1921.

Fonte das marcas registradas da
Fábrica de Cerveja Paraense e Fábrica São Vicente:
Marcas do Tempo.


Postscriptvm 2:

Fábrica Palmeira em rótulo registrado no ano de 1917 também do livro Marcas do Tempo.

Marca dos Refrigerantes Pereira Dias & C.ª retirada de CACCAVONI, Arthur. Album descriptivo amazonico. Genova: F. Armanino, 1899. V. 2., il.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Site do III SAMA (2018)

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Publicado em Administração | Com a tag , , | Deixe um comentário

Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada

Ampliável

O professor Márcio Couto Henrique nos enviou o Croqui do Leprosário do Tucunduba reproduzido no livro de José Messiano Trindade Ramos a partir de publicação jornalistica.
A intenção do projeto Blog da FAU é dar sentido às poucas fotografias que registram as edificações de um setor do bairro do Guamá que preserva ruínas de uma delas.
Como o desenho não está em escala e pouco informa ao propósito resolvemos interpretá-lo à crítica dos experts:

Ampliável

Considerou-se a base do layout orientação do Hospício (F); dessa forma estabeleceu-se duas vistas: a primeira (1) de rumo Este  — da Igarapé Miri  ao perpendicular Tucunduba — e a segunda (2) apontada ao Sul, para o rio Guamá, em via aparentemente paralela à Augusto Corrêa.
A Vista 1, que é precedida pelo portal, mostra fileiras de casinhas nos dois flancos, além dos edifícios maiores que as encobrem.
Observadas as fotografias do quadro vermelho também há coerência na Vista 2, pois o prédio que tem a tabuleta Hospício dos Lázaros possui pouco beiral à direita e é avarandado à frente e ao lado esquerdo (confirmando alpendres); também, na outra margem desse caminho, há uma fileira de casinhas.
Todavia há um senão: as ruínas que lá estão — paralelas e entre os quintais da Barão de Igarapé Miri e Jiparaná — a definir localização e orientação não podem, em hipótese alguma, ser desconsideradas; são elas a única referência real do lugar.
No croqui, o que já concluímos ser a muralha do porão da enfermaria mandada levantar por Enéas Martins em 1916 e reerguida pelo provedor Antonio Facióla em 1928 está em desobediência à razão e ao relatório desse governador:

Enéas Martins deixa claro que em 1916, na Leprosaria do Tucunduba, só havia um velho pavilhão e algumas barracas de palha.


Mais sobre o assunto em:

Outra foto do prédio do Tucunduba que deixou ruínas no Guamá

O chalé das ruínas do Tucunduba em 1928

As ruínas do Tucunduba são do Pavilhão Antonio Lemos

Ruínas do complexo de isolamento do Tucunduba


Postscriptvm (25NOV2017):

A publicação Lazarópolis do Tucunduba — tentativa de configuração ilustrada 2 anula o raciocínio desta.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | 1 Comentário

A Fazenda Olaria Sant’Anna da Pedreira

O conjunto de fotografias acima — todas de autoria do estagiário voluntário Mateus Nunes — mostra parte de uma sentença de partilha proferida pelo juiz Geraldo de Souza Paes de Andrade no ano de 1892; tal manuscrito foi gentilmente cedido à reprodução pela senhora Dulce Rosa Rocque e transcrito pela colaboradora Regina Vitória Alves:

A partir das informações dessa rara fonte primária arriscou-se uma figuração, em mapa atual do Google, à suposta área da Fazenda Olaria Sant’Anna da Pedreira, que englobava os terrenos do Mata-te Bem, com fundos até a sala que serve de hospital dos lázaros:


Obviamente o desenho da Fazenda Olaria Sant’Anna da Pedreira, em seus limites Norte e Oeste, não eram ortogonais como o riscado à percepção do ledor; sua conformação deveria ser orgânica tal qual os acidentes geográficos referenciados no texto.
Às páginas 12 e 13 do livro A Prophylaxia da Lepra e das Doenças Venereas do Pará, Volume II – 1922, quando seu autor, o médico Heraclides Cesar de Souza Araújo, historia a Leprosaria do Tucunduba, provoca também uma cisma à propriedade da Santa Casa de Misericórdia, ao reproduzir, ipsis verbis, o officio do provedor Fructuoso Guimarães datado de 11 de fevereiro de 1861, do qual se recorta o último trecho:

Clique sobre o texto para ler o documento completo

De fato — como dá a saber o mesmo officio — as 632 braças (1.390,4 metros) margeando o Tucunduba teriam fundos de apenas 47 1/2 braças (104,5 metros); ou seja: a Fazenda do Tucunduba não passava de uma nesga que compreenderia hoje, ao Sul, o prédio do Vadião da UFPA e, replicada essa distância ao Norte, a cento e sessenta e poucos metros acima da passagem Jiparaná, alcançaria a Passagem Nova II sem sequer alinhar-se a ela.
Ao que se percebe — e certamente também o notou in situ Heraclides — as edificações do complexo de isolamento do Tucunduba, pelo menos as significativas que conhecemos por clichês, estavam em terras que não pertenciam, na origem, nem aos Mercedários nem à Santa Casa de Misericórdia que as recebeu por esmola daqueles religiosos, mas à Fazenda Olaria Sant’Anna da Pedreira; a isto desatentaram os técnicos que auxiliaram o juiz Paes de Andrade.

O professor José Maria Coelho Bassalo procedeu cálculo da área das duas fazendas, Olaria Sant’Anna da Pedreira e Tucunduba, que ocupavam juntas aproximadamente 4.165 km²; ou seja: significativa superfície dos atuais bairros do Guamá e Condor.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | 3 Comentários

Outra foto do prédio do Tucunduba que deixou ruínas no Guamá

A fotografia de 1938 ilustra a matéria publicada no jornal Folha do Norte intitulada Asylo do Tocunduba simples e amarga recordação sobre o fim da leprosaria pela transferência dos hansenianos à Colônia do Prata.
O recorte, enviado pelo colaborador José Maria de Castro Abreu Júnior, consta da Hemeroteca Theodoro Braga do Arquivo Público de São Paulo, mas não possui datação além do ano.
Sabe-se agora que o chalé tinha nove vãos laterais; apesar do porão não ser visto, basta aos moradores da Barão de Igarapé Miri ou da Jiparaná fazerem a contagem à noção do que sobrou em seus quintais do paredão da velha enfermaria rebatizada de Pavilhão Antonio Lemos em 1928.
A legenda do clichê diz: Dois pavilhões da Cidade da Amargura, um dos quaes, o da esquerda, não será demolido, para servir de abrigo aos doentes que vierem do interior.


Mais sobre o assunto em:

O chalé das ruínas do Tucunduba em 1928

As ruínas do Tucunduba são do Pavilhão Antonio Lemos

Ruínas do complexo de isolamento do Tucunduba

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia antiga, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Jorge Eiró .:. Salve Jorge!

 

Fonte: Ideias Possíveis de Alexandre Lima.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação, Memória | Com a tag , , , | 1 Comentário

A villa operária da Constructora de Lemos tinha açougue da Pastoril de Lemos

Em Redesenhando a Villa Operária Mac Dowell (2) levantou-se uma questão: haveria unidade(s) destinada(s) ao comércio na Villa?
O Democrata de 07AGO1892 esclarece e vai mais fundo no assumpto:


Um caminho ao sumário desta investigação: Anúncio do terreno onde foi construída a Villa Operária Mac Dowell — 1888.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia antiga, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | 1 Comentário

Sinais da invasão no Largo do Chafariz do Bispo em 1939

O recorte do jornal Folha do Norte, enviado pelo colaborador Aristóteles Guilliod de Miranda, associado à atual visualização volumétrica do Google demonstra que o Largo do Chafariz do Bispo — ou Largo dos Poços — foi ocupado por moradores da própria área que estenderam suas propriedades ao logradouro público como já dissemos em A localização do Chafariz do Bispo (2).
Na esquina da Aristides Lobo com a Piedade há uma clara reserva de domínio do espaço coletivo — murada, mas sem habitação — reveladora do alinhamento primitivo do Largo que tende ao sumiço.


Para melhor entendimentos das vias que compõem a quadra:
Travessa da Estrella = Índio do Brasil = Assis de Vasconcelos.
Rua das Flores = Paes de Carvalho = Ó de Almeida.
Rua do Rosário = Aristides Lobo.
Travessa da Piedade = (vulgo) Largo do Chafariz.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Fábrica São Vicente


A revista Extremo Norte confunde paraense com paranaense; de todo modo, nem uma coisa, nem outra: seria amazonense, segundo a Folha Vespertina, de Paulo Maranhão.
O livro Marcas do Tempo parece dar o endereço da residência da empresária, corroborando com o que se diz do surgimento da indústria; já sobre o englobamento pela Fábrica Palmeira, nada encontramos que revelasse como isto ocorreu; mas, é sabido que a Fábrica São Vicente esteve em atividade até os anos 1980 em via perpendicular, por nós desconhecido o nome, à rodovia BR-316.

Referências:

Álbum do Pará, 1939 — José Carneiro da Gama Malcher. p. 205-206. Disponível em: http://www.fcp.pa.gov.br/2016-12-16-20-17-48/album-do-para-1939.
Marcas do Tempo: registro das marcas comerciais do Pará, 1895 a 1922. Belém: Secult, Jucepa, 2015. p. 53.
HOMENAGEM póstuma. Extremo Norte, Manaus, p. 4, maio 1950.
NOTICIÁRIO necrológico. Folha Vespertina, Belém, p. ?, 23 maio 1950.

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia antiga, História, Memória, Patrimônio | Com a tag , , | Deixe um comentário

Exame de seleção para substitutos na UFAM

Informações: http://progesp.wixsite.com/ddpessoas/0392017

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação | Com a tag , , | Deixe um comentário

Divulgação/convite à FAU

Publicado em Arquitetura e Urbanismo, Divulgação, Memória | Com a tag , , | Deixe um comentário